quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

DIREITOS HUMANOS


Fonte: Folha de São Paulo, 10 de janeiro de 2014, Painel do Leitor

“Direitos humanos”

“Quando eu era juiz da infância e juventude em Montes Claros, norte de Minas Gerais, em 1993, não havia instituição adequada para acolher menores infratores. Havia uma quadrilha de três adolescentes praticando reiterados assaltos. A polícia prendia, eu tinha de soltá-los. Depois da enésima reincidência, valendo-me de um precedente do Superior Tribunal de Justiça, determinei o recolhimento dos “pequenos” assaltantes à cadeia pública, em cela separada dos presos maiores.

Recebi a visita de uma comitiva de defensores dos direitos humanos (por coincidência, três militantes). Exigiam que eu liberasse os menores. Neguei. Ameaçaram denunciar-me à imprensa nacional, à corregedoria de justiça e até à ONU. Eu retruquei para não irem tão longe, tinha solução. Chamei o escrivão e ordenei a lavratura de três termos de guarda: cada qual levaria um dos menores preso para casa, com toda a responsabilidade delegada pelo juiz.

Pernas para que te quero! Mal se despediram e saíram correndo do fórum. Não me denunciaram a entidade alguma, não ficaram com os menores, não me “honraram” mais com suas visitas e... os menores ficaram presos. É assim que funciona a “esquerda caviar”.

Tenho uma sugestão ao professor Paulo Sérgio Pinheiro, ao jornalista Jânio de Freitas, à Ministra Maria do Rosário e a outros tantos admiráveis defensores dos direitos humanos no Brasil. Criemos o programa social "Adote um Preso". Cada cidadão aderente levaria para casa um preso carente de direitos humanos. Os benfeitores ficariam de bem com suas consciências e ajudariam, filantropicamente, a solucionar o problema carcerário do país. Sem desconto no Imposto de Renda”.


ROGÉRIO MEDEIROS GARCIA DE LIMA, desembargador (Belo Horizonte, MG)”.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

INAÇÃO PELA NAÇÃO BRASILEIRA

A Maçonaria tem muita coisa que precisa extirpar dentro dela, para depois começar extirpar o que precisa aqui fora. O que estamos fazendo, não a Maçonaria, mas nós Maçons, através de nossa Entidade maior, junto com nossas Oficinas, para mostrarmos o pensamento de nossa Ordem contra os desmandos que ocorrem em nosso país? NADA.
Vamos repassar, quem sabe chega lá em cima e alguma” AUTRIDADE” se manifesta a respeito dessa inércia da GLESP com reação aos nossos sentimentos de revolta e necessidade URGENTE de nossa posição de discórdia com os desmandos, corrupção e atitudes de uma verdadeira ditadura m nosso Brasil.

Ir.Sergio Martins
Or. de Campinas/SP

A maçonaria tem a obrigação de extirpar o PT do Brasil

Rudy Rafael
Publicado em 5 de janeiro de 2014
Fonte: http://rudyrafael.wordpress.com 

