quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

MAIS DEMOCRACIA


Cleidson Silveira deixou um comentário sobre a postagem "DISCURSO DO GENERAL PAULO CHAGAS*":

Bom, olhando o passado nefasto do Brasil durante a ditadura militar, esse discurso fervoroso e ao mesmo tempo ardiloso e embusteiro do General Paulo Chagas, pode convencer a muitos desinformados, mas a mim e a muitos outros, não. Que o Brasil está longe de ser um país o qual sonhamos, o qual desejamos, isso nós já sabemos, porém, não esqueçamos do passado sombrio que pairou durante os 21 anos da ditadura militar. O excelentíssimo General, parece ter esquecido-se do fiasco que foi a administração militar a frente do nosso país com esse moralismo capenga e completamente obrepticioso. Mas vamos aos fatos...

O general fala de liberdade, e ainda debocha. Que liberdade? Só pode ser piada né General, mas eu respondo ao senhor...aquela liberdade que não tínhamos em todos os aspectos na ditadura militar General, lembra-se!?

O general fala de corrupção, mas quem são os militares para tratar desta matéria, lembremos!

O marechal Castello Branco (1964-1967) prometeu dar ampla divulgação às provas de corrupção do regime anterior por meio de um “livro branco da corrupção” – promessa nunca cumprida, certamente porque seria preciso admitir o envolvimento de militares nos episódios relatados. Desde o início o regime militar fracassou no combate à corrupção, o que se deve em grande parte a uma visão estritamente moral da corrupção. Os resultados da moralidade privada dos generais foram insignificantes para a vida pública do país. O regime militar conviveu tanto com os corruptos, e com sua disposição de fazer parte do governo, quanto com a face mais exibida da corrupção, que compôs a lista dos grandes escândalos de ladroagem da ditadura. Entre muitos outros estão a operação Capemi (Caixa de Pecúlio dos Militares), que ganhou concorrência suspeita para a exploração de madeira no Pará, e os desvios de verba na construção da ponte Rio–Niterói e da Rodovia Transamazônica. Castello Branco descobriu depressa que esconjurar a corrupção era fácil; prender corrupto era outra conversa: “o problema mais grave do Brasil não é a subversão. É a corrupção, muito mais difícil de caracterizar, punir e erradicar”. Para agir contra a corrupção e dar conta da moralidade pública, os militares trabalharam tanto com a natureza ditatorial do regime como com a vantagem fornecida pela legislação punitiva em seu favor. Deu em nada. Desde 1968 até 1978, quando foi extinta pelo general Geisel, a CGI mancou das duas pernas. Seus integrantes alimentaram a arrogante certeza de que podiam impedir qualquer forma de rapinagem do dinheiro público, através da mera intimidação, convocando os cidadãos tidos como larápios potenciais para esclarecimentos.
A CGI atribuiu-se ainda a megalomaníaca tarefa de transformar o combate à corrupção numa rede nacional, atuando ao mesmo tempo como um tribunal administrativo especial e como uma agência de investigação e informação. Acabou submergindo na própria mediocridade, enredada em uma área de atuação muito ampla que incluía investigar, por exemplo, o atraso dos salários das professoras municipais de São José do Mipibu, no Rio Grande do Norte; a compra de adubo superfaturado pela Secretaria de Agricultura de Minas Gerais e as acusações de irregularidades na Federação Baiana de Futebol. Entre 1968 e 1973 os integrantes da comissão produziram cerca de 1.153 processos. Desse conjunto, mais de mil foram arquivados; 58 transformados em propostas de confisco de bens por enriquecimento ilícito, e 41 foram alvo de decreto presidencial.

Postado por Cleidson Silveira no blog OS IRMÃOS COM A PALAVRA em 26 de fevereiro de 2014 22:21 

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Cleidson Silveira deixou mais um comentário sobre a postagem "DISCURSO DO GENERAL PAULO CHAGAS*":

