"Para não ser criticado: Não diga nada. Não faça nada. Não seja nada!"
terça-feira, 29 de maio de 2012
quinta-feira, 24 de maio de 2012
MAS... O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM A GLESP???
PERDE A GLESP UMA LOJA DA EXPRESSÃO DA ARLS CAVALEIROS DE SÃO JOÃO 115, AGORA COM O NÚMERO 4172 DO GRANDE ORIENTE.
Foi uma festa, uma imensa demonstração de AMIZADE e de FRATERNIDADE num ambiente de tanta cordialidade entre irmãos de duas diferentes Potências que funcionou como se fosse uma só Obediencia, tamanha foi a cordialidade e o empenho dos irmãos do Grande Oriente para tornar o ambiente numa harmonia como se todos estivessem numa só casa, todos nas suas próprias casas.
Foi maravilhosa a cerimônia de regularização da "Cavaleiros" no Templo Nobre do Grande Oriente de São Paulo, festiva ocorrida em 23/05/2012 às 20:00hs, presidida pelo Eminente Grão Mestre do Grande Oriente de São Paulo, Ir. Mário Sergio Nunes da Costa, com a colaboração na condução dos trabalhos do Primeiro Vigilante Comissário, o Sapientíssimo Grão Mestre Geral Adjunto do Grande Oriente do Brasil, o Irmão Cláudio Roque Buono, e do Segundo Vigilante Comissário, o Eminente Past Grão Mestre da Grande Loja Maçônica de São Paulo, o Ir. Salim Zugaib.
Foi maravilhosa a cerimônia de regularização da "Cavaleiros" no Templo Nobre do Grande Oriente de São Paulo, festiva ocorrida em 23/05/2012 às 20:00hs, presidida pelo Eminente Grão Mestre do Grande Oriente de São Paulo, Ir. Mário Sergio Nunes da Costa, com a colaboração na condução dos trabalhos do Primeiro Vigilante Comissário, o Sapientíssimo Grão Mestre Geral Adjunto do Grande Oriente do Brasil, o Irmão Cláudio Roque Buono, e do Segundo Vigilante Comissário, o Eminente Past Grão Mestre da Grande Loja Maçônica de São Paulo, o Ir. Salim Zugaib.
A estrela da noite: SALIM ZUGAIB
Claro que a "noiva" da festa foi a ARLS Cavaleiros de São João 115, sem dúvida, mas também sem dúvida alguma, dentre a constelação de fulgurosas estrelas que lá brilharam, uma esteve em merecido destaque: nosso Ir. Salim Zugaib, Eminente Past Grão Mestre da GLESP.
Tão relevante é a figura desse homem, que foi, durante a cerimônia, feitas as mais honrosas e justas homenagens a esse importante obreiro da história da maçonaria paulista, nacional e internacional (Past Secr. Geral da Confederação Maçônica Panamericana), como a deferência que o Grande Oriente fez ao nosso querido amigo Salim, presenteando-lhe com a medalha de comenda comemorativa dos 90 anos de funcionamento do atual modelo administrativo do Grande Oriente de São Paulo, deferência só conferida às LOJAS da jurisdição daquela Potência, não para Irmãos especificamente. É demonstração de que há um verdadeiro sentimento de união entre o GOSP e a figura do Eminente Past Grão Mestre Salim Zugaib, além do profundo respeito por toda a sua história; foi dito inclusive "que o Ir. Salim foi, até hoje, o melhor Grão Mestre da GLESP" - e mais - "O reconhecimento da GLESP perante a Grande Loja da Inglaterra, o Tratado de Amizade entre o Grande Oriente do Brasil e a GLESP são, dentre muitos outros feitos, obras de um artífice: Salim Zugaib." E não sou eu quem tudo isso afirma agora neste texto frio, são palavras proferidas pelo Eminente Grão Mestre de São Paulo e pelo Orador da cerimônia, Ir Santiago, Past Grão Mestre da Catalunha (em castelhano Cataluña).
Tem mais, o Sapientíssimo Irmão Cláudio Roque Buono, Grão Mestre Geral Adjunto do Grande Oriente do Brasil, e Primeiro Vigilante Comissário, e Past Grão Mestre do Grande Oriente de São Paulo, fala para todos em bom tom, "que tenho a maior felicidade da vida ao oficiar pela primeira vez uma sessão dessa no Grande Oriente ao lado do meu mestre Salim Zugaib". Essas foram suas palavras.
