quinta-feira, 31 de outubro de 2013

ORAÇÃO AOS PRESTONIANOS

Por Kennyo Ismail 30 de outubro de 2013          

Meus Irmãos, devo lhes contar uma história. Uma história que não deveria ser contada. Uma história que, na verdade, não deveria ter acontecido. Ao ousar contar essa história, faço pelo mesmo objetivo da livre busca da verdade que motiva vocês, meus prezados Irmãos, a lerem estas palavras. Faço por acreditar na evolução da organização maçônica assim como na dos homens. Faço por não temer que palavras sejam escritas em vão.

Não, meus Irmãos. Não é uma ficção. Gostaria que fosse. Nem tampouco é um exagero. Melhor seria. Tirar-me-ei o desejo de desabafar, próprio do escritor sozinho em silêncio, observando o compromisso solene da verdade, e nada mais que a verdade. E assim, que cada um de vocês, meus legítimos Irmãos, tão legítimos quanto aquele que nasceu do mesmo ventre que eu, possam compreender a verdadeira dimensão dos fatos que estou prestes a expor.

Ah, quão bom seria se eu pudesse desabafar. Seria o desabafo de um maçom. De um maçom que ama a fraternidade. Que sente orgulho da Maçonaria, sua história e seus feitos. De um daqueles que respira Maçonaria com o peito inflado pela boa honra. Afinal, não é preciso elencar os momentos importantes de nosso país e do mundo dos quais nossa Ordem foi a responsável ou uma importante colaboradora. Sim, somos um belo sistema de moral. Sim, somos o berço da democracia moderna. E sim, colaboramos para a independência de nossos países. Honrar essa história é tão meu dever como honrar a de minha família, de meus ancestrais. Amo a Maçonaria como um filho ama sua mãe, como um soldado ama sua pátria. E é meu dever cuidar da Mãe Maçonaria como um filho adulto deve cuidar daquela mãe senhora que tanto o ensinou.

Entretanto, se eu fizesse um desabafo, provavelmente cometeria o erro de derramar nele minhas percepções, meus valores, minhas opiniões. E isso carregaria o cenário onde os fatos estarão expostos de uma espessa bruma de mim mesmo, dificultando assim a mais clara, nítida, límpida visão dos mesmos. Assim, me aterei aos fatos, desejando que cada palavra que eu escolher sirva como um raio de sol a iluminá-los.

A história que devo contar é a história de um maçom, de um de nós. Um irmão que ingressou jovem na instituição, entre seus 21 e 22 anos de idade, e que, com o passar do tempo, optou por seguir a vocação de professor. Inteligente e estudioso, esse irmão começou a realizar extensos e profundos estudos sobre a Maçonaria, inclusive trocando correspondências com irmãos de dentro e de fora do país. Com apenas 30 anos de idade, seus textos e palestras já eram largamente comentados nas Lojas. E a organização daquele conhecimento maçônico acabou gerando um livro, que foi muito bem aceito pela comunidade maçônica. Durante seus estudos, o Irmão pode observar, entre outras coisas, que alguns maçons, tendo pouco conhecimento maçônico, têm total aversão àquilo que desconhecem e que, por desconhecerem, acreditam ser inovações. Outros, um pouco melhor informados, acabam por apresentar uma espécie de “ciúmes de preeminência”, ou seja, por serem mais antigos de Ordem, detentores de grau mais elevado ou algo parecido, se incomodam com o reconhecimento dado a outrem que, aos olhos deles, é inferior.

Obstinado, o referido Irmão, idealizador de uma Maçonaria jovem e dedicada ao estudo, tratou de implementar essa ideia em sua Loja. Em pouco tempo, a Loja estava repleta de jovens promissores, com uma ritualística invejável e sempre palco de interessantes palestras e debates.  Porém, essa mudança de paradigma, mesmo que em uma Loja somente, gerou grande descontentamento por parte dos maçons mais conservadores.

Contando com uma pequena coleção de opositores, o protagonista desta história não se intimidou, dando prosseguimento em seus trabalhos em prol da Sublime Ordem. Mas mal sabia ele que um dos que mais se incomodava com sua jornada maçônica era ninguém menos do que seu próprio Grão Mestre. Homem vaidoso e pouco conhecedor dos ensinamentos maçônicos, seu Grão Mestre se irritava mais a cada viagem que fazia, tomando, dia após dia, ciência da relevância e da fama que aquele jovem maçom havia construído, sem cargos ou títulos. Além disso, o Grão Mestre nutria certa mágoa com nosso protagonista, por este não ter ajudado seu grupo na última disputa política que havia enfrentado.

Conforme a inveja e a mágoa profanas foram consumindo o Grão Mestre, tornava-se crescente seu desejo de frear os avanços maçônicos de nosso protagonista. Até que, num belo dia, o Grão Mestre encontrou o que procurava. Um Irmão foi até ele para contar um pequeno ocorrido envolvendo nosso protagonista que, aos olhos daquele inconfidente, tratava-se de atitude cabível de discussão e, quem sabe, até mesmo punição. Era exatamente o que o Grão Mestre queria e precisava. Já com tudo tramado e arquitetado em sua mente pouco maçônica, ele conseguiu distorcer o incidente de tal forma a ponto de interpretá-lo como uma infração gravíssima, perseguindo e promovendo uma campanha difamatória contra nosso Irmão e gerando constrangimentos e transtornos a ele e a toda sua Loja. Para conseguir o que almejava, a manipulação da questão pelo Grão Mestre foi tamanha, que foi como transformar meia dúzia de passos discretos em uma procissão em praça pública. 

Não faltavam Irmãos de outras Lojas que procuravam nosso protagonista para consolá-lo com palavras de apoio, todos se dizendo revoltados com o abuso de autoridade e energia investida pelo Grão Mestre nesse caso em particular. Porém, o repúdio só não era maior do que o medo que tinham das represálias daquele governante com luvas de ferro. Mesmo grato pelas demonstrações de apreço de tantos Irmãos, nosso Irmão se entristecia a cada contato, a cada visita. Provavelmente, ele compartilhava do mesmo sentimento e opinião que dominaram Martin Luther King Jr., quando este registrou que “nossas vidas começam a acabar no dia em que nos calamos sobre as coisas que importam” e “no final, nós nos lembraremos não das palavras de nossos inimigos, mas do silêncio de nossos amigos”.