Mas o fracasso do combate à corrupção não deve ser creditado exclusivamente aos desacertos da Comissão Geral de Investigações ou à recusa de membros da nova ordem política em pagar o preço da moralidade pública. A corrupção não poupou a ditadura militar brasileira porque estava representada na própria natureza desse regime. Estava inscrita em sua estrutura de poder e no princípio de funcionamento de seu governo. Numa ditadura onde a lei degradou em arbítrio e o corpo político foi esvaziado de seu significado público, não cabia regra capaz de impedir a desmedida: havia privilégios, apropriação privada do que seria o bem público, impunidade e excessos. A corrupção se inscreve na natureza do regime militar também na sua associação com a tortura – o máximo de corrupção de nossa natureza humana. A prática da tortura política não foi fruto das ações incidentais de personalidades desequilibradas, e nessa constatação reside o escândalo e a dor. A existência da tortura não surgiu na história desse regime nem como algo que escapou ao controle, nem como efeito não controlado de uma guerra que se desenrolou apenas nos porões da ditadura, em momentos restritos. Ao se materializar sob a forma de política de Estado durante a ditadura, em especial entre 1969 e 1977, a tortura se tornou inseparável da corrupção. Uma se sustentava na outra. O regime militar elevou o torturador à condição de intocável: promoções convencionais, gratificações salariais e até recompensa pública foram garantidas aos integrantes do aparelho de repressão política. Caso exemplar: a concessão da Medalha do Pacificador ao delegado Sérgio Paranhos Fleury (1933-1979).
A corrupção garantiu a passagem da tortura quando esta precisou transbordar para outras áreas da atividade pública, de modo a obter cumplicidade e legitimar seus resultados. Para a tortura funcionar é preciso que na máquina judiciária existam aqueles que reconheçam como legais e verossímeis processos absurdos, confissões renegadas, laudos periciais mentirosos. Também é necessário encontrar gente disposta a fraudar autópsias, autos de corpo de delito e a receber presos marcados pela violência física. É preciso, ainda, descobrir empresários dispostos a fornecer dotações extra-orçamentárias para que a máquina de repressão política funcione com maior precisão e eficácia.
A corrupção quebra o princípio da confiança, o elo que permite ao cidadão se associar para interferir na vida de seu país, e ainda degrada o sentido do público. Por conta disso, nas ditaduras, a corrupção tem funcionalidade: serve para garantir a dissipação da vida pública. Nas democracias – e diante da República – seu efeito é outro: serve para dissolver os princípios políticos que sustentam as condições para o exercício da virtude do cidadão. O regime militar brasileiro fracassou no combate à corrupção por uma razão simples – só há um remédio contra a corrupção: MAIS DEMOCRACIA!

Postado por Cleidson Silveira no blog OS IRMÃOS COM A PALAVRA em 26 de fevereiro de 2014 22:23 

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Cleidson Silveira deixou mais um novo comentário sobre a postagem "DISCURSO DO GENERAL PAULO CHAGAS*":

Mas vamos continuar lavando a roupa suja General... INFLAÇÃO NO REGIME MILITAR.
No início do Regime Militar a inflação chega a 80% ao ano (governo de Jango), o crescimento do Produto Nacional Bruto (PNB) é de apenas 1,6% ao ano e a taxa de investimentos é quase nula. Diante desse quadro, o governo adota uma política recessiva e monetarista, consolidada no Programa de Ação Econômica do Governo (Paeg), elaborado pelos ministros da Fazenda, Roberto de Oliveira Campos e Octávio Gouvêa de Bulhões. Seus objetivos são sanear a economia e baixar a inflação para 10% ao ano, criar condições para que o PNB cresça 6% ao ano, equilibrar o balanço de pagamentos e diminuir as desigualdades regionais. Parte desses objetivos é alcançada. No entanto, em 1983, a inflação ultrapassa os 200% e a dívida externa supera os US$ 90 bilhões, ou seja, a fantástica administração militar deixou o país extremamente pior do que quando desferiu o golpe. Concentração de renda – Em 1979, apenas 4% da população economicamente ativa do Rio de Janeiro e São Paulo ganha acima de dez salários mínimos. A maioria, 40%, recebe até três salários mínimos. Além disso, o valor real do salário mínimo cai drasticamente. Em 1959, um trabalhador que ganhasse salário mínimo precisava trabalhar 65 horas para comprar os alimentos necessários à sua família. No final da década de 70 o número de horas necessárias passa para 153. No campo, a maior parte dos trabalhadores não recebem sequer o salário mínimo.
Crescimento da miséria – Os indicadores de qualidade de vida da população despencam. A mortalidade infantil no Estado de São Paulo, o mais rico do país, salta de 70 por mil nascidos vivos em 1964 para 91,7 por mil em 1971. No mesmo ano, registra-se a existência de 600 mil menores abandonados na Grande São Paulo. Em 1972, de 3.950 municípios do país, apenas 2.638 têm abastecimento de água. Três anos depois um relatório do Banco Mundial mostra que 70 milhões de brasileiros são desnutridos, o equivalente a 65,4% da população, na época de 107 milhões de pessoas. O Brasil tem o 9º PNB do mundo, mas em desnutrição perde apenas para Índia, Indonésia, Bangladesh, Paquistão e Filipinas, fantástico não é mesmo!
No final da década de 70 a inflação chega a 94,7% ao ano. Em 1980 bate em 110% e, em 1983, em 200%. Nesse ano, a dívida externa ultrapassa os US$ 90 bilhões e 90% da receita das exportações é utilizada para o pagamento dos juros da dívida. O Brasil mergulha em nova recessão e sua principal conseqüência é o desemprego. Em agosto de 1981 há 900 mil desempregados nas regiões metropolitanas do país e a situação se agrava nos anos seguintes. E VIVA A DITADURA!!!