A maçonaria orgulha-se dos ilustres maçons do passado e é um orgulho justo, pois é justo orgulhar-se daquilo que é real – do Eu verdadeiro – e fruto do mérito. Os ilustres maçons do passado são motivo de orgulho para a maçonaria não porque eram ricos, mas porque souberam o que fazer com sua riqueza, não porque eram sábios, mas porque souberam o que fazer com sua sabedoria, não porque eram inteligentes, mas porque souberam o que fazer com sua inteligência, não porque tinham status, fama ou poder, mas porque souberam o que fazer com seu status, sua fama e seu poder. Um maçom só cumprirá o seu dever no plano material se usar o que possui, seja lá o que for, para tornar o mundo um lugar melhor. Mesmo entre os maçons existem duas percepções sobre o prestígio de um maçom do passado: existem os que reconhecem os maçons do passado pelo que estes tinham – a visão profana – e os que os reconhecem pelo que fizeram – a visão do Iniciado -. Existem os que reconhecem um presidente pelo seu cargo de presidente e os que reconhecem o mesmo presidente pelo que este fez como presidente, como usar tal cargo para lutar contra a escravidão, a opressão e a tirania. Ambas percepções existem, obviamente, entre os que não são maçons.
Assim como a maçonaria orgulha-se dos ilustres maçons do passado também orgulha-se de ter participado de grandes revoluções na história da humanidade, principalmente aquelas em que o escopo maior foi a busca pela liberdade. O passado da maçonaria fala por ela, seja desde o desenvolvimento da arquitetura na humanidade até as independências de inúmeros países, e não há necessidade de um maçom viver evocando o que a maçonaria já fez, mas sim de ater-se ao que a maçonaria deve fazer no presente. Não há razão para um maçom viver evocando a lista dos ilustres maçons do passado e seus feitos, mas sim de se preocupar com o que pode fazer no presente. Tanto a maçonaria como entidade quanto o maçom como indivíduo devem se ater ao presente e ao que devem fazer no tempo em que vivem e na comunidade em que vivem. Os ilustres maçons do passado, os quais os maçons tanto gostam de relembrar a memória, se tornaram ilustres justamente porque viveram o seu tempo e fizeram o que deveriam fazer em seu tempo e espaço e cabe a cada maçom o mesmo. O mundo não alcançou a perfeição para que a maçonaria e os maçons possam se aposentar de mudar o mundo e viver do passado.
Somente um maçom que acredita que o mundo e a humanidade alcançaram o seu grau máximo de evolução pode achar-se no direito de viver do passado e esquecer o presente. O maçom que compreende que o mundo precisa continuar evoluindo e que esta evolução implica necessariamente em mudanças não pode viver do passado, principalmente do passado distante de outros países e ainda mais de outros continentes. O maçom é o aqui e o agora e o maçom brasileiro deve se ater à realidade atual do Brasil. A consciência plena de como o Supremo Arquiteto do Universo faz as coisas dá a qualquer um a compreensão de que não há coisa alguma fora do lugar e de que tudo está perfeitamente aonde e como deveria estar; cada pessoa nasce e vive exatamente no tempo e lugar onde deveria nascer e viver e deve, no mínimo, tornar melhor o lugar onde está. Estar com Deus é estar em harmonia com Deus e estar em harmonia com Deus é estar em harmonia com suas leis eternas e imutáveis. A evolução é uma lei cósmica e para estar em harmonia com Deus é preciso estar em harmonia com a lei da evolução, evoluindo tudo que está ao seu redor, tornando tudo e todos mais inteligentes, sábios, belos, espiritualizados, justos, perfeitos e divinos.