Tão relevante é a figura desse homem, que foi, durante a cerimônia, feitas as mais honrosas e justas homenagens a esse importante obreiro da história da maçonaria paulista, nacional e internacional (Past Secr. Geral da Confederação Maçônica Panamericana), como a deferência que o Grande Oriente fez ao nosso querido amigo Salim, presenteando-lhe com a medalha de comenda comemorativa dos 90 anos de funcionamento do atual modelo administrativo do Grande Oriente de São Paulo, deferência só conferida às LOJAS da jurisdição daquela Potência, não para Irmãos especificamente. É demonstração de que há um verdadeiro sentimento de união entre o GOSP e a figura do Eminente Past Grão Mestre Salim Zugaib, além do profundo respeito por toda a sua história; foi dito inclusive "que o Ir. Salim foi, até hoje, o melhor Grão Mestre da GLESP" - e mais - "O reconhecimento da GLESP perante a Grande Loja da Inglaterra, o Tratado de Amizade entre o Grande Oriente do Brasil e a GLESP são, dentre muitos outros feitos, obras de um artífice: Salim Zugaib." E não sou eu quem tudo isso afirma agora neste texto frio, são palavras proferidas pelo Eminente Grão Mestre de São Paulo e pelo Orador da cerimônia, Ir Santiago, Past Grão Mestre da Catalunha (em castelhano Cataluña).
Tem mais, o Sapientíssimo Irmão Cláudio Roque Buono, Grão Mestre Geral Adjunto do Grande Oriente do Brasil, e Primeiro Vigilante Comissário, e Past Grão Mestre do Grande Oriente de São Paulo, fala para todos em bom tom, "que tenho a maior felicidade da vida ao oficiar pela primeira vez uma sessão dessa no Grande Oriente ao lado do meu mestre Salim Zugaib". Essas foram suas palavras.
Agora as perguntas que não calam:
1- Por que a GLESP fez o que fez com o Irmão Salim, tanto na administração anterior como nessa atual, onde nesta, inclusive, foi necessária ação judicial para que o Ir. Salim fosse reintegrado aos quadros da GLESP, na ARLS Academia dos Esquecidos Millenium 536? (É só ver o teor do ato 161 da GLESP que está publicado neste blog) - Enquanto isso, o Grande Oriente homenageia e sonha com a integração da Irmão Salim àquela Potência.
2- Por que a "Cavaleiros de São João" ficou 9 anos no ostracismo, na penumbra, no umbral, sem ser aceita de volta à GLESP, numa infame cobertura de direitos maçônicos? - Isso ocorreu à época do anterior Grão Mestre por pura perseguição política à Oficina, em razão de ter como membro em seu quadro o Ir. Salim, obreiro invejado e perseguido. E assim, por tanta perseguição no passado, que infelizmente não cessou na atual administração da GLESP, a Loja Cavaleiros de São João 115 foi recorrer à filiação ao Grande Oriente de São Paulo para se regularizar. E teve amparo.
Que atitude é essa? Onde está a fraternidade, a consideração, a tolerância tão falada? Perder uma Loja, qualquer Loja, por motivos torpes! Nenhum motivo, qualquer um, justifica perder uma Oficina!
Que atitude é essa? Onde está a fraternidade, a consideração, a tolerância tão falada? Perder uma Loja, qualquer Loja, por motivos torpes! Nenhum motivo, qualquer um, justifica perder uma Oficina!
Mas enfim, damos graças ao GADU por termos o Grande Oriente com os obreiros que tem, e falo isso hoje com a maior convicção e admiração àquela Potência, que abriu as portas à "cavaleiros" e que senti estar de portas abertas a todos que estão saturados dos desmandos e da anti-maçonaria praticada por aí. Enquanto a GLESP virara as costas a esses irmãos, o GOSP não se negou a estender as mãos.
Conclamo a todos os irmãos de todas as Potências a conhecerem melhor o Grande Oriente e a nossos irmãos que lá operam, porque realmente é de "tirar o chapéu": lá se encontra a fonte da energia e da saudável egrégora necessária ao exercício da verdadeira maçonaria.
Que pena para a GLESP, que sorte para o GOSP: a vitoriosa ARLS Cavaleiros de São João 115, agora 4172, agora é GOB!
Apesar do fim feliz dessa história para os irmãos da "Cavaleiros", não se pode deixar de registrar a perplexidade que nos causa a naturalidade como foi conduzido todo esse doloroso processo, e o que é mais surpreendente, a calada aceitação geral de tantas injustiças e de tantos desmandos. Fica a última pergunta que também não quer se calar: Será que foi pra isso que procuramos a iniciação na maçonaria?
Ir. Edson Monteiro
quarta-feira, 23 de maio de 2012
INTOLERÂNCIA, FILHA DA IGNORÂNCIA ...