Queridos amigos campinenses, paraibanos e brasileiros...me indigno, me revolto, me iro e muito, com muitas coisas erradas, tortas, desmanteladas, as quais constantemente temos visto, e não só isso, temos de fato, convivido. É lastimável, ridículo, mas que graças a Deus, temos pessoas que se indignam de verdade, se revoltam de verdade, isso mostra que temos capacidade de pensar e agir, de verdade. Esse ano é mais um ano eleitoral, um ano que graças a Deus e ao sangue de muitos, escolheremos mais uma vez os nossos representantes através do nosso voto. Tenho convicção, que a culpa não está nos partidos políticos, seja ele qual for, não está na política, nem mesmo nos políticos corruptos, a culpa, é única e exclusivamente NOSSA, por não darmos importância a política, por não termos o bom senso de entender e analisar propostas dos pretensos candidatos, de questioná-las. Vemos o período eleitoral de forma “festiva” e passamos de eleitores, a meros “torcedores” provincianos com paixão inflamada por este ou aquele político. Meus amigos, temos mais uma chance de escolhermos, de cobrarmos, de exigirmos o melhor para nós e nossos filhos, o melhor para o nosso país, o melhor para nossa nação. Façamos isso.

Cleidson Silveira

Postado por Cleidson Silveira no blog OS IRMÃOS COM A PALAVRA em 26 de fevereiro de 2014 22:24 

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

DIGNO DE PERDÃO...

"Lei é lei, justiça é justiça e nada é perfeito"

O ex- deputado Roberto Jefferson infringiu a lei.
Acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, foi considerado culpado pelos Juízes do Supremo Tribunal Federal que o condenaram à prisão e a Polícia no cumprimento da missão que lhes cabe, conduziu o nobre ex Deputado ao presídio cumprindo a decisão judicial.
Tudo certo; não há o que reclamar.
Tudo certo, mas fica no ar uma sensação ruim de injustiça ou de ingratidão talvez; Roberto Jefferson cometeu um crime sim e nem ele nega isso, mas o beneficio que ele nos proporcionou converte o crime cometido em um mero pecadilho.
Suas informações expuseram ao mundo uma coisa monstruosa chamada Mensalão.
O Mensalão foi nada mais nada menos, que o maior escândalo de corrupção da história do Brasil ou em outras palavras, nunca se roubou tanto dinheiro público, quanto se roubou nos tempos do Mensalão.
À partir da oportuna denúncia de Roberto Jefferson, essa sangria descomunal foi interrompida, permitindo-nos ver a imensa podridão acobertada pelo PT que até então ostentava uma aura de pureza virginal.
O partido popular, construído sob a égide da decência e da honestidade, queria apenas chegar ao poder para se corromper e se esbaldar usando o poder em beneficio de toda a quadrilha, ávida de verbas públicas para patrocinar o luxo e a riqueza com os quais sempre sonharam.
Roberto Jefferson foi o divisor deste oceano de lama; após sua corajosa denúncia, a maior parte da evasão dos recursos foi interrompida e o ritmo das perdas do país diminuiu; continuam nos roubando de outras maneiras, mas o volume global diminuiu.
Roberto Jefferson merece a benevolência da lei, pois o serviço que ele prestou é infinitamente maior que o crime que cometeu.
O rigor da lei é correto e sem ele fica aberto o espaço para o descumprimento da lei, por isso não podemos criticar o Ministro Joaquim Barbosa, Presidente do Supremo Tribunal Federal em sua sentença determinando a prisão do ex deputado Roberto Jefferson, mas prender o grande benfeitor que feriu de morte o Mensalão, o maior escândalo de corrupção da história do Brasil, quiçá do mundo e deixar solto o ainda prestigiado e até reverenciado ex Presidente Lula, é uma incoerência inaceitável.
O ex Presidente Lula até agora, contrariando todos os prognósticos, se mantém afastado do Mensalão como se sabendo ou não, tendo chefiado ou não a quadrilha, não fosse ele o responsável que é.
Não sabendo e não chefiando, sua culpa aumenta quando vista pelo prisma do descontrole, inadmissível para um Chefe de Estado eleito exatamente para controlar.
Por isso surpreende o fato de que até agora, não foi possível confrontá-lo severamente para responder pelo escandaloso desvio de dinheiro público ocorrido em seu governo, sob suas barbas e ao que que tudo leva a crer, sob sua batuta.
Roberto Jefferson mostrou toda a lama em que mergulhara na pocilga de José Dirceu, Genoíno, e toda a Corja Petista, que "nunca antes na história deste país" se imaginou existir, por isso mesmo Roberto Jefferson merece a liberdade.
Seus "mais primitivos instintos" beneficiaram tanto o Brasil, que por gratidão, deveria perdoá-lo.