Seguindo em frente, nosso Irmão protagonista enfrentou a acusação, ladeado por fiéis irmãos de sua Loja. Encarou o processo de cabeça erguida, defendendo-se como se estivesse num processo justo, mesmo sabendo que se tratava de uma tocaia cuidadosamente preparada pelo Grão Mestre para que ele não escapasse. E, logicamente, não escapou. Entretanto, o tempo é o senhor da razão. Em dez anos, lá estará nosso protagonista, pesquisando, escrevendo, pois o lobo pode perder seus dentes, mas nunca sua natureza. Já o Grão Mestre, ah, esse nem sequer seu nome será lembrado.

Essa é a história da vida maçônica de William Preston, nascido em 1742, iniciado em 1763, que teve seu livro, “Illustrations of Masonry”, publicado em 1772, e respondeu a um processo disciplinar maçônico em 1777. Um dos personagens mais notáveis e respeitados na história da Maçonaria em todo o mundo, cuja obra influenciou quase todos os rituais maçônicos praticados atualmente. Foi também de Preston que partiu a iniciativa das Lojas saírem das tavernas e construírem espaços próprios.

É como diz o velho adágio: “Um povo que não conhece sua história está condenado a repeti-la”. Dedico essa história a todos os Irmãos “prestonianos”.

Fonte: http://www.noesquadro.com.br/2013/10/oracao-aos-prestonianos-2.html


Ir:. Giuseppe D'Agostino

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

PETROBRAS E MAÇONARIA INGLESA - um rolo

De: ..´. Guia Maçônico do Rio Grande do Sul na internet www.guiamaconicors.com.br - Apoio: GORGS .´.
Assunto: FW: Petrobras e Maçonaria inglesa - um Rolo

Publicada em 28/10/2013 - 10:39
Maçonaria inglesa pode criar problemas para Lula
Por: Carlos Henrique Angelo
Tudo a temer - A Maçonaria inglesa pode criar problemas para Lula principalmente  se ele continuar com a intenção de colocar Serginho Cabral de vice, no lugar do atual Michel Temer, na chapa de Dilma Rousseff.
Michel Além de comandar a maioria do PDMB, sem cujo apoio as chances de Dilma conseguir a reeleição ficam mais distantes que o petróleo do pré-sal, Temer é mestre maçom diretamente ligado à Grande Loja Unida da Inglaterra. É, portanto, “irmão” de Colin Foster, marido da presidente da Petrobrás, Maria das Graças Foster e dirigente máximo da maçonaria inglesa no Brasil, além de ser também alvo preferencial dos ataques do grupo de Lula-Dirceu.
E, podem acreditar: o “cumpanhêro” tem tudo a temer com a Maçonaria.

Para entender a situação: cansados de perdas com desvalorização de ações,
investidores se sentem lesados e enganados pelas promessas feitas por Lula sobre investimentos imediatos no pré-sal que agora se tornam inviáveis por problemas de caixa da Petrobrás. Por isso, já preparam ações na corte de Nova York e no judiciário brasileiro contra dirigentes da Petrobrás e do governo brasileiro  o acionista majoritário que interfere nas decisões estratégicas da petrolífera estatal de economia mista.

Em um mercado repleto de bravatas e boatos, investidores de fora do Brasil lançaram no ar uma ameaça. Pretendem revelar, em tribunais lá de fora, que
lobistas (se passando por membros do alto escalão do governo Lula-Dilma e por supostos assessores da direção da Petrobrás) tentaram auferir vantagens indevidas na formação de parcerias para explorar o pré-sal. Segundo empresários do setor de óleo & gás, também pequenos acionistas da Petrobrás, lhes foram oferecidas participações em empreendimentos, com uma condição considerada incomum e mafiosa: cinco por cento deve ter a participação do Senhor X.

Os investidores internacionais não falam abertamente. Mas afirmam ter uma ideia bem concreta de quem seria o tal
Senhor X em nome do qual lobistas condicionavam a participação nos futuros empreendimentos, para que tudo fosse viabilizado. Investidores confidenciam que o grupo do Senhor X também sugeria que a joint venture para o promissor negócio no pré-sal também deveria contar com a participação de uma petrolífera europeia que já é parceira da Petrobrás em vários campos de exploração fora do pré-sal. Sabe-se que pelo menos dois altos dirigentes do PT têm íntimas relações com tal empresa, na qual a família do Senhor X também teria uma participação acionária dispersa, inferior a 4%, para não chamar a atenção do mercado.

Eles deixam claro que o
Senhor X não é Eike Batista que também tem empresa petrolífera e que gosta de usar a letra X em seus negócios. O Senhor X é um personagem com influência direta no governo brasileiro, ditando regras na Petrobrás desde a gestão de José Sérgio Gabrielli. Por isso, os investidores preparam ações judiciais para que seja feita uma auditoria independente em todos os contratos da estatal principalmente naqueles ligados ao pré-sal. Além das suspeitas de superfaturamento, prejudicando o caixa da companhia e seus resultados, uma investigação sobre empresas parceiras pode revelar como funciona o grupo do Senhor X.

Um investidor garante que se trata de
um esquema de delinquência generalizada mexendo com um volume muito maior de dinheiro que o famoso escândalo do Mensalão que condenou a cúpula petista. Por isso, investidores sugerem que um dos alvos da auditoria internacional, feita a pedido da Justiça de Nova York, seja a PFICo (Petrobras International Finance Co) que é uma das grandes caixas-pretas no sistema Petrobrás.

O presidente da PFICo é
Almir Guilmerme Barbassa, que também é o diretor financeiro da Petrobras desde a gestão de Gabrielli apadrinhado de Lula da Silva e do ministro da Fazenda, Guido Mantega, que é presidente do Conselho de Administração da Petrobrás sucedendo a Dilma Rousseff. Investidores querem saber como acontece a rolagem diária de dívidas da Petrobrás com bancos internacionais, para formar caixa trabalho que é feito por Barbassa.

Em essência, investidores daqui e de fora querem que a Petrobrás comece, de fato, a funcionar de acordo com um sistema transparente e honesto de governança corporativa. Por isso, alguns investidores ainda apostam na capacidade da presidente da Petrobrás,
Maria das Graças Foster. Na visão deles, como empregada de carreira da Petrobrás e engenheira de alto gabarito, Graça não teria envolvimento com o time de Gabrielli, Mantega e, por extensão, Lula e sua sombra José Dirceu. Tanto Graça como Dilma, se tivessem condições políticas, entregariam a diretoria financeira da empresa a alguém da confiança de ambas.

