sábado, 30 de março de 2013

MOMENTO HUMOR


Comunicado importante nº 3433

Chapa: Branca

AhAhAhAh!!!!
"Comunicamos que a notícia veiculada por adversários de outras chapas, divulgando a todos os ventos que nossa chapa não mais estaria inscrita, é inverídica, isto porque, a frágil e estranha decisão de todas as estâncias ainda é carecedora de fundamentos... conversaremos com o Papa Francisco para que possa reverter..."

Sem Justiça, sem legalidade e sem legitimidade não existe vitória.
                                                           Salomão da GLESP

MENSAGEM & APOIO


Querido Ir.'. Edson

Felicito-o pelas matérias do Blog Pela Ordem, pela coragem, discernimento e posicionamento. Meu apoio total à candidatura de nosso Ir:. Antonio Carlos e votos de feliz Páscoa a você e familiares.
  
Ir.'. Giuseppe D'Agostino

sexta-feira, 29 de março de 2013

MENSAGEM


Meus Irmãos do Blog


A propósito da nossa publicação no Blog Pela Ordem, conforme abaixo, apresento esta ideia: Façamos um PACTO em todo o Estado de São Paulo. Caso a Chapa do Irmão Ronaldo Fernandes vá bater às portas da Justiça Profana, que NENHUM IRMÃO MAÇOM DO ESTADO VOTE NA REFERIDA CHAPA, pois, além de estar adotando expediente extremamente danoso à Maçonaria Paulista, já utilizado por CANALHAS DE AVENTAL em tempos recentes, estarão TODOS OS IRMÃOS DA CHAPA a violar o JURAMENTO SOLENE PRESTADO PERANTE O ALTAR DOS JURAMENTOS e cujas consequencias todos conhecemos.


Meus Irmãos do Estado de São Paulo, façamos um pacto silencioso e consciencioso: Se os Irmãos que ERRARAM quanto ao cumprimento da Constituição no caso da inscrição da sua Chapa forem questioná-la perante a "Justiça Profana" (uso aqui como termo maçônico), QUE NENHUM IRMÃO DO ESTADO VOTE NESSA CHAPA, como punição contra a desobediência dos Princípios insculpidos na própria Constituição da GLESP e por violação ao JURAMENTO feito com a mão direita sobre o Livro Sagrado, quando foram iniciados.
É muito simples: NÓS MAÇONS TEMOS O PODER DO VOTO. NÓS OS COLOCAREMOS EM SEUS LUGARES. MAÇONS QUE INSISTEM EM QUEBRAR O JURAMENTO DEVEM TER SUAS LÍNGUAS CORTADAS, ou seja, NÃO VOTEMOS NA CHAPA PARA QUE, COMO QUE COM SUAS LÍNGUAS CORTADAS NÃO POSSAM DIVULGAR SUAS IDEIAS CONQUISTADAS PELA ILEGALIDADE.


Ir. André Luiz S. Andrade

SUJEIRA II



A Justiça e a Legalidade afetam aqueles que querem denegrir nossa instituição e mais uma vez, de maneira rasteira e suja, como aqueles que chafurdam na lama, criaram página no Face Book, Blog, e Fórum de Debates até email com final glespsp, com o nome de Salomão da GLESP, tudo falso! Se aproveitam da credibilidade conquistada pelas informações que vem conscientizando os Irmãos.
       
Debates são para os legítimos candidatos que precisam expor seus projetos e planos para uma nova gestão, para que os irmãos possam se informar e analisar para concretizar seu voto.
        
O grande objetivo estamos conquistando, incomodar e desmascarar aqueles que querem manipular. Continuaremos nesta luta sem trégua a favor da democracia legal e legitima, esclarecendo, advertindo e comunicando, para que todos possam fazer a melhor escolha. 
      
Muito CUIDADO - não entrem em blogs, páginas, fóruns de debates e email com final glespsp, com nome de Salomão da GLESP ( todos falsos)  e não coloquem suas senhas.

                                              Salomão da GLESP    

quinta-feira, 28 de março de 2013

FESTA DA DEMOCRACIA!





Parabéns ao Tribunal Eleitoral Maçônico que não sucumbiu às pressões externas e ratificou sua posição de legalidade, legitimidade e justiça em relação à homologação das chapas para o próximo pleito na Glesp.

O sentimento de alegria transborda ao saber que teremos a oportunidade de ver todos os irmãos praticando a democracia limpa e transparente no estado de São Paulo nas próximas eleições no dia 08 de Maio DE 2013. 


Diferente de magníficos discursos dos integrantes da naufragada "chapa branca", eles inconformados, insistem ainda em questionamentos  e medidas  descabidas em matéria vencida! Parece que tentam bloquear uma chapa porque temem algo! O que seria? Será porque o Ir Antonio Carlos tem vivência e experiência com auditoria na vida profana, tendo sido responsável por setores de controle das licitações e das finanças do município de Cubatão? Sera? Vai saber! Enquanto os  incomodados jogam pedras tentando bloquear o caminho da democracia... nós desbloqueamos!

Salomão da GLESP

quarta-feira, 27 de março de 2013

2º PRONUNCIAMENTO DOS CANDIDATOS



"O Grande Orador Adjunto tem acento nas reuniões ordinárias do Tribunal, por dever de oficio, nas extraordinárias, ele comparece, mediante intimação do próprio Tribunal Eleitoral. No entanto o parecer do Grande Orador Adjunto, não é obrigatoriamente seguido pelo Tribunal que pode manter a sua decisão. Então o parecer do Grande Orador Adjunto não tem competência para reformar a decisão do Tribunal. Nem mesmo para cancelar a reunião decisória do Tribunal, que cumpriu os seus deveres constitucionais. Não é necessário que a divulgação seja feita em Assembléia, o que exima a convocação de Assembleia Extraordinária, para tal fim. 

A simbologia da Acácia, adotada pela doutrina, na maçonaria enseja que o maçom, como aquela árvore nunca verga. Temos confiança extrema nos ensinamentos ministrados aos irmãos que compõem o Tribunal Eleitoral Maçônico, neste momento em que todos os holofotes estão voltados para eles, sem duvida alguma exclamarão com galhardia e honra em prol da Grande Loja: não faltarei a minha missão... pois honraremos a historia e o destino dos Tribunais Maçônicos, em prol do fortalecimento, do respeito a historia da nossa potencia e principalmente por respeito e amor aos obreiros que integram os quadros das mais de 700 lojas, que aspiram ver triunfar a verdade, para honra e gloria da maçonaria brasileira. 