Isac Bispo Ramos
"Copyright 2014 Isac Bispo Ramos ©Todos os direitos reservados"





quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

LUGARES DIFERENTES... MAS A HISTÓRIA É A MESMA!

Anônimo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "INAÇÃO PELA NAÇÃO BRASILEIRA": 

Loja maçônica cresce em anos, declina-se em valores

Quase sequincentenária, saliente loja maçônica, ante o espírito decadente de seus mais recentes dirigentes, hábeis articuladores de vingança contra os próprios “irmãos”, é a expressão fiel da decadência, estrutura que fazem questão de manter, para sustentar o controle. Quanto menos o número de irmãos regulares e frequentando, melhor! Fechada diariamente, sem quaisquer serviços à comundade, é aberta apenas, na hora da reunião, uma vez por semana, para receber os “irmãos bodes = carneiro marrão”. Logo, logo, as portas são fechadas. Duas horas depois, são abertas para que todos saiam. Então, de novo, fecham,até oito dias depois, quando repetem o mesmo ritual. Este ritual se repete há anos, sem quaisquer mudanças de gesto. A freqüência oscila entre 9, 10, 11, às vezes 13, quando “irmãos” de uma loja de uma cidade vizinha são requisitados para fazer número. Raro iniciar alguém. Na comunidade, raro é quem queira. Os mais recentes, um ou dois, logo após as primeiras freqüências decepcionam-se, raramente retornam. Pagam para sustentar a regularidade. Regularidade é paga, basta quitar as mensalidades. Os líderes do comando, quando querem aprovar algo de seu interesse, quando querem eleger quem eles determinarem para venerável, etc., convocam os faltosos a comparecerem à Loja, os que pagam e os que não pagam também, até concedem anistia ou quitam pendências a fim de se habilitá-los à votação em qualquer pleito ou para eleger a Mesa Diretora da Loja.
A técnica é conhecida, quanto menor o número melhor para controlar nestas circunstâncias. E assim, há anos, controlam a direção da Loja para estar em consonância com tudo que for determinado pela potência à qual a unidade maçônica está subordinada. 
A sede, prédio secular de amplas dimensões está aos frangalhos. A loja não tem dinheiro para reformar absolutamente nada. A biblioteca, antes famosa, com obras maçônicas, literárias de autores de renome nacional, praticamente inexiste. Coleções de jornais, rica memória da história reportada em hebdomadários e outros meios de comunicação, coleções inteiras foram jogadas em tonéis do lixo, em alguns casos por ignorância, em outros para materializar vingança contra irmãos dirigentes de mídia destacada na comunidade. 

Loja da Gleb na Bahia 



Postado por Anônimo no blog OS IRMÃOS COM A PALAVRA em 19 de fevereiro de 2014 20:38 

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

MAÇONARIA UNIDA?


A MAÇONARIA ENTROU EM NÓS?