Graça também tem prestígio internacional porque seu marido, Colin Foster, é o dirigente máximo da Maçonaria inglesa no Brasil. O Irmão Colin é Grão-Mestre Distrital da Divisão Norte da Grande Loja Unida da Inglaterra, cujo Grand Master é o Príncipe Edward George Nicholas Paul Patrick primo da Rainha Elisabeth. Quem comanda a Grande Loja Unida da Inglaterra, junto com o príncipe, é Peter Lowndes membro do Royal Institution of Chartered Surveyors (RICS). O prestigiado maçom Colin também é dono de uma empresa de componentes eletrônicos, a C Foster Serviços e Equipamentos, que atua na área de petróleo e gás.

O grupo de
Lula-Dirceu não tolera Graça e teme o poder de influência de Foster. Tanto que, em 2004, quando José Dirceu reinava na Casa Civil de Lula, recebeu uma denúncia contra Graça, na época gerente do Cenpes (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Petrobras). Graça foi acusada de favorecer a empresa do marido Colin. Dirceu cobrou explicações oficiais a Dilma Rousseff, então ministra das Minas e Energia de Lula e grande amiga pessoal da acusada pelo Poderoso Zé. A Petrobrás informou que a comissão constituída para apurar a denúncia não encontrou provas de má-fé ou intuito de auferir vantagens financeiras, e não ficou caracterizada a existência de prática de crime ou improbidade administrativa cometida por Maria das Graças Foster.

Caso se confirme a informação de que
a revista Veja vai divulgar mais detalhes escabrosos sobre a compra de uma refinaria tecnologicamente ultrapassada pela Petrobrás, em Pasadena (Texas, EUA), a coisa deve ficar mais preta que petróleo para o time de Lula. E o óleo pode esquentar ainda mais se investidores irados conseguirem provar quem é o tal Senhor X e como funciona o esquema mafioso dele contra os interesses corporativos da Petrobrás.
 

Fonte: Jorge Serrão – alertatotal.net 

terça-feira, 22 de outubro de 2013

MANIFESTO DA MAÇONARIA! ... mexeram com o abelheiro...

GRANDE ORIENTE DE SANTA CATARINA
SERÁ MESMO?
Original Message
Subject:  MANIFESTO DA MAÇONARIA! ... mexeram com o abelheiro...


ACORDEM, a hora se faz!!!




CARTA DA LOJA MAÇÔNICA ACÁCIA DAS NEVES Nº 22
ORIENTE DE SÃO JOAQUIM – FILIADA AO GOSC

Vivemos um dos momentos mais difíceis de nossa história. O povo está sendo mantido na ignorância e sustentado por um esquema que alimenta com migalhas a miséria gerada por essa mesma ignorância. A tirania mudou sua face. Já não encontramos os tiranos do passado que com sua brutalidade aniquilavam as cabeças pensantes, cortando o pescoço. Os tiranos de hoje saqueiem a Pátria e degolam as cabeças de outra forma. A tirania se mostra pela corrupção que impera em todos os níveis. Encontramos mais viva do que nunca as palavras do Imperador Romano Vespasiano que na construção do Grande Coliseu disse:

“DAÍ PÃO E CIRCO PARA POVO”.

Esse grande circo acontece todos os dias diante de nossos olhos, especialmente sob a influência da televisão, que dá ao povo essa fartura de “pão” e de “circo”.

Quando pensamos que a fartura acaba, surgem mais opções. Agora vemos a Pátria sendo saqueada para a construção de monumentais estádios de futebol, atualmente chamados de arenas, nos moldes do que era o Coliseu, uma arena. Enquanto isso os hospitais estão falidos, arruinados, caindo aos pedaços. Brasileiros morrem nas filas e nos corredores desses hospitais; já, outros filhos da Pátria morrem pelas mãos de bandidos inescrupulosos que se sentem impunes diante de um Estado inoperante, ineficiente e absolutamente corrompido. Saúde não existe, educação não há, segurança, muito menos. Porém, a construção dos “circos”, continua!

Mas o pão e o circo também vem dos “Big Brothers” das “Fazendas”, das novelas que de tudo mostram, menos verdadeiros valores e virtudes pessoais. Quanto mais circo, mais pão ao povo. E o mais triste é que o povo mantido na ignorância, é disso que mais gosta. Nas tardes, manhãs e noites, não faltam essas opções de “lazer”. O Coliseu está entre nós. O circo está entre nós. Já o pão, esse vem do bolsa isto, do bolsa aquilo, mantendo o povo dependente do esquema, subtraindo-lhe a dignidade e a capacidade de conquistar melhores condições de vida com base em suas qualidades, em seus méritos, em suas virtudes.

Agora, o circo se arma em torno do absurdo que se coloca à população de que o problema de saúde é culpa dos médicos. Iludem e enganam o povo, pois fazem cair no esquecimento o fato de que o problema de saúde no Brasil é estrutural, pois o cidadão peregrina sem encontrar um lugar digno, nem mesmo parar morrer.

Então, absurdamente, em desrespeito aos filhos da Pátria, são capazes de abrir as portas para profissionais estrangeiros, alguns poucos, não cubanos. Os tiranos tem a audácia de repassar R$ 40.000.000,00 mensais que são sangrados dos cofres públicos para sustentar um outro governo falido e também tirano, o cubano; um dinheiro sem controle e sem fiscalização. Os pobres profissionais que de lá vêm, não têm culpa. É um povo sem liberdade, sem direito de expressão, escravo da tirania. Esses médicos recebem migalhas daquele governo. Mal conseguem sustentar a si e a seus familiares.

Os R$ 40.000.000,00 que serão mensalmente enviados para Cuba, solucionaria o problema de inúmeros de pequenos hospitais pelo interior deste País. Mas não é a isto que ele servirá. Nós estamos a financiar um trabalho explorado, escravizado, de profissionais que não tem asseguradas as mínimas condições de dignidade de pessoa humana, porque simplesmente não são homens livres.

E nós brasileiros, devemos nos envergonhar de tudo isto, porque estamos sendo responsáveis e coniventes por sustentarmos todo esse esquema, todos esses vícios, comportando-nos de maneira absolutamente inerte.