É dever da maçonaria evoluir tudo o que está ao seu redor e para isto é necessário conservar o que já deu certo. Há diferença entre viver do passado louvando os maçons que já passaram e esquecer de todo o sacrifício destes para que certos conhecimentos fossem resguardados e certas evoluções a nível de civilização fossem concretizadas. Toda pessoa que trabalha em favor da evolução da humanidade deve antes de buscar qualquer evolução em caráter civilizacional lutar pela conservação da evolução que deu certo, sob pena de condenar a humanidade à uma estagnação evolutiva eterna. Se alguém, ao desejar construir uma casa, trocar constantemente de construtores antes de finalizar a obra e a cada vez que ocorrer a troca destruir o que os antigos construtores haviam feito, a obra jamais terminará. Para que a obra prossiga é necessário que os construtores atuais conservem aquilo que os antigos fizeram e deu certo. Quando um construtor dá a sua vida na obra para cumprir perfeitamente a parte que lhe cabe, finalizando com maestria tal parte, e o futuro construtor, que prossegue na obra em seu lugar, desfaz o que foi feito ou deixa de impedir que desfaçam sem razão e sem direito, ele está cuspindo no sacrifício do construtor passado.
Ao mesmo tempo em que os maçons se orgulham dos ilustres maçons do passado se esquecem que tais maçons apenas entraram para a história justamente porque agiram. Maçom algum entrou para a história por sua omissão e esta conduta de jamais omitir-se deveria ser sempre lembrada, não o deixar de se omitir em relação ao que não tem importância, mas ao que tem. É fácil para qualquer um atacar genérica e impessoalmente o cristianismo com a velha ladainha de que a religião aliena, manipula e oprime e tentar fazer crer que isto é deixar de ser omisso, pois isto não tem efeito no mundo atual. Pessoa alguma sofre represália por criticar o cristianismo, inclusive muitos são tachados de intelectuais por isso. Mas tudo muda quando se analisa a ação de uma pessoa de se envolver naquilo que é proibido pela tirania. Assim como no passado havia proibições que escravizam as pessoas ainda hoje existem proibições que escravizam a humanidade, pois toda pessoa é escrava daquilo a que não pode expressar o que está em seu coração. Fazer manifestações genéricas contra “a corrupção” é fácil. Não há envolvimento. Mas também não há resultado. Maçons entraram para a história por objetividade, não pelo genérico, abstrato e inconclusivo.
O mundo é ditado pela religião e pela política. O poder religioso e o poder político são os dois maiores poderes institucionais na Terra e controlam tudo e todos. Não obstante a maçonaria atual se isenta de envolver-se, como deveria se envolver, na religião e na política, deixando de lado estes dois setores com o escopo maior de proteção da fraternidade, eis que as discussões sobre religião e política tendem a separar as pessoas. Ocorre que sendo tudo no mundo regrado pela religião e pela política a própria evolução da humanidade depende dos rumos tomados pela religião e pela política, de forma que a omissão da maçonaria em envolver-se institucionalmente nestas áreas se torna uma verdadeira contradição aos escopos da própria ordem. É o caso dos que dizem se preocupar tanto com os necessitados e suas necessidades, mas não se preocupam com a administração do dinheiro público que seria destinado a satisfazer as necessidades dos necessitados. Se a maçonaria brasileira se preocupa tanto com a liberdade deveria não só se atentar ao que está acontecendo no Brasil através da atuação do Partido dos Trabalhadores (PT) como também se envolver para extirpar o PT do Brasil, eis que é sua devida obrigação como maçonaria.
Pode parecer bonito dizer a alguém para não discutir religião e política sobre o pretexto de evitar qualquer discórdia que venha a causar segregação, mas esta é uma temática inconsistente para o meio maçônico na medida em que a religião e a política ditam as regras do mundo. Para preservar a fraternidade entre poucos – os maçons – a maçonaria omite-se da discussão, política, que poderia preservar a fraternidade entre bilhões – maçons e não maçons – e no Brasil atual não há o luxo de se abster da discussão política. O PT está acabando com o Brasil e não irá parar até destruir o país por completo. Deixar de evidenciar isto escondendo-se atrás da fácil desculpa de que não se discute religião e política para não haver intrigas é ser tremendamente omisso. A questão PT no Brasil não é uma mera discussão de gosto ou desgosto. Não se trata de entrar em discórdia porque um prefere comer doces e o outro prefere comer salgados, porque um torce para o Flamengo e o outro torce para o Barcelona, é tudo muito maior que isto. O PT está destruindo o Brasil e está destruindo todos os fundamentos e instituições da civilização, fundamentos e instituições edificados também pela maçonaria e dos quais muitos maçons foram parte principal entregando suas vidas.