 POR: André Otávio Assis Muniz
FONTE: http://mictmr.blogspot.com/2006/07/fraternidade-manica.html


Quando se fala em Maçonaria no mundo profano, todos têm algum comentário a fazer: misteriosa, secreta, satânica, beneficente, caritativa... uns aprovam, outros reprovam, uns gostam, outros têm curiosidade e há também os indiferentes. No entanto, todos os profanos têm como verdade incontestável que os maçons são fraternos, ajudam-se entre si e se tratam como irmãos...
Correm lendas que maçom pobre não existe, que maçom nunca perde causa na justiça, que maçom nunca se aperta, pois basta fazer um "sinal secreto" e pronto! Lá estão os "irmãos" para auxiliar o apurado...
Como seria bom se essas lendas fossem reais!
Quem está do "lado de cá", sabe bem que isso é uma utopia, uma doce ilusão alimentada pelo romantismo dos que idealizam as instituições e os homens. Se analisarmos com frieza e objetividade, veremos que a realidade é bem outra, uma realidade lamentável...
Homens que chegam a se odiar, que tentam prejudicar uns aos outros de todas as formas possíveis, que se esquecem dos laços de irmandade em troca de postos, condecorações, cargos, honrarias...que muitas e muitas vezes, sabendo que um "irmão" está passando por momentos difíceis, dão risada, fingem não ter conhecimento sobre o fato, mentem
descaradamente, ludibriam, logram e prejudicam escancaradamente àqueles a quem deveriam estar unidos pelos doces laços da fraternidade e do respeito mútuo.
Um espetáculo de lamentável hipocrisia pode ser visto por ocasião daqueles discursos pomposos, carregados de termos como "Poderoso", "Amado", "Sereníssimo", "Soberano", "Especial", "Sapientíssimo" quando proferidos por verdadeiras lavadeiras e comadres que passam grande parte do seu tempo a "esfregar" a vida alheia contra as duras pedras da sarjeta, a criticar a todos quantos não reproduzam fielmente os seus pensamentos e a tentar "escalar" por sobre as cabeças para galgar mais um degrau de "glória maçônica"...
Além disso, é chocante ver como se usa, sem a menor vergonha, a retórica vazia do "irmão". É "irmão" pra cá, "irmão" pra lá, quando, na verdade, é "maldito" pra cá e "desgraçado" pra lá. Um quer ver o outro morto, estirado sobre um esquife (e não é o simbólico não) e, mesmo assim, vão levando a patifaria da "irmandade sincera", fingindo na cara-de-pau um amor regado a elogios falsos enquanto tentam expulsar o outro da Loja, envolvê-lo em uma situação constrangedora, apunhalá-lo pelas costas fingindo "dar apoio", forjando fatos mentirosos e jogando a reputação do outro no lixo sem o menor pudor.
Certas intrigas ocorridas em meios maçônicos fariam corar as mais experimentadas fofoqueiras de bairro. Usar pessoas para se atingir um objetivo pessoal nada nobre, é prática da qual muitos "irmãos" são useiros e vezeiros.
Fala-se muito em "tolerância" como se isso fosse a "virtude mor" dos maçons brasileiros. Isso é uma mentira!
O maçom brasileiro confunde tolerância com permissividade, confunde liberdade de pensamento com confusão, falta de método e libertinagem intelectual...Querem ver onde está a "tolerância à brasileira"? Basta ver os ataques velados e abertos contra o agnosticismo do Rito Moderno que os "religiosos" lançam como bomba de estilhaços, sem se importar em desrespeitar a liberdade de consciência alheia. Taxam os modernistas de "ateus", o Rito Moderno de "ímpio" e "irregular", jogando acusações esdrúxulas e sem fundamento por sobre todos aqueles que "ousaram" pensar de forma diferente...Do outro lado, os irmãos agnósticos, esquecendo-se que a maçonaria deve ser um "centro de união, e o meio de firmar uma amizade sincera entre pessoas que teriam ficado perpetuamente distanciadas", passam a atacar de forma grosseira às crenças alheias, ridicularizando tudo aquilo que é sagrado para os que creem, desrespeitando, da mesma forma, a liberdade de consciência dos teístas. Isso é tolerância?
Será tolerância reagir com um ódio mortal contra quaisquer críticas que lhe atinjam de algum modo? É tolerante mandar um Aprendiz calar a boca quando ele levanta críticas REAIS e pertinentes?
Quem ainda não viu essa cena?
Quantas e quantas discussões ferozes, causadoras de um ódio profundo entre "irmãos" não nasceram de uma crítica que machucou a vaidade de alguém?
Onde está o espírito de se fazer e ouvir críticas com uma intenção construtiva?
Tudo o que se fala é para achincalhar o outro, botá-lo em situação constrangedora na frente da Loja toda, rebaixá-lo, arrebentar com sua autoestima. Da mesma forma, toda e qualquer crítica, por menor que seja, é o bastante para cegar de raiva quem a recebeu, socar a mesa, gritar com os olhos injetados de furor, pedir o Quite Placet e amaldiçoar quem criticou "per saecula saeculorum Amém".
O irônico disso tudo é que, quando estávamos na Câmara de Reflexão, nossos olhos leram palavras como: "Lembra-te que és pó e ao pó tornarás"; "Se tens receio de que descubram teus defeitos, não estás bem entre nós"; "Se és apegado a distinções mundanas, sai; aqui não as conhecemos"...
A grande questão que se apresenta, mediante essas constatações é: Nós entramos na Maçonaria, mas terá a Maçonaria entrado em nós? Quanto de Maçom temos realmente?
Onde está o real espírito de fraternidade maçônico SE FAZEMOS DIVISÕES E DISCRIMINAÇÕES ATÉ ENTRE NÓS?
Perdeu-se na brutalidade e vulgaridade de nosso século?
Está escondido em algum templo abandonado?
Perdeu-se junto com a palavra do Mestre?
Onde estaremos nós, quando um irmão necessitar?