Esses governantes, que tanto criticam o trabalho escravo, também não esclarecem à população o fato de um médico brasileiro receber o mísero valor de R$ 2,00 por uma consulta pelo SUS. Do valor global anual que recebem, ainda é descontado o Imposto de Renda, através de uma escorchante tributação sobre o serviço prestado, que pode chegar ao percentual de 27,5%. Em atitude oposta, remuneram aqueles que não são filhos da Pátria, os estrangeiros, com o valor de R$ 10.000,00 mensais por cada profissional, cabos eleitorais desses governantes. Profissionais da saúde no Brasil, servidores públicos de carreira, à beira da aposentadoria, com dedicação de uma vida inteira, receberão quando da aposentadoria metade do valor pago ao estrangeiro.

Não podemos aceitar a armação desse circo, em cujo picadeiro, povo brasileiro é o palhaço !

A Maçonaria foi a grande responsável por movimentos históricos e por gritos de liberdade em defesa da dignidade do homem. Foi por  Maçons que se deu o grito de Independência do Brasil, da Proclamação da República, da Abolição da Escravatura. Foi por Maçons que se deu o brado da Revolução Farroupilha.

E o que está fazendo a Maçonaria de hoje ao ver o circo armado, com a distribuição de um pão arruinado pelo vício que sustenta essa miséria intelectual!  
Não podemos ficar calados e inertes!
A Maçonaria, guardiã da liberdade, da igualdade e da fraternidade, valores que devem imperar entre todos os povos, precisa reagir, precisa revitalizar seu grito, seu brado para a libertação do povo. Esse é o nosso dever, pois do contrário não passaremos de semente estéril, jogada na terra apenas para apodrecer e não para germinar.

A Loja Maçônica Acácia das Neves, incita a todos os IIrm.: para que desencadeemos um movimento de mudança, de inconformismo, fazendo ecoar de forma organizada a todas Lojas e Maçons desta Pátria, o nosso dever de cumprir e fazer cumprir a nossa missão de levantar Templos à virtude e de cavar masmorras aos vícios!

De: GOSC [mailto:portal@gosc.org.br]

Enviada em: sexta-feira, 20 de setembro de 2013 11:46
Assunto: CARTA DA LOJA MAÇÔNICA ACÁCIA DAS NEVES Nº 22
Prioridade: Alta


Caros Irmãos,

Concordando com as palavras desta manifestação da Loja Acácia das Neves de São Joaquim,

recomendamos a leitura e a divulgação entre os Irmãos e principalmente entre nossos contatos no mundo profano.


Fraternalmente,

Alaor Francisco Tissot
Grão-Mestre - GOSC


segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Alguém me responda... a maçonaria de hoje serve para que????

Realmente... a maçonaria de hoje serve pra que?
Essa é a indagação feita por um anônimo em comentário no último artigo neste blog, e vem bem a calhar, nos fazer refletir, e nos motiva novas indagações: Pra que tem servido a maçonaria contemporânea, que utilidade à sociedade tem tido e qual o bem que cada membro tem feito a seus companheiros de fraternidade? Quantos têm recebido atenção, consideração? Quantos agem com verdadeiro amor e desinteresse? A fraternidade existe de fato entre os membros ou o que se tem são apenas discursos hipócritas onde uns perseguem alguns e muitos perseguem o poder? E por falar em poder, que poder é exercido na Ordem em meio aos outros poderes constituídos na sociedade? É de verdade ou de "faz de conta"? 

Bem, aí está, para críticas, comentários, sugestões, reflexões... 

Ir. Edson Monteiro

SERÁ QUE ESTAMOS CEGOS?

 TRAIDORES, MENTIROSOS E LADRÕES. Aqui encontramos muitos dos que são possuidores de direito de ERMBARGO INFRINGENTES.

OS TRÊS P DA VIDA TÊM O DIREITO DE MORAR NA  CADEIA

ENCAMINHANDO

"Júlio César conta que, quando invadiu a Inglaterra por volta do ano 50 aC, sua armada estava sendo esperada na praia por um enorme exército bárbaro.
Vendo aquela multidão, os soldados romanos hesitam em desembarcar até que um oficial pega a águia de sua legião e pula do navio. E aí não tem jeito, o exército inteiro desembarca imediatamente, pois a maior vergonha para um soldado romano era perder a sua águia, era uma vergonha que atingia toda a legião e todos os seus familiares”.

Os romanos antigos sabiam do valor de um símbolo, os PT de hoje, também.
Por isso, uma estratégia adotada sistematicamente pela esquerda é desmoralizar os símbolos da democracia. No último dia 7 de setembro, um bando de PT traidores subiram no Monumento aos BANDEIRANTES EM SP e hastearam a bandeira de Cuba. Saiu na tv? Saiu na grande imprensa? Não sei.
Alguém protestou contra a traição, a UNE, a OAB, a ABI, a CUT, o PT? A Anta e o 9 dedos, que vivem protestando da espionagem do Obama? Se alguém protestou, foi tão baixo que ninguém ouviu. Ao zombar da nossa bandeira, os PT estão zombando de nossa História, os PT estão zombando do nosso Brasil".

Quem não viu a Bandeira Nacional ter retirado o globo azul com A FRASE Ordem Progresso  e colocado a foice e o martelo.

A DESTRUIÇÃO DOS SÍMBOLOS NACIONAIS E DE NOSSA HISTÓRIA É FUNDAMENTAL PARA A DESAGREGAÇÃO. ACABAR COM TUDO QUE NOS LIGUE AO PASSADO É PRIMORDIAL.
DESTRUIR A CRUZ – DESTRUIR A BANDEIRA – DESTRUIR O HINO (A LEI PROIBE TOCAR DIFERENTE E JÁ SE TOCA COMO BAIÃO E BOLERO). DESTRUIR A HISTÓRIA – MENTIR FAZ PARTE DA ESQUERDA PARA O DOMÍNIO DO PODER. 

OS FINS JUSTIFICAM OSA MEIOS.