O maçom deve fazer do mundo um lugar melhor e pessoa alguma pode fazer do mundo um lugar melhor sendo ignorante, tampouco apoiando ou deixando de se insurgir contra os regimes políticos tiranos e de tiranos. Há ignorância ou maldade em alguém que diz defender a liberdade ao mesmo tempo em que apoia ou deixa de se insurgir contra o socialismo e comunismo – os quais subsistem tão e somente através da tirania -. O maçom tem obrigação de saber sobre o socialismo e o comunismo na teoria e na prática, principalmente sobre o marxismo cultural, as lutas de classes, o Foro de São Paulo, Antonio Gramsci, Karl Marx e Leon Trotsky, Mao Tsé-Tung, Fidel Castro, Adolf Hitler, Pol Pot, Che Guevara e Joseph Stalin, o que de fato foi para a humanidade a Revolução Francesa, a Revolução Bolchevique e a Queda do Muro de Berlim, a tirania, a ditadura, a opressão, a corrupção, o cerceamento da liberdade e da liberdade de expressão, os crimes de guerra, contra a paz e contra a humanidade, a desigualdade social, a perseguição religiosa e a perseguição política, a escravidão, o retrocesso civilizacional, a cultura à morte, o ódio a Deus e o número de mortes ocasionadas por motivos políticos pelo socialismo e pelo comunismo em todo o mundo na história.
O maçom deve não apenas saber sobre o socialismo e o comunismo na teoria e na prática no mundo durante a história, mas saber o que isto tudo tem a ver com o Brasil e o PT. O maçom deve saber em relação ao Brasil sobre o número de homicídios anuais e a causa principal destes homicídios, o número de abortos, a idade média da iniciação sexual, a perseguição ao cristianismo, a destruição da família tradicional e a transmutação da entidade familiar em mera ocasião de coabitação sexual, a imposição do ateísmo, o que foi a tentativa de golpe de Estado pelo PT com o mensalão, em qual lugar no ranking mundial do consumo de crack e de cocaína o país se encontra, o achincalhamento das artes, da arquitetura e da educação, quais artistas têm recebido dinheiro público destinado às artes, como tem sido tratada a descriminação das drogas, as mordaças resultantes do politicamente correto, a relação entre o PT e as FARC, os planos do Foro de São Paulo para o país, a forma como a máquina estatal é utilizada pelo PT, a relação entre o PT e os outros ditadores e ditaduras mundiais, a ignorância, futilidade, imoralidade e falta de ética que vêm consumindo os brasileiros e tudo aquilo que diz respeito ao PT e aos seus braços que estão destruindo o Brasil a cada dia.
É hipocrisia orgulhar-se de ser maçom evocando os nomes dos ilustres maçons do passado que se tornaram ilustres justamente porque adotaram determinadas posturas políticas em seu tempo enquanto que o próprio maçom em seu tempo e espaço deixa de fazer o mesmo quando é necessário para o bem da humanidade. Está na hora da maçonaria compreender que o PT está implantando o socialismo no país e fazer algo contra isto. O Brasil vive um momento histórico onde deve escolher entre a liberdade e a tirania do socialismo e à maçonaria não é dado o direito de omitir-se dos rumos de uma nação. A maçonaria tem a obrigação de extirpar o PT do Brasil. A maçonaria tem a obrigação de extirpar todo o socialismo e todo o comunismo do Brasil. Colunas da liberdade foram edificadas no Brasil e no mundo pelos maçons do passado, que inclusive deram as suas vidas para que os fundamentos da obra maçônica fossem estabelecidos, e se a maçonaria do presente não continuar a obra, que ao menos conserve aquilo que já foi edificado. A maçonaria tem a obrigação de extirpar o PT do Brasil, pelo bem do país, pela honra dos ilustres maçons do passado, pela história da maçonaria, pela liberdade e pela honra e glória do Supremo Arquiteto do Universo.