Do Aprendiz ao Grão Mestre, todos se orgulharão, e respeitarão com mais afinco doravante os Tribunais Maçônicos."

Ir. José Renato dos Santos

-o0o-

"Nosso Egrégio Tribunal Eleitoral Maçônico age com serenidade no seu ofício constitucional. Homens experimentados nos tribunais da vida profana, nos nobres exercícios da magistratura, da promotoria e da advocacia, não se intimidaram ante atitudes arbitrárias enfrentadas na recente assembleia de Araraquara. Nosso Ir. Eurípede, apesar do constrangimento sofrido, não se constrangeu, engano nosso, simplesmente se resignou, e como pessoa de moral superior, dá no tempo certo sua resposta, a definitiva e imutável decisão do Tribunal Eleitoral Maçônico que preside: Que apenas duas chapas concorrem na eleição de 08/05/2013 - a Chapa Renovação, Experiência e Conhecimento e a Chapa Romã, estando em condições regulares para a próxima eleição os candidatos Ir. Antonio Carlos de Souza e Ir. José Renato dos Santos. 

O que fica registrado é que podemos confiar em nossos tribunais, que eles continuam sendo portos seguros contra a iniquidade, que está assegurada a ordem jurídica  e está garantida a perenidade de nossa instituição. Estamos satisfeitos com a consolidação de independência do judiciário que tem ministros que são maçons de verdade, irmãos focados, íntegros e preparados  para responder com justiça às demandas que lhes confiamos.

Temos de nos espelhar nesse judiciário forte e independente para fazer do poder executivo algo tão bom como nossos três tribunais, e ir além, fortalecer também nosso legislativo na figura dos Veneráveis Mestres nas assembleias legislativas, aumentando  a atuação das Lojas de legislar, pouco expressiva hoje, mas que terá de mudar se quisermos mais participação de todos, mais projetos, e mais democracia. Com lojas exercendo fielmente seu papel legislativo, garantiremos sempre a menor intervenção do executivo, mais equilíbrio e atuação dos três poderes.

 Há um rearranjo perigoso quando um dos poderes se contrai... os outros podem ocupar indevidamente mais espaço!"

Ir. Antonio Carlos de Souza

terça-feira, 26 de março de 2013

Ressurreição versus aborto



Domingo de Páscoa. O ponto culminante da Semana Santa vem aí. É um dia especial de confraternização entre as famílias. Muito além dos festejos, a data comemora o maior dos milagres, a Ressurreição de Jesus, o Cristo Ecumênico, o Divino Estadista.
Firmado nesse marco histórico e na esperança de vida em abundância que ele acendeu nas Almas, invoco aos seres humanos misericórdia pelos inocentes no útero materno, direito adquirido no instante da concepção e, espiritualmente, antes mesmo dela.
Nem é preciso buscar argumentos religiosos para essa defesa. Basta o testemunho da biomédica dra. Lílian Piñero Eça, Ph.D. em biologia molecular pela Universidade Federal de São Paulo (USP), presidente do Instituto de Pesquisa de Células-Tronco e diretora científica do Centro de Atualização em Saúde. Ela afirma com conhecimento de causa que “o início da vida humana é o encontro do espermatozoide e do óvulo. Ali se formam as células-tronco embrionárias, que darão origem ao ser humano; são intocáveis. Lá temos todas as proteínas e a sinalização para o futuro cérebro, as perninhas, os bracinhos”. (...)
Realmente, o próprio avanço científico apresenta-nos a consciência de que o aborto é impraticável do ponto de vista ético e, acima de tudo, humano.
Faço votos de que o divino significado de Jesus ressurreto renove e ilumine o respeito que devemos à vida em todos os seus estágios.

SOS CALAMIDADES
O sofrimento das criaturas nos comove muito. Sempre queremos realizar algo para, pelo menos, diminuir os fardos que elas carregam. Agora mesmo, nas cidades de Petrópolis e Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, mobilizamos esforços, com a campanha “LBV — SOS Calamidades”, no socorro da população afetada por fortes chuvas. A iniciativa tem como parceiros a Super Rádio Brasil (940 AM); o Mega Box Atacadista; o Grupo Ancar; o Centro Universitário Augusto Motta (Unisuam); a Polícia Militar, por meio da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP Fazendinha); e o Portal do Vale Tudo.
A LBV em Petrópolis e na capital carioca são postos de arrecadação. Dentre os itens mais solicitados estão: água potável, alimentos não perecíveis, materiais de higiene pessoal e limpeza, fraldas geriátricas e infantis. Para outras informações, acesse www.boavontade.com.
Faça parte desse time de solidariedade. Desde que foi criada, em 1º de janeiro de 1950, pelo saudoso radialista Alziro Zarur (1914-1979), a LBV vem demonstrando que é possível, pelo Ecumenismo dos Corações, trabalharmos por um Brasil melhor e por uma Humanidade mais feliz.

ARIEL PALACIOS
“Os Argentinos”, livro de autoria do jornalista Ariel Palacios, foi lançado no Rio de Janeiro na última quinta-feira (21/3). O autor é correspondente da GloboNews e do jornal “O Estado de S. Paulo” em Buenos Aires, onde atua desde 1995.
Deixo aqui meu agradecimento a ele pela fraterna dedicatória que recebi em um exemplar da sua obra: “Ao querido Paiva Netto, figura essencial da sociedade brasileira. Com admiração e afeto, abraços, Ariel. 21/03/13 – Rio”.
José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade.com 

domingo, 24 de março de 2013

INDAGAÇÕES E RESPOSTAS!

MENSAGEM DO IR. PAULO BICUDO
Irmão Edson Monteiro
Saúde

Respondo por mim, pessoalmente, sem qualquer envolvimento de Respeitável Loja.