HONRA E JUSTIÇA PRECISAM SER DESTRUIDAS


REPASSANDO

DEPOIMENTO DO ENGº MANOEL LUIS MODERNEL..
Saibam como o Sr. Lula começou a ficar milionário já em 1980...!!!
No início de 1986 fui trabalhar na Karmann Ghia do Brasil cita na cidade de São Bernardo do Campo, nesta empresa conheci o motorista particular do presidente da mesma.
Com a convivência, a nossa amizade foi se consolidando, e fiquei sabendo que nos inícios dessa década ele fora "motorista particular" do presidente da Volkswagen do Brasil, e numa reunião de amigos ele confidenciou o
seguinte: "Eu era o responsável por entregar pessoalmente os vultuosos pagamentos, em moeda americana, para o sindicalista encarregado de promover as Greves dos Metalúrgicos a mando do meu patrão". O Presidente da VW era o Sr. Sauer, o sindicalista era o Sr. Luis Inácio da Silva e era assim que estas montadoras conseguiam deixar os "Governos" em suas mãos e obriga-los a fazer seu jogo sujo O esquema funcionou por muitos anos da seguinte
forma:
1.- Os pátios das montadoras lotados de veículos com os níveis de vendas muito baixos, e para cortar custos necessitavam demitir funcionários.
2.- As montadoras anunciavam a demissão em massa de 5 a 10 mil trabalhadores
3.- Os presidentes das montadoras davam ordem para que fosse deflagrada um "Greve"
4.- O motorista levava a ordem e a pasta 007 com o pagamento antecipado, para o Lula promover ditas greves.
5.- Se iniciavam as negociações entre Montadoras, Trabalhadores e o Governo
6.- Os Governos não podiam deixar acontecer demissões em massa, pois afetaria enormemente a economia do País, posto que para cada demissão nestas montadoras, haveria 3 a 4 demissões nas empresas "satélites", ou seja nas Fornecedoras de autopeças
7.- A primeira e única medida sugerida pelas montadoras para sair da "crises" era a de aumentar o preço dos veículos.
8.- Os trabalhadores, sempre irredutíveis, faziam o maior barulho em passeatas pela Via Anchieta e pela Rua Marechal Deodoro, no centro de SBC, onde quando a Policia reagia violentamente, "o tal sindicalista" entrava pela porta lateral da Igreja da Matriz desta cidade, acobertado pelo próprio parroco, hoje seu grande amigo, e sumia pela rua de traz deixando nós trabalhadores na maior "fogueira"
9.- Uma semana após, os Governos permitiam os aumentos, contanto que o aumento não afetasse o "bolso do consumidor", ou seja que não houvesse repasse no preço do veículo.
10.- O impasse tornava-se insustentável, as greves cresciam por ordem dos "presidentes das montadoras", e elas ameaçavam demitir e punir severamente os grevistas, o que aumentaria ainda mais o número de desempregados
11.- Os governantes abriam uma "exceção" e permitiam o "aumento com o repasse" para o consumidor e aceitavam a demissão de 1 a 3 mil empregados, que no fundo era o que as montadoras desejavam desde o inicio das greves
12.- Os preços dos carros subiam, por exemplo passavam de cz$ 10 mil para cz$ 14 mil e logo após, as montadoras faziam "promoções irrecusáveis para o consumidor" e colocavam carro zero Km. por cz$ 12 mil ou seja divulgavam um desconto de cz$ 2 mil quando na realidade o estavam vendendo cz$ 2 mil mais caro, e nós consumidores expertos e muito mal informados "aproveitávamos a pechincha"
13.- Assim sendo as montadoras esvaziavam seus pátios, vendiam os carros mais caro e ainda demitiam a quantidade de metalúrgicos que necessitavam demitir, tudo isto com a ajuda comprada do Presidente do Partido dos Trabalhadores (Lula), aliais "Trabalhador???", não sei nem como pois só trabalhou 2 anos na sua vida, na Villares como torneiro mecânico e mais nada.
O fato de ter contado esta historia verdadeira em 13 itens, foi coincidência para com o número que esse partido mantém na Justiça Eleitoral. Como é de praxe nestas e outras "negociatas escusas" do presente e passado do País, nada disto foi precedido de "recibos comprovatórios", portanto, seria considerado leviandade e passivo de processo por calunia, trazer isto ao conhecimento do grande público apresentado desta forma. Mas é muito fácil que um bom repórter investigativo levante os fatos acima através dos arquivos de imprensa da época, corroborando o roteiro acima descrito Com esta narrativa de fatos reais só desejo dizer que toda e qualquer coisa que venha a ser descoberta no entorno do ex Presidente da República e seus "companheiros" não me surpreende pois sempre soube este Senhor, ser 100% do lado dos patrões e do poder econômico, onde nós trabalhadores não passamos de títeres e marionetes nas suas mãos, pena que aqueles milhares de trabalhadores manobrados no passado, se multiplicaram e se transformaram em todos os sobreviventes de um País chamado Brazil.

Os fatos atuais divulgados pela imprensa, sobre corrupção e sobre o tal de "mensalão" e "sangue-sugas" já fazem parte dos costumes políticos de nosso País, não são hábitos novos criados pelos que ai estão nos "governando", são práticas antigas demais para saber quem as implantou, e por este motivo os antigos "beneficiados", hoje na oposição, se sentem totalmente à vontade para contar com luxo de detalhes, como isto funciona com os novos "beneficiados", e lembrem que o atual Sr. Presidente também já foi Deputado, quando recebeu seu "1º diploma", não como mentiu e cuspiu na cara de todos os "Universitários Formados do Brasil" no dia da sua posse, provavelmente é um antigo "beneficiado".

Concluindo, desculpo-me por ter demorado demais para colocar estes fatos reais a disposição da imprensa, e ao mesmo tempo de não ter "provas" que possam ajudar na investigação final, mas configura uma excelente "pista a ser seguida".
Sem mais pelo momento e no aguardo de que estes fatos antigos possam realmente chegar ao conhecimento do grande público, (para melhor entender o
presente) depois de muito bem investigados, pela vossa redação, mui atenciosamente, São Jose do Rio Preto, 24 de Outubro de 2005 Eng. Manuel Luis Modernel lCREA nº 46.598 – D Fone: (17) 3212-3284 E-mail : mlmodernel@terral.com.br

REPASSANDO E PEDINDO PARA REPASSAR

GRUPO GUARARAPES
ESTAMOS DE VOLTA. FOMOS À BRASÍLIA. UMA PALESTRA QUE MOSTRAVA E MOSTRA A CRISE BRASILEIRA SENDO CAUSADA PELOS HOMENS MEDÍOCRES QUE NOS GOVERNAM.
FOMOS ATÉ SP E NOVA PALESTRA ABORDANDO O MESMO ASSUNTO. SUCESSO.
ESTAMOS DE VOLTA E CONVICTO QUE A DEMOCRACIA SAIRÁ VITORIOSA E QUE OS CANALHAS IRÃO PARA A CADEIA.
BOM DIA, BOA TARDE OU BOA NOITE.
ESTAMOS FIRMES E CONTINUAMOS A CONTAR COM OS AMIGOS QUE AMAM O BRASIL.