Reflitamos seriamente no sentido real de se vestir um avental maçônico*** OU SAIA DELA PORQUE ELA NÃO ENTROU EM VOÇE. PARE DE SER HIPOCRITA***

__._,_.___

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

“O TEMPO TEM POUCA IMPORTÂNCIA...”

Mensagem original
Estimados Irmãos. Anexo texto de minha autoria, conclamando os Irmãos de nossa Ordem à desenvolverem um nível mais elevado de consciência política. Peço aos Irmãos que avaliem a possibilidade de publicar o referido texto no Site “Pela Ordem; os Irmãos com a Palavra”. Desde já muito grato pelo que for possível fazer e Parabéns pelo excelente trabalho que vocês realizam.


TFA.´.  Isac Bispo Ramos

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“O TEMPO TEM POUCA IMPORTÂNCIA...”
Eternos Aprendizes são pessoas que apesar de saberem muitas coisas, continuam aprendendo outras coisas que ainda não sabem conscientes de que o conhecimento é ilimitado e que jamais poderão saber tudo. Por isso mesmo, buscam acumular o maior volume de conhecimento que puderem com o objetivo de obter os melhores resultados possíveis.

Os Eternos Aprendizes dedicam-se ao estudo individual e coletivo e em sua coletividade restrita, compartilham conhecimentos em um mecanismo chamado de “escola mútua” definido desta forma em seu primeiro ritual. Tratam-se dos Maçons e o ritual do qual se pode inferir este ensinamento é o “Ritual do Aprendiz Maçom”.

Os Maçons têm um claro objetivo manifestado desde sempre; “Tornar feliz a humanidade através do aperfeiçoamento dos costumes”. Não podemos nos esquecer disso. Não devemos nos esquecer do objetivo fundamental, razão de ser da existência da Ordem e não devemos reduzir o nosso empenho na realização de estudos qualificados para nos tornarmos “Eternos Aprendizes” de fato.

O interior de uma Loja Maçônica longe de ser uma câmara de acalorados debates e embates é na verdade um fórum adequado para a exposição de ideais que podem ser apresentados verbalmente ou por escrito e as ideias podem ser apaixonantes ou não, simples e objetivas ou complexas e detalhadas dependendo de vários fatores, podendo envolver problemas e aspectos humanos, familiares, sociais, políticos, econômicos e tantos outros.

O que precisa na verdade é uma disposição dos Maçons para o estudo e a busca das informações. O Maçom brasileiro estudioso e bem informado não deixará de observar o momento crítico e preocupante em que vive o mundo e particularmente o Brasil.

