quarta-feira, 31 de julho de 2013

Os políticos, assim como as fraldas, devem ser trocados constantemente...
... e sempre pelo mesmo motivo !

PLANO FRUSTRADO

Fonte: Ucho.info
  
Na tentativa desesperada de escapar da crise que chacoalha o governo, a presidente Dilma Rousseff acrescentou mais uma derrota política ao seu currículo. Aproveitando a visita do Papa Francisco para distrair a opinião pública, Dilma abusou do oportunismo ao pedir ao religioso apoio da Igreja Católica para projetos internacionais de combate à fome. Trata-se de uma estratégia velha e conhecida, muito utilizada pelo então presidente Lula, agora um bem sucedido lobista de empreiteiras, para minimizar os efeitos colaterais dos escândalos de corrupção que marcaram seus dois governos.

A cúpula do Vaticano já descartou a possibilidade de aceitar o pedido da presidente, assim como não quer ver a Igreja Católica sendo utilizada como massa de manobra por um governo que está debaixo de sérias acusações e enfrenta uma incontestável crise de credibilidade. A necessidade de colar sua imagem à popularidade crescente do Papa Francisco levou Dilma a um ato impensado. A presidente enviou ao Vaticano uma carta em que pediu para que o papa transformasse sua vinda ao Brasil em viagem de chefe de Estado, o que, de acordo com o protocolo, o obrigaria a fazer escala em Brasília. Conhecedor das muitas artimanhas que impulsionam a política, o papa descartou de pronto o pedido de Dilma.

O papa Francisco está no Brasil como chefe da Igreja Católica e com o objetivo específico de participar da Jornada Mundial da Juventude, não para encontros políticos. Além disso, Jorge Mario Bergoglio, por sua trajetória, dificilmente se submeteria a uma armação partidária. O viés meramente religioso da viagem papal ficou claro no posicionamento do pontífice, que não quer a presença de políticos durante a visita à favela Varginha, no Rio de Janeiro. “O contato é com o povo, e justamente com o povo mais esquecido pelos governantes”, declarou um representante do Vaticano ao jornal “O Estado de S. Paulo”.


terça-feira, 30 de julho de 2013

PAPA FRANCISCO E O BRASIL



O PAPA FRANCISCO conquistou corações, empolgou multidões, reacendeu a esperança e a fé de milhares de pessoas. Ele fez a sua obra como Franciscano, procurou o povo e se misturou a ele, se fundiu, homogenizou-se.

Os recados dados a todo momento, as entrevistas, me pareceram bastante transparentes e honestas. Se vai haver eco, não posso dizer. Se a Cúria vai absorver e acompanhar a nova forma de governar do Papa, também é um incógnita, mesmo porque há imensas forças que são completamente tradicionalistas, arcaicas e arrigadas no seu "status quo" .

Sinceramente espero que tenhamos uma nova forma de ver a Religião como um todo, não só a Católica. A palavra de Deus não é exclusiva de ninguém e sim deve ser levada á toda humanidade independente de religião, fé, raça, cor de pele, status financeiro ou credo. Esse foi o recado subliminar que entendi - espero estar certo.

Creio que no momento não cabe discussões mais políticas ou de envolvimento ancestral desta ou daquela religião ou culto. A passagem do PAPA pelo Brasil, deixou um recado claro de que há uma necessidade premente, carente e latente de uma maior aproximação dos poderes - laicos e religiosos para junto ao povo. Necessidade de escutar, ouvir, procurar entender e partir para a ação e não se interiorizar, se fechar, colocar barreiras. O momento é de se envolver, abrir, aproximar e procurar soluções para que essas necessidades possam ser atendidas da melhor forma e no menor prazo de tempo possível. Momento NOVO, especial  e aguardando ser bem aproveitado pelas religiões, pelos poderes Legislativos, Executivos e Judiciários. A hora é de mudança, reformulação. Vida Nova.

A tribuna política onde os debates se arrastam ás vezes por décadas e findam em engavetamento de propostas, não tem mais lugar e nem hora.

Câmaras, Assembléias, Congresso, Senado  e Presidência já não encontram - já faz um bom tempo - respaldo público e os políticos são mal vistos e objeto de chacotas, piadas e charges grosseiras. Oxalá tenhamos uma nova conscientização - dos políticos sou completamente cético e não creio - mas no povo sim começo a crer, para que se inicie uma mudança radical em busca da verdadeira Democracia, como o devido respeito aos valores Morais e Éticos, respeito aos cidadãos que lutam arduamente todos os dias em busca da sobrevivência. Respeito aos Direitos fundamentais de Trabalho, Saúde, Educação, Moradia e Transporte. Respeito á coisa Publica; Respeito e Transparência com os Impostos arrecadados. Respeito aos Direitos e Deveres de Todos, independente do cargo público que possam ocupar. Todos devem ser absolutamente IGUAIS perante a Lei sem que haja qualquer tipo de privilégio ou Foro.

Abraços,

Ir. Osiris Drimus

quarta-feira, 24 de julho de 2013

TENHO VERGONHA DE MIM...

... E ONDE ESTÃO OS PROTAGONISTAS DAS MUDANÇAS, HEIN, MAÇONS?


O ano é 1914. O autor é o senador Rui Barbosa. 