Tenho acompanhado o andamento pré eleitoral e o vejo com muita tristeza, sou iniciado na Sublime Instituição desde 1.970, fundei várias lojas e nos dias atuais me sinto diminuído pelo comportamento dos homens que dentro dela estão, todavia não cuidam da preservação da união entre eles, encontro sempre falta de discernimento quanto à Instituição que ingressaram. Lembro-lhe do texto contido no livro de Gênesis, capítulo 6:9 onde constam letras juntadas entre si e que nos dá conta de que Noé era um Homem Justo e Perfeito diante de Deus.

Me ajude Monteiro a encontrar dentro da nossa Instituição homens da qualidade de Noé.

Daí então, me curvarei diante deles e somarei fileiras com eles. De momento, não posso aceitar comentários tantos quantos chegam ao meu conhecimento, os quais me parecem ter objetivo de confundir nosso Povo Maçônico, formando-se grupos que não dizem a que vieram, nem mesmo apareceram diante de minha pessoa com obras que realizaram ou ainda fazem, então pergunto-lhe?

1.Sempre soube que os Maçons são pedreiros livres, é isso?
2.E o que construíram, ou estão construindo?
3.Se encontramos pessoas nas ruas famintas, desempregados, semi-analfabetos, órfãos desamparados, viúvas nossas cunhadas sem nenhuma orientação do que fazer agora que estão viúvas, algumas lojas se dignaram a visitarem mais fraterna e ou assistencial, orientando a medida do possível, como procederem no caso de falecimento de um membro como sendo a ausência de irmãos que partiram sem mais aviso?
4.Fala-se muito em ritualística, jantares ritualísticos, mas, praticam o que pregam?

Sabe Monteiro, infelizmente a tão sublime instituição maçônica sofre um tsunami de vaidade e se esquecem que esse termo bem traduzido nos diz... vai...idade.

Não se zangue, conscientize-se. Não  participo de movimentos partidários, ainda mais quando se trata ser dentro da mesma Instituição. Convivendo nessa sublime instituição aprendi reconhecer os irmãos mais pobres e menos pobres de entendimentos, sendo que muitos se perdem no emaranhado da volúpia da vaidade sem primeiramente se avaliar se estão aptos e prontos para assumirem posições estranhas à capacidade administrativa de quaisquer Instituição de grande porte.

Não conte comigo meu caro Monteiro, posto que sou governado pela sã Consciência Religiosa e não por movimentos alusivas às Paixões fátuas. Me desculpe, e entendo seus propósitos e seus princípios, porém, entendo que  primeiramente deve-se cuidar melhor conceito da maçonaria externamente, considerando-se que já está muito desgastada pelos fatos que se toma conhecimento toda semana, desgraçadamente...

Boa sorte em sua caminhada e que realmente O Senhor do Universo o Ilumine e guarde.
Bicudo  

-o0o-

Resposta ao Ir. Bicudo

Querido Irmão Paulo Bicudo

Também respondo sem   envolvimento de Loja, até porque hoje estou numa espécie de "umbral"... permaneço regular mas sem Loja! Não entendeu? Pois explicarei isso a seguir e também tentarei responder às suas indagações.

A prática do "cala-boca" 
Primeiro irmão, desejo esclarecer que não sou o anônimo que se identifica em nossas matérias como "Salomão da GLESP"; sua mensagem foi transmitida ao email do tal  "Salomão", pois você acredita ser meu codinome, mas esse anônimo me retransmitiu seu email pelo mesmo canal que ele manda as matérias para nossa publicação. Não conheço a pessoa que subscreve com tal pseudônimo, mas recebo suas matérias com prazer porque são criativas, interessantes e não ferem o regulamento do gmail nem as leis do país. Recebo e publico matéria de todos, anônimos ou não, estejam do lado que estiverem nas discussões em foco, desde que se enquadrem nos pré-requisitos regulamentares e legais. 

Isto posto, vamos às suas indagações que são muito pertinentes. Neste blog "Pela Ordem - Os Irmãos com a Palavra", como sugere o nome do site, é espaço para o exercício da livre expressão da  palavra, coisa preciosa entre nós, mas que infelizmente, está rara em nosso meio nos últimos tempos... exemplo gritante, triste e muito recente, foi o  cerceamento da palavra do Ir. Eurípede Vital Junqueira, presidente do TEM, na última Assembleia no Oriente de Araraquara. Essas atitudes de "cala-boca" têm sido o práxis dessa administração da GLESP... por causa disso me vejo envolvido em processos em dois tribunais da GLESP: no Superior Tribunal Maçônico e no Tribunal Maçônico de Recursos.

Cansados, resolvemos criar um espaço livre e isento que veiculasse as críticas pertinentes e verdadeiras da máquina administrativa, que desse vez à salutar oposição que nunca teve foro para debater e divulgar seus pontos de vista. Até antes deste blog, só tínhamos o periódico que virou aparelho político: o boletim "Grande Loja em destaque". 

Tentam me expulsar da GLESP procurando me enquadrar em face das críticas à atual administração. É verdade que ataque pessoal foi feito há 2 anos atrás, não precisava, não deveria, mesmo não se justificando, retratações foram feitas em dois momentos, uma na matéria "MENSAGEM" postada em 30/01/2012, basta consultar neste blog nessa data (ou pelo link http://www.pelaordem.com/2012/03/mensagem-ao-grao-mestre.html) e outra em carta juntada aos processos, não acatadas... a intolerância não permite, o rancor não deixa!


Historinha difícil de acreditar
Há quase dois anos, em reunião em seu gabinete com irmãos da oficina que ajudei fundar, o SERENÍSSIMO, em razão das minhas manifestações neste blog, fez a seguinte AMEAÇA: dissolveria nossa loja provisória a menos que eu me desligasse espontaneamente  do quadro, e se eu recusasse, que a loja me expulsasse. Isso mesmo, coagiu a Loja. Resultado: fui expulso!

O Ven. de outra oficina, inteirado dos fatos, foi até essa Loja, pegou com o Ven. de lá o documento necessário para proceder à minha filiação nessa outra Loja, isso em menos de 1 mês da publicação desse documento, e com aprovação dos seus obreiros, deu entrada à minha filiação, tempestivamente. Resultado: nenhuma respostas aos vários oficios enviados à GLESP, até que fora publicada o indeferimento de minha filiação.

Tudo isso sem processo maçônico, sem coberturas, sem nada! E assim ficou, conforme o SERENÍSSIMO prometeu a irmãos em seu gabinete: "que enquanto ele estivesse na GLESP eu não voltaria à maçonaria!" - tenho testemunhas!

O SERENÍSSIMO poderia, à época, ter tomado atitude dentro da legalidade, instrumentos para isso tinha, mas preferiu agir nos bastidores, coagindo, constrangendo, obrigando irmãos de uma loja a expulsar integrante que nenhuma restrição tinha entre os seus.

Como meu pedido de filiação foi posto dentro do prazo regulamentar, e nenhum motivo legal dentro dos tribunais me impediam a filiação, entrei com ação no STM para que a filiação ocorresse. Essa ação, depois de quase 18 meses, tramita na justiça maçônica.

O SERENÍSSIMO, só depois da ação no STM, move em retaliação, ação contra mim no TMR, tentando minha expulsão da Ordem. Esse GM acreditando que pode tudo, se esquiva de minhas reconsiderações quanto ao ataque pessoal, feitos nas duas disposições já citadas, tudo juntado nos dois processos. Apesar disso, entretanto, tenho deixado claro que continuo na oposição ao seu governo e continuo não concordando com atitudes e posicionamentos da atual administração. É meu direito escolher o lado em que me alinho, garantido pelos nossos postulados, e meu direito de expressão garantido pela Constituição Federal.

Aos processos foram juntadas cópias de carta da Loja que me desligou onde é dada notícia do meu afastamento e o motivo; é feita a afirmação de que o fizeram por orientação do GM (nominam a figura) para não prejudicar a loja provisória; fizeram meu desligamento movidos por ameaça do SERENÍSSIMO! Assinam todos os mestres da ocasião, materializando a iniquidade. 

Hoje, nos processos, ele tenta explicar o inexplicável, as arbitrariedades e o excesso cometido por alguém investido no poder e revestido pela aura de Sereníssimo. Mas a justiça prevalecerá...  o mal não vingará. 

Por isso não queremos que essa administração permaneça, que seus seguidores se elejam. Precisamos acabar com essa politicagem e resgatar as práticas transparentes, fraternas e progressistas, base da fundação das Grandes Lojas.

Pela Ordem - O blog

O início deste blog foi bem difícil, e tem sido duro, como se percebe, sofremos represálias, recebemos críticas, muitos antes criam que nossa iniciativa do blog "Pela Ordem - Os Irmãos com a Palavra" não se sustentaria... entretanto, pouco a pouco, o conteúdo das matérias trouxe luz a muitos pontos cegos de demandas dentro de nossa instituição. Hoje muitos colaboram... chegamos a 1000 (mil) acessos diários. Temos cumprido o propósito de ser ferramenta de conscientização e luta dos pedreiros livres que estão tentando acorrentar e amordaçar.


Concluindo
Então querido Ir. Bicudo, posso dizer que sou pedreiro livre, mais um construtor da obra social, não dos melhores, é verdade, tenho ainda muito que aprender. Mesmo às vezes assentando erradamente alguns tijolos, desmancho e refaço o errado, procuro acatar a orientação dos mais experientes e verdadeiros mestres de obra como você, que ponderam, que ensinam a reconsideração, que pregam a tolerância, mas acima de tudo, dão exemplo de vontade e determinação de luta, de trabalho árduo no pátio de obras junto aos pedreiros livres para a obra ficar bem feita, ser honesta, sem defeitos!

Faz parte de nosso aprendizado ter humildade para reconhecer erros e coragem para corrigi-los... trabalhamos em mutirão, ajudando uns aos outros, de sol a sol, à luz do meio dia à meia noite na construção da obra perene que fica, que não seja uma mentira, uma fantasia. Diferentes dos pedreiros livres são os covardes e prepotentes que trabalham nas sombras e que se julgam poderosos com as armas da coação e do constrangimento. 

Quietos nada construímos, críticos, participativos, podemos melhorar as coisas; sozinhos não construímos, juntos edificamos o que desejarmos! O poder não está em um, mas no grupo: juntos somos mais fortes do que qualquer um, seja qual for sua prerrogativa! 

Ir. Edson Monteiro

sábado, 23 de março de 2013

VAMOS AOS FATOS VERDADEIROS!


Queridos Irmãos,

Qualquer maçom tem por obrigação votar no candidato que bem entender, independentemente de suas vaidades ou questões políticas. Só não pode ser enganado.  O Maçom por si só, é formador de opinião e essa deve ser respeitada, pois tem ele o dever de escolher o melhor para a Instituição na qual jurou defender.

O Artigo 113, inciso 1°, da Constituição, diz: "O registro da chapa dos candidatos, que estarão vinculados entre si, far-se-à do dia 1º (primeiro) até o dia 10 (dez) do mês de fevereiro, imediatamente anterior às eleições".

Artigo 114, parágrafo VII, da Constituição, diz: "Não estar exercendo qualquer cargo na Administração da Grande Loja na data do pedido de registro".

Isso posto, vamos aos fatos verdadeiros:

O candidato Ronaldo Fernandes, protocolou na secretaria geral da Glesp, as renúncias (desincompatibilizações dos cargos) dos 5 irmãos com cargo na Glesp e que fazem parte de sua chapa, no dia 08/fev/2013 juntamente com a inscrição de sua chapa. O que fere frontalmente o artigo 114, parágrafo VII da Constituição.

Para justificar esse erro grosseiro e infantil, o Candidato Ronaldo, que demonstra muita falta de conhecimento sobre questões simples do cotidiano da Glesp e seus "correligionários" faltam com a verdade quando defendem teses ainda mais infantis, vulneráveis e sem o menor fundamento jurídico.

Ao se defenderem, tentam ludibriar os IIr. com esparrelas para ocultar a incompetência administrativa que se instalou na Glesp.

Para piorar a situação, os "correligionários" continuam usando aventais e cargos na atual administração, para angariar votos e vender convites para arrecadar fundos para a campanha. Os casos mais graves são dos IIr. Chicão, Gr.Sec.RRel.Interiores, Tadashi, Assessor do Grão Mestre e os Delegados de plantão, sempre oportunistas.

Os argumentos utilizados pelo Candidato Ronaldo são os seguintes:

1) -"O Grão Mestre, Francisco Gomes, publicou o ato das renúncias das 3 chapas inscritas, no dia 08/fev/2013, para que todos pudessem sair no mesmo Boletim Informativo".

Pura balela. O que eles escondem é que as demissões da Chapa do Ir. Antonio Carlos (Bacalhau), foi feita corretamente no dia 07/fev/2013 e do Ir. José Renato não foi apresentada nenhuma renúncia, simplesmente porque não há na chapa, nenhum Ir. com cargo na Glesp. Apenas o candidato Ronaldo errou feio e registrou tudo no dia 08/fev/2013.

2) -"Nós nos consideramos desincompatibilizados dos cargos desde a data da assinatura da prancha de demissão".

Há Sr. Ronaldo, mais uma inverdade, todos usaram os aventais da Glesp até o dia 07/fev/2013, como testemunham as Lojas e os IIr. que foram visitados por integrantes dessa chapa, inclusive posando para fotos que tornaram-se públicas. Aliás partindo desse pífio argumento, há que se considerar então, que outro candidato apareça agora, com toda a documentação datada até 10/fev/2013 e se considere registrado legalmente para participar das eleições em 08/maio/2013, pois assim era a sua intenção e "consideração".

Háháhá... só rindo!

3) -"De fato, protocolamos as renúncias e registramos a chapa no mesmo dia e hora, mas o Tribunal Eleitoral Maçônico se equivocou quando deixou homologar a nossa chapa, pois não observou que tínhamos até o dia 10/fev/2013, domingo de carnaval, quando a Glesp colocou plantão para atender interessados".

Também balela, além de reconhecer que errou, o candidato quer subestimar a inteligência alheia e a desinformação de alguns IIr.

Muito bem meus irmãos, os fatos estão aí para serem analisados e interpretados corretamente por todos. Podemos até sucumbir ao vício das cores dos aventais azuis, mas não podemos ser tolos ou enganados, pois não é assim que se faz maçonaria. Pelo menos não é o que está escrito em nossos Regulamentos e Rituais.

Circulou a informação também, que alguns juízes do Tribunal Eleitoral Maçônico foram procurados afim de mudarem seus votos, com argumentos que se a chapa apoiada pelo atual Grão Mestre não puder concorrer, funestas serão as consequências. Espero que isso não seja verdade, isso é ilegal e formaliza-se a coação com consequências judiciais pesadas para quem coagir e aceitar a coação.

Por outro lado, a ata depois de escrita, lida e aprovada pelos juízes do TEM, não poderá mais ser modificada. Ao menos nesse item não faltaram com a verdade, porque não concorrendo (e isso é límpido e certo que acontecerá), as funestas consequências recairão sobre a cabeça da incompetente administração da Glesp.

Também há de se considerar, que a chapa do Ir. Ronaldo deverá recorrer ao Superior Tribunal Maçônico - STM com a ilusão de enganar aqueles que lá prestam relevantes serviços a Glesp, com os argumentos acima descritos. Agora, com toda a honestidade e despojado de tendências eleitorais, você acha que os Irmãos que compõe esse Tribunal, em sua maioria juízes e desembargadores da justiça profana, vão deixar passar uma aberração dessa natureza?

Meus Irmãos, não existe argumento que salve a chapa do Ir. RonaldoSinto muito por você que colaborou financeiramente com a campanha. Resta-lhe apenas exigir seu dinheiro de volta.

Finalmente, só para lembrar, o atual Grão Mestre obteve o direito de dirigir a Glesp em 2008 por "erro" na chapa da situação à época das eleições 2007/2010... vai provar agora do mesmo veneno!

Esperamos que a atual administração não cometa o mesmo erro do passado, expondo mais uma vez a GLESP para ser julgada por profanos. Meditemos meus Irmãos e fiquem atentos às armações que estão por vir... é o futuro da Grande Loja de São Paulo que está em suas mãos.
Hiran Abiff da GLESP

sexta-feira, 22 de março de 2013

ESTADO DE EXCEÇÃO?

Meus Irmãos


O silêncio é profundo, até agora nada de manifestação oficial da administração da GLESP sobre os desdobramentos da assembleia no Oriente de Araraquara. Alguns se queixam dos comentários que se esparramam pela internet, provavelmente os que preferem a mordaça dos regimes autoritários e de exceção, ou outros poucos que simplesmente não se importam para não sair de seu comodismo confortável que restringe a visão de mundo só em si. Não precisamos de tiranos, de capachos, nem de egoístas oportunistas.

É muito melhor, e aplaudimos, todas as manifestações contra e a favor do que quer que seja, espalhadas abertamente, do que a ausência de notícias seguidas de manobras de bastidores que só afloram depois de negociatas concluídas. E são descabidos discursos hipócritas de que as manifestações públicas estão quebrando o sigilo maçônico: ninguém aborda juramentos, compromissos ou instruções maçônicas. Não queremos é sujeira debaixo de tapete!

É desejável que as opiniões sejam publicamente expostas, que cada qual fale e sustente suas observações porque estimulam as críticas que criam consensos e nos protegem das decisões e ações verticais de cima para baixo... quem não toma partido e não reage, delega aos que agem! 

Os construtores sociais desde de tempos imemoráveis sempre estiveram ao lado da democracia, e não seria agora que poderiam se coadunar  aos defensores do ESTADO DE EXCEÇÃO que têm tentado nos impingir... chega de sapo "goela abaixo"!

Começam a falar de impugnação da decisão do Egrégio Tribunal Eleitoral querendo convencer que os ministros se equivocaram ao votar, que votaram errado involuntariamente como se fossem criancinhas inconscientes ou oligofrênicos, ou que votaram em sessão secreta, como se isso fosse possível, em qualquer de nossos tribunais... desconhecem o quadro de respeitáveis irmãos que temos na nossa justiça maçônica. Os tribunais só se reúnem nas dependências do palácio maçônico! 

E como pode o dirigente da Assembléia acatar a intervenção de um Grande Orador (Adjunto) que corta discurso de irmão sem que esse tenha  articulado uma única palavra sequer? Como cortar a palavra de alguém que nem falou? Isso não é arbitrário? Não parece coisa engendrada?

Como pode o presidente da Assembléia consultiva deliberar sobre assunto da assembléia legislativa, uma altíssima ilegalidade, e pior ainda, tirar da pauta assunto que estava no edital de convocação sem anuência dos presentes na assembléia!!! Essa atitude sujeita o dirigente a impedimento no seu mandato! ... impitimam !!!


Por tudo isso, nesse quebra-cabeça está faltando uma peça, essa história está mal contada... dá a impressão que andam desvirtuando os fatos com factoides, procurando criar falsas situações para  talvez implantar o verdadeiro e camuflado objetivo... manutenção do poder através de força, de intervenção branca com um patético mandato tampão! Sim, parece que estamos vendo fatos gerados propositalmente (eleição com uma candidatura inviável) para chamar a atenção e desviar os olhares de assunto mais importante e que não está posto em discussão, mas que parece estar na pauta dos articuladores de factóide, que é a manutenção do "status quo", de gente que não quer ou não pode deixar o poder. 

Ao invés de trabalhar duro pela instituição, gastam todo o tempo  em esforços mentais arquitetando meios de se perpetuar onde estão, como se movessem estrategicamente pedras num tabuleiro de xadrez. O objetivo de um factoide é gerar impacto diante da opinião pública para manipulá-la conforme as aspirações de quem deseja manter alguma influência que esteja ameaçada. Parece que querem copiar o passado repetindo a fórmula da iniquidade de 2007, onde verdadeiros dramaturgos criaram uma trama digna dos seriados mexicanos, quando tentaram manipular as eleições da época, e só mesmo com ação impetrada na justiça comum pelo falecido Ir. Eduardo Cápua que o atual GM conseguiu seu primeiro mandato.  Pois então, o mesmo Ir. Eduardo afirmou depois que deveria ter dado rumo diferente àquela demanda, não deveria ter lutado pela posse desse GM - isso está em matéria deste blog publicada em julho de 2011 em (PEÇO PERDÃO PELO GRÃO-MESTRE)

Infelizmente, não é mesmo a gestão que esperávamos! 

A GLESP que era considerada na CMSB (Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil) a locomotiva da maçonaria brasileira, não é mais... se retraiu no cenário político do nosso estado e do nosso país, se contraiu nas demandas sociais ante à influência crescente das outras Potências Regulares. Já há 10 anos estamos cada vez mais fracos, e há 5 anos vemos apenas discursos, promessas e práticas administrativas "feijão com arroz" que estão mais apropriadas a síndicos de condomínios do que a gestores de uma Potência Maçônica do porte na nossa. O que mudou de verdade? Mudou a relação humana dentro da fraternidade, sim... hoje só são considerados os que sejam partidários, os que pensam igual e os que se alinham do mesmo lado.

Os fatos falam por si... arbitrariedades em assembléia que ferem a Constituição Maçônica e a Constituição Federal, atitudes de coerção de Lojas e constrangimento e intolerância de pelo menos um irmão, fato materializado com provas documentais, crimes previstos no nosso código penal maçônico...  tudo isso sugere o que?


Sugere que como não tem sido tolerada a pluralidade, não se reconhece as Constituições Maçônica e Federal, não se leva em conta o Código de Processo Penal Maçônico, conclui-se: ... Será que estão tentando instalar o ESTADO DE EXCEÇÃO dentro da Grande Loja? ... não vamos deixar!!!

Ir. Edson Monteiro

NESTE MOMENTO, É BOM RECORDAR!

MATÉRIA PUBLICADA EM JULHO DE 2011

PEÇO PERDÃO PELO GRÃO MESTRE......

Somos o que somos. Somos o que conseguimos somar.
Às vezes olho para trás e vejo o pouco que fiz, e o muito que deixei de fazer quando poderia. 
A vida do arrependido é dura, cheia de remorsos, tristezas e amarguras. O pior sentimento não é o de ter errado pela ação mal planejada, intempestiva ou equivocada, porque aí o erro que contempla o passado pode corrigir o futuro e o remorso pode dar novo direcionamento à vida, desde que se esteja imbuído de humildade para reconhecer o erro. Então esse tipo de arrependimento é duro, mas próprio de quem tentou e reconhece que duas vezes o raio não o atingirá no mesmo lugar, porque é provado que raios podem cair mais de uma vez no mesmo lugar.
            O pior tipo de arrependimento é o que provém da omissão. As incertezas direcionam para um sofrimento atroz: ah, se eu tivesse feito, falado, agido, contestado. Ah, se eu não estivesse tão ocupado!
         São as oportunidades que escaparam e das quais jamais poderemos saber se as tivéssemos praticado no que redundariam. O que será que eu estaria fazendo agora?
Às vezes temos que agir pela emoção, pelo impulso, pela intuição que muitas vezes nos impulsiona, mas jamais devemos perder a razão, a lucidez, porque temos noção das conseqüências para cada ato que praticamos.
        Faço essa reflexão porque sou cotidianamente questionado e criticado por alguns pela adoção das medidas judiciais que redundaram na posse do atual Grão Mestre Francisco Gomes da Silva em seu primeiro mandato junto da GLESP. Muitos se lembram, principalmente os que me criticam, que num dado momento em que impugnei as eleições internas da GLESP esteve em minhas mãos requerer, ou a anulação das eleições, ou a anulação dos votos conferidos ao candidato que obtivera melhor resultado e que redundaria na vitória do atual Presidente. Optei pela segunda hipótese e, assim, obtivemos a anulação dos votos da chapa vencedora, permitindo que a chapa segunda colocada se sagrasse vitoriosa.
Não se procedeu assim para beneficiar ou prejudicar qualquer um dos candidatos. Ao contrário do que imaginam alguns, a impugnação das eleições pretendeu antes de tudo acabar com um período de trevas que envolveu a GLESP, tudo porque aquele nefasto Grão Mestre em nada contribuía para o engrandecimento da Ordem e de  seus valores fundamentais. A continuidade de seus desmandos e das iniqüidades consagradas naquele período tinha seguimento pela representatividade de uma das chapas então por ele apoiada.

A sereníssima e "divertida" figura (ao celular), comemora com os irmãos da Millennium 536,  a vitória na eleição do seu primeiro mandato que só  foi possível graças à ação impetrada pelo Ir Eduardo Cápua, que está ao seu lado. Registra-se a participação do Past Grão-Mestre Salim Zugaib.

           Perguntam-me, então, se não me arrependi de ter optado pela consagração de Francisco Gomes da Silva e por qual razão teria optado pela sua posse.
             Mas não é bem assim. O objetivo das demandas era fazer cessar aquele período de nefastidão, e o Francisco Gomes fora o segundo colocado. É lógico que num dado momento ficamos, todos nós que participamos dessa empreitada, entrincheirados pela incerteza quanto aos propósitos de Francisco Gomes, mas levando em conta julgamentos pessoais, agimos pela intuição. Eu, particularmente, insisti que ele deveria tomar posse, porque antes de tudo me parecia um homem bom, dotado de bons princípios, mesmo sem saber de sua formação moral, pois não o conhecia na extensão que um julgamento liminar necessita.
            Sempre tive em conta que o homem bom de alma tudo pode e tudo consegue, porque essa perfeição de caráter impulsiona à prática do bem, e quem pratica o bem não erra nunca. É como aquele que só fala a verdade: vai repetir sempre a mesma coisa.
           Quando me indagam fico triste, porque me equivoquei em meus juízos de valores. Poucas vezes apostei em pessoas ruins de coração, nenhuma vez as apoiei, e raríssimas vezes minha intuição falhou neste aspecto, porque não gosto de pessoas ruins de alma e quando minha intuição invoca não há argumento que faça me relacionar com estas pessoas.
          Então digo às pessoas, não me arrependo pelas ações judiciais, porque a meu ver e a de meus verdadeiros irmãos de ordem, lutava por uma causa justa, mas hoje entendo que fiz a opção pela pessoa errada.
           E digo que é a pessoa errada não por atos de administração, porque aí é questão de posicionamento quanto ao que verdadeiramente interessa à Ordem. É questão de aplicação de inteligência, uns têm, outros não, e assim não podemos somente criticar pela inoperância ou pelas opções que a nosso ver sejam erradas. Digo que é a pessoa errada porque vejo o Grão Mestre como uma pessoa ruim de coração. Nunca conseguiu se desprover de seus recalques e de seus antigos rancores. Nutre pelos irmãos que nunca o apoiaram em eleições passadas um desprezo imensurável e engana a todos com suas visitas às Lojas, sempre imbuído de pretensões eleitoreiras, mostrando-se afável e alegre com piadas inoportunas à frente de assuntos sérios. Mostra-se um perseguidor implacável, exercendo com abuso o poder de Grão Mestre, sonegando direitos e humilhando os que deveria proteger e orientar. Não é afeto ao diálogo para não ser contrariado.
    Ele, o Grão Mestre, é um homem mau.  Diverte-se com o sofrimento dos outros, tripudia sobre os mais humildes e persegue aqueles que julga serem uma ameaça para si. Não vi nas duas gestões um único ato de grandeza. E essa qualidade de ser mau ele exerce com soberba, sabendo arregimentar aliados, colocá-los sob seu jugo e fazer com que pratiquem aquilo que ele mesmo não tem coragem para exercer pessoalmente.
            Vejam, pois, o que ocorre na sua ante sala na GLESP. Lá posicionou um irmão que se presta a maltratar os que desejam ver o Grão Mestre, deferindo a todos uma rudeza e uma grosseria incompatível com a nossa irmandade. 
         Além disso, posicionou o referido irmão e o Secretário Interno para desferir grosserias contra os funcionários. Mal sabe o irmão que quando se queixa ao Grão Mestre recebe deste, pelas costas, a adjetivação de “babaca e filho da puta”. É assim que o Grão Mestre se refere a quem reclama junto de si, ou de quem lhe contesta.
Por tudo isso à pergunta se me arrependo do que fiz, digo que não, mas que errei quando optei por ele, e por isso peço perdão aos irmãos, a todos esses que são perseguidos, desprezados e hostilizados pelo Grão Mestre. Aos demais irmãos digo: erramos todos. Podemos nos corrigir. Façamos isso.
     Tudo o que está aqui registrado é parte de meus pensamentos e sensações, e nada tem a ver com o Blog e seu responsável, que democraticamente permite a postagem sem censuras. Assim procedo porque não tenho compromissos com Francisco Gomes da Silva, já que ele mesmo diz que não me deve nada, nem a ninguém, por sua eleição. Tenho compromisso ritualístico com o Grão Mestre da GLESP, desde que ele se disponha a ser um ser maior, melhor e mais compromissado com nossos princípios, e espero, sinceramente, que minha Loja e eu não sejamos perseguidos na Ordem pela expressão de meus sentimentos.

Ir. Eduardo José Capua de Alavarenga ("in memoriam")
ARLS Academia dos Esquecidos Millennium 536
Matéria publicada em julho de 2011

PRONUNCIAMENTO DOS CANDIDATOS


IIrr. ANTONIO CARLOS DE SOUZA & JOSÉ RENATO DOS SANTOS (ambos Past Grão-Mestres Adjuntos)
"As questões levantadas em Araraquara relativas ao Tribunal eleitoral, que foi interrompido por uma questão de Ordem do Grande Orador adjunto, que avocou para si o direito emergido do Inciso 8º Parágrafo Único: “O Grande Orador Adjunto terá vista e se manifestará em todos os processos judiciais em curso perante o Tribunal Maçônico de Recursos e Tribunal Eleitoral Maçônico" Ora as inscrições não constituem litigância no Tribunal Eleitoral logo não são processos judiciais, "ipso fato" não constituem processos judiciais. Portanto não aplica a questão de ordem levantada no Plenário.

Uma vez que objeto da burocracia interna do Tribunal Eleitoral, que tem como dever receber inscrições e manifestar quanto a sua validade, cotejando com os artigos relativos tanto na Constituição, como no Código Eleitoral, repito s.m.j. A questão de ordem foi descabida. Assim sendo tudo continuará da forma que esta.

Por outro lado a Assembleia é apenas um veiculo de comunicação, sem opinar votar ou considerar a publicação do Tribunal Eleitoral, eis que o texto legal, afirma que:
Parágrafo 2º “O Tribunal Eleitoral Maçônico deverá dar conhecimento das candidaturas registradas por ocasião da Assembleia de Março que anteceder as eleições". Desta forma como afirmei acima a Assembléia é apenas um canal de comunicação, podendo o Tribunal, dar conhecimento por outros meios das suas deliberações, cumprindo assim os seus desideratos.
Respeitar as nossas leis, por mais frágeis que elas sejam, significa valorizar o homem maçom, a quem tudo se destina. Não podemos olvidar desta premissa, pois quando isto ocorreu em outras ocasiões, funestas foram às experiências vividas. A desvalorização da Ordem Maçônica atinge antes de tudo o Maçom. Cumpre-nos respeita-lo sempre, não praticando a anti-maçonaria. Caminhemos para a eleição em 8 de Maio de 2013, para estabelecermos novos paradigmas, novos tempos, novas condutas. Serenidade Sempre!"

Ir. José Renato dos Santos

-o0o-

"Acredito que a justiça maçônica prevalecerá, porque acredito que a Instituição sempre pôde corrigir eventuais deslizes praticados de irmãos contra irmãos, estejam esses revestidos ou não de algum poder dentro da instituição, porque mesmo quando estavam, a justiça sempre prevaleceu. 

Foi muito triste assistir aos descabidos eventos da última assembléia, nenhum exemplo a ser seguido, pelo contrário, vimos nosso querido irmão Eurípede Vital Junqueira, presidente do egrégio tribunal eleitoral, passar por  uma situação impensável perante toda assembleia, um constrangimento que passou quando tentou exercer suas funções dentro do seu direito, dentro das leis e das regras que o próprio irmão representa e defende. Não é aceitável o sucedido entre pessoas estranhas, imagine entre nós, que vivemos em uma instituição fraterna. 

Não é cabível práticas de força injustificáveis entre nós, especialmente numa assembleia entre irmãos, que é na verdade um encontro festivo onde juntos construímos melhores caminhos para nossa instituição, onde revemos nossos amigos de longe, onde fazemos justas homenagens aos irmãos que estão no Or.'. Eterno, onde podemos ter alegres conversas e boas notícias como as dos títulos dos irmãos "provectos" e os "eméritos", e que se não fossem os "desmancham prazeres", culminaria com a festa da democracia da GLESP, com a apresentação das chapas que disputam as eleições em maio próximo.

Muitos se sentiram frustrados com o impedimento da apresentação das chapas, porque ficou para alguns a impressão de que calaram nosso irmão Eurípede e que obstruíram o Tribunal Eleitoral. Negativo, nada muda a situação das chapas inscritas, suas regularidades e seus componentes. O Irmão Eurípede simplesmente cumpria o protocolo de dar conhecimento oficial às jurisdições à respeito das chapas que estavam em condições de ir às eleições.  E é isso, apenas dar notícia, nada mais: a assembléia não vota o parecer do Tribunal Eleitoral.  Agora a notícia pode ser dada por outro meio qualquer!

O Grande Orador Adjunto se apoia em argumentos que não se sustentam, pois não está em voga análise de processos judiciais no tribunal eleitoral, e a decisão do processo eleitoral ocorreu em reunião normal, às claras, nada do que alegam de reuniões secretas com exclusão de irmãos; estamos em período eleitoral e em processo de validação das chapas, onde o tribunal exerce atividade ininterrupta, sempre a postos para reuniões e decisões. É prescindível a participação do Grande Orador Adjunto nesse processo, apesar de ter cadeira nata e não precisar de convite ou convocação, pois trata-se de processos eleitorais e sua ação restringe-se a processos judiciais naquele foro. 

Me envergonha o que assisti na última assembléia. Se aceitarmos inversões dessa natureza em nosso meio, então não restará mais respeito por quaisquer tribunais, nem por quaisquer cargos da administração e teremos a desordem jurídica na instituição. Mas há muitos irmãos que zelam pela prática dos bons costumes entre nós.

A justiça maçônica é muito maior do que a atitude unilateral de apenas um seu representante, e a GLESP é muito maior do que  seus dirigentes... todos passam, a instituição fica. 

Nas últimas eleições em 2010, fui eleito para o cargo de Grão-Mestre Adjunto, função que muito me honrou e onde pude atuar com muitos irmãos valorosos nos trabalhos do Venerável Colégio, nas Assembleias Legislativas e na administração da Beneficência Maçônica, presidindo equipes responsáveis por demandas críticas de alta relevância... éramos um time de preparados e determinados para sempre dar o melhor, e o fizemos.

Minhas atividades não se entrecruzavam com as do Grão-Mestre, ele tinha as suas funções e eu as minhas, e não cabe ao Grão-Mestre Adjunto dar diretrizes à administração da Potência, nem implementar projetos executivos ou gestão da organização porque não é função do vice-dirigente. O comando institucional só recai nas mãos do vice na ausência, nos impedimentos do mandatário de ofício, e mesmo assim só para assuntos triviais emergenciais do dia a dia, nada para o exercício de fato da governança; e isso nunca ocorreu. 

Descompatibilizei-me do cargo para concorrer às eleições ao cargo de Grão-Mestre em maio próximo porque conheço a estrutura administrativa da nossa entidade, tenho experiência e vontade de fazer diferente do que vi e não pude opinar, nem tampouco interferir... por isso sou oposição! Acredito que a competência  da gestão de uma Potência Maçônica tenha mais a ver com a construção de fortes laços de amizade que nos ligam como verdadeiros irmãos do que a construção fria de prédios e equipamentos patrimoniais. Temos sim que crescer fisicamente, mas precisamos muito mais de crescimento espiritual e fraternal entre nós. Não podemos concordar com o rumo dado às coisas!

Não tenho o apoio da atual administração porque sempre fomos diferentes, porque sempre pensamos diferente e sempre entendemos que comando é "mando com todos"; sempre acreditamos que a sincera amizade entre nós é o melhor meio de caminharmos em paz e harmonia, dentro dos princípios de respeito e de amor fraternal, nosso maior tesouro! 

É preciso resgatar a serenidade, o equilíbrio e a isenção nas ações exaradas entre nós, dentro de Lojas e na Potência, entre os que  representam nossa entidade, pois só assim estaremos nos pautando nos valores de igualdade, liberdade e fraternidade!"

Ir. Antonio Carlos de Souza