domingo, 26 de janeiro de 2014

TODO FILHO É PAI DA MORTE DE SEU PAI

Colaboração: Ir joão Miranda
Or. de Taubaté/SP

Fabrício Carpinejar
"Feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia."


Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai. É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso.



É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e instransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar. É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela - tudo é corredor, tudo é longe. É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios. E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.
Todo filho é pai da morte de seu pai. Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta. E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais. Uma das primeiras transformações acontece no banheiro. Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro. A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.


Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes. A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões. Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus. Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente? Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete. E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia.


Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos. No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:

- Deixa que eu ajudo.
Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo. Colocou o rosto de seu pai contra seu peito. Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo. Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável. Embalou o pai de um lado para o outro. Aninhou o pai. Acalmou o pai. E apenas dizia, sussurrado:
- Estou aqui, estou aqui, pai!

O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali.


sábado, 25 de janeiro de 2014

FATOS MAÇÔNICOS E OUTRAS CURIOSIDADES

              sábado
Fatos Maçonicos para 25 de janeiro:
1627 - Nasce Robert Boyle, filósofo naturalista, químico, físico e inventor anglo-irlandês, pioneiro do moderno método científico experimental. Dele vem as primeiras referências ao “colégio invisível”, precursor da Royal Society, da qual foi fundador.

1836 - Fundado o SC do Haiti.

1885 - Fundado o Grande Conselho dos Maçons do Real Arco do Território de Dakota, USA.

1917 - Nasce o Ir.·. Jânio da Silva Quadros, presidente brasileiro.

1941 - Fundada a GL do Paraná.

1955 - Em 25 de janeiro 1955 inaugurou oficialmente o Edifício Sede do Grande Oriente de São Paulo, na Rua São Joaquim, N° 457 bairro da Liberdade, nesta Capital. Em 1957 apresentou proposta de unificação da Maçonaria em nossa Pátria. A unificação não foi conseguida, mas a união continua cada vez maior.