E hoje? Para cada lado que olhamos a frase se aplica. O cidadão não tem senão de mudar uma palavrinha ou outra para caracterizar exatamente do que e de quem está falando. 

Colaboração: Ir Antonio Carlos Garcia

ESCOLAS MÉDICAS X MEDIDA PROVISÓRIA

23-07-2013

Escolas médicas

Abem, FMUSP, Unifesp e Unicamp rejeitam Programa Mais Médicos do Governo Federal

Cresce o número de escolas e entidades ligadas ao ensino da Medicina que rejeitam as medidas anunciadas pelo Governo Federal, em 8 de julho, dentro do Programa Mais Médicos. Em nota, a Associação Brasileira de Educação Médica (Abem), que congrega mais de 140 escolas médicas, classificou as medidas de autoritárias, por terem sido decididas “sem consulta prévia às entidades e escolas médicas”. A Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), a Universidade Federal Paulista (Unifesp) e a Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, também são contrárias ao programa.  A nota da diretoria da FMUSP pede a retirada de pauta do Mais Médicos, considera temerária a criação de mais 11 mil vagas para graduação em Medicina e critica a ampliação do curso de 6 para 8 anos.  Além de contrária ao curso de 8 anos e da abertura de novas vagas, a Unicamp considera fundamental a aprovação da destinação de, no mínimo, 10% do orçamento federal para o SUS.  A Congregação da Escola Paulista de Medicina da Unifesp decidiu, por unanimidade, não aderir à proposta. “A nossa responsabilidade não nos permite. Esperamos que os brasileiros, que tanto lutaram pelo direito à saúde e construíram esta Escola pública nesses 80 anos, entendam os nossos argumentos e continuem confiando na qualidade da formação da Escola Paulista de Medicina”, afirma a nota divulgada pela instituição.  O Conselho Universitário (Consu) da Unifesp também manifestou preocupação com o programa.
Confira a seguir as notas das instituições:

 
Comunicado da Associação Brasileira de Educação Médica - ABEM
Entidade que congrega mais de 140 escolas médicas pede a rejeição da MP 621
A Associação Brasileira de Educação Médica (ABEM), entidade reconhecida como de utilidade pública, que congrega em seu seio mais de 140 escolas médicas associadas, alguns milhares de associados individuais docentes e discentes, além de associados especiais como a Direção Executiva Nacional dos Estudantes de Medicina (Denem), Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a Federação Brasileira de Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) e a Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade  (SBMFC), entre outras, há 50 anos está comprometida com o desenvolvimento da educação médica no país, visando à formação de um profissional capaz de atender às necessidades de saúde da população, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
Por esta razão, a ABEM vem a público manifestar que continuará contribuindo, de maneira democrática e construtiva, com os processos de avanço em educação e saúde. Leia mais...

Nota Oficial - Medida Provisória Mais Médicos para o Brasil

FMUSP critica criação de 11 mil vagas e ampliação do curso para 8 anos  

1. A Diretoria da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) manifesta sua profunda preocupação quanto aos pontos centrais da Medida Provisória Mais Médicos para o Brasil, anunciada pelo Governo Federal no último dia 08 de Julho p.p., e seus impactos na formação médica no Brasil e o objetivo nacional de uma Saúde Pública de qualidade, pelos motivos que se seguem: Leia mais ...

Congregação da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp
Carta aberta sobre o Programa Mais Médicos

Diante da Medida Provisória n° 621, de 08 de julho de 2013, que institui o Programa Mais Médicos, a Congregação da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp, comprometida com a qualidade da atenção à saúde da população brasileira, bem como à educação e formação médica no país, em reunião extraordinária, posiciona-se e manifesta-se de forma propositiva e divulga:

1 – A FCM critica a maneira como o Governo está encaminhando essa discussão, de forma autoritária e precipitada, sem ouvir as Universidades públicas, Conselho Nacional de Saúde, Associação Brasileira de Ensino Médicas (ABEM) e entidades representativas da área da saúde;  Leia mais...


Manifestação da Congregação da Escola Paulista de Medicina - Unifesp

Posicionamento da EPM sobre o programa "Mais Médicos" do Governo Federal
A Congregação da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo, reunida extraordinariamente no dia 12 de julho de 2013, informa ao povo brasileiro, que neste momento estão matriculados nas áreas de saúde desta Escola 1.144 alunos de graduação, além de 1.032 médicos em programas de residência médica, 2.203 profissionais em programas de Pós-graduação (1.200 doutorandos e 1.003 mestrandos) e aproximadamente 10.000 profissionais matriculados em diversos cursos e programas de especialização.
Com a responsabilidade de uma instituição pública que somos, temos participado ativamente da elaboração e execução de programas dos Ministérios da Saúde e da Educação que visam à consolidação do Sistema Único de Saúde, ao aprimoramento da assistência, à formação e qualificação dos profissionais de saúde, com destaque ao Pró-Saúde, Pró-Residências e UNA-SUS. Julgamos que nossa capacidade de atuação no campo da saúde, da educação e produção de conhecimento, de uma maneira séria e eficiente para as áreas de saúde, é a missão que o povo brasileiro nos delegou e que tentamos cumprir nos nossos 80 anos de história. Leia mais...