INTOLERÂNCIA
A intolerância, falta da capacidade de aceitar a diferença, pode ser reforçada pela ação agressiva provocada por idéias ou valores contrários que se finaliza em atitudes, por vezes violentas, geradas no ódio do intolerante em razão da diferença de valores e crenças existentes no intolerado. Muito embora a palavra intolerância remeta-nos à não aceitação de culturas, credos, raças e ideologias, pode ser desencadeada para quaisquer manifestações desde que contrárias. A intolerância geralmente contamina e se dissemina quando reforçada por alguma ideologia, como exemplo a Alemanha em meados do século passado, entre final da década de 20 e metade da década de 40, um bom exemplo de intolerância em massa.
Há dois tipos de ignorância: a primeira, a ausência de conhecimento, ausência de consciência para saber que não se sabe, e a segunda, a ausência de conhecimento associada a atitude de rejeitar o conhecimento disponível. Hannah Arendt sustentou que grande parte dos nazistas eram meros ignorantes do primeiro tipo, manipulados por ideologia de um partido que pregava a pura intolerância.
Mas dentre os seguidores do nefasto nazismo, muitos outros, porém, estavam enquadrados no segundo tipo de ignorância, os que escolhem o conforto e a segurança, que preferem sempre ficar ao lado de qualquer que seja o poder, que não desejam se incomodar para lutar contra injustiças, que preferem ficar à margem de qualquer conhecimento que represente risco, mesmo que seja o caminho da verdade, porque acreditam que não precisam se envolver, que o tempo é soberano e dará cabo de tudo, que não precisam se mobilizar junto a poucos que podem virar bodes expiatórios; justificam-se pensando que não têm vocação para mártires. Isso é delegar a vontade, o pensar e o agir. Pessoas que preferem a cegueira do não conhecimento são nocivas para o todo social, a omissão os leva à subserviência dos mandos e da intolerância de alguns poucos.
Mas dentre os seguidores do nefasto nazismo, muitos outros, porém, estavam enquadrados no segundo tipo de ignorância, os que escolhem o conforto e a segurança, que preferem sempre ficar ao lado de qualquer que seja o poder, que não desejam se incomodar para lutar contra injustiças, que preferem ficar à margem de qualquer conhecimento que represente risco, mesmo que seja o caminho da verdade, porque acreditam que não precisam se envolver, que o tempo é soberano e dará cabo de tudo, que não precisam se mobilizar junto a poucos que podem virar bodes expiatórios; justificam-se pensando que não têm vocação para mártires. Isso é delegar a vontade, o pensar e o agir. Pessoas que preferem a cegueira do não conhecimento são nocivas para o todo social, a omissão os leva à subserviência dos mandos e da intolerância de alguns poucos.
Somente com o conhecimento chega-se à consciência que controla a intolerância, filha da ignorância, pois só os ignorantes acham que tudo sabem, que tudo podem. “Só sei que nada sei” alude à humildade do saber que há muito o que aprender. Viver à sombra da dúvida, na ignorância, impede o viver à luz da liberdade, da igualdade e da fraternidade.
Ir. Edson Monteiro
segunda-feira, 21 de maio de 2012
MÃE E MESTRA
Fonte: www.fortalweb.com.br/grupoguararapes
Desde criança, no recesso do lar, círculo inicial mais restrito de nossa convivência, começamos a receber os mais importantes conceitos e normas de conduta daquela sociedade onde passaremos a conviver e que nos acompanhará por toda vida. É no SANTO LAR QUE RECEBEMOS A EDUCAÇÃO.
Ensina-nos a bíblia que nenhuma mãe permitiria que seu filho criança aproximasse-se de uma víbora porque ela sabe da letalidade de uma ação desta natureza. Certamente, também porque a criança não teria noção do perigo que estava correndo .Por acaso um pai deixaria de recomendar a seu filho os perigos que ele enfrentaria quando se preparasse para uma longa viagem ao desconhecido? Mesmo pela natureza afoita, um jovem não se acautelaria no afã de atingir seus objetivos mais imediatos? Homens e mulheres têm que, a cada momento, de estar preparados para as vicissitudes da vida, guardando o devido respeito pelo desconhecido.
Na Grécia antiga, o futuro cidadão e cidadã, até os seis anos de idade gozava do convívio materno. Era a fase lúdica por excelência. Em Esparta aos sete anos começava a formação do cidadão e futuro soldado ,defensor do Estado,das leis, costumes e aos 12 anos passava a se exercitar fisicamente na “Palestra” até a prova final aos 18 anos na kriptia.
Podemos inferir que as atividades físicas eram essenciais na formação dos futuros cidadãos espartanos bem como ritos de passagem, como os usados pela casa real Persa e impostos ao rei Xerxes que quando criança teve que enfrentar um leão. Nos nossas dias, tribos como os xavantes, mantêm o costume de exigir que seus futuros guerreiros suportem a dor da picada de dezenas de vespas contidas numa luva que o jovem guerreiro tem que vestir e só retirar quando autorizado.
Em Esparta, pela extrema necessidade de possuir homens fortes e valentes, cabia às jovens Marias exigir rígida disciplina de seus filhos a ponto de, ainda crianças, no inverno,deixá-los dormir ao relento,situação que lhes seria exigida quando em combate, nas campanhas militares. A defesa do país ficava a cargo da classe dominante e a lei valia para todos como disse Leônidas:”A TI ESPARTA QUE MORREMOS EM DEFESA DE SUAS SAGRADAS LEIS.”Assim como os homens, as mulheres eram obrigadas a se exercitarem fisicamente tanto quanto eles posto que desta forma elas gerariam filhos fortes e saudáveis que lutariam pelo seu país e as protegeriam na velhice.
No Brasil, homens com visão de estadista doaram um vasto território nos campos de Resende para edificar nossa Palestra, a Academia Militar das Agulhas Negras,um local que permite que se formem em seu seio, brasileiros de todos os credos e raças a estirpes, dos defensores de nossa Pátria.
Tal como os Gregos antigos, ainda hoje, os exércitos exigem preparo físico de seus integrantes e é fundamental para permitir sua sobrevivência nos campos de batalha.”Treinamento difícil combate fácil”.Desta forma a seleção de voluntários para o Exército,para compor seus quadros de oficiais e praças tem que ser realista pois seria desumano envolver jovens despreparados fisicamente e lançá- los no campo de batalha. O comando das escolas de formação de oficias e praças do exército tem a lamentar as perdas que ocorrem nesta fase de preparação ou durante toda a sua existência profissional e deploramos quando civis mal intencionados, sem nenhuma condição de apreciar o necessário treinamento de um combatente, manipulados por agentes da OEA, interessados em nos manter vassalos, deslustram um trabalho sério no seio de nossas escolas de formação.
Enquanto os militares têm que estar aptos 24 horas por dia e à disposição do Estado Brasileiro sem percepção de nenhum benefício, temos que aturar um rosário de estultices de quadros deste governo, que insiste em enxovalhar o único estamento social que ainda funciona a contento neste país.
Mãe e Mestra é assim que nós Oficiais formados na nossa saudosa AMAN que tanto respeito por ela sentimos, a reverenciamos e indignados ficamos, ao tomamos conhecimento da tentativa de atingi-la com a afixação de placas mentirosas nos intramuros, idealizada por falsos brasileiros a soldo de interesses espúrios, por entendermos ser um ato hostil aos interesses do Estado Brasileiro.
Ir. Torres de Melo
Ir. Torres de Melo
domingo, 20 de maio de 2012
O SUCESSO
Nem sempre o objetivo é alcançar um destino, às vezes, com freqüência, tem mais a ver com fazer uma jornada, procurar marcos na estrada da vida embalado pela persistência, determinação, entusiasmo e otimismo. Quanto mais marcos se identificar, mais longe se chegará e com maiores chances de sucesso, que não é meta, mas conseqüência. O planejamento eficaz é responsável pela diferença entre almejar o sucesso e alcançá-lo, mas atitudes construtivas fulcradas na ética e no bem são essenciais para obtê-lo.
O sucesso não significa conquistas materiais apenas, muito menos diplomas e títulos, ele representa o momento em que se alcança a paz de espírito, a harmonia do Ego com o Eu, a estabilidade na relação famíliar e com os amigos, a credibilidade no que se faz no profissional e nas ações sociais; é quando se recebe o carinho e a consideração que foram plantados durante toda a caminhada... recebe-se a exata medida do que se dá, colhe-se da semente que se planta!
Se num ponto na escalada da vida são necessárias constantes e excessivas medicações para doenças do corpo ou da mente, analgésicos, relaxantes ou ansiolíticos e antidepressivos, e além disso, não se encontra o conforto, o sossego e a paz pela missão cumprida, a tradução é que o sucesso não existe e dificilmente existirá porque a jornada tem sido insatisfatória, não somou tijolos nem os empilhou corretamente na construção do "Templo Interior". Aparece uma desesperada busca de algo concreto, da fórmula correta que nunca se apresenta porque essa depende da condição moral e intelectual do buscador. Novas pílulas se somarão para aplacar doenças do corpo e da mente, pois que a alma com pouca luz, fulcra-se no exercício do "faz de conta", não convencendo, mas operacionando suas toscas idéias e pífias ações graças ao apoio recebido com o favorecimento dos que o cercam, e à redução da resistência com a coação dos dissidentes.
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| A coroa não se sustenta nos ciclos da Roda |
Ir. Edson Monteiro
"O sucesso resulta de cem pequenas coisas feitas de maneira um pouco melhor. O insucesso, de cem pequenas coisas feitas de maneira um pouco pior".
HENRY ALFRED KISSINGER
Político e diplomata do USA
quinta-feira, 17 de maio de 2012
O BRASIL ROUBADO...
Em outubro 1991, dezessete brasileiros reuniram-se, antes da crise Collor, para um trabalho de esclarecimento ao seu povo do que nos aguardava no futuro. Sentia-se que estávamos de ladeira abaixo no campo ético e moral. Não queríamos ser salvador da pátria, pois já estávamos calejados do tempo de Getúlio, Jânio e víamos a desgraça aproximar-se com o novo Presidente eleito. A cena do mesmo subindo as escadarias do STF, abraçado a um calhamaço de papel para provar que o Presidente Sarney era ladrão foi tão dantesca e escandalosa que para qualquer homem de bem via-se ali a mais perfeita demagogia, completada com a cena do último programa de (TV Globo) acusando o adversário de crime torpe. Sentia-se que tudo era válido pelo poder de ambas as partes.
Nossa luta começou a incomodar alguns, denominados de uma tal chamada esquerda. Jurássicos, generais de pijama, saudosistas etc. Era a certeza de que estávamos, palmilhar no caminho certo. Só se joga pedra em árvore que dá bom fruto. Cada artigo era um alerta para a crise que se previa. Explodem os escândalos. Dinheiro (dólar) em colchão e mil coisas a mais. Crise institucional. O País sem rumo e vendo os poderes da República apodrecendo-se e novos salvadores da Pátria surgindo e escondendo seus escândalos. Como previu o grupo, caiu o Presidente e assume o seu vice-presidente.
Instala-se um governo sério e o rebotalho tudo fazendo para que nada fosse apurado. A CPMI, dirigida pelo senador Jarbas Passarinho, ainda conseguiu fazer alguma pequena limpeza. A Comissão Especial de Investigação, criada pelo presidente Itamar, lutou o que pode. Mostrou uma pequena parte da podridão existente no País. Tristeza. Fazia e faz vergonha o que lá se apurou. O Grupo Guararapes fez parte daquela Comissão. Saiu o Presidente Itamar e o novo governo de FHC recebe das mãos do ex-presidente toda documentação da Comisão Especial, cujo trabalho deveria ser continuado. O primeiro ato do governo foi dar fim a tudo que se tinha feito. Tudo jogado fora. Criou-se uma crise no novo governo. O seu líder no senado – senador Pedro Simon – não aceita a descontinuidade do trabalho da Comissão. Sentiu que não teríamos um governo sério. Para não falar muito só é preciso lembrar: “chegamos limiar da irresponsabilidade” frase dita por um elevado funcionário numa das transações realizadas pelo governo. Quem não se lembra de documentos encontrados debaixo de uma ponte para justificar bandalheiras realizadas e nunca apuradas. Sai FHC e vêm os arautos da esquerda comandados e seduzidos por Lula..
Eram os donos da verdade. Quem conhecia seu passado não poderia esperar grande coisa. Segurando-se no ambiente favorável da economia mundial e na santa medida da implantação do real, governo Itamar, foi levando o governo e aplicando violentamente o princípio de que “os fins justificam os meios”. Um verdadeiro desastre moral. O câncer da corrupção foi alastrando-se e tudo foi válido para que fosse eleita a sua candidata. Uma vergonha nacional. Assume a presidência a senhora Dilma que não teve o direito nem de escolher nem seus ministros, dos quais Sete ministros saíram por atitudes não republicanas e a República apodrecendo. De repente assume um ministério uma senhora que se orgulha de colocar aos quatro ventos o que nas alcovas que freqüenta, fazia. Pudor, recato, coisas íntimas de sexo não mais levado em conta. Era a sociedade apodrecida que se colocava a nu. Agora, por último, vem o escândalo do Cachoeira, que foi preso. Onde, onde se encontra o Valdomiro, comprado por Cachooeira? Farras, dinheiro sujo, mulheres, governadores, deputados, senadores, prefeitos, vereadores, funcionários públicos, messalinas, cafetões, e todos os tipos do baixo mundo juntos, devorando o erário público e a canalha procurando esconder a desgraça que estamos vivendo. Ainda bem que não culparam os militares. Nenhum metido nesta desgraça.
POBRE BRASIL! POBRE POVO! GOVERNADOS POR GRANDES CANALHAS!
ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº12 58 93. Cartório do 1ºregistro de títulos e documentos, em Fortaleza. Somos 1.804 civis – 49 da Marinha - 476 do Exército – 51 da Aeronáutica; TOTAL 2.380
Ir. Batista Pinheiro
UM OUTRO LADO DA HISTÓRIA...
Meu nome é Maria Helena Milano Davoli, estive casada por mais de 39 anos com o Cap Dalmo. hoje seria Gal Dalmo. Integro, honesto , vi com meus olhos chegar em casa um bau repleto de dólares, ele imediatamente chamou a Policia Federal na Época Dr. Romeu Tuma e entregou o Bau cheio de dólares, a ele. Quem hoje faria isto????? Graças a Deus morreu, pois se estivesse vivo morreria de ver tanta vergonha neste nosso Paiz. Nunca foi comentado em minha casa nada do que ocorria na então Operação Bandeirantes eu nem tinha ideia do que era,,,, só via meu marido trabalhar demais... sumir sem saber onde estava, nunca sabia se voltaria ou não, chegando na maioria das veses doente sujo e faminto.....machucado etc.....
Houve uma guerra que foi contada só por um lado o outro se calou pois cortaram as cabeças dos melhores e foram formando Oficiais mudos , que nem sabem o que houve. Morreram gente dos dois lados me lembro do Dr Otávio jovem de 31 anos morto quando ia atravessar a Av Copacabana junto de sua noiva parado na rua esperando o farol, foi fuzilado ,metralhado por varias pessoas que estavam em um carro sem piedade, eles alem de metralhar desceram e continuaram a metralhar tinham prazer nisto que estavam fazendo,, eu não vi.... soube, vi apenas o corpo dele quase partido ao meio. Outra coisa foi um dia que chamaram meu marido em Bragança Paulista cidade próxima a S Paulo, mandaram a uma mãe a cabeça de seu filho em uma caixa de papelão... sera que podem imaginar uma mãe recebendo o filho assim.... era um soldado jovem outra que me recordo foi que quatro homens que pertenciam a Operação Bandeirantes estavam dentro de um carro e um deles parou junto de outro carro e perguntou? doc??? o que recebeu foi uma bala que acabou com sua vida na hora; tem tambem o caso do sequestro do Embaixador dos U.S.... foi sequestrado e outros mais muitos mais.
Dai eu pergunto?sera que ninguém se lembra disto??? E de muito mais.... e que eu saiba uma guerra não se faz sozinho tem que ter dois lados e dai???? E a morte cruel do Mario Kozel Filho jovem que estava em seu posto, foi morto e tudo bem???? Só vale quem morreu do outro lado ????? houve roubo em Bcos houve outros sequestros.seguidos de morte... agora mesmo caso estranho e o Prefeito Daniel que ia colocar a boca no mundo e morreu o Prefeito de Campinas morreu e quem sera que matou??????? Será que eles mesmo se mataram........
Povo do Brasil esta na hora da verdade dos dois lados ou acham que foi um lado só que sofreu???? Os do outro lado também tinham família,,,,,não houve nem uma missa pela alma deles, nadinha de nada.... imagina se teve alguem que falasse e os do outro lado como ficam. A grande maioria das pessoas que trabalharam na época já morreram e os jovens de hoje não irão conhecer a historia real Lamentável ,mas hoje os valores mudaram e os heróis foram os que acabaram ou tentaram acabar com nosso Brasil tenho muita coisa que sei mas de que adianta..... pode ser que um dia apareça a verdade mas e difícil, pois os mortos não falam
M.Helena Davoli
domingo, 13 de maio de 2012
Brincadeiras ... um fundo de verdade!
"Cartoons" fazem o retrato de duras realidades, são como "causos" que de forma lúdica dizem verdades incontestes que seriam até engraçadas se não traduzissem a desgraça, o caos e o avesso de valores de um grupo... brincadeiras sempre tem um fundo de verdade!
Muitos talvez já se acostumaram às piadas, outros ao que parece estão dispostos a fazer de tudo uma grande brincadeira, pois demonstram que não conseguem viver sem um imenso parque de diversões, e parece até que tentam consolidá-lo e nele se perpetuarem. É muita piada e brincadeira de "faz de conta". Ninguém parodia o que desconhece, estamos conseguindo transmitir exatamente a realidade em que nos afundamos.
Nesse vídeo podemos ver claramente a demonstração da inutilidade de propósitos, ver também personagens imbuídos de vaidade, do oportunismo e da intolerância, comportamentos que são percebidos pela sociedade que atualmente tem desprezado nosso papel, que não reconhece nossos propósitos, que desaprova nossos métodos, que ridiculariza nossa Ordem.
O dia a dia tem sido levado num impensado e inconseqüente encadeamento de passos sem sentido, sem propósito, fazendo de objetivo a constante participação em reuniões econômicas e festivas brancas, fazendo de foco exclusivo a busca de cargos, de graus, de títulos e de coleção de mimos, fazendo de ocupação permanente a arte de atuar numa construção, que, infelizmente, não diz respeito à propagada "construção social", e sim à construção das próprias e egoístas pretensões. Construções têm havido, certamente, mas de facções que se antagonizam numa espécie de times adversários, talvez concorrentes, ou até mesmo inimigos. Temos grupos que procuram manipular de toda a sorte os regulamentos para excluir alguns eventuais dissidentes ou para se perpetuarem em algum tipo de poder. Isso é política da qualidade da que acostumamos ver estampadas nas revistas semanais, nos jornais e na televisão.
Parece que temos, ultimamente, mais elementos sintonizados a Hugo Chaves do que a José Bonifácio de Andrada e Silva. Refletindo sobre a incoerência vivida na vida maçônica, percebe-se que é necessária uma reengenharia da construção do templo interior de muitos, repensar alguns valores, redirecionar escolhas. Precisamos das atitudes geradas no bom senso, no desprendimento, na franqueza e na verdadeira fraternidade. O exercício da maçonaria precisa ser coerente com os rituais, com os regulamentos, com a constituição maçônica, especialmente com o dever de defesa da democracia; devem fazer coerência os discursos e as atitudes, porque senão... tudo vira mesmo uma grande piada!
Ir. Edson Monteiro
sábado, 12 de maio de 2012
"Rio+20 é mamata e aquecimento, história pra boi dormir", diz professor
- André Naddeo
- Direto do Rio de Janeiro
A pouco mais de um mês para a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, o professor Ricardo Augusto Felício é a "água no chope" de qualquer tese ambientalista, a ponto de dizer que o aquecimento global é "história para boi dormir", que o protocolo de Kyoto "é uma grande besteira" e que Al Gore, o ex-vice-presidente americano que fez o documentário "Uma Verdade Nada Inconveniente", sobre os perigos da elevação das temperaturas no planeta, não passa de um "sem-vergonha".
O que mais intriga em Felício, e que serve como contraponto ao espírito de conservação ambiental e de políticas de sustentabilidade tão em voga, é que o seu discurso é muito bem embasado em estudos e, claro, na sua formação específica: é bacharel e mestre em meteorologia da Antártida, onde já esteve para duas temporadas de pesquisas, além de doutor em climatologia da Universidade de São Paulo.
Ele repudia a existência do efeito estufa e afirma, com toda a convicção, que buraco na camada de ozônio é algo equivocado, pois sem a incidência do sol, ela simplesmente não existe, é um estado transitório. Sempre com argumentos fortes. "Não é teoria da conspiração, é mentira mesmo. São vários os interesses. O discurso da mídia está sempre pautado no medo, na morte e no futuro. A gente fica evocando os maiores medos da humanidade", explica.
Vinte anos após a Eco92, o Brasil, e especificamente o Rio de Janeiro, volta a ser o centro das atenções em temas relacionados ao meio ambiente e suas políticas a partir do mês que vem. Para o professor, porém, tudo não passa de "uma grande mamata". "A cada 20 dias tem uma reunião num lugar exótico: você não adoraria viajar? Copenhague no Natal? Show!", afirma.
Confira a seguir a entrevista exclusiva do Terra com o climatólogo da USP.
Terra: Quer dizer que essa história toda de aquecimento global é pura balela?
Ricardo Felício: É história para boi dormir. Primeiramente, pela hipótese que se utiliza: essa história toda de efeito estufa, que aí incrimina o gás CO2, aquele que alimenta toda a nossa vida, e está entre os que absorvem a radiação infravermelha, deixando a Terra ainda mais quente. Mas isso aconteceu sempre em toda a história do planeta. A taxa de CO2 é extremamente pequena, em torno de 0,033% a 0,035%. É tão ridículo! E estamos falando de todo o CO2 do planeta. Para você ter uma noção, a atividade humana é menor que a dos insetos. Não dá para engolir mais essa história. É uma física impossível. Se isso acontecesse os cientistas já teriam montado algum equipamento nesse sentido, justamente para captar essa energia extra, você não acha?
Ricardo Felício: É história para boi dormir. Primeiramente, pela hipótese que se utiliza: essa história toda de efeito estufa, que aí incrimina o gás CO2, aquele que alimenta toda a nossa vida, e está entre os que absorvem a radiação infravermelha, deixando a Terra ainda mais quente. Mas isso aconteceu sempre em toda a história do planeta. A taxa de CO2 é extremamente pequena, em torno de 0,033% a 0,035%. É tão ridículo! E estamos falando de todo o CO2 do planeta. Para você ter uma noção, a atividade humana é menor que a dos insetos. Não dá para engolir mais essa história. É uma física impossível. Se isso acontecesse os cientistas já teriam montado algum equipamento nesse sentido, justamente para captar essa energia extra, você não acha?
Terra: Sinceramente não sei, mas estou ouvindo sua tese.