1978 - Fundado a Loja Pioneiros de Maúa nº 2000 GOB/RJ
 
1983 - Ao longo de sua história a Igreja Católica condenou e desaconselhou seus fiéis à pertença a associações que se declaravam atéias e contra a religião, ou que poderiam colocar em perigo a fé. Entre essas associações encontra-se a maçonaria. Atualmente, a legislação se rege pelo Código de Direito Canônico promulgado pelo Papa João Paulo II em 25 de janeiro de 1983, que em seu cânon 1374, afirma: "Quem ingressa em uma associação que maquina contra a Igreja deve ser castigado com uma pena justa; quem promove ou dirige essa associação deve ser castigado com entredito".
Esta nova redação, entretanto, apresenta duas novidades em relação ao Código de 1917: a pena não é automática e não é mencionado expressamente a maçonaria como associação que conspire contra a Igreja. Prevendo possíveis confusões, um dia antes de entrar em vigor a nova lei eclesiástica no ano de 1983, foi publicada uma declaração assinada pelo Cardeal Joseph Ratzinger, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. Nela se apresenta que o critério da Igreja não sofreu variação em relação às anteriores declarações, e a nominação expressa da maçonaria foi omitida para assim incluir outras associações. É indicado, juntamente, que os princípios da maçonaria seguem sendo incompatíveis com a doutrina da Igreja, e que os fiéis que pertençam a associações maçônicas não podem ter aceder à Sagrada Comunhão.
Neste sentido, a Igreja condenou sempre a maçonaria. No século XVIII, os Papas o fizeram com muito mais força, e no XIX persistira nisto. No Código de Direito Canônico de 1917 eram excomungados os católicos que fizessem parte da maçonaria, e no de 1983 o cânon da excomunhão desaparece, junto com a menção explícita da maçonaria, o que pôde criar em alguns a falsa opinião de que a Igreja por pouco aprovaria a maçonaria.

1995 - Fundada a Loja “Gideões da Paz” (GOB/SC) em Itapema
 
Outros acontecimentos para o dia 25 de janeiro: 
Dia dos Telégrafos - Dia dos Telégrafos - O telégrafo é um aparelho de istema de comunicação a distância, baseado na emissão de impulsos eletromagnéticos, através do qual se transmitem informações escritas, na forma impressa, por um código universal. Código Morse. Pode-se delinear a evolução da telegrafia a partir dos métodos e códigos de sinalização usados pelos povos primitivos e antigos, passando pelo sistema visual do francês Claude Chappe, até chegar às aplicações práticas da eletricidade e do magnetismo ao telégrafo elétrico.

1554 - A cidade de São Paulo foi fundada pelo padre Manoel da Nóbrega.

1875 - É  inaugurada a linha regular de vapores entre Liverpool e Manaus. 

1915 - Uma ligação de Alexander Graham Bell, em Nova York, para seus amigo Tomas Watson, em São Francisco, inaugurou o serviço telefônico transcontinental.

1934 - O governador de São Paulo, Armando Salles de Oliveira, cria a USP, Universidade de São Paulo.

1947 - Morreu o mafioso americano Al Capone, que acabou preso por sonegação de imposto de renda e não pelos crimes cometidos na Máfia.

1954 - A Catedral da Sé foi inaugurada em São Paulo pelo então arcebispo d. Carmelo de Vasconcelos. A Igreja fica situada na praça que é o marco zero da cidade.
1984 - Aconteceu na praça da Sé, em São Paulo, a maior campanha cívica já realizada no Brasil: Diretas Já, que pedia eleições diretas para presidência da República.








 Curiosidades:

(5 de Janeiro) é o 25º dia do ano no calendário gregoriano. Faltam 340 dias acabar o ano (341 em anos bissextos).
Ano:
2014