GRUPO GUARARAPES

REPASSEM

Se você não deseja mais receber nossos e-mails, cancele sua inscrição através do link http://marketing.guararapesgrupo.com.br/admin/sair.php?id=174168|97|0&uid=132187476219357100


quarta-feira, 16 de outubro de 2013

OS TRIBUNAIS MAÇÔNICOS E A ÉTICA

Tem gente que não se mói de culpa... tem oportunidade de fazer o correto mas comete a injustiça, só tomando cuidado para não ser flagrado.


Ninguém ensina a alguém ser ético. Professores, pais, conselheiros podem ensinar moral, apresentar códigos de ética profissional, social, mas nada disso é o bastante para formar um ser humano ético... nem toda teoria ensinada consegue por si tornar alguém ético. 

Um ser ético nasce com moral que se incomoda com pouca provocação, se instiga à reação por mudanças, tem críticas ao mau "status quo"  pois não se intimida, não se vende e se pauta por alto senso de autocrítica. 

Quem e como julga? 
Os que julgam deveriam ser reconhecidamente do mais alto valor ético e moral, afinal quem julga profere inevitável opinião do "Eu" que julga, e como juiz de si mesmo o "Eu" nunca presta. Alguém tem dúvidas disso? Quando alguém comete falta ética, e se não for flagrado, o "Eu" racionaliza a culpa até o ponto de se perdoar - ninguém se mói de culpa até adoecer e se entregar. Isso é sabido de há muito, como é dito que "ninguém é justo por sua vontade, mas é constrangido. Sempre que se tem oportunidade, comete uma injustiça, mas tem o cuidado de não ser flagrado", segundo Glauco na estorinha do anel de Giges no segundo livro República de Platão. 

Existe o bem?
Se existe mesmo, ele é absoluto ou relativo? É relativo a quê? À minha vontade, à sua, à de Deus? Muitos creem que quem decide é Deus, mas e o livre arbítrio? Quer saber? Nem Deus, nem o livre arbítrio. A verdade é que não existe uma liberdade de escolha, não existe um "bem" absoluto, e o tal "bem" será relativo de acordo com a realidade do momento, com a conveniência, de acordo com uma construção coletiva que se instala a cada ciclo, período, gestão. O homem não é livre para escolher, não é livre para julgar... escolhem por ele. É a mediocridade que dita o que é o "bem" e o que é o "mal". O homem que tenta se livrar disso, ser autêntico, é esmagado. 

A ética tem o propósito de fazer a convivência humana mais harmônica, baseia-se no respeito às pessoas e seus direitos, sustenta-se no comportamento de não magoar e não desamparar uns aos outros. Mas como a culpa não é sentimento moral suficiente para dar sustentação à boa condução do coletivo, surge a indignação. E assim, ficamos... indignados!



Ir Edson Monteiro
"No inferno os lugares mais quentes são reservados àqueles que escolherem a neutralidade em tempos de crise." – DANTE ALIGHIERI.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

O LIVRO DAS CONSTITUIÇÕES DE ANDERSON (1723)


A Grande Loja de Londres, atual GLUI, percebendo que a união das 04 Lojas tinha futuro, pediu ao Reverendo Anderson, em 1721, que fizesse uma compilação dos antigos preceitos e regulamentos gerais para a nova Maçonaria.


Anderson (James) era doutor em filosofia e pregador presbiteriano em Londres. Teve colaboradores da mais alta valia, entre eles, George Payne e Jean Theophile Desaguliers, que haviam sido, respectivamente, 2º e 3º Grão-Mestres da dessa Grande Loja (o primeiro Grão Mestre, em 1717, fora Anthony Sayer).

O trabalho, uma vez concluí­do, sofreu o exame de uma Comissão de 14 doutos, e foi aprovado com pequenas modificações e publicado em 1723 sob o tí­tulo: As Constituições dos Franco-Maçons, contendo a História, Obrigações, Regulamentos, etc, da muito antiga, Reta e Venerável Fraternidade, para uso das Lojas.

O Livro das Constituições contém:

1º uma dedicatória do Ir Desaguliers;
2º uma curta história da maçonaria, desde a criação do mundo, que hoje virou lenda;
3º os Antigos Deveres ou Leis Fundamentais (Old Charges) em 06 capí­tulos;
4º as 39 Antigas obrigações ou Regulamentos Gerais de 1721, reunidos por George Payne;
5º a aprovação do Livro;
6º quatro cantos maçônicos: hino do mestre, hino dos vigilantes, hino dos companheiros e hino dos aprendizes.


Essa primeira edição do Livro das Constituições (1723) é ainda hoje a reconhecida por toda maçonaria anglo-saxônica e americana, constituindo o suporte dessas Potências e a Carta seguida por todos os maçons em todo o mundo.

É preciso não confundir o Livro das Constituições com os Landmarks da Ordem, dos quais há varias compilações, entre elas a mais conhecida a de Albert Gallatin Mackey, publicada em 1858, com vinte e cinco itens.



M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto
http://redecolmeia.wordpress.com/2006/12/03/deixe-sua-mensagem-3/#comment-3584

terça-feira, 8 de outubro de 2013

O PARAFUSO NA DOBRADIÇA




"é preferível um inimigo instruído a um amigo ignorante, pois não há nada pior do que um ignorante". La Fontaine