Governado por políticos corruptos e desonestos que ao invés de servirem o país se servem dele, cuja atuação irresponsável prejudica o povo brasileiro de várias maneiras dentre as quais se destaca a crescente onda de violência espalhada por todo o país, onde se pode destacar um acusado de roubo na Baixada Fluminense sendo executado com tiros na cabeça em praça pública à luz do sol e diante da multidão, tendo a execução sido exaltada, parabenizada e estimulada nas redes sociais. No mesmo Rio de Janeiro, palco de tantas atrocidades, registra-se mais uma, quando a foto de um menor infrator de 15 anos nu, espancado e preso a um poste por “justiceiros”, é publicada na capa da respeitada “Revista Veja” em sua edição de nº 2.360 de 12 de fevereiro de 2.014.

A atuação dos tais “justiceiros” mostra a ausência e a inoperância das autoridades policiais responsáveis pela segurança pública. Além da segurança pública, temos problemas gravíssimos na educação, na saúde, na economia, na habitação. Somos asfixiados por uma das maiores Cargas Tributários do planeta e assistimos impotentes o nosso dinheiro se esvair nos ralos da corrupção em troca de péssimos e até inexistentes serviços e nada disso é objeto de reflexão em nossas Lojas.

Absorvidos pela liturgia e pela nossa história, deixamos de contribuir para o aperfeiçoamento dos terríveis costumes atuais, além de incorporarmos um costume improdutivo; o costume de encerrar os trabalhos pontualmente às 22;00 horas.

Para a exposição de uma ideia é necessário tempo; se apresentarmos um tema de baixa complexidade que puder ser resumido rapidamente de forma objetiva, devemos resolvê-lo rapidamente de forma objetiva sim, mas ao nos depararmos com uma questão importante, de alta complexidade e de difícil resolução, que seja necessária a participação de diversas Cabeças Pensantes na busca do entendimento e proposições, devemos dedicar a estas questões o tempo que for necessário.

Não devemos nos restringir às 22:00hs “regulamentares” para depois nos entregarmos à agradável convivência entre Irmãos estendendo o ágape até as 23:30hs ou mais.

Porque fazemos isso?!

Por que as verdadeiras e urgentes questões que ameaçam a todos nós não estão nos interessando.
Não nos indignamos suficientemente com os desmandos, as injustiças, as improbidades, as prevaricações e abusos e não nos empolgamos com a discussão destes temas por que estudamos pouco, nos mantemos parcialmente informados e por isso mesmo, ao não enxergarmos a verdadeira dimensão dos problemas, não temos ideias satisfatórias para propor soluções.

Nossos estudos se restringem ao simbolismo, às lendas dos graus, aos personagens reais e fictícios que fazem parte da nossa história, mas a história que poderíamos escrever agora, está sendo escrita pela inércia e pelo conformismo.

Muitos Maçons separam a Maçonaria da Política, mas a Maçonaria é essencialmente política. Ao vasculhar nossos rituais, veremos claramente os diversos chamamentos para o engajamento político desde nosso primeiro instante ao ingressarmos na Ordem.

Quanto mais avançarmos nos Graus Simbólicos e Filosóficos, mais intensamente perceberemos como é estimulada a consciência política dos Maçons, mostrando-nos a magnitude do compromisso que devemos assumir ao nos tornarmos Maçons; “partículas da humanidade, devemos nos sacrificar por nossos ideais”. Os inimigos da Pátria e da humanidade são claramente identificados desde o primeiro instante; são os “hipócritas que a enganam, os pérfidos que a defraudam, os ambiciosos que a usurpam e os corruptos e sem princípios que abusam da confiança dos povos”.

Os postulados Maçônicos são absolutamente corretos e se postos em prática produzem resultados magnificamente; apenas se forem postos em prática. 

É preciso ler os Rituais com a atenção devida e que, verdadeiramente levemos em consideração todas as suas recomendações e ensinamentos. Neles, a seriedade está contida em cada palavra que devemos incorporar como mantras e não apenas adotá-las como linguagem e forma de reconhecimento; é preciso praticar os conceitos a começar pelo estudo regular e qualificado, o que certamente ampliará nossa capacidade de compreender o momento crítico atual para encontrarmos maneiras de aperfeiçoar os costumes que agora infelizmente, regridem aos níveis da barbárie.