A invenção do telégrafo
Nenhuma invenção encolheu o mundo de forma tão espetacular quanto o telégrafo, capaz de levar mensagens através de mares e continentes.
Não admira que Samuel F. B. Morse, ao inaugurar sua primeira linha telegráfica, tenha lançado mão de uma expressão bíblica "O que Deus tem feito !"
Quando voltava de navio para os Estados Unidos de uma temporada de estudos de arte na Europa, Samuel F. B. Morse participou de uma conversa sobre o Eletromagneto. Assim surgiu a idéia do Telégrafo.
Cinco anos depois, em 1837, ele demonstrou o invento, enviando sinais através de 500 metros de fio.
Em 1844, quando transmitiu em código Morse de Washington para Baltimore a famosa frase bíblica, não havia mais dúvidas de que Morse, influente pintor e editor, além de inventor, tinha criado um meio revolucionário de comunicação.
O telégrafo de Morse, revelado em 1838, não foi o primeiro desses mecanismos. Os ingleses William Cooke e Charles Wheatstone tinham apresentado no ano anterior um modelo que usava agulhas para soletrar palavras.
O invento de Morse era, de longe, o mais prático. O remetente apenas pressionava uma tecla na linguagem de pontos, e traços eram automaticamente marcados sobre o papel do outro lado da linha.
O aparelho e o código de Morse tornaram-se padrões internacionais.
O telégrafo teve uma expansão muito grande com o advento das ondas de rádio no final do século 19.
Nas primeiras experiências com ondas de rádio efetuadas por Marconi, era comum usar o código Morse para envio de sinais, ( o sinal transmitido era interrompido e liberado na cadência do código ) visto que nessa época não havia sido inventado o sistema de modulação pela voz.
Em 1910, Paris torna-se o centro do mundo na divulgação do tempo, inaugurando um transmissor na torre Eifel para divulgar periodicamente a hora.
A divulgação da hora era feita por intermédio de sinais Telegráficos para os poucos rádios de galena existentes.
O código Morse nada mais é do que um protocolo de comunicação. Um protocolo de comunicação nada mais é do que um "conjunto de convenções que rege o tratamento e, especialmente, a formatação de dados num sistema de comunicação". Se você tiver curiosidade, dê uma olhada nos Protocolos de Comunicação citados na seção de "Internet" da Aldeia onde o tema é abordado com maior abrangência.
Vale a pena repetir uma parte do texto. Originalmente, Morse imaginou numerar todas as palavras e em transmitir seus números através do telégrafo. O receptor, usando um enorme "dicionário", decifraria a mensagem. Alega-se que Alfred Vail, um assistente de Morse, foi quem desenvolveu o chamado "Código Morse". As letras do alfabeto foram definidas pelo padrão "ponto e traço".
Este novo código reconhecia quatro estados: voltagem-ligada longa (traço), voltagem-ligada curta (ponto), voltagem-desligada longa (espaço entre caracteres e palavras) e voltagem-desligada curta (espaço entre pontos e traços). Em homenagem ao colaborador Alfred Vail, aqui está o Código Morse:
Manipulador de CW
PONTOS E TRAÇOS
Cada caractere (letras, números, sinais gráficos) possui seu próprio conjunto único de pontos e traços. Abaixo você encontra o Código Morse original:
A
• —
L
• — • •
X
— • • —
1
• — — — —
B
— • • •
M
— —
Y
— • — —
2
• • — — —
C
— • — •
N
— •
Z
— — • •
3
• • • — —
D
— • •
O
— — —
ch
— — — —
4
• • • • —
E
P
• — — •
w
• — —
5
• • • • •
F
• • — •
Q
— — • —
ä
• — • —
6
— • • • •
G
— — •
R
• — •
é / ë
• • — • •
7
— — • • •
H
• • • •
S
• • •
ï
— • • — —
8
— — — • •
I
• •
T
ñ
— — • — —
9
— — — — •
J
• — — —
U
• • —
ö
— — — •
0
— — — — —
K
— • —
V
• • • —
ü
• • — —
O CÓDIGO DE MORSE E O SISTEMA BINÁRIO
Podemos traduzir os termos utilizados para os dias de hoje para significarem condições binárias de "1" (ponto) e "0" (traço). O alfabeto Morse é um código baseado em 5 posições, ou seja, não precisa mais do que 5 posições para que todas as letras e números sejam padronizados. É um protocolo de 5 bits.
Uma particularidade do alfabeto Morse é que a maioria das letras não usam os 5 bits. A letra "E", por exemplo, é expressa por um bit único. Seria mais seguro transmitir letras/números/símbolos que tivessem o mesmo comprimento - torna-se mais fácil controlar erros quando se recebe blocos de mesmo tamanho, além de tornar possível transmissões automatizadas. Porém, o número de combinações possíveis para 2 símbolos e 5 posições é de apenas 32 (2 à quinta potência) e não seria mais possível codificar todas os símbolos necessários.
Foi o francês Baudot quem resolveu este impasse criando o Código de Baudot que foi usado na telegrafia e nas máquinas de transmissão de dados que sucederam o telégrafo.
O TELÉGRAFO E A CRIPTOGRAFIA
Na realidade, o aspecto mais importante quando se fala de Morse não é o código e sim a possibilidade de transmitir informações à distância. Através dos fios correm sinais elétricos que, devidamente concatenados, representam mensagens. Para que estas mensagens possam ser transmitidas e recebidas existem muitas fatores envolvidos: o remetente (que nem sempre gostaria que sua mensagem se tornasse pública), o funcionário do telégrafo que irá transmitir a mensagem (e, por isso mesmo, acaba conhecendo o conteúdo da mesma), os fios de transmissão (que podem servir para terceiros interceptarem as mensagens), o funcionário do telégrafo que recebe e decodifica a mensagem (e que também toma conhecimento do conteúdo) e, finalmente, o destinatário.
Como o serviço de telégrafo atingiu uma boa parcela da população civil, a vontade ou a necessidade de esconder o conteúdo de mensagens acabou envolvendo pessoas que normalmente não teriam tido este tipo de interesse. A criptografia começou a sair do âmbito diplomático e militar e "caiu no gosto do povo". Interesses comerciais e triviais começaram a concorrer com interesses de estado. Assim, um artista iniciava uma nova era na história da criptologia.
É claro que Morse não tinha idéia da revolução que estava desencadeando...
Código Morse
Regras básicas
Um traço é igual a três pontos
Espaço entre sinais de uma mesma letra é igual a um ponto
Espaço entre duas letras é igual a três pontos
Espaço entre duas palavras é igual a sete pontos
Contudo, CW não são pontos e traços! CW é uma música composta de sons curtos e longos.
Na aprendizagem, o som curto é DI e o som longo é DÁ. Assim, por exemplo, a letra A é DIDÁ e a letra N é DÁDI. Tente assobiar A e N.O DI é um som curto e o DÁ é um pouco mais longo.
Vê como é fácil.
Letras
Algarismos
A .-
X -..-
B -...
Y-.--
C -.-.
Z --..
D -..
1 .----
E .
2 ..---
F ..-.
3 ...--
G --.
4 ....-
H ....
5 .....
I ..
6 -....
J .---
7 --...
K -.-
8 ---..
L .-..
9 ----.
M --
0 -----
N -.
O ---
P .--.
Q --.-
R .-.
S ...
T -
U ..-
V ...-
W .--