      O Grupo Guararapes tem batido, tem escrito, tem pregado e tem mostrado que o nosso maior problema é a mediocridade e a falta do cumprimento do dever.
      O MEDÍOCRE tenta colocar a culpa no outro e não faz a sua parte. O Serviço Público sofre dessa doença terrível. Pode entrar em qualquer repartição do País e onde tiver um quadro ao se passar a mão na parte de cima encontra-se poeira acumulada. Na repartição, tenha um ou dez funcionário, ninguém acha que não é responsável e assim as coisas vão se deteriorando. 
      Há caso interessante que ficou conhecido como o caso do PARAFUSO NA DOBRADIÇA. Um chefe fez inspeção nos armários dos alunos. Ao abrir um dos armários com a segunda via da chave encontrou a falta de um parafuso na dobradiça.
      Depois do jantar o inspetor reuniu um grupo de jovens e o dono do armário começou a falar. Jovem  entusiasmado resolveu os problemas do mundo e do Brasil. Os companheiros rindo e alegres com a quantidade de palavras do amigo. Terminado a sua falação o inspetor entrou com a sua argumentação: “jovem. O senhor é admirável. Em pouco tempo o senhor resolveu os problemas do mundo e do nosso Brasil. Vejo que seus amigos estão vibrando com o seu saber, mas o amigo não resolve os seus problemas. Reposta do jovem|: “não tenho problema”. O inspetor retrucou: Tem jovem. Há a falta de UM PARAFUSO NA SUA DOBRADIÇA”. O jovem desconfiado falou: “me pegou” e a roda se desfez.
      O nosso País tem sábios demais, mas não colocam a FECHADURA NA SUA DOBRADIÇA. A mediocridade é a grande responsável por tudo isto. O Marechal FOCH afirmou: “comandar é ver detalhes”. Ninguém olha e tudo vai se acabando.
      Um inspetor foi visitar uma Escola. Na entrada a diretora o recebeu. Na parede um CRUCIFIXO torto na parede. O inspetor falou para a diretora: “Não preciso ver mais nada. Se na entrada A Cruz com a Imagem de Cristo se encontra torta na parede imagine-se com deve se encontrar o fundo do prédio”. Foi embora.  Vamos colocar O PARAFUSO NA DOBRADIÇA E MUITOS DOS NOSSOS PROBLEMAS SERÃO RESOLVIDOS. MINISTRO CELSO DE MELO coloque o parafuso na dobradiça do BRASIL
       
       
“A  VERDADE  É  O  ÚNICO  TERRENO  SEGURO  QUE  PODEMOS  PISAR”
ELIZABETH CADY STANTON (1815 – 1902)
       

Ir Torres de Melo
                                                       
 “Somos o único caso de democracia no mundo em que condenados por corrupção legislam contra os juízes que os condenaram. Somos o único caso de democracia no mundo em que as decisões do Supremo Tribunal podem ser mudadas por condenados.”
“Somos o único caso de democracia no mundo em que deputados, após condenados, assumem cargos e afrontam o judiciário”.
“Somos o único caso de democracia no mundo em que é possível que, condenados, façam seus habeas corpus, ou legislem para mudar a lei e serem libertos.”
                                                                          
          Ministro Joaquim Barbosa

BOCA NO TROMBONE!

NO QUE PODEMOS COLABORAR?

Quando houver a necessidade de alguma reivindicação, de fazer alguma denuncia, alguma noticia, convites, qualquer solicitação, seja de forma anônima ou não, basta mandar o texto para pelaordem12@gmail.com que publicaremos o material desde que documentado e com texto ético. Este blog tem a finalidade de dar a palavra aos irmãos. Aproveitem e ajudem a divulgar !


O Editor

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

RESPOSTAS DO IRMÃO RAFAEL

Ao irmão anônimo e aos outros anônimos.

Quem vos escreve é o tal do "filho do chiquinho" Rafael.
Foi me apresentado esse post hoje pela manhã e achei interessante comentá-lo. Embora não sou de ficar alimentando especulação ou burburinho de internet, ainda mais se tratando de pessoas não identificadas, é sempre bom dar uma palavra para que as pessoas não tomem partido conhecendo apenas a opinião de desinformados.

Nessa foto em que apareço sem paramentos é o momento que antecede a Assembléia. Como vocês devem saber, trabalho na Glesp e assim como todos os funcionários, sou convocado em dia de Assembléia para trabalhar. Devido o setor de Áudio e Vídeo contar com apenas uma pessoa que é o Robson, por ser mestre maçom regular e por ter conhecimento no ramo de vídeo, sou sempre escalado para operar a câmera nº2 nas Assembléias. E como nem sempre o venerável de minha Loja pode estar presente e nem seus vigilantes e eu fatídicamente sempre estou presente, nesses casos meu venerável protocola uma prancha na secretaria indicando meu nome como representante legal de minha Loja, permitindo assim que eu adquira uma credencial e participe também da Assembléia, não só como funcionário Glesp, mas também como irmão regular. O fato é que o irmão que se incomodou e tirou essa foto acima relatada não esclareceu os seguintes detalhes:
- Primeiro, eu fico sem avental nos momentos que ANTECEDEM, porque caso o irmão tivesse especificado melhor, eu fico "indo pra lá e pra cá" resolvendo assuntos como: Buscando mais cadeiras de plástico e colocando-as onde o M.C indica para acomodação de mais irmãos, buscando caixas com copos d´água para distribuir entre as mesas que ocuparão cargos, fazendo últimos ajustes de câmeras e microfones junto a mesa de som que fica ao lado da porta do Templo, ajustando a regulagem de temperatura do ar condicionado e qualquer outra tarefa funcional que me passem para que a Assembléia corra da melhor maneira possível. E por ser todos esses trabalhos "manuais" faço sem paramento para que tanto ele não me atrapalhe como não acabe sujando sem necessidade. Porém nos 2 minutos que antecedem o início oficial da Assembléia, ai sim, tomo meu lugar na câmera para dar o Start, visto meu paramento e aguardo o ok da mesa de som para dar início a gravação. Em momento algum me coloco sem paramento após o início da Assembléia e muito menos "corro pra debaixo da câmera após ver o papai". Além de ser profissional, sou um maçom, e independente de quem esteja no recinto, é meu dever regular estar paramentado para dar início a uma reunião maçônica.



Postado por Rafael F. Gomes da Silva no blog OS IRMÃOS COM A PALAVRA em 7 de outubro de 2013 12:46 

-o0o-

Segundo: Embora eu não deva satisfações ao irmão, assim mesmo me coloco a disposição para que o mesmo tanto me pergunte naquele momento do porque eu estar sem paramento, como possa me ligar no nº 3207-8399 ramal 144 para solicitar maiores esclarecimentos, atitude essa que darei sem hesitar. Isso se extende a qualquer irmão que tiver dúvidas, reclamações ou coisa do tipo.
Terceiro: Se em sua Loja eu teria recebido um Ex-Oficio, gostaria de entender por qual motivo esse ato seria justificado (mesmo após minhas justificativas) e gostaria de entender se é dessa forma implacável e imponente que o irmão conduz sua Loja, porque se me lembro, não é exatamente esse comportamento que tentamos aprender dia após dia estudando e tentando seguir os postulados maçônicos. Longe de mim julgar, apenas questiono o que o próprio irmão declarou.