Isac Bispo Ramos

"Copyright 2014 Isac Bispo Ramos ©Todos os direitos reservados"

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

PARADOXO


O GRUPO GUARARAPES encontra-se perdido. Não sabe o que é mais VERDADE – MENTIRA ou se MENTIRA é VERDADE. Vivemos a época do contrassenso, do absurdo, do disparate que nada mais é do que PARADOXO. Parece ao GRUPO que tudo nos leva acreditar na VERDADE do PARADOXO de Eubulides de Mileto. Diz  O FILÓSOFO : “se alguém afirma “eu minto”, e o que diz é verdade, a afirmação é falsa; e se o que diz é falso, a afirmação é verdadeira e, por isso, novamente falsa”, etc Viver num mundo de PARADOXO é marchar na direção da loucura. Será que esqueceram o depoimento de um motorista no caso do dólares de CUBA? Foi buscar, levou para Campinas, foi para outro aeroporto, colocaram a caixa de dólar no avião, voltou para SP e afirmou que nada viu, pois só olhou para frente e nem o retrovisor do carro olhou.  “Logo se o que diz é falso, é verdadeiro” logo mentiu e  se mentiu deveria ser preso e nada aconteceu pois a mentira é VERDADEIRA.

Agora é a loucura total. Um helicóptero voa. Dentro o piloto e o co-piloto. Recebem uma encomenda perto de Aaré e são presos numa fazenda no ES e mais dois que retiravam a encomendo do mesmo. Aberto o volume cocaína. Aqui vem a loucura total. Ninguém sabia de nada. Qual a razão de não ter descido em BH? Todos não viram, não sabiam. Pela conversa o helicóptero vôo só e o mais interessante é que parece que os dois (piloto e co-piloto) são cegos e surdos. É de lascar. Ninguém sabe nada. Todos cegos, surdos e mudos. Todos deveriam estar presos (dono do helicóptero, quem deu a gasolina, os pilotos, os dois mão de obra, e o dono da fazenda do ES. Eles não devem ter direitos humanos, pois são traficantes de cocaína. 

O PARADOXO, o contrassenso e o absurdo de tudo isso é que já tem advogado defendendo os coitados donos do helicóptero  e afirmando que não há crime, pois os donos do bicho que voa são santos políticos, que são PRESOS POLÍTICOS e não POLÍTICOS presos.

Outro PARADOXO ainda não explicado e esquecido nas páginas policiais é: um cidadão pobre e cearense que vai à SP e na volta é preso no aeroporto. Até hoje não explicou a razão da ida e da volta. Quem pagou as passagens. O preso tinha 100.000 dólares na cueca e numa maleta mais 209.000 reais. Há correria de amigos políticos. A desculpa esfarrapada era  um negócio com venda de  alface. Tudo ficou por isso mesmo. O pobre continua pobre e o dinheiro para onde foi ninguém sabe. Tudo no melhor dos mundos possíveis, e tanto os dólares e os reais apareceram sem ninguém ter visto. São cegos, surdos e mudos.
O Brasil é surrealista. Busca  “em última instância, à renovação total dos valores artísticos, morais, políticos e filosóficos”. Chegamos a perfeição.
Um preso da PAPUDA ia tomar conta de um hotel, onde os funcionários devem ter ficha limpa. Quem vai para este Hotel tendo como funcionário pessoa condenada pelo STF como chefe de quadrilha? não é um PARADOXO?

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É de vomitar. Onde estamos?
0 POVO BRASILEIRO PRECISA TOMAR CONHECIMENTO DESSE VÍDEO,CABE ENTÃO A VOCÊ, CARO AMIGO(A), ASSIM QUE ACABAR DE ASSISTI-LO,  FICAR INDIGNADO E ENVIA-LO PARA TODOS OS SEUS CONTATOS E PEDIR QUE ELES FAÇAM O MESMO!


“A VERDADE É A ÚNICO TERRENO SEGURO QUE PODEMOS PISAR”  ELIZABETH CADY STANTON (1815 – 1902)
“UMA SOCIEDADE DE OVELHAS COSTUMA DAR LUGAR A UM ESTADO DE LOBOS”.        
                                                        JOSÉ MANUEL DE ALMEIDA

"PRECISAMOS APRENDER PARA EVOLUIR. A EVOLUÇÃO É INTELIGENTE. A MUDANÇA É TRAUMÁTICA NA  HISTÓRIA DO MUNDO. OS QUE QUEREM MUDANÇAS QUEREM O PODER PARA ELES. OS QUE QUEREM EVOLUÇÃO AMAM A DEMOCRACIA. SE GOSTAR REPASSE POR FAVOR. NÃO SE HOSPEDE NO HOTEL ST. PETER EM BRASÍLIA. TEM PRESO DA PAPUDA  NA SUA HISTÓRIA"
Ir Torres de Melo