REPRESENTAÇÃO FONÉTICA DO ALFABETO EM MORSE
E - DI
R - DIDÁDI
K - DÁDIDÁ
1 - DIDÁDÁDÁDÁ
I - DIDI
L - DIDÁDIDI
C - DÁDIDÁDI
2 - DIDIDÁDÁDÁ
S - DIDIDI
F - DIDIDÁDI
Y - DÁDIDÁDÁ
3 - DIDIDIDÁDÁ
H - DIDIDIDI
W - DIDÁDÁ
G - DÁDÁDI
4 - DIDIDIDIDÁ
T - DÁ
P - DIDÁDÁDI
Z - DÁDÁDIDI
5 - DIDIDIDIDI
M - DÁDÁ
J - DIDÁDÁDÁ
Q - DÁDÁDIDÁ
6 - DÁDIDIDIDI
O - DÁDÁDÁ
N - DÁDI
7 - DÁDÁDIDIDI
A - DIDÁ
D - DÁDIDI
8 - DÁDÁDÁDIDI
U - DIDIDÁ
B - DÁDIDIDI
9 - DÁDÁDÁDÁDI
V - DIDIDIDÁ
X - DÁDIDIDÁ
0 -DÁDÁDÁDÁDÁ

OUTROS SINAIS
[. ] - DIDÁDIDÁDIDÁ
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ABREVIAÇÕES
AR - Fim da mensagem
CL - Saindo do ar (clear).
AS - Aguarde
CQ - Chamada geral.
BK - Break (pede entrada)..
K - Convida qualquer estação a transmitir.
BT - Pause (break para o texto).
KN - Convida estação específica a transmitir
ADR - Endereço
R - Tudo recebido. OK.
AM - Modulação de amplitude.
RIG - Equipamento da estação.
ANT - Antena.
RPT - Repetir. Repita.
BTR - Melhor.
RX - Receptor.
CFM - Confirmo. Confirme.
SRI - Desculpe.
CLBK - Callbook.
STN - Estação.
CLD - Chamei. Chamou.
SUM - Algum. Alguns.
CLG - Chamando.
T - Zero.
CNT - Não posso. Não pode.
TKS - Grato ! Agradecido !
CNDX - Condições.
TNX - Grato ! Agradecido !
CUAGN - Vejo você de novo.
TR - Transmita.
CUL - Vejo você mais tarde.
TXT - Texto.
CW - Onda contínua. Radiotelegrafia.
U - Você.
DE - De (alguém).
UR - Seu ...
DN - Para baixo.
URS - O seu ...
DR - Caro (amigo).
VY - Muito.
ES - E (algo, alguma coisa).
W - Watts.
FB - Excelente (fine business).
WD - Palavra.
FER - para (alguém)
WDS - Palavras.
FM - De (alguém).
WID - Com.
GA - Boa tarde!
WKD - Trabalhou, trabalhei.
GB - Até logo.
WKG - Trabalhando.
GD - Bom.
WPM - Palavras por minuto.
GE - Boa noite !
WRD - Palavra.
GM - Bom dia !
WX - Tempo (meteorológico).
GN - Boa noite ! (despedindo-se).
XTAL - Cristal (no Brasil, esposa).
GND - Terra.
XYL - Mulher casada (esposa).
HI - Riso. Risada.
YL - Mulher solteira (moça nova).
HPE - Espero.
YR - Ano.
HR - Aqui.
55 - Sucesso !
HV - Tenho.
73 - Saudações !
HW - Como? Como copiou?
88 - Amor e beijos !
NR - Perto de.
NW - Agora.
OB - Old boy (rapaz velho).
OM - Radioamador (old man).
OP - Operador.
PSE - Por favor...
PT - Ponto.
PWR - Potência (do transmissor)

CÓDIGO "Q" ( mais usado )
QRA - Qual é o nome de sua estação? O nome de minha estação é ....
QRL - Você está ocupado? Estou ocupado, favor não interferir.
QRM - Minha transmissão está interferida? Interferência na transmissão (ou recepção).
QRN - Você está sendo perturbado pela estática? Perturbação por estática.
QRO - Devo elevar a potência? Potência elevada de transmissão.
QRP - Devo baixar a potência? Potência baixa de transmissão.
QRQ - Devo transmitir mais rápido? Transmissão rápida.
QRS - Devo transmitir mais lentamente? Transmissão lenta.
QRT - Devo parar de transmitir? Pare de trasmitir.
QRU - Tem algo para mim? Não tenho nada para você.
QRV - Você está pronto? Estou pronto.
QRX - Quando você me chamará de novo? Favor aguarde.
QRZ - Quem está me chamando? Você está sendo chamado por ....
QSD - Minha manipulação é defeituosa? Manipulação defeituosa.
QSJ - Dinheiro (entre radioamadores).
QSL - Pode você confirmar a recepção? Confirmo a recepção (cartão QSL).
QSO - Contato entre duas estações.
QSP - Pode você retransmitir para ....? Retransmito para .....
QSY - Devo mudar para outra freqüência? Mude para outra freqüência.
QTH - Qual é a sua localidade? Minha localidade é .....
QTR - Qual é a hora exata? A hora exata é .......

R S T - REPORTAGEM DO SINAL
R - Legibilidade do sinal
1 - Ilegível.
2 - Raramente legível. Consegue distinguir ocasionalmente algumas palavras.
3 - Legível com dificuldade considerável.
4 - Legível com praticamente nenhuma dificuldade.
5 - Perfeitamente legível.
S - Força do sinal
1 - Sinal debilitado, dificilmente perceptível.
2 - Sinais muito fracos.
3 - Sinais fracos.
4 - Sinais passáveis (mais ou menos)
5 - Sinais razoavelmente bons.
6 - Sinais bons.
7 - Sinais moderadamente fortes.
8 - Sinais fortes.
9 - Sinais extremamente fortes.
T - Tonalidade do sinal
1 - 60 Hz ou menos, C.A., muito grosseiro e amplo.
2 - Muito áspero, C.A., muito áspero e amplo.
3 - Tom C.A. grosseiro, retificado mas não filtrado.
4 - Nota grosseira com algum traço de filtragem.
5 - C.A. retificado e filtrado, mas com forte modulação ondulada.
6 - Tonalidade filtrada com traços definidos de modulação ondulada.
7 - Tom quase que puro com traços de modulação ondulada.
8 - Tom quase que perfeito com leves traços de modulação ondulada.
9 - Tom perfeito, sem traços de modulação.



Para se ler as entrelinhas do texto é preciso saber que por trás das linhas o contexto se esconde.      
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