Por fim, sei que meu pai possui desafetos por parte de alguns membros instituição. E sempre deixei claro para toda a maçonaria que eu não participo desses desafetos. Não faço parte da política maçônica, não excerço cargo político nem na Glesp e nem em minha Loja, não defendo nem tomo partido de nenhum lado de nenhuma história. Corro por fora da política. Aprendi com o tempo que política só semeia discórdia e desafetos entre as pessoas. E não foi isso que vim buscar na Maçonaria. Por isso faço questão de não fazer parte de nada disso. E acho muito triste, irmãos estenderem seus desafetos particulares a minha pessoa, apenas por ter laço familiar com seu desafeto principal. Acabo sofrendo as consequências por atitudes que nem apoio ou faço parte. Mas paciência. A quem quiser esclarecer algo, me conhecer melhor ou até mesmo criticar, me coloco a disposição. Não tenho nada a esconder e nem a temer. Muito pelo contrário, acho que se as pessoas me conhecessem melhor, talvez nunca fariam essa associação errônea de desafetos.

Abraço a todos.

Rafael F. Gomes da Silva



Postado por Rafael F. Gomes da Silva no blog OS IRMÃOS COM A PALAVRA em 7 de outubro de 2013 12:47 

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

A ASSEMBLEIA E O FILHO DO CHIQUINHO

INDIGNAÇÃO DE UM IRMÃO

Caro Ir.'.Edson,

Tentei publicar no seu blog Pela Ordem e não consegui, acho que desaprendi... 
Gostaria de publicar esta foto, que foi motivo de indignação entre alguns irmãos presentes ao ver a prepotência e arrogância do filho de um past GM desfilar dentro do templo sem avental, e com o cartão de credenciamento de representante de loja, uma vergonha de representatividade diga-se de passagem.... ia e voltava e fazia questão que todos o vissem que estava sem o paramento, tipo "eu sou filho do chiquinho e quero ver alguém falar algo"... e resolvi falar! É para isso que viajamos para GLESP? Para assistir a isto? Garoto mimado e nojento, filho mal criado pelo pai, ele fez isto até o pai chegar e adentrar ao templo, quando ele viu que papai chegou, correu logo para baixo da câmera, onde estava o seu avental, se revestiu e posou de bom menino na frente do papai.... culpa de cobridor e G.T. incompetentes, coniventes ou medrosos, aliás, todo o quadro atual está despreparado, teatro de fantoches...

Este jovem, que reluto chamar de irmão, deveria ser proibido de entrar no templo... se fosse de minha Loja já teria tomado um Ex-Oficio!

Por favor, publique em anonimato, pois não quero sofrer represálias.


TFA

Colaboração de Ir. anônimo

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

A LEI DO SILÊNCIO!

Chega a ser impressionante como aglomerações humanas se tornam nefastas para o crescimento espiritual. Basta que alguns bem intencionados organizem alguma estrutura de busca de algo louvável, seja em âmbito social, filosófico, espiritual, administrativo, qualquer coisa que seja para o desenvolvimento e ampliação de algum valor imprescindível, que outros se encarregam de estruturar a coisa, criar estratificação hierárquica estabelecendo um poder para tudo virar um "clube do bolinha" ou "clube da luluzinha". Alguns escolhidos mandam e tentam a perpetuação no poder criando um bando de inconscientes bajuladores e de fiscais, verdadeiros coronéis que policiam o "status quo". Como querem fazer crer que se vive em plena democracia, até postes são erguidos para que o poder não saia da mesma influência. A tônica dessa gente abestalhada toda é de que quanto menos se fizer melhor, quanto menos se comprometer melhor e quanto mais silêncio melhor. Zelam pelo silêncio pois dele depende a própria sobrevivência. 

Ir. Edson Monteiro
 

TEMPO DE ESTUDOS

Uma das metas da Maçonaria é o aperfeiçoamento do ser humano, buscando sempre a Verdade. É obvio que para isso é necessário dedicação, estudos, debates, etc, para que a mente do Obreiro fique cada vez mais aberta, mais receptiva e mais preparada.

Pensando nisso, com o intuito de dedicar um espaço de tempo aos estudos e debates, as Lojas, dependendo do Rito praticado e da Obediência, estabeleceram o “Tempo de Estudos” ou “Quarto de Hora de Estudos”.
Não era prática ritualística até, aproximadamente, 40 anos atrás. Foi enxertado com a finalidade de atender o que foi descrito acima. Na verdade, tempos atrás, isso era feito na “Palavra a Bem da Ordem e do Quadro em Geral”. Na minha opinião, foi um aperfeiçoamento.

Como foi inserido na Ritualística, após a apresentação feita por um Obreiro (palestrante), a palavra corre nas Colunas conforme estabelecido pela mesma, e não são dispensados os sinais e cumprimentos aos demais Obreiros que queiram fazer perguntas.. Ou seja, numa Sessão Ritualística, esse “Tempo de Estudos” não pode fugir à tramitação ritualística da palavra e a obrigatoriedade de falar em pé e a Ordem, com exceção do VM e dos Vigilantes (Castellani).

Porém, dependendo da necessidade de aproveitar o tempo disponível, ou apresentação com projeção de slides (muito comum hoje em dia), ou permitir um debate mais frutífero, a sessão Ritualística é suspensa. Abre-se a “Loja em Família” pelo Venerável Mestre, com golpe do Malhete.

Todo controle da apresentação, tempo de debate, uso da palavra, etc, são sempre controlados pelo Venerável Mestre.
Finalizados a tal apresentação e o debate, a Loja entrará na Ritualística, com golpe de Malhete proferido pelo Venerável, seguido das palavras “Em Loja meus Irmãos”.


Resumindo:
• O “Tempo de Estudos” visa aperfeiçoar os conhecimentos dos
obreiros e não deve ser confundido com “Instruções do Grau”;
• Pode, ou não, ocorrer numa Sessão Ordinária;
• Não deve ser longo demais para não atrapalhar a Sessão;
• Quando ocorre o debate, o assunto não deve mais ser discutido na “Palavra a Bem da Ordem...”.


 

M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto