sexta-feira, 30 de novembro de 2012



Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net em 25/11/20152


" Exclusivo – A Polícia Federal está atrás de um motoboy chamado Roberto. O motociclista profissional, que está desaparecido, tem em seu poder 10 comprometedores envelopes com documentos de alto interesse para a Operação Porto Seguro. O rapaz simplesmente não cumpriu a missão de entregar o material enviado ao consultor José Dirceu de Oliveira e Silva pela agora exonerada chefe de Gabinete da Presidência da República, Rosemary Novoa de Noronha. Amiga pessoal do ex-Presidente Lula da Silva, ela foi indiciada por coordenar um mega esquema de corrupção ativa e tráfico de influência para beneficiar empresas que faziam negócios com o Governo Federal. A avaliação geral é que Rose não tinha competência para comandar, sozinha, um esquema tão complexo. Logo, Rose tinha um chefão por trás dela. Quem era? A PF e o MPF só não descobrem se não quiserem.

Outra bomba mantida em sigilo da Operação Porto Seguro deixa Lula e Rose na maior saia justa. A Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, já está de posse de 122 gravações de conversas telefÿnicas entre Luiz Inácio Lula da Silva e Rosemary Novoa de Noronha. Ele a chamava de “Rose” ou “Rosa”. Ela o tratava pelo amoroso apelido de “Tio”. Nas conversas, Rose passava ao amigo informações sobre quem deveria receber em audiência e para quem deveria mandar documentos. Todo esse material sigiloso – que pode ser varrido do mapa pelas conveniências do poder – foi recuperado por uma empresa de alta tecnologia paulista que pode tornar públicas as informações, caso sofra ameaças ou retaliações. Os arquivos foram recuperados de um computador cujo Hard Disk (HD) fora formatado, na vã tentativa de esconder e eliminar informações comprometedoras. O azar dos bandidos é que a empresa, com tecnologia israelense, consegue salvar 100% dos dados de um disco rígido que tenha sido formatado até oito vezes seguidas.

Agora, o medo maior do Palácio do Planalto é que vazem documentos ainda mais comprometedores sobre Rose e suas ligações pessoais e de negócios com Lula – e também com José Dirceu. A Presidenta Dilma Rousseff fará neste domingo sua terceira reunião seguida do desesperado Gabinete de Crise. Neste sábado, em mais uma tensa sessão de espinafração, Dilma resolveu exonerar Rosemary Novoa de Noronha. Como ela não pediu exoneração, conforme fora aconselhada a fa zer, acabou saída por Dilma. A Presidenta escalou seu Secretario-Geral Gilberto Carvalho para transmitir a terrível notícia a Lula, assim que ele desembarcou da viagem à Índia. Dilma também canetou José Weber Holanda Alves (Advogado Geral Adjunto da União. Só não se sabe se o superior dele Luis Inacio (com S) Adams tenha repetido a costumeira artimanha do Luiz Inácio (com Z), alegando que nada sabia sobre o que seu imediato fazia de errado. Dilma pode também afastá-lo, assim que puder. Adams, que sonhava com o STF, agora vive um pesadelo acordado e tem tudo para ficar desempregado.

Mais uma bomba! A Agência Brasileira de Inteligência foi alertada em outubro de que haveria uma investigação sobre Rosemary. No informe de classificação A1A, a Abin informou ao Gabinete de Segurança Institucional da Presidência de que Rosemary enviava documentos para apartamentos em Interlagos e nos Jardins. O material seria destinado, pessoalmente, a Jos é Dirceu e Luiz Inácio Lula da Silva. Lula teria falado sobre o delicadíssimo assunto da investigação sobre Rose com a Presidenta Dilma durante o último jantar antre ambos. Dilma cobrou da PF se havia tal investagação. Foi-lhe alegado que nada havia na PF, mas que poderia ter algo sendo engendrado no Ministério Público. Quinze dias atrás, Dilma soube que o caso era gravíssimo e poderia estourar a qualquer momento. E explodiu feio! Na verdade, tudo parece um grande contra-golpe. O que teria desencadeado o ápice da Operação Porto Seguro foi o movimento radical do PT contra a Justiça, o Ministério Público e, especificamente, contra o Procurador-Geral Roberto Gurgel – ameaçado de indiciamento da CPI do Cachoeira. O “troco” ao radicalismo burro da petralhada veio em alta velocidade. Agora, a PF e o MPF têm um complicado quebra-cabeças para montar – que mais parece o roteiro de uma novela mexicana. Também não será f ácil provar que a Dilma não tinha “domínio dos fatos”. Parece que se repete a novela do Mensalão – com milhões de reais de agravantes, já que não dá para crer que uma super-secretária e amiga de Lula tinha poder para coordenar todo o crime que agora lhe atribuem. Foi o “Black Friday de Lula”

Em tese, um mito nunca morre. Mas os poderes míticos se enfraquecem. Seja por influência do Poder da Justiça ou do Poder Divino. O risco de condenação judicial provoca danos à imagem, ainda mais se acabar em condenação, com pagamento de multas, prisão e, pior ainda, perda de direitos políticos. Já a condenação divina pode custar mais cara ainda. Perder a voz ou a vida, por acaso, tem preço? Eis os dois perigos atualmente sofridos pelo mito Luiz Inácio Lula da Silva. Não resta dúvidas de que a temporada de caça a Lula está abertíssima. A e strela máxima do PT corre o risco de sair ofuscada ou até apagada por várias investigações judiciais já públicas ou que ainda correm em segredo judicial: Mensalão parte 2, BMG-PT-Lula, Delta-Cachoeira, Petrobrás e Eletrobrás. Mas sexta-feira estourou a gota d¿água contra Lula e seus parceiros: a Operação Porto Seguro – que até podia ter sido criativamente batizada de “Aguenta, Coração”...

O caso mais grave é o conjunto de provas materias sobre a existência um Gabinete Paralelo da Presidência da República, operando no 3º andar do prédio da Previ, na esquina da Rua Augusta com Avenida Paulista, em São Paulo. O “escritório” servia para práticas de crimes de tráfico de influência e corrupção ativa. Em troca de muita grana, favores, “presentinhos” ou viagens, a quadrilha promovia fraudes de documentos públicos ou soluções pouco convencionais de problemas para empresas interessadas em fazer negócios ou licitações com o Governo Federal. O batom na cueca vermelha de Lula é que todo o esquema era comandado por uma amiga muito íntima dele: Rosemary Novoa de Noronha, chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo –que acabou exonerada neste sábado pela irada Presidenta Dilma Rousseff. As investigações da PF indicam que a “Doutora Rose”, como era mais conhecida, recebia salário de de R$ 11.179,36 para servir ao ex-Presidente. Até sexta-feira, Rose era um “Porto Seguro” para o “Tio” Lula. Agora, se transforma em uma “Atração Fatal”.

Nos bastidores petistas, todo mundo sabe que Rose talvez só seja menos importante para Lula que a ex-primeira dama Mariza Letícia. Literalmente, Lula tomou um tiro no coração com a operação Porto Seguro da PF e do MPF. A desagradável surpresa aconteceu no momento em que Lula recebia, no palácio presidencial Rashtrapati Bhavan, em Nova Déli, na Índia, o prêmio Indira Gandhi pela Paz, Desarmament o e Desenvolvimento 2010. Em São Paulo, sem dúvida, foi armada uma arapuca para declarar guerra total a Lula, acabando com a paz dele – inclusive e principalmente dentro de seu apartamento, em São Bernardo do Campo. Como o caso corre no famoso e providencial “segredo judicial”, são gigantescas as chances de não serem tornadas públicas as ligações telefÿnicas entre os super amigos Rose e Lula. As Velhinhas de Taubaté do PT já espalham na mídia amestrada a fantasiosa versão de que “não resta dúvida de que Lula não sabia das atividades ilegais atribuídas ao grupo, que integrava um esquema que produzia pareceres favoráveis aos interesses de grandes empresas junto ao governo federal”. CPI da Rose?

A previsão do tempo para segunda-feira é: O Brasil explode politicamente. Dilma tentará se blindar, com discurseira de combate à corrupção, justificada com as exonerações em alta velocidade. Tudo pode piorar se o dólar subir, sem controle do Banco Central, alimentando o risco de problemas econômicos. Segunda-feira também recomeça o julgamento para definição de penas dos condenados no Mensalão. No Congresso, a oposição falará grosso contra Lula e o PT, pedindo uma CPI sobre a escandalosa Operação Porto Seguro que também mexe com o ex-senador Gilberto Miranda – que é ligadíssimo ao poderoso presidente do Senado, José Sarney.
Investigações da PF indicam que “Doutora Rose” era responsável pela nomeação e pelas ações fora da lei promovidas pelos “Irmãos Vieira”: Paulo Rodrigues Vieira, diretor da Agência Nacional de Águas (ANA), Rubens Carlos Vieira, diretor de Infraestrutura Aeroportuária da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e Marcelo Rodrigues Vieira, também da Anac. Detalhe importante: os irmãos Vieira eram apadrinhados de Lula, Rose e Dirceu.

O escândalo transforma em “roubo de galinha” o Mensalão agora julgado no STF. Envolve servidores da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), da Anac, da Superintendência do Patrimÿnio da União (SPU), do Tribunal de Contas da União (TCU), da Advocacia Geral da União (AGU) e do Ministério da Educação (MEC). A organização criminosa atuava também agilizando processos em órgãos públicos e falsificando documentos em troca de dinheiro e vantagens. Os pareceres fraudados eram usados por empresas interessadas em processos de licitação junto ao governo. “Doutora Rose” era poderosa e muito influente. Na década de 90, foi assessora de José Dirceu de Oliveira e Silva. Naquela época, conheceu Luiz Inácio. Rose começou a trabalhar no governo Lula em 2003 como assessora especial do gabinete da Presidência em São Paulo. Em 2005, virou a “Doutora Rose, ao ser nomeada chefe de gabinete do escritório regional da Presidê ncia, na Avenida Paulista.

Rose já esteve envolvida em problemas na do governo Lula. Em 2006, quando explodiu o escândalo dos gastos com cartões de crédito corporativos, o nome dela estava na lista de 65 servidores que fizeram saques para pagamento de despesas da Presidência. O deputado Indio da Costa (DEM-RJ), então candidato a vice-presidente na chapa de José Serra (PSDB), e o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) pediram a convocação de Rose para depor na CPI criada para investigar o uso dos cartões corporativos. O caso, como tantos outros, deu em nada. Rosemary é tão ligada Lula que costumava participar da maioria de suas viagens internacionais, nos oito anos de governo. Chegou a fazer 17 viagens presidenciais, entre 2005 e 2010. Somando todas, teria embolsado R$ 45 mil em diárias. Rose costuma integrar o Escav (escalão avançado), equipe que preparava a chegada de Lula aos países. Rose estaria separada de José Cláudio de Noronha. O ex-marido ocupa um cargo de assessoria especial na administração regional da Infraero em São Paulo. Deve ser também “justiçado” pela ira de Dilma. A cúpula petista sabia que Rose era amiga íntima de Lula. Logo, se ele “não sabia de nada” que ela fazia, o maior mito apedeuta do universo poderia se considerar um sujeito traído? Se for, e voltar ao Brasil jurando pela felicidade da nação corinthiana que de nada sabia, Lula merecerá ser tratado como uma espécie de “Grande Corno Político”. Talvez a ele se aplique uma versão atualizada e parodiada de um velho provérbio: “Diga-me com quem amas que vos direi quem és”. O risco real: esse perigoso caso pode acabar em ruptura institucional ou na pizza podre de sempre... Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.

O Alerta Total tem a missão de praticar um Jornalismo Independente, analítico e provocador de novos valores humanos, pela análise política e estratégica, com conhecimento criativo, informação fidedigna e verdade objetiva."

Por Ir.Guiseppe D'Agostino
& Ir.Antonio Carlos Garcia

ARTIGO DE :
Jorge Serrão
serrao@alertatotal.net
www.alertatotal.net em 25/11/20152

Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net.  Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.

ELEIÇÕES GRANDE ORIENTE DO BRASIL 2013





CARTAS DE APOIO:  Ir. Cláudio Roque Buono Ferreira e Ir. Carlos Roberto Lopes Jr.

Dia 27/11/2012 as 20h na Loja Damasco - nº 1475, Rito Adonhiramita, Rua Galeão Coutinho nº 281 - Oriente de Santos, Sessão de aniversário e Homenagens, tendo como Venerável Mestre ALEXANDRE JOSÉ SCARPELINI, estando presente as autoridades maçônicas Grão-Mestre Geral do Grande Oriente do Brasil Soberano Marcos José da Silva, Sapientíssimo Cláudio Roque Buono Ferreira, GM-GOSP Mario Sergio Nunes da Costa, Secr. Geral de Comunicação e Informática adj. Fernando Colacioppo, Secretário Geral Adjunto de Relações Públicas Aníbal Martinez, Assessor Especial do Grão-Mestre Geral João José Viana, Assessor Especial do Grão-Mestre Geral Egisto Rigoli, membro do Conselho Federal do GOB Estefan Kabbach, Grande Secretário Adjunto de Comunicação e Imprensa Anselmo Antunes de Carvalho, Assistente de Políticas Públicas do GOSP Ricardo Duregger, Presidente do Instituto Acácia de Responsabilidade Social Reinaldo Aparecido Rozzatti, Secr. Estadual adj. Gerson Madaleno, Ir.'. Antonio Carlos Mendes, Coordenadores Regionais da 3ª Macro-Região Maçônica do GOSP, Paulo Roberto de Medeiros, Cesar Augusto Pascali Rago, Abílio Cesar Coelho Rocha, Enio de Almeida Castro (Coordenador Distrital do GOSP), Cristhoforo Kabbach, Deputado Estadual perante a PAEL-GOSP, Carlos Teixeira Filho (Vice-Prefeito de Santos), Cleber Leo Bortolomassi e Manoel Santalla Montoro, Deputados Federais perante a SAFL, VM da Frat. Príncipe do Líbano CARLOS ROBERTO LOPES JR, autoridade civil Paulo Alexandre Pereira Barbosa Prefeito eleito de Santos, Ir.'. Eustázio Alves Pereira Filho Vice-Prefeito eleito de Santos.


Colaboração Ir. Domingo Ramos

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

PÍLULA DE SOCIOLOGIA

Fonte: www.fortalnet.com.br/grupoguararapes

CIDADANISMO X ANARQUISMO

Podemos dizer sem medo de errarmos, que a realidade concreta, é local, porque ela nos toca diretamente os sentidos, por onde é percebida e a inteligência que possui a faculdade de estabelecer nexos entre seus elementos constituintes. Portanto a aludida realidade concreta necessita da presença do observador para ser detectada, e tal observado se posiciona em uma localidade. Fora disto apenas conjectura ou probabilidade. Entendendo-se isto, um ordenamento sócio, político, econômico e subjetivo, necessariamente tem que ter assentamento local, porque a probabilidade, por variar apenas de zero a um, contempla apenas uma pequena porção da realidade. O Cidadanismo que substitui o observador pelo cidadão, não se afasta da realidade, porque sem ele a realidade se continuar existindo, não pode ser observada e por isso não pode ser ordenada em seus componentes, sócio, político, econômico e subjetivo, dai não podendo haver nenhum sistema de governo, nem mesmo internalizado na mente do cidadão.


No cidadanismo após a implantação do Estado Cidadanista de economia localizada, que vai lhe permitir a feitura, a interferência do Estado na vida do cidadão é substituída pela cidadania, que vai surgir como evolução de sua independência econômica, porque intervenção econômica estatal e a aludida cidadania são elementos contrários.


No anarquismo o ordenamento estatal é substituído pela vontade humana que varia de indivíduo para indivíduo, pretendendo os anarquistas que o equilíbrio social se dê pelo somatório algébrico das correntes ideológicas contrárias em jogo. Pecam os seus defensores, porque o equilíbrio pretendido resultaria de elementos externos aleatórios, enquanto no cidadanismo, ele seria fruto da evolução ideológica ordenada, desencadeada pela implantação do Estado Cidadanista de Economia Localizada.

Portanto o cidadanismo é fruto de uma terapêutica baseada na estrutura abrangente da realidade, enquanto o anarquismo, por ser aleatório e probabilístico, contempla uma pequena parcela da mesma. Ambos pregam a ausência do Estado. Só que o cidadanismo o substitui pela cidadania ordenada subjetiva e externamente para tal, enquanto o anarquismo o elimina simplesmente.


Ir. Torres de Melo

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

CORRUPÇÃO

Multiplica-se a cada dia o número de pessoas inconformadas com a corrupção. A percepção ainda é contida, longe de ser uma revolta indignada, mas concretamente, os meios de comunicação e as facilidades do compartilhamento de informações e divulgação de opiniões diversas através das mídias, produzem um surdo e crescente murmúrio contra a corrupção. Murmúrio, por que não acontecem as ações práticas que seriam desejáveis para combater a corrupção com a devida eficácia, ficando sem resposta a pergunta crucial; combater a corrupção sim, mas de que forma? Cientes dos riscos e desconhecedores de uma forma segura para se combater e eliminar a corrupção, os decepcionados contribuintes murmuram inconformados. Uma extensa parcela de brasileiros conscientes dos próprios direitos e cansados de apenas cumprir pesados deveres, se perguntam diariamente; o que o cidadão comum e sociedade civil poderiam fazer para impedir que seus recursos fossem roubados e seus direitos espezinhados acintosamente?



Como seria possível responsabilizar e punir aqueles que de uma forma ou de outra, abusam das prerrogativas do cargo e através de manobras espúrias se apoderam indevidamente de bens e recursos públicos? Obviamente seria possível fazer muitos outros questionamentos, mas seguramente não teríamos respostas prontas para a maioria deles, ou teríamos respostas incompletas, inconsistentes e insatisfatórias. Infelizmente, nossa aparente incapacidade de resolução do problema, não elimina o fato de que a corrupção existe há muito tempo e vem provocando injustiças, desordens, abusos, desperdícios e a perpetuação de problemas de todas as ordens em todos os níveis e esferas, criando com isso um caos monstruoso supostamente insolúvel. E nós os Maçons? Conseguiremos apenas ficar parados? Seria possível fazer algo? E o que fazer? Esta é a maior, a mais difícil e a mais importante das questões; Fazer o quê?

Contraditoriamente a resposta é óbvia; a primeira coisa a se fazer é pensar. Pensar séria, dedicada e exaustivamente; a imensa complexidade do problema exigirá pensamentos de altíssima qualidade, realizados por pessoas integras, comprometidas, bem intencionadas, realistas, coerentes, honestas, movidas pela sinceridade e capazes de, simultaneamente, tratar dos variados temas correlatos para depois conectá-los correta e adequadamente. A sociedade como um todo possui cabeças pensantes bem formadas, cérebros privilegiados portadores dos requisitos necessários para o exercício do pensamento. Além dos requisitos, as mentes disponíveis apresentam enorme potencial para um maior desenvolvimento ainda, bastando para isso, que se dediquem e se concentrem no objetivo, procurando identificar formas legitimas, eficazes e funcionais para legalmente, combater a corrupção instalada em nosso país. Em toda a sociedade brasileira, é possível identificar cérebros capazes de contribuir com pensamentos efetivos e auxiliar no desenvolvimento de idéias, projetos e fórmulas de combate à corrupção, aumentando nossas chances de eliminá-la. Se em toda a sociedade é possível encontrar expoentes qualificados para essa contribuição, a maçonaria possui quadros qualificados também. Mais que qualificados, a maçonaria possui quadros diferenciados, pois a principal característica da sua pedagogia exclusiva trata exatamente do estímulo ao pensamento. O exercício do pensamento é na verdade uma arte; a arte real. Através de estudos e aprimoramentos progressivos, os maçons esparsos pelo mundo se tornam pensadores racionais, regidos por princípios, ética e moralidade. Com as nossas virtudes intelectuais, precisamos o mais urgentemente possível, voltar nossa atenção para o tema da corrupção, concentrar nossos pensamentos para diagnosticar suas raízes e causas, descobrir os mecanismos que a fizeram se alastrar como uma infecção contagiosa e identificar o tratamento adequado para conter seu avanço e recompor assim o tecido social gravemente atingido.

Trata-se seguramente do maior desafio enfrentado não apenas pela maçonaria, mas por toda a sociedade brasileira, que tem enormes potenciais para se tornar quiçá, a nação mais importante, rica e bem sucedida do planeta. Esse desafio precisa ser enfrentado agora, pois estamos acuados vendo nossos filhos e netos, se perderem em um circulo pernicioso que pisoteia o passado, degrada o presente e destrói o futuro. Se não nos unirmos agora a despeito do caos instalado e da aparente insolubilidade do problema, seremos inexoravelmente destruídos sem ao menos tentarmos encontrar a saída; não há alternativa, é preciso encontrar uma saída. Os maçons devem utilizar suas técnicas de pensamento estruturado e analisar profunda e dedicadamente cada uma das centenas de temas interligados para encontrar respostas. Será um longo trabalho, serão gastas muitas e muitas horas de estudos, registros e debates para a definição de ações de todos os tipos, envolvendo todos os cidadãos de bem deste país, direta ou indiretamente. Exatamente o que deverá ser feito e de que maneira será possível realizar as ações, é a resposta que deverá ser encontrada através da imensa corrente de pensamento que devemos compor, para depois extratificar e organizar as informações que surgirem, de forma a gestar um Plano de Ação Global que indique as ações que deverão ser praticadas em busca do objetivo supremo; combater e eliminar a corrupção em todas as suas formas e circunstancias. Nenhum maçom deve se omitir; todo maçom deverá cumprir a proposta da Arte Real e pensar; concentrar sua energia e utilizar todo o seu potencial e conhecimento, buscar informações, pesquisar fatos, se inteirar dos desmandos, acompanhar os noticiários regional, nacional e internacional para entender o que acontece, como e quando acontece. É preciso saber o que fazem os administradores públicos, de que forma desviam nossos recursos e a partir desta consciência, raciocinar e interpretar situações e mecanismos para identificar e manifestar formas novas, antigas, experimentais ou as já consagradas pela prática de outras nações, para nos auxiliar a combater esta lepra social que é a corrupção.

A Maçonaria jamais compactuou com corrupção, injustiça, improbidade, imoralidade ou desvio de conduta de qualquer espécie. A Maçonaria é a Maçonaria e é composta de Homens, seres humanos vindos do seio da sociedade, homens previamente examinados em diversos requisitos, avaliados e escolhidos, para posteriormente serem submetidos a um metódico treinamento ético e moral do mais elevado nível, objetivando o aprimoramento de suas virtudes para incutir-lhes os melhores costumes. Eventualmente algum equivoco poderá ocorrer fazendo com que algum Maçom, renegando tudo aquilo que a instituição prega e defende, se perca nos descaminhos fazendo exatamente aquilo que deveria combater; isso é possível, já aconteceu e acontecerá novamente. Não há garantia de que as pessoas sejam de fato aquilo que aparentam ser, e não há garantia de que as pessoas assimilem efetivamente dentro de suas mentes e corações os bons princípios que a instituição defende, como também não há garantia, de que uma boa pessoa ao longo de sua existência não se converta em má pessoa. Quando essa infelicidade se abate sobre os Maçons, a Maçonaria age pronta e imediatamente, removendo de seus quadros aqueles que equivocadamente foram admitidos em seu seio; não há outro caminho. Este é o principio da justiça que falta em nossa sociedade, cujo desrespeito, faz prosperar a condição inversa que é a impunidade. Se a falha é uma possibilidade efetiva, a correção da falha precisa ser uma realidade. Na Maçonaria essa realidade existe; não somos perfeitos, mas somos capazes de enxergar nossos próprios defeitos e de agir contra os mesmos quando isto se fizer necessário. Por isso, os Maçons podem se sentir perfeitamente à vontade, para refletir livremente sobre nossos enormes problemas em busca de soluções. Defendemos os bons costumes e essa defesa converge para o desenvolvimento de um processo educacional de boa qualidade que infelizmente não temos.