Universidade Federal de São Paulo - Reitoria

Nota do Consu sobre a proposta governamental Mais Médicos
O Conselho Universitário da UNIFESP, em reunião ordinária de 10 de julho de 2013, vem a público trazer a preocupação com a proposta do Governo Federal, que busca resolver a ampliação do acesso ao SUS, por meio de caminho que estreita a concepção de saúde respaldada pela constituição. Leia mais...   

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA X MEDIDA PROVISÓRIA

22-07-2013

Ação civil pública

CFM entra com pedido de tutela antecipada para a suspensão do Programa Mais Médicos


A vinda dos médicos estrangeiros sem validação de diplomas, a falta de comprovação do domínio da língua portuguesa pelos candidatos e a criação de subcategorias de médicos com limitação territorial, foram as medidas impostas pelo Governo Federal e questionadas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), através de ação civil pública impetrada neste 19 de julho, contra a União, na figura dos Ministérios da Saúde e da Educação.

O principal objetivo da ação civil é suspender a continuidade do Programa Mais Médicos, lançado em 9 de julho por meio da Medida Provisória nº 621. A peça, de 20 páginas, argui sobre três pontos específicos do anúncio do Governo. Nos próximos dias, outras ações deverão ser apresentadas na Justiça.

Nesta primeira ação civil, proposta em 19 de julho, o CFM pede que todos os Conselhos Regionais de Medicina (CRMs) não sejam obrigados a efetuar o registro provisório dos médicos intercambistas que aderirem ao Projeto Mais Médicos para o Brasil, sem a comprovação documental da revalidação dos diplomas emitidos por universidades estrangeiras, bem como da apresentação de certificado CELPE/BRAS para os estrangeiros até que o mérito desta questão possa ser analisado pelo Poder Judiciário.

O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), através da  Resolução nº 248/2013, publicada em 4 de julho de 2013, já estabelece a obrigatoriedade de médicos graduados no exterior a apresentar o diploma devidamente revalidado pelo Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos – Revalida, para obter seu registro profissional no âmbito do Estado.

Com a ação pública, o CFM ressalta não ser contra a presença de médicos estrangeiros em território brasileiro, mas pelo cumprimento da exigência legal de que demonstrem efetivamente sua capacidade técnica para o exercício da profissão médica no país, nos termos da legislação vigente.

Os três pontos irregulares da MP nº 621, questionados pelo CFM, ou seja, a falta de preparo para atendimento da população carente, as dificuldades com o idioma do país e a flexibilização do Revalida para comprovar a capacidade profissional, fundamentam o entendimento da entidade de que "o ingresso de médicos estrangeiros no território brasileiro para serem 'jogados' nos mais longínquos rincões ou mesmo nas periferias das regiões metropolitanas sem nenhum controle de sua capacidade técnica é uma atitude, no mínimo, temerária, para não dizer criminosa".

Para o CFM, a MP que institui o Programa Mais Médicos, não apresenta urgência e é oportunista na "medida em que se aproveita do clamor público oriundo das ruas para editar uma legislação simplesmente populista". Em sua argumentação, que reproduz trecho de sentença já concedida anteriormente, o Conselho lembra que "os gestores públicos têm utilizado em larga escala o argumento de que não podem excluir os 'médicos' estrangeiros sob pena de instaurar o caos na Saúde Pública; que inexistem médicos dispostos a trabalhar no interior ou em número suficiente. E lançam a mídia e a opinião pública contra quem quer que se insurja contra os 'estrangeiros'. Trata-se de falácia, porque suas premissas são falsas e apenas visa impedir o bom debate. A questão deve ser debatida com absoluta transparência perante o público".

Fonte: Conselho Federal de Medicina

NOTA DAS ENTIDADES MÉDICAS À SOCIEDADE

23-07-2013

Diálogo rompido

Entidades confirmam saída do Conselho Nacional de Saúde, de câmaras e comissões governamentais


As entidades médicas deixarão de participar de todas as Câmaras, Comissões e Grupos de Trabalho do Ministério da Saúde. Também não terão mais assento no Conselho Nacional de Saúde. A saída é conseqüência das decisões unilaterais tomadas pelo governo ultimamente, como o programa Mais Médicos e os vetos à lei do Ato Médico, tomadas sem nenhum diálogo com as médicas e médicos brasileiros.
Desde 2011 que as entidades médicas − Conselho Federal de Medicina (CFM), a Associação Médica Brasileira (AMB), a Associação Nacional dos Médicos Residentes (ANMR) e a Federação Nacional dos Médicos (Fenam) − buscavam o consenso, apresentando propostas para a interiorização da assistência à saúde. O governo, no entanto, preferiu agir de forma unilateral e autoritária.
A nota (veja íntegra abaixo) lembra que as entidades médicas participaram de inúmeras reuniões nos Ministérios da Saúde e da Educação, assim como de encontro com a presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. Em todas as oportunidades, ouviram os argumentos e apresentaram sugestões para interiorizar a medicina, como a criação de uma carreira de Estado para o médico e outros profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) e a aceitação da vinda de médicos estrangeiros aprovados no exame de validação de diplomas (Revalida) para atuar em áreas de difícil provimento.
Acompanhe a íntegra do texto, que oficializa a retirada de representantes das Comissões do Governo:
 
NOTA DAS ENTIDADES MÉDICAS A SOCIEDADE
DIÁLOGO ROMPIDO
Brasília, 19 de julho de 2013.

Ao editar de forma unilateral e autoritária medidas paliativas que afetam a qualidade dos serviços públicos de Saúde e o exercício da Medicina no país, o Governo Federal rompeu o diálogo com as entidades médicas, que, desde 2011, buscavam insistentemente o consenso, sempre apresentando propostas para a interiorização da assistência.
As entidades médicas participaram de inúmeras reuniões nos Ministérios da Saúde e da Educação, assim como de encontro com a presidente Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto. Em todas as oportunidades, mostraram-se dispostas a ouvir os argumentos e posicionaram-se com sugestões concretas para levar o atendimento aos municípios do interior.
Entre as soluções encaminhadas, encontram-se a criação de uma carreira de Estado para o médico e outros profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS), a implantação de um Programa de Interiorização do Médico Brasileiro (com garantia efetivas de condições de trabalho e supervisão) e vinda de médicos estrangeiros aprovados no exame de validação de diplomas (Revalida) para atuar em áreas de difícil acesso e provimento.
A forma indiferente como as propostas foram tratadas e os constantes ataques aos médicos e suas entidades, transferindo-lhes a responsabilidade pela crise da assistência, que se deve à falta de investimentos, má gestão e corrupção, sinalizaram que o Governo não tem interesse em dialogar ou elaborar soluções com a participação dos médicos e outros setores da sociedade.
Diante desse quadro, as entidades médicas nacionais anunciam o seu afastamento de Câmaras e Comissões em nível governamental nas áreas de Saúde e da Educação, onde mantêm representantes, como a Comissão Nacional de Residência Médica (CNMR), o Grupo de Trabalho para a Criação da Carreira de Estado e o Conselho Nacional de Saúde (CNS). A decisão decorre de deliberação tomada por reunião ampliada, com a participação de lideranças de mais de 100 entidades da categoria, realizada, em Brasília, na quarta-feira (17).
A AMB, ANMR, CFM e Fenam – bem como todas as entidades médicas regionais e filiadas - continuarão sua atuação junto aos médicos, aos pacientes, aos parlamentares e à sociedade em geral para não permitir a destruição da Medicina brasileira e a desassistência da população.
 

ASSOCIAÇÃO MÉDICA BRASILEIRA
ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS RESIDENTES
CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA
FEDERAÇÃO NACIONAL DOS MÉDICOS

Fonte: Conselho Federal de Medicina

segunda-feira, 22 de julho de 2013

BRINCADEIRA PARA RELAXAR...

... MAS TODA BRINCADEIRA TEM UM FUNDO DE VERDADE!
Colaboração: Ir Antonio Carlos Garcia

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Força, Sabedoria, Fé, Confiança e Esperança.

SÉRGIO PALMIERI lembrou TRÊS PEQUENAS HISTÓRIAS PARA INSPIRAR A ALMA: Certa vez, o povo de um vilarejo decidiu se reunir no centro de um lugar para orar pedindo por chuvas. Mas apenas um garoto trouxe guarda- chuva. Isso é FÉ! Quando você joga um bebê de um ano de idade para o alto, ele gargalha porque sabe que na queda alguém irá segurá-lo. Isso é CONFIANÇA! A cada noite, antes de dormir, não temos garantia nenhuma de que na manhã seguinte estaremos vivos, mas, ainda assim, colocamos o despertador para tocar. Isso é ESPERANÇA! Que nunca lhe falte FÉ, CONFIANÇA e SABEDORIA!

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SÉRGIO BARROS escreveu VOCÊ É FORTE: Você é forte quando pega sua mágoa e ensina a sorrir. Você é amoroso quando sua própria dor não o faz cego à dor dos outros. Você está vivo quando a esperança de amanhã significa mais que o erro de ontem. Você é atencioso quando me vê exatamente como sou e me trata exatamente como você é. Você é misericordioso quando perdoa, nos outros, as faltas que condena em si mesmo. É rico quando nunca precisa mais do que tem!

-o0o-

São reflexões para os que pretendem fazer das suas obrigações, novas ou antigas, algo diferente e melhor, mas que seja por amor e prazer!

Ir Edson Monteiro

quarta-feira, 17 de julho de 2013

VERDADEIRO MAÇOM


"O maçom verdadeiro é um homem que ama a verdade e cultiva a virtude, e quem tem esses ingredientes em seu peito nada teme. Somos suficientemente fortes para exigir JUSTIÇA e PAZ sem esquecer que uma e outra dependem de ações que somente as almas forjadas nos fornos da VERDADE, e que a MAÇONARIA que acende e vigia, são capazes de executar... Quem vive sem riscos, triunfa sem glória... Os homens que tentam fazer algo e falham, são infinitamente melhores do que aqueles que tentam fazer nada e conseguem." – RINALDO RIBEIRO DE MENDONÇA.

Boa reflexão para os verdadeiros maçons... vergonha para os que desonram a instituição; estamos cansados de falsos iniciados entre nós, que ostentam títulos só pela vergonhosa vaidade.

Ir. Edson Monteiro

terça-feira, 16 de julho de 2013

Mera mudança de roupagem?

terça-feira, 16 de julho de 2013


Pesquisa revela que aprovação a Dilma é de só 20% e Lula já carrega de 39% a 41% de rejeição a seu nome

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net
Leia também o site Fique Alerta – www.fiquealerta.net
Por Jorge Serrão – 
serrao@alertatotal.net

A popularidade real de Dilma Rousseff só chega hoje a 20%. Nem Lula pode salvá-la, já que o índice dele também desabou dos 83% de “quase unanimidade”, quando deixou o governo, para os atuais 39 a 41% de rejeição. Pior que eles só o ex-Presidente e imortal senador José Sarney (com 92% de desaprovação), Renan Calheiros e Henrique Alves (presidentes do Senado e da Câmara, ambos rejeitados por 89%.

Esses números, de uma pesquisa feita para consumo interno de empresários e políticos, inviabilizam as intenções reeleitorais de Dilma. Também não recomendam uma aventura sobre uma volta de Lula ao Palácio do Planalto – nem porque ele não queira, mas porque sua saúde não permite a dureza de uma campanha presidencial. E a numerologia do desgaste também demonstra a bronca do cidadão-eleitor-contribuinte com os principais líderes políticos do País.

O movimento popular nas ruas, em protestos contra tudo e contra todos, desgastou a imagem de quem ocupa os podres poderes republicanos. Só duas figuras – uma política com ambições claramente eleitorais e outra aparentemente sem tal vontade – escapam do hiper desgaste: Marina Silva e Joaquim Barbosa. Até Aécio Neves, por ser senador, ostenta hoje quase 50% de rejeição – conforme o mesmo levantamento reservado que ratificou o inferno astral da classe política brasileira.

Marina ainda pode ainda sofrer as consequências de uma rejeição ao seu passado petista – o que a atrapalharia na corrida sucessória ao Palácio do Planalto. Barbosa não é alternativa para suceder Dilma, já que ele mesmo jura (sempre que pode) que não tem pretensões eleitorais. Eduardo Campos, governador pernambucano que sempre foi aliado do desgastado governo, também é um nome que não decola com facilidade. Para 2014, segundo as pesquisas, está escancarado um perigoso “vazio eleitoral”, com extrema carência de opções competitivas.

O tal “vácuo de alternativas eleitorais” é extremamente perigoso. Faltando ainda uns 18 meses para Dilma terminar seu mandato – e a pouco mais de um ano para o primeiro turno eleitoral de 2014 -, os sinais de ingovernabilidade se acentuam. A relação política do governo com seus aliados no Congresso é uma tragédia de conflitos. A economia começa a derrapar, com a falta de clareza de uma política econômica que faça o Brasil crescer sem risco de inflação e sem aumentar juros. Tudo fica pior com a percepção negativa de quem saiu para protestar e ainda não viu nada melhorar concretamente.

O endividamento das famílias assusta todo mundo. A carestia é evidente. Quem sai para fazer qualquer compra ou precisa de algum serviço urgente percebe, imediatamente, o quanto tudo está mais caro. Com o custo de vida aumentando, sobra cada vez menos dinheiro para pagar aquilo que foi adquirido pela via do endividamento.

Assim, a maioria assalariada sofre para pagar o cartão de crédito, cobrir o cheque especial ou honrar o empréstimo (feito a taxas e juros draconianos) com os bancos e financeiras – instituições que ganham sempre, apesar de qualquer crise. E o desgaste fica ainda pior na hora da compra, já que as notas fiscais expõem o quanto somos roubados em impostos que não retornam socialmente em efetivos serviços públicos de qualidade.

Nesse cenário de negativismo político-econômico, aprofunda-se o desgaste daquela que deveria ser a “líder do Brasil”. Dilma tem claras dificuldades de governar. Curiosamente, não parece existir qualquer “golpe” armado para derrubá-la ou tirá-la do poder – como aconteceu no Paraguai ou no Egito, por exemplo. Mas fica no ar a sensação de que ninguém aguenta mais a Dilma – e por extensão a classe política – fazendo cacas na gestão do Brasil.

Nessa conjuntura, surge sempre a pergunta: Quem pode nos salvar? A resposta não é o Chapolim Colorado. Também não parece ser a Legião Verde-Oliva – embora ela sempre os guardiões da Defesa Nacional sejam sempre evocados nos momentos de grave crise institucional (ciclicamente repetidos na História do Brasil onde nunca houve Democracia de verdade).

O grande perigo concreto é: O que pode surgir nesse cenário de aparente vácuo institucional, com total falta de credibilidade dos políticos tradicionais para o gerenciamento de soluções urgentes?

A resposta ainda não é clara. Mas uma certeza é evidente. Simplesmente tirar a Dilma da Silva do poder, pela via de algum impeachment ou golpe mais radical, não soluciona nosso problema.

Ou alguém acha que trocá-la pelo vice Michel Temer, ou pelos homens do Congresso, ou até pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, resolverá alguma coisa, concretamente?

O Brasil vive um momento delicadíssimo como Nação. Bagunçado institucionalmente, com seus três poderes desgastados por incompetência, falta de projeto viável ou muita corrupção, e agora com o povo insatisfeito e saindo às ruas para reclamar até da própria sombra, não se sabe aonde o País vai parar.

Duas coisas são bem claras. Primeiro, a confusão é mundial, globalizada. Segundo, todos os problemas vividos hoje, pelos diferentes países e regiões, são gerados pelo globalitarismo daquilo que alguém chamou de “Nova Ordem Mundial”.

Uma superestrutura (ou organização político-administrativa), controlada por uma Oligarquia Financeira Transnacional, continua mandando no destino das nações, interferindo na soberania dos diversos Estados Nacionais. O caos a que assistimos agora é o rearranjo deste sistema de poder globalitário.

Se os segmentos esclarecidos da sociedade brasileira não perceberem que já passamos da hora de definir um Projeto de verdade para o Brasil, para que sejamos uma Nação soberana e rumo ao real desenvolvimento, as mudanças em curso só vão nos consolidar como a velha e rica colônia de exploração, mantida artificialmente na miséria e sob controle, para deleite do sistema globalitário.

Portanto, qualquer discussão de soluções para o Brasil não passa pelo mero debate ideológico, eleitoral, mas sim por uma discussão realmente Política que defina, claramente, para onde o Brasil deseja ir – ou se, por comodismo histórico, é mais prático ficar no mesmo lugar de agora...

Qualquer outro debate, sem a definição clara do rumo que se deseja ou se precisa tomar, é pura perda de tempo... As soluções efetivas dependem de conceitos corretos e muita fé, para consertar a bagunça e fazer as coisas certas, democraticamente.

 Jorge Serrão
Colaboração do Ir. Giuseppe D'Agostino
 Colaboração: Ir João Miranda - Or. de Taubaté/SP

 
Aula de Direito

Uma manhã, quando o novo professor de "Introdução ao Direito" entrou na sala, a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:
- Como te chamas?
- Chamo-me Juan, senhor.
- Saia de minha aula e não quero que voltes nunca mais! - gritou o professor.

Juan levantou-se, recolheu suas coisas e saiu da sala. Todos estávamos assustados e indignados, porém ninguém falou nada.

- Agora sim! - e perguntou o professor - para que servem as leis?...
Seguíamos assustados, porém pouco a pouco começamos a responder à sua pergunta:
- Para que haja ordem na sociedade.
- Não! - respondia o professor.
- Para cumpri-las.
- Não!
- Para que as pessoas erradas paguem por seus atos.
- Não!!
- Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?!
- Para que haja justiça.
- Até que enfim! É isso... para que haja justiça.
E agora, para que serve a justiça?
- Para salvaguardar os direitos humanos...
- Bem, que mais? - perguntava o professor.
- Para diferenciar o certo do errado... Para premiar a quem faz o bem...
- Ok, não está mal, porém... respondam a esta pergunta: - agi corretamente ao expulsar Juan da sala de aula?...
Todos ficamos calados, ninguém respondia.
- Quero uma resposta decidida e unânime!
- Não!! - respondemos todos a uma só voz.
- Poderia dizer-se que cometi uma injustiça?
- Sim!!!
- E por que ninguém fez nada a respeito?
Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las? Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos. Não voltem a ficar calados, nunca mais!

- Vá buscar o Juan - disse, olhando-me fixamente.
Naquele dia recebi a lição mais prática no meu curso de Direito.
Quando não defendemos nossos direitos perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia.


          "O PREÇO A PAGAR PELA TUA NÃO PARTICIPAÇÃO NA POLÍTICA É SERES GOVERNADO POR QUEM É INFERIOR".- PLATÃO (C. 428 - 347 A.C.)


sexta-feira, 12 de julho de 2013

QUALQUER SEMELHANÇA É MERA COINCIDÊNCIA!



Meu Tio Tonico


Colaboração: Dr Francisco Tortorelli

Meu tio Tonico estava bem de saúde,até que sua esposa, minha tia Marocas, a pedido de sua filha, minha prima Totinha, disse:

- Tonico, você vai fazer 70 anos, está na hora de fazer um check-up com o médico.
- Para quê, estou me sentindo muito bem!
- Porque a prevenção deve ser feito agora, quando você ainda se sente jovem, disse minha tia.

Então meu tio Tonico foi ver um médico. O médico, sabiamente, mandou-o fazer testes e análises de tudo o que poderia ser feito e que o plano de saúde cobrisse. Duas semanas mais tarde, o médico disse que os resultados estavam muito bons, mas tinha algumas coisas que podiam melhorar. Então receitou:

- Comprimidos Atorvastatina para o colesterol
- Losartan para o coração e hipertensão,
- Metformina para evitar diabetes,
- Polivitaminas para aumentar as defesas.
- Norvastatina para a pressão,
- Desloratadina em alergia.

Como eram muitos medicamentos, tinha que proteger o estômago, então ele indicou Omeprazol e um diurético para os inchaços. Meu tio Tonico foi à farmácia e gastou boa parte da sua aposentadoria em várias caixas requintadas de cores sortidas. Nessas alturas, como ele não conseguia se lembrar se os comprimidos verdes para a alergia deviam ser tomadas antes ou depois das cápsulas para o estômago e se devia tomar as amarelas para o coração antes ou depois das refeições, voltou ao médico. Este lhe deu uma caixinha com várias divisões, mas achou que titio estava tenso e algo contrariado. Receitou-lhe, então, Alprazolam e Sucedal para dormir.


Naquela tarde, quando ele entrou na farmácia com as receitas, o farmacêutico e seus funcionários fizeram uma fila dupla para ele passar através do meio, enquanto eles aplaudiam. Meu tio, em vez de melhorar, foi piorando. Ele tinha todos os remédios num armário da cozinha e quase já não saia mais de casa, porque passava praticamente todo o dia a tomar as pílulas. Dias depois, o laboratório fabricante de vários dos remédios que ele usava, deu-lhe um cartão de “Cliente Preferencial”, um termômetro, um frasco estéril para análise de urina e lápis com o logotipo da farmácia.

Meu tio deu azar e pegou um resfriado. Minha tia Marocas, como de costume, fez ele ir para a cama, mas, desta vez, além do chá com mel, chamou também o médico.  Ele disse que não era nada, mas prescreveu Tapsin para tomar durante o dia e Sanigrip com Efedrina para tomar à noite. Como estava com uma pequena taquicardia, receitou Atenolol e um antibiótico, 1 g de Amoxicilina. A cada 12 horas, durante 10 días. Apareceram fungos e herpes, e ele receitou Fluconol com Zovirax. 

Para piorar a situação, Tio Tonico começou a ler as bulas de todos os medicamentos que tomava, e ele ficou sabendo todas as contra-indicações, advertências, precauções, reações adversas, efeitos colaterais e interações médicas.  Leu coisas terríveis. Não só poderia morrer mas poderia ter também arritmias ventriculares, sangramento anormal, náuseas, hipertensão, insuficiência renal, paralisia, cólicas abdominais, alterações do estado mental e um monte de coisas terríveis. Com medo de morrer, chamou o médico, que disse para não se preocupar com essas coisas, porque os laboratórios só colocavam para se isentar de culpa.

- Calma, seu Tonico, não fique aflito, disse médico, enquanto prescrevia uma nova receita com um antidepressivo Sertralina com Rivotril 100 mg. E como titio estava com dor nas articulações deu Diclofenac.


Nessa altura, sempre que o meu tio recebia a aposentadoria, ia direto para a farmácia, onde já tinha sido eleito cliente VIP. Chegou um momento em que o dia do pobre do meu tio Tonico não tinha horas suficientes para tomar todas as pílulas, portanto, já não dormia, apesar das cápsulas para a insônia que haviam sido prescritas. Ficou tão ruim que um dia, conforme já advertido nas bulas dos remédios, morreu.  No funeral tinha muita gente mas quem mais chorava era o farmacêutico.


Agora tia Marocas diz que felizmente mandou titio para o médico bem na hora, porque se não, com certeza, ele teria morrido antes.

Este e-mail é dedicado a todos os meus amigos, sejam eles médicos ou pacientes!


Qualquer semelhança com fatos reais será “pura coincidência”

segunda-feira, 8 de julho de 2013

INTELIGÊNCIA

        
Em todos os tempos, os vencedores sempre foram os que estavam melhores informados para tomarem decisões oportunas e rápidas. Nos tempos passados, são célebres nomes de espiões, como Marta Hari e outros que buscavam informações para seus países. São célebres, no mundo, os serviços de informações dos USA, Rússia, Inglaterra e outros. Durante a II Guerra Mundial, são cantados loas as decifrações dos códigos alemães e japoneses.

O Serviço de Informação, em qualquer parte do mundo tem como dever levar à autoridade a quem serve, tudo que consegue e sabe. A decisão é de inteira responsabilidade do chefe. Quem recebe informação precisa saber que elas podem ser positivas ou negativas. Quando acontecem desastres como o das Torres Gêmeas ou da bomba de Bóston, o Serviço de Informação falhou e cabe ao governo assumir o erro. Não adianta dizer que não sabe.
         
No nosso País não se dá importância ao Serviço de Informação, que é de capital importância para as decisões do governo. Um exemplo clássico de ineficiência do serviço é quando o Ex- Presidente da República afirmou que não sabia nada do Mensalão. Se não sabia, deveria ter demitido o chefe do serviço, pois o Presidente não podia ser surpreendido com tão grave crime. E se o serviço avisou e não foram tomadas providências, aí é o caos e o Presidente passa a ser  conivente. Em se falando, sobre a           Operação Porto Seguro, comentada no site:    http://www.youtube.com/watch?v=uFOAYIYg8TE, ainda é mais grave. A senhora Rosemary viajou, irregularmente,  no avião presidencial. É crime. Se o serviço tinha conhecimento, não há a menor dúvida da caracterização de violação da Lei Penal e chegando ao conhecimento  do presidente, o fato reveste-se de uma maior gravidade.  Todos os viajantes cometeram crime por não comunicarem à  autoridade competente aquela lamentável ocorrência. Tudo, às claras,   todos devem ser denunciados à justiça, pois foram coniventes.

A Exma. Sra. Presidente foi surpreendida com a vaia no Maracanã? Foi avisada da possibilidade pelo Serviço de Informação? Ela sabia ou não da explosão das passeatas que foram feitas pelo Brasil, afora? Ela sabia do descontentamento do povo brasileiro? Caso soubesse, a responsabilidade seria, exclusivamente, dela. E se não tivesse conhecimento do mesmo,  a responsabilidade  seria do Serviço de Informação. Em qualquer caso,  os erros são de responsabilidade do governo.
        
Como não foi ninguém demitido do Serviço de Informação, podemos deduzir que a Presidente sabia de tudo e ela passa a ser a única responsável. Como nenhuma medida foi tomada para que fosse evitado  tanto prejuízo para a população brasileira, conclui-se que são  do interesse do governo as passeatas, as badernas, etc. para que, assim, tenha o governo possibilidade de criar um clima de apreensão e tentar partir para um sistema político tipo Chavez, onde o PODER POLÍTICO ficará em mãos da PRESIDENTE.

O BRASIL CORRE PERIGO. O PODER E O DINHEIRO NAS MÃOS DO GOVERNO. PLEBISCITO É FARSA. É GOLPE. É SÓ CUMPRIR A LEI E TUDO SERÁ SALVO! ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº12 58 93. Cartório do 1º Registro de Títulos e Documentos, em Fortaleza.  Somos
1.837 civis – 49 da Marinha -  479 do Exército – 51 da Aeronáutica; 2.416

Ir Torres de Melo

“A VERDADE É O ÚNICO TERRENO SEGURO QUE PODEMOS PISAR”
 ELIZABETH CADY STANTON (1815 – 1902)
"A VERDADE NUA E CRUA”
Se a Presidente não sabe, o SERVIÇO DE INTELIGÊNCIA está  PÉSSIMO E O MINISTRO DA SAÚDE, PIOR, ainda.
Sr Padilha e Sra Dilma, esta é a minha unidade de saúde UBS Itaipuaçu - Maricá-RJ, há 6 anos governada pelo seu partido. É uma casa adaptada com infiltrações e mofo. Quando chove, cai água nas salas de atendimento, o arquivo médico é inundado e os prontuários, também....Falta de tudo, desde as luvas,  passando pelos remédios básicos, mas, sobrando dedicação, com um salário bruto de R$ 1.200,00 ( HUM MIL E DUZENTOS REAIS ) Sabe, Padilha/Dilma, não falta médico que queira fazer saúde pública; isto é mais uma das mentiras de sua ditadura da informação, onde o governo
apoia-se, na premissa de "UMA MENTIRA REPETIDA MIL VEZES, TORNA-SE  
VERDADE". O ventilador de teto da minha sala não funciona;   a  minha sala
de atendimento  possui um,   de teto; mas, não funciona, servindo, 
apenas, de enfeite e de muito mau gosto. No verão das regiões litorâneas, beira a temperatura os 42 graus; a água potável é disponibilizada à temperatura ambiente (Itaipuaçu do seu governo não possui rede de água e esgoto). Já prescrevi as medicações em qualquer tipo de papel, por falta de receituário oficial. Apesar de tudo, trabalho e  esforço-me, bastante. Em Maricá a saúde foi devastada pelo atual governo, o aparelho de RX está quebrado há 1 ano. O ecocardiograma e ultra-som foram roubados (SIC Gestor Público), ECG funciona durante 1 mês e fica de 3 a 4 meses,  em manutenção.
Há 8 meses,  temos a debandada de especialistas, devido ao salário irrisório, sem benefÍcios legais (férias, décimo-terceiro salário, horas extras, insalubridade, etc). Perdemos os endócrino, cárdio, reumato, oftalmo, neuro, nefro, pneumo, ortopedista, etc. Então Padilha/Dilma, a saúde pública que os Srs. querem oferecer à população mais humilde é esta?
As suas mentiras não vão conseguir se sustentar por tanto tempo...
"Não faltam médicos! Falta governo!"
médico Dr Carlos França, de Maricá-RJ!
Sou médico do SUS, não fujo à luta... Mas não faço milagres, sem infra-estrutura

domingo, 7 de julho de 2013

' PÁTRIA MADRASTA VIL'



REDAÇÃO DE ESTUDANTE CARIOCA VENCE CONCURSO DA UNESCO COM 50.000 PARTICIPANTES


Tema:'Como vencer a pobreza e a desigualdade'

Por Clarice Zeitel Vianna Silva

UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro - RJ



' PÁTRIA MADRASTA VIL'



Onde já se viu tanto excesso de falta? 
Abundância de inexistência... 
Exagero de escassez... 
Contraditórios? 
Então aí está! 
O novo nome do nosso país! 

Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL. 
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade. 

O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de contradições. 
Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe gentil', mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. 

Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil, está mais para madrasta vil. 
A minha mãe não 'tapa o sol com a peneira.' 
Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.



E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. 
Ela me daria um verdadeiro pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. 

A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade.
Uma segue a outra... 
Sem nenhuma contradição! 

É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem! 
A mudança que nada muda é só mais uma contradição. 
Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. 
E a educação libertadora entra aí. 
O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. 
Não aprendeu o que é ser cidadão. 

Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. 
As classes média e alta - tão confortavelmente situadas na pirâmide social - terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)... 
Mas estão elas preparadas para isso? 

Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra? 
De que serve uma mãe que não afaga? 

E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona? 
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. 
Cada um por todos. 

Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente... Ou como bicho?




Premiada pela UNESCO,Clarice Zeitel Vianna Silva, 26, estudante que termina Faculdade de Direito da UFRJ em julho, concorreu com outros 50 mil estudantes universitários. Ela acab a de voltar de Paris, onde recebeu um prêmio daOrganização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO)por uma redação sobre 'Como vencer a pobreza e a desigualdade.'A redação deClariceintitulada'Pátria Madrasta Vil',foi incluída num livro, com outros cem textos selecionados no concurso. A publicação está disponível no site daBiblioteca Virtual da UNESCO.