Nossas escolas, baseadas em conceitos dúbios, instituíram, por exemplo, a aprovação automática que promove alunos que não tiveram o devido aproveitamento. Essa prática equivocada é defendida por seus idealizadores e seguidores, mas prejudica mais que beneficia, face os pífios resultados que podemos observar; legiões de jovens, que após freqüentarem as salas de aula por diversos anos de suas vidas, mal sabem ler uma lauda, quiçá compreendê-la e por aí devemos começar a nossa reflexão. A educação brasileira precisa urgentemente de revisão; esse tema precisa ser colocado em discussão e envolver especialistas com ênfase para os representantes da sociedade civil, por que os educadores do estado dão inacreditáveis mostras de incompetência e desinteresse expressos nos baixos níveis de conhecimentos exibidos pelos seus alunos. A educação é o principal ponto de partida para a construção de um futuro melhor; o pilar fundamental das nações prósperas e bem sucedidas, sabidamente é a educação de seus povos. Hoje, temos a possibilidade de ter destruído toda uma geração, que freqüentou a escola e foi promovida sem o devido aproveitamento; obviamente, um médico que se forme sem a devida qualificação, poderá matar seu paciente durante uma intervenção cirúrgica. A confiabilidade do profissional, só estará assegurada se durante seu curso e treinamento, ocorrer o aprendizado efetivo, caso contrário seu trabalho certamente será de má qualidade. Há trabalhos em que a má qualidade produz simplesmente conseqüências negativas, mas há trabalhos em que as conseqüências poderão ser desastrosas, funestas e irreparáveis; profissionais da saúde, pilotos de aeronaves, policiais, magistrados, administradores e muitos outros, atingem gravemente a vida de outras pessoas, quando praticam ações equivocadas oriundas de má formação.

Os políticos Maçons e os Maçons ocupantes de cargos públicos de alto nível precisam analisar esta premissa e apoiá-la em suas tratativas diárias, precisam levantar suas vozes e mostrar ao poder público e à sociedade como um todo, que com esta política educacional equivocada, a nação está sendo conduzida ao atraso e ao retrocesso. Se não adotarmos imediatamente os métodos capazes de identificar o real nível de aproveitamento dos nossos filhos e filhas, estaremos prejudicando gravemente toda uma geração, que ficará claramente em desvantagem competitiva diante de outros jovens oriundos de escolas particulares e de outros países. A exata compreensão da meritocracia inicia-se dentro da sala de aula.

Acreditamos também, que a educação começa dentro de casa. Os pais têm responsabilidade total sobre seus filhos e devem oferecer educação e formação a partir do próprio lar, disso dependerá o desenvolvimento e o comportamento do cidadão no futuro. Infelizmente nos dias de hoje, pais e avós têm dificuldades adicionais para realizarem esta tarefa, pois as ferramentas pedagógicas a seu alcance, muitas vezes se tornam inócuas diante das múltiplas influencias negativas a que seus filhos e filhas, estão expostos a partir, por exemplo, das programações das televisões. Há quem entenda que “falar mal” da televisão seja uma forma de estimular a censura e cercear a liberdade de expressão, quando na verdade uma coisa não se contrapõe à outra. Envolver crianças em discussões, ou expô-las a situações e comportamentos adultos como a sexualidade, por exemplo, ao invés de formá-las saudavelmente acabam na verdade, lançando-as precocemente no mundo da pornografia e da depravação, degradando-as ao invés de formá-las. Posteriormente, o convívio com outras crianças e adolescentes com formação e influencia negativa de pais despreocupados e sem compromisso com as virtudes e os deveres, acabam comprometendo ainda mais a educação e o futuro dos nossos jovens. De dentro de casa, por melhores que sejam as intenções e propósitos dos bons pais, tem sido muito complicada a tarefa de educar bem os filhos e as filhas dos nossos dias.

Outro tema urgente é a má versação dos recursos públicos; é impressionante o número de servidores públicos de todas as instancias de poder que reclamam contra os baixos salários e contra a ausência de recursos, encerrando aí muitas discussões. Impressionante também é o fato de concordarmos com esta avaliação ao acharmos que realmente falta dinheiro, quando na verdade há dinheiro de sobra, utilizado de maneiras equivocadas ou de formas desonestas, criando uma artificial falta de recursos nos locais onde o recurso deveria ser utilizado em benefício e a serviço do contribuinte. No ano de 2.011 do dia 1º de janeiro até o dia 31 de dezembro, o Brasil bateu um recorde histórico de arrecadação; R$ 1.512.127.357.698,90 (Um Trilhão, quinhentos e doze bilhões, cento e vinte e sete milhões, trezentos e cinqüenta e sete mil, seiscentos e noventa e oito reais e noventa centavos) de acordo com os números apresentados pelo Impostômetro http://www.impostometro.com.br/ Trata-se de uma impressionante cordilheira de dinheiro público, existente apenas em alguns poucos países do mundo, com os quais seria possível realizar maravilhas nas áreas de saúde, educação, segurança, saneamento básico e o que mais fosse necessário. Mas, surpreendentemente, o custo das obras públicas, que em passado recente consumiam milhões e milhões de reais, consomem agora bilhões e bilhões de reais, ao som da mesmíssima trilha sonora de sempre, de que tratam-se de recursos insuficientes.

Especialistas da sociedade civil deveriam analisar estes números, identificar a natureza das obras anunciadas e comparar os custos declarados pelo estado, com os custos oferecidos pelo mercado para validá-los ou não. O governo sabidamente superfatura obras e paga fornecedores com atraso, quando deveria ser o contrário, ou seja, o governo deveria ser tão bom pagador, que teria diferenciais nos preços oferecidos pela iniciativa privada, barateando ainda mais as obras necessárias pagas pelos contribuintes. Infelizmente, o estado brasileiro além de comprar mal, pagar com extrema morosidade e realizar obras de má qualidade, ainda demora longos períodos para concluí-las ou sequer finalizá-las em muitos e muitos casos. Vias públicas de grande movimentação ficam com seus fluxos reduzidos à metade por canteiros de obras intermináveis, complicando ainda mais o já caótico trânsito das cidades. As obras se arrastam por meses e meses a fio; equipamentos de grande porte ficam parados ou subutilizados. Não há trabalhadores em turnos ininterruptos para acelerar o trabalho e liberar o trânsito no menor espaço de tempo possível, e nós, meros contribuintes, convivemos com o problema, enquanto a administração pública se jacta de estar realizando tais e tais obras. A morosidade, além de prejudicar o funcionamento dos serviços, favorece o desvio dos recursos. Deveríamos criar e manter institutos fiscalizadores para auditar o máximo de obras possível e anunciar os resultados destas auditorias em todas as mídias espalhando assim estas informações para o mundo todo através da internet, das revistas e das televisões. Deveríamos organizar não apenas as tradicionais passeatas em via pública, mas deveríamos organizar também, comitivas de autoridades civis e especialistas técnicos nos assuntos para debater questões com os governadores, os prefeitos, os ministros e o máximo possível de autoridades instituídas. Deveríamos insistir incansavelmente até sermos recebidos pelos tais. Vejam que a frase correta não é “autoridades competentes” e sim “autoridades instituídas”.

Mas, indubitavelmente, a grande e imediata ação a ser realizada, sem dúvida nenhuma é a convocação dos Maçons ilustres, letrados, doutores e Mestres de todas as disciplinas para formarem uma corrente elevada de pensamento direcionado. Devemos estudar detidamente a condição atual da nação brasileira, enxergar o caos que se instalou insidiosamente no âmago da nossa sociedade e buscar respostas pormenorizadas para cada uma das graves dificuldades que penalizam e degradam o povo brasileiro. O desmando impera, a desordem se alastra provocando gravíssimas conseqüências sociais e os responsáveis pela resolução de todas estas mazelas, apenas consomem e exigem mais recursos, sem impedir a perpetuação dos graves problemas que nos assolam, criando assim um interminável ciclo de improbidade e incompetência. O pensamento precisa acontecer agora e produzir idéias viáveis e factíveis de serem colocadas em prática o quanto antes. O estado brasileiro é voraz, corrupto, incapaz e perdulário e precisa ser conduzido por novas e melhores pessoas; muitas destas que aí estão, ao invés de ocuparem postos em altos escalões, deveriam ocupar celas nas penitenciárias de segurança máxima.

Pensemos todos nós, maçons e não maçons, para encontrar as maneiras que poderão nos conduzir a um Brasil melhor, habitado e dirigido por homens livres e de bons costumes.

M.M. Isac Bispo Ramos

O NÍVEL

PILULA MAÇÔNICA

Fonte: http://redecolmeia.wordpress.com/2006/12/03/deixe-sua-mensagem-3/#comment-3584

Qual é o significado do instrumento "Nível" na Maçonaria?

Como resposta, temos a dizer que o nível é o símbolo da igualdade, não somente entre os membros da Fraternidade, mas de toda a humanidade. A Maçonaria ensina que o ser humano é fruto do Grande Arquiteto do Universo, que todos os homens foram criados por Ele na sua natureza, com certos direitos inalienáveis de vida, liberdade, e o direito de ser feliz. Isto não significa, entretanto, a não consideração das distinções devido ao mérito, ou a graduação e posição pela virtude de dádiva especial ou treinamento ou perseverança. Certamente, todos os homens são iguais na sua natureza, sujeito às mesmas enfermidades, tendo o mesmo amor divino, e como evento derradeiro, a morte, seguindo as imutáveis leis de Deus.

Mas alguns homens, pela disciplina, treinamento e o uso próprio de dons e inteligência, fornecidos pela natureza, escala um ou vários degraus acima do nível comum. Desse modo, a esta igualdade maçônica está sujeito o personagem mais poderoso e elevado, como o mais humilde dos iniciados, que não se distingue por outro título senão o de "Irmão". Como foi dito, o que pode distinguir os Maçons e conduzi-los aos altos cargos é o mérito e também as virtudes e o talento, que é a base das democracias (N. Aslan).

O Nível lembra ao Maçom que todas as coisas devem ser consideradas com serenidade igual, e o seu simbolismo tem como corolário noções de medida, imparcialidade, tolerância e igualdade, como também o correto emprego dos conhecimentos (Ragon).

M.'.I.'. Alfério Di Giaimo Neto

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Mas se a Ordem usa a simbologia de instrumentos da construção para ensinar e fixar os valores que deseja estarem investidos todos os maçons, por que se vê, com estranha frequência, maus exemplos partindo desses que se elevaram do chamado "nível comum", desses que se tornaram VMs ou GMs? Por que assumindo tais funções mudam os hábitos... os dois, os paramentos e os comportamentos?

Ir. Edson Monteiro

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

POLÍCIA FEDERAL & MAÇONARIA

PRECISAMOS UNIR E PARTICIPAR!

"A Polícia Federal pediu a ajuda da maçonaria para combater a corrupção no norte de Minas Gerais. O delegado Marcelo Eduardo Freitas, chefe da delegacia da polícia federal no norte de Minas, acompanhando do delegado Tiago Garcia, participaram da reunião conjunta com as 23 lojas maçônicas de Montes Claros, na noite de segunda-feira, dia 5 de novembro, no templo da Loja Maçônica Estrela de Montes Claros. A sessão foi presidida pelo venerável Olimpio Maia Abreu e pelo presidente do Conselho de Veneráveis do norte de Minas, Mauricio Sérgio Souza e Silva. Na mesma sessão, o coronel Franklim de Paula Silveira, comandante da 11ª região da policia militar, mostrou os indicadores de criminalidade em Montes Claros e as providências para reduzir esta situação.

O principal pedido do delegado Marcelo Eduardo Freitas é de que a maçonaria conscientize e sensibilize os seus membros e a comunidade para inibir a corrupção, orientando a população a fiscalizar a aplicação do dinheiro público. Ele lembra que a impunidade é uma das causas do aumento da corrupção e raramente os acusados deste tipo de crime são punidos criminalmente. Durante o encontro, o delegado Marcelo Eduardo Freitas mostrou que a corrupção causa um rombo de R$ 200 bilhões no Brasil, equivalente a 5% do Produto Interno Bruto, equivalente a 20% do investimento no país e causa os mesmos impactos do tráfico de drogas. A consequência disso é o caos vividos na saúde, educação, além de prejudicar as políticas de habitação e ainda, a sobrevivência de diversas famílias carentes..."

Colaboração do Ir. Domingo Ramos

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Esse texto serve-nos à reflexão sobre o papel devido à maçonaria na sociedade e o que esta tem praticado de realmente relevante. As instituições maçônicas mais representativas são as Obediências que congregam várias Lojas, algumas delas com centenas e até milhares de Oficinas, e por isso, deveriam ser o esteio das aspirações maçônicas na vida sócio-política da nação. Deveriam, mas essas entidades, as Potências, têm dado mostras de que estão muito preocupadas com os próprios umbigos, parece que estão repletas de indivíduos com projetos pessoais e não com propostas institucionais válidas para a sociedade. As lojas maçônicas, muitas delas, a reboque, isoladas que ficam das comunidades, vivem a tocar reuniões econômicas com ótimos discursos e péssimos exemplos que nada criam para os cidadãos, mas que se empenham em festividades e em copos dágua. Pior, há oficinas que se escondem em suas covardias quando são aviltadas, constrangidas e ameaçadas pelo poder central nas vezes que este se sente ameaçado por declarações ou por questionamentos de membros de suas filiadas. É ditadura absolutista intolerante, abarrotada de gente cega que tambem só pensa em si, que apoia a tudo isso, os bajuladores de plantão. É isso o que muito se tem de maçonaria hoje, muito egoísmo, muito egocentrismo, muita covardia, muito discurso e nada de atitudes dignas de lutadores por alguma causa, qualquer causa. Tem muita gente temerosa de represálias, imagine, dos próprios irmãos, claro, de maus irmãos, e que obviamente, nem um, nem outro, têm o perfil de dignidade, de coragem e de luta necessario às causas sociais, a razão da maçonaria. As 23 Lojas maçonicas de Montes Claros dão alento ao nosso ânimo combalido!
Ir. Edson Monteiro

domingo, 25 de novembro de 2012

O TOLO E O SÁBIO

Alguns vivem metidos em aspirações do que quer, nem sempre focados naquilo que mais precisa, e assim   leva a vida, de sobressaltos e invertidas, mas de algumas alegrias tambem, especialmente depois de lições aprendidas nas escolhas menos favoráveis.

Enquanto se cuida somente das próprias vidas, num restrito círculo, os erros geram cobranças de poucos, a frustração pode ser vencida com o tempo com determinação e reerguimento; o mal é íntimo e pode ser virado como as folhas de um livro... fica no passado.

Um sujeito no exercício de qualquer mandato, que cuida de assuntos de toda uma comunidade e toma decisões que podem interferir no destino de todos, para pior ou melhor, jamais pode escolher, com os recursos de todos, realizar ações auto-benefícentes, auto-promotivas, perdulárias ou irrazoáveis. Esse mal não se apaga facilmente, fica exposto como numa tela registrado num quadro, na memória de muitos e de uma instituição inteira. Isso ocorrendo, certamente tem-se no poder um tolo, diverso do esperado de um líder que é um sábio que ouve antes de agir e que age motivado pelas necessidades e desejos dos seus representados. Como diferenciar o tolo do sábio? Bem fácil: certamente todos que administram, dirigem ou governam são passíveis de erros, e de críticas, sendo isso perfeitamente natural; procure corrigir o seu dirigente para saber se está frente a um sábio líder ou a um estúpido tolo:
Ir. Edson Monteiro

CARBONÁRIA & MAÇONARIA


A retidão, a firmeza, a lealdade e a austeridade foram muito cultivados e praticados na Carbonária. Não serão estas práticas - excluidas as execuções e crimes - que estão faltando à Ordem? Vejamos:
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A Carbonária
Sobre a Carbonária, o único escritor, no Brasil, que se dedicou realmente em trazer algum esclarecimento, foi o Irmão Adelino de Figueiredo Lima, um dos primeiros contestadores de algumas das mazelas que debilitaram a nossa Ordem e que ainda debilitam. Todavia, este trabalho não comporta esse tipo de assunto por isso é que vamos transcrever apenas uma pequena introdução que ele fez da Carbonária:  "Nenhuma Sociedade Secreta fascinou tanto as multidões sequiosas de sua liberdade, ou da independência política conquistada à custa de lágrimas e sangue, quanto a Maçonaria Florestal, mais conhecida como "Carbonária", por ter sido fundada pelos carvoeiros da Hannover, como associação de defesa e de ação contra os opressores e assaltantes de sua classe. Constituída no último Quartel do Séc. XV, ela só veio a entrar na História, como organização de caráter político, após a Grande Revolução Francesa. Na Itália, ela adquiriu fama de violenta e sanguinária, e introduzida na França por ordem de Napoleão, não tardou em converter-se na mais poderosa força oposicionista ao expansionismo do grande corso, lutando contra ele na França, na Áustria, na Espanha e em Portugal. O nome de "Maçonaria Florestal", veio-lhe depois que irrompeu, na Itália e na França. "Maçonaria", porque os Maçons a propagavam e a protegiam, "Florestal", porque as Iniciações dos seus Membros, lembravam as dos antigos Carvoeiros de Hannover, realizadas nas florestas mais densas, a cobertos das vistas estranhas. Os Carbonários, antes de serem investidos nos Segredos da Ordem, passavam por duras provas e prestavam os mais terríveis juramentos,  e só depois disso é que o candidato recebia as insígnias de "Bom Primo", — (as insígnias de Bom Primo consistiam de um balandrau preto e capuz, tendo bordado, em branco, no peito, um punhal (o punhal de São Constantino), com o cabo no formato cruciforme entrelaçado a uma cruz cristã.) O punhal de São Constantino não constava somente de um desenho bordado no Peito do Balandrau Preto, era também uma arma branca, que todos os Carbonários usavam — também em suas execuções — como símbolo da Ordem a qual pertenciam. O Balandrau Preto, dos líderes, ao invés do Punhal e da Cruz entrelaçados — possuía bordado no peito, em dourado, um sol radiante. O brado de guerra dos Carbonários consistia em, cada um, levantar o seu punhal bem alto. Normalmente as reuniões dos tribunais carbonários eram realizadas, a exemplo dos carvoeiros de Hannover, no passado, em plena floresta, bem distante dos olhares curiosos e indevidos. Seus julgamentos eram implacáveis e seus réus, se condenados, eram executados com a máxima eficiência. O Carbonário era, as vezes, juiz e carrasco ao mesmo tempo. Seus afiliados (jamais podiam trair a Ordem. Os que traíram, sempre foram exemplarmente executados) se tornavam Carbonário ou executor das ordens de "Alta Venda". Em cada país a Organização da "Maçonaria Florestal" obedecia ao esquema italiano: "Alta Venda", corpo deliberativo superior, composto de um D elegado da cada "Barraca", composta por sua vez por um Delegado de cada "Cabana"; e as "Cabanas" eram formadas por um Delegado de cada "Choça". Acima da "Alta Venda" estava porém, a "Jovem Itália", composta por um triunvirato que nas lutas pela Unificação e pela queda do Poder Temporal dos Papas, era constituído por Cavour, Mazzini e Garibaldi.

A Carbonária Italiana, a princípio, foi protegida pelo Carbonário Lucien Charles Napoleão Murat — General de Napoleão Bonaparte — e Princípe de Monte Corvo, filho do Marechal Murat, nascido em Milão, em 1803. Ele abandonou a Itália em 1815, com a derrocada de Napoleão em Waterloo, em 18.07.1815, tendo sido capturado na Espanha. Após sua libertação, seguiu para os Estados Unidos, em 1825. Ali se casou, tendo retornado a Paris em 1848. Mais tarde, Murat foi eleito Grão Mestre do Grande Oriente, conseguindo um progresso muito grande no erguimento da Obediência, com a fundação de muitas novas Lojas. Um dos elementos que se deve destacar na Carbonária Italiana — não pelos seus atos patrióticos, mas sim pela sua traição à Carbonária — é o Conde Peregrino Rossi. Rossi teve duas atitudes distintas: na mocidade, foi um dos mais ativistas e propagandistas dos ideais da Carbonária, merecendo o respeito de todos os Bons Primos. Todavia, de um momento para outro, bandeou-se para as hostes inimigas. Rossi aliou-se ao Papa Gregório XVI com a finalidade de conseguir do Papa, condenações às ações dos Jesuítas. Nesse ínterim, morre Gregório XVI e sobe ao Trono de São Pedro o Papa Pio IX, ao qual Rossi se afiliou de corpo e alma. Rossi, que fora até Roma para combater o jesuitismo, volta um fiel defensor dos Irmãos de Inácio de Loyola. É proscrito da Carbonária em 1820 e se torna um novo Saulo, convertendo-se aos ideais do Papa.
- Era o novo Judas, gritavam em todas as "Barracas", de punhal em riste, os Bons Primos, seus antigos companheiros.

Conhecedor que era dos métodos de seus antigos companheiros, Rossi teve muita facilidade de nominar seus líderes e encher as prisões da Cidade Eterna, dando um tremendo golpe no movimento revolucionário Rossi cada vez mais se dedicava a uma ação repressiva, sem pensar que - desde a mais humilde "Choça" à mais pujante "Barraca", e com Giuseppe Mazzini tendo o controle de todas as "Altas Vendas" - os punhais de São Constantino eram levantados e descreviam no ar o ângulo reto das decisões fatais. A sentença estava lavrada, terrível e implacável. Havia sido marcada uma reunião para o dia 15 de novembro, a 1 hora da tarde, com o Ministro Conde Peregrino Rossi. Dissera Rossi no dia anterior: "— Se me deixarem falar, se me derem tempo para pronunciar o meu discurso, não só a Itália estará salva, como ficará definitivamente morta a demagogia da Península". A demagogia da península era o movimento Carbonário.

"La causa del Papa es la causa del Dio". E o Conde Peregrino Rossi desceu as escadarias e entrou na carruagem que o levaria ao Parlamento. Chegando à praça, a carruagem atravessou lentamente a multidão e entrou pela porta do Palácio e foi parar em frente ao vestíbulo, onde Peregrino Rossi foi saudado por assobios e gritos enraivecidos:
- Abaixo o traidor !
- Morte ao vendilhão da Pátria !
Só então Rossi se apercebeu que nem toda a consciência nacional estava encarcerada na Civiltá Véchia. Esboçou um sorriso contrafeito para a multidão e quando se dispunha a continuar a marcha, recebeu um golpe na carótida, especialidade dos Bons Primos, que o fez tombar agonizante. No bolso interno da sobrecasaca, ao ser recolhido o cadáver, foi encontrada a sentença de morte: "Juraste lutar pela unificação da Itália e traíste o juramento ! Lembrando: 'Juro que jamais abandonarei as armas ou desertarei do Movimento Patriótico, enquanto a Itália não for livre e entregue a um governo do Povo, para o Povo. Se eu faltar a esse juramento, prestado de minha livre e espontânea vontade, que o pescoço me seja cortado e o meu nome desonrado e apregoado como o mais vil traidor à Pátria e aos Bons Primos da Carbonária Italiana'. Com coisas sérias não se brinca !"

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Como vimos, a carbonária estava a léguas de distância da maçonaria, mas apesar disso, sempre foi confundida com a maçonaria, até por maçons bisonhos que acreditam que no passado a maçonaria executava irmãos e profanos que não rezassem por sua cartilha. De vez em quando, ouvimos um irmão dizer que a maçonaria precisa voltar a ser o que era no passado, e executar os maus elementos da sociedade.

A Maçonaria em tempo algum executou os maus elementos da sociedade. Quem, às vezes, fez isso, foi a carbonária, a santa vehme, a maçonaria não. A maçonaria sempre foi pacífica, respeitadora da lei e ordem. Só usando sua estrutura fechada para conspirar contra os maus regimes políticos e algumas instituições nocivas, mas sempre ordeira e pacificamente. Seus membros, sim, às vezes, independentemente de suas Lojas, se filiavam a movimentos ou grupos vingadores.
Ir:.Giuseppe D'Agostino

O BRASIL VAI EXPLODIR!

Fonte: www.fortalweb.com.br/grupoguararapes
Neste momento grave, da vida nacional, há bombas atômicas em condições de explodir, a qualquer momento.

A primeira já está com o pavio aceso que é a desgraça do "MENSALÃO", sendo julgada pelo STF, onde grandes bandidos serão presos para limpeza da corrupção nacional.

A segunda já começa a ter o pavio aceso dentro do Senado da República. O senador Mário Couto afirmou que há ladrões dentro da casa e na sessão seguinte reafirmou com mais ênfase. Há ou não há ladrões? Apura-se ou não se apura? O senador Mário Couto será julgado pela comissão de ética do Senado ou não? Diz a FOLHA DE SP,de 31 de out de 2012 o seguinte:
“Senador do Pará chama colegas de ladrões” e transcreve as palavras do mesmo: “tenho vontade de cuspir na cara de alguns senadores que enriqueceram sem nunca terem sido nada na vida”. Falta vergonha de todos?

A terceira é a CMPI que não apura nada e todos com medo da tal DELTA. Todos com o rabo preso pelo Sr. Cachoeira que se abrir a boca o mundo se acaba e por isso querem terminar rápido, antes que vire um novo mensalão.

A quarta bomba atômica é a nova declaração do Marcos Valério à polícia federal. Faz acusações ao ex-presidente e ao ex-ministro Palocci, que estariam envolvidos, no escândalo do "mensalão". Ele pede que seja incluído, no programa de proteção à testemunha, alegando que se encontra ameaçado de morte. Se falar, o mundo explode.

Nessa grande balbúrdia, ainda há acusações à polícia federal, que não trabalha para o Estado brasileiro e sim para o Governo. Injustiça. Não podemos admitir que instituições sérias como as forças armadas, itamaraty e polícia federal possam  servir ao governo e não à pátria. Estas instituições não fazem politicagem e sim política de Estado.

Resposta de Rio Branco ao embaixador argentino na questão de Palmas: “SENHOR, UM PALMO DE TERRA QUE SEJA, EM SENDO BRASILEIRO, DEVE SER DEFENDIDO PELOS BRASILEIROS, A FERRO, A FOGO E A SANGUE”.

Ir. Torres de Melo

terça-feira, 20 de novembro de 2012

IDIOTA NO PODER

Caros Irmãos

Há pensamentos que são verdadeiras expressões universais, valores que se aplicam em toda parte do planeta, que servem a todas as circunstâncias que se vive. No final, em tudo que é lugar, temos idiotas demais para nosso gosto!
Ir. Edson Monteiro

BAPHOMET... símbolo hermético, símbolo maçônico.

O símbolo adotado nesta montagem é de Baphomet, figura hermética adotada pelas ciências ocultas e iniciáticas, como o é a própria maçonaria nos seus mais adiantados e profundos estudos esotéricos/filosóficos. A história em torno do Baphomet foi intimamente relacionada com a da Ordem dos Templários, pelo Rei Filipe IV de França e com apoio do Papa Clemente V, ambos com o intuito de desmoralizar a Ordem, pois o primeiro era seu grande devedor e o segundo queria revogar o tratado que isentava os Cavaleiros Templários de pagar taxas à Igreja Católica.

A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, também conhecida como Ordem do Templo, foi fundada no ano de 1118. O objetivo dos cavaleiros templários era supostamente proteger os peregrinos em seu caminho para a Terra Santa. Eles receberam como área para sua sede o território que corresponde ao Templo de Salomão, em Jerusalém, e daí a origem do nome da Ordem. Por isso e por outras razões essa antiga Ordem se relaciona à maçonaria que hoje praticamos.

Segundo a história, os Cavaleiros tornaram-se poderosos e ricos, mais que os soberanos da época. Segundo a lenda, eles teriam encontrado no território que receberam documentos e tesouros que os tornaram poderosos. Segundo alguns, eles ficaram com a tutela do Santo Graal dentre outros tesouros da tradição católica.

Em 13 de outubro de 1307, sob as ordens de Felipe, o Belo e com a conivência do Papa Clemente V, os cavaleiros foram presos, torturados e condenados à fogueira, acusados de diversas heresias. O rei francês, nessa altura, acusava os templários de adorarem o diabo na figura do que eles chamavam Baphomet (a partir daí criou-se a crença de um demônio chifrudo), de cuspir na cruz, e de praticar rituais de cunho sexual aberrante (embasado no símbolo da Ordem, que era representado por dois Cavaleiros usando o mesmo cavalo). O Baphomet tornou-se o bode expiatório da condenação da Ordem pela Igreja Católica e da morte de templários na fogueira que se seguiu a isto. Talvez isso também explique a ainda viva aversão da Igreja Católica a tudo que se relaciona à maçonaria (não de todos mas de grande parte dos membros do clero).

Essa fotomontagem bem que poderia ser o motivador de nossa atual maçonaria em busca do poder, em busca de ampliar sua presença nos poderes da República com os verdadeiros valores que o símbolo de Baphomet representa, símbolo hermético, símbolo maçônico, e não com as atitudes dos maçons de mentira, verdadeiros profanos de avental que vemos transitar nos três poderes da nação.

Ir. Edson Monteiro

O QUE VALE PRA LÁ, VALE PRA CÁ!

E não é mesmo o que vemos e constatamos não só da população como também de nossos "dirigentes"?


Fonte: http://www.youtube.com/embed/1xsGMAMKd7g?rel=0

Ir:.Giuseppe D'Agostino

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

SER HONESTO E VERDADEIRO!

Ser honesto e verdadeiro... bem que poderíamos estar a falar apenas da qualificação dos agentes da política nos três níveis governamentais, nos três poderes da República, nas repartições públicas, nas autarquias ou nas estatais de forma geral. Mas honestidade e autenticidade com transparência  é comportamento essencial em qualquer atividade humana, seja  no trabalho, em casa, com os amigos e nas relações da vida social que qualquer cidadão resolva abraçar como causa. 

As causas estão em tudo, especialmente nas ações governamentais imbuídas pela verdadeira política, nos serviços das entidades sem fins de lucro conhecidas por terceiro setor que abrigam os que se dedicam à promoção do bem, na ajuda desinteressada, no atendimento aos que se acham em situação de risco social. 

Instituições filantrópicas, clubes de serviço, ONGs nas mais diversas matizes atuam nas diferentes demandas sociais complementares ao Estado, movem-se por ações públicas privadas essenciais ao atendimento de algum benefício à população, em nada diferentes das responsabilidades com  a verdade e com a transparência das instituções de governo do primeiro setor. As Potências e as Lojas maçônicas são entidades que aqui se encaixam, terceiro setor, e devem funcionar com a lógica pertinente a essa classe de atores sociais.

Potências Maçônicas, além das  auto-regulações de suas leis próprias, são submissas, ao menos, às Leis do Código Cível Brasileiro e  à Constituição Federal; espera-se, portanto, que cumpram com retidão os objetivos estabelecidos em seus Estatutos, como dita a Lei, e que os propósitos sociais claramente designados nos artigos desses documentos de fé pública  sejam considerados, respeitados e cumpridos.

Qual o objetivo social de uma Potência Maçônica? Tornar feliz a humanidade? Seria o mesmo propósito da maçonaria?

Obediências pautam ações no mesmo discurso e nos mesmos dogmas ensinados nos Templos, mas diferem das afiliadas pela visão macro, corporativa, de união das Lojas de sua jurisdição num trabalho conjunto, focado,  multiplicador e convergente num mesmo propósito.

Obediências não deixam afiliadas soltas a seus distintos propósitos, ou sem propósitos...  não impõem projetos de qualquer tipo a partir da vontade de seus dirigentes, mas, pelo contrário, estimulam a criação de projetos que sejam emanados da comunidade maçônica e que atendam ao maior número desses beneficiários, e que além de tudo, sejam úteis à sociedade.

Há necessidade de estimular amplamente  a aplicação da honestidade de princípios e da verdade transparente dos fatos que campeiam os bastidores de gabinetes das Obediências; há que se lutar pela sincera fraternidade e igualdade entre os obreiros da arte real sem  a estratificação vaidosa de cargos de representação e comando; é necessário o convencimento de todos que se deve escolher os sinceros e honestos para dirigir as instituções maçônicas que criamos e que pertencem a todos nós. Não existe honestidade onde não há sinceridade e transparência. Um ser honesto é um ser verdadeiro!

Obediências com imagens comprometidas devem-nas às políticas de suas administrações, aos despreparados que se arrogam capazes de dirigí-las e de governar  uma comunidade de líderes. Líderes devem por sua vez, aprender a isolar espertos inéptos, mas tagarelas, que se imiscuem nas corridas do poder. Esses espertos sobrevivem por algum tempo, mas acabam saindo pelas portas dos fundos... no final, escondem-se de suas vergonhas.

Ir. Edson Monteiro

domingo, 11 de novembro de 2012

O novo imbecil coletivo


Certamente muitos poderão não concordar com as opiniões e afirmativas do prof. Olavo de Carvalho. Entretanto, basta olharmos nossa sociedade e constatar que efetivamente o processo de imbecilização encontra-se em andamento e a todo vapor, utilizando-se de todas as ferramentas e mecanismos disponíveis e que alguns dirigentes, representantes e "líderes" sub-repticiamente e de forma oculta e silenciosa, "instalam", como verdadeiros "chips" na mente e alma da população brasileira. Limitam sua inteligência, sua capacidade crítica, sua criatividade, sua iniciativa, sua vontade... Acovardam e amedrontam para a vida, para o trabalho, para a educação. São amplamente conhecidas as ferramentas e mecanismos utilizados nesta empreita: TV, internet, cultura de magazine, alcool, drogas, sexo, volência, banalização da vida e d o relacionamento humano, materialismo, enfim, a conta aí esta para todos que duvidam ou duvidaram.

Forte abraço

Ir:. Giuseppe D'Agostino
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O novo imbecil coletivo

de Olavo de Carvalho

Fonte: Diário do Comércio, 30 de outubro de 2012

Quando entre os anos 80 e 90 comecei a redigir as notas que viriam a compor O Imbecil Coletivo, os personagens a que ali eu me referia eram indivíduos inteligentes, razoavelmente cultos, apenas corrompidos pela auto-intoxicação ideológica e por um corporativismo de partido que, alçando-os a posições muito superiores aos seus méritos, deformavam completamente sua visão do universo e de si mesmos. Foi por isso que os defini como “um grupo de pessoas de inteligência normal ou mesmo superior que se reúnem com a finalidade de imbecilizar-se umas às outras”.

Essa definição já não se aplica aos novos tagarelas e opinadores, que atuam sobretudo através da internete que hoje estão entre os vinte e os quarenta anos de idade. Tal como seus antecessores, são pessoas de inteligência normal ou superior separadas do pleno uso de seus dons pela intervenção de forças sociais e culturais. A diferença é que essas forças os atacaram numa idade mais tenra e já não são bem as mesmas que lesaram os seus antecessores.

Até os anos 70, os brasileiros recebiam no primário e no ginásio uma educação normal, deficiente o quanto fosse. Só vinham a corromper-se quando chegavam à universidade e, em vez de uma abertura efetiva para o mundo da alta cultura, recebiam doses maciças de doutrinação comunista, oferecida sob o pretexto, àquela altura bastante verossímil, da luta pela restauração das liberdades democráticas. A pressão do ambiente, a imposição do vocabulário e o controle altamente seletivo dos temas e da bibliografia faziam com que a aquisição do status de brasileiro culto se identificasse, na mente de cada estudante, com a absorção do estilo esquerdista de pensar, de sentir e de ser – na verdade, nada mais que um conjunto de cacoetes mentais.

O trabalho dos professores-doutrinadores era complementado pela grande mídia, que, então já amplamente dominada por ativistas e simpatizantes de esquerda, envolvia os intelectuais e artistas de sua preferência ideológica numa aura de prestígio sublime, ao mesmo tempo que jogava na lata de lixo do esquecimento os escritores e pensadores considerados inconvenientes, exceto quando podia explorá-los como exceções que por sua própria raridade e exotismo confirmavam a regra.

Criada e mantida pelas universidades, pelo movimento editorial e pela mídia impressa, a atmosfera de imbecilização ideológica era, por assim dizer, um produto de luxo, só acessível às classes média e alta, deixando intacta a massa popular.

A partir dos anos 80, a elite esquerdista tomou posse da educação pública, aí introduzindo o sistema de alfabetização “socioconstrutivista”, concebido por pedagogos esquerdistas como Emilia Ferrero, Lev Vigotsky e Paulo Freire para implantar na mente infantil as estruturas cognitivas aptas a preparar o desenvolvimento mais ou menos espontâneo de uma cosmovisão socialista, praticamente sem necessidade de “doutrinação” explícita.

Do ponto de vista do aprendizado, do rendimento escolar dos alunos, e sobretudo da alfabetização, os resultados foram catastróficos.

Não há espaço aqui para explicar a coisa toda, mas, em resumidas contas, é o seguinte. Todo idioma compõe-se de uma parte mais ou menos fechada, estável e mecânica – o alfabeto, a ortografia, a lista de fonemas e suas combinações, as regras básicas da morfologia e da sintaxe -- e de uma parte aberta, movente e fluida: o universo inteiro dos significados, dos valores, das nuances e das intenções de discurso. A primeira aprende-se eminentemente por memorização e exercícios repetitivos. A segunda, pelo auto-enriquecimento intelectual permanente, pelo acesso aos bens de alta cultura, pelo uso da inteligência comparativa, crítica e analítica e, "last not least", pelo exercício das habilidades pessoais de comunicação e expressão. Sem o domínio adequado da primeira parte, é impossível orientar-se na segunda. Seria como saltar e dançar antes de ter aprendido a andar. É exatamente essa inversão que o socioconstrutivismo impõe aos alunos, pretendendo que participem ativamente – e até criativamente – do “universo da cultura” antes de ter os instrumentos de base necessários à articulação verbal de seus pensamentos, percepções e estados interiores.

O socioconstrutivismo mistura a alfabetização com a aquisição de conteúdos, com a socialização e até com o exercício da reflexão crítica, tornando o processo enormemente complicado e, no caminho, negligenciando a aquisição das habilidades fonético-silábicas elementares sem as quais ninguém pode chegar a um domínio suficiente da linguagem.

O produto dessa monstruosidade pedagógica são estudantes que chegam ao mestrado e ao doutorado sem conhecimentos mínimos de ortografia e com uma reduzida capacidade de articular experiência e linguagem. Na universidade aprendem a macaquear o jargão de uma ou várias especialidades acadêmicas que, na falta de um domínio razoável da língua geral e literária, compreendem de maneira coisificada, quase fetichista, permanecendo quase sempre insensíveis às nuances de sentido e incapazes de apreender, na prática, a diferença entre um conceito e uma figura de linguagem. Em geral não têm sequer o senso da “forma”, seja no que lêem, seja no que escrevem.

Aplicado em escala nacional, o socioconstrutivismo resultou numa espetacular democratização da inépcia, que hoje se distribui mais ou menos equitativamente entre todos os jovens brasileiros estudantes ou diplomados, sem distinções de credo ou de ideologia. O novo imbecil coletivo, ao contrário do antigo, não tem carteirinha de partido.

Fonte: http://www.olavodecarvalho.org/semana/121030dc.html

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

GUARUJÁ REUNE LOJAS

"Se não houver vento... reme!"



A ARLS Integração Guarujá 408, prestigiada Loja da baixada santista, recebeu no dia 05/11/2012 em seu Templo, a visita de outras importantes  duas Lojas da GLESP, a ARLS Martim Francisco 136 e a ARLS Joaquim Gonçalves ledo 303, além da ARLS União do GOB-Guarujá, outra operativa Oficina. A palestra motivacional com a título "Se não houver vento... reme!" foi proferida pelo palestrante Roosevelt Andolphato Tiago, aliás muito aplaudido.


Entrega do mimo ao palestrante pelo Eminente Grão Mestre Adjunto
 Ir. ANTONIO CARLOS DE SOUZA

Sessão conjunta de Lojas da GLESP, assistida pela Loja do GOB, redundou em magnífica cerimônia magna branca que contou com a presença de 90 IIr.'. e 30 visitantes, incluindo-se as queridas cunhadas. Os trabalhos foram presididos pelo Ir. Luiz Carlos Pirani, Ven. M. da ARLS Integração Guarujá 408, que presenteou o ilustre palestrante com bonito quadro, que a seu pedido, fora entregue pelo Grão Mestre Adjunto da GLESP, o querido irmão Ir. Antonio Carlos de Souza, que esteve presente prestigiando a efeméride. Após a cerimônia a Loja Integração Guarujá 408 recepcionou a todos em seu imenso salão de festas para o ágape fraternal.

Parabéns aos irmãos do Oriente de Guarujá pelo   encontro que fortalece a amizade entre todos, excelente oportunidade de confraternização das Lojas  que puderam compartilhar úteis palavras para melhores pensares e melhores decisões na vida de muitos. Parabéns a essas Lojas por trazerem autoridade maçônica do quilate do nosso Eminente Grão-Mestre Adjunto Ir. Antonio Carlos de Souza, clara demonstração do prestígio que gozam, da projeção institucional que protagonizam em seus Orientes, resultado advindo certamente do trabalho na ação  social frente às demandas nas comunidades dos seus entornos, em suas jurisdições.

Ir. Edson Monteiro