Felício: O climatólogo canadense Thimoty Ball (outro famoso por contrariar a tese coletiva do aquecimento global) dizia que nós confundimos essa ideia de green house (casa verde) com glass house (casa de vidro). Porque a energia entra naquela casinha de vidro, esquenta o ar, mas ele não sai lá de dentro. O efeito estufa é um efeito que diminui, ou até anula a dinâmica de fluído de atmosfera. Você está dentro do carro, com vidro fechado: você vai morrer porque você está com calor. Abriu o vidro, caem 20 graus quase que automaticamente.
Felício: O climatólogo canadense Thimoty Ball (outro famoso por contrariar a tese coletiva do aquecimento global) dizia que nós confundimos essa ideia de green house (casa verde) com glass house (casa de vidro). Porque a energia entra naquela casinha de vidro, esquenta o ar, mas ele não sai lá de dentro. O efeito estufa é um efeito que diminui, ou até anula a dinâmica de fluído de atmosfera. Você está dentro do carro, com vidro fechado: você vai morrer porque você está com calor. Abriu o vidro, caem 20 graus quase que automaticamente.
Terra: E os outros gases, como os CFCs?
Felício: Essa besteira que inventaram que foi o protocolo de Montreal, que antecedeu outra besteira chamada protocolo de Kyoto, fala que não pode ter. Criaram até delegacias no Canadá para não se usar CFC. Você torna o gás um vilão, que quem usa tem que ser preso para não destruir a camada de Ozônio. Chegou-se ao ponto de se confiscar produtos, como desodorantes, que usavam esse gás. Resumidamente, é queda de patentes: é um gás altamente benéfico para a indústria, não reage com nada. Quando ele cai no mar, as próprias bactérias o destroem, segundo o último artigo científico que li. A quantidade de CFC é irrisória.
Felício: Essa besteira que inventaram que foi o protocolo de Montreal, que antecedeu outra besteira chamada protocolo de Kyoto, fala que não pode ter. Criaram até delegacias no Canadá para não se usar CFC. Você torna o gás um vilão, que quem usa tem que ser preso para não destruir a camada de Ozônio. Chegou-se ao ponto de se confiscar produtos, como desodorantes, que usavam esse gás. Resumidamente, é queda de patentes: é um gás altamente benéfico para a indústria, não reage com nada. Quando ele cai no mar, as próprias bactérias o destroem, segundo o último artigo científico que li. A quantidade de CFC é irrisória.
Terra: Mas não causa buracos na camada de ozônio?
Felício: Mudança climática não é ciência consolidada. Lá na Inglaterra já está saindo do currículo escolar. Mas para nós aqui, que somos país de terceiro mundo, continua se ensinando esta besteira. O que existe na atmosfera é nitrogênio e oxigênio. O tal do ozônio é um estado transitório quando a energia solar incide sobre a atmosfera. O ultravioleta categoria C, por propriedades da molécula, age sobre o O2. É bem simples o que eu vou dizer: ele reage, e gera o ozônio. Ele é transitório. Quando não tem energia, não forma. Sem sol, não tem camada de ozônio. É um ciclismo rápido. Quando não tem luz, não tem ozônio.
Felício: Mudança climática não é ciência consolidada. Lá na Inglaterra já está saindo do currículo escolar. Mas para nós aqui, que somos país de terceiro mundo, continua se ensinando esta besteira. O que existe na atmosfera é nitrogênio e oxigênio. O tal do ozônio é um estado transitório quando a energia solar incide sobre a atmosfera. O ultravioleta categoria C, por propriedades da molécula, age sobre o O2. É bem simples o que eu vou dizer: ele reage, e gera o ozônio. Ele é transitório. Quando não tem energia, não forma. Sem sol, não tem camada de ozônio. É um ciclismo rápido. Quando não tem luz, não tem ozônio.
Terra: Você já viu, certamente, o documentário "Uma Verdade Nada Inconveniente", do ex-vice-presidente dos EUA, o Al Gore?
Felício: Ele é um sem-vergonha! Ele é dono da bolsa climática CCX (que cuida de créditos de carbono), que está caindo por chão, porque sua história é irreal. O filme e o livro são proibidos de entrar nas escolas do Reino Unido. A alta corte britânica proibiu, você sabia disso? Porque tem pelo menos 10 inverdades ali. Aqui você vai a qualquer escola e tem gente ensinando e falando do filme daquele desgraçado.
Felício: Ele é um sem-vergonha! Ele é dono da bolsa climática CCX (que cuida de créditos de carbono), que está caindo por chão, porque sua história é irreal. O filme e o livro são proibidos de entrar nas escolas do Reino Unido. A alta corte britânica proibiu, você sabia disso? Porque tem pelo menos 10 inverdades ali. Aqui você vai a qualquer escola e tem gente ensinando e falando do filme daquele desgraçado.
Terra: Quais inverdades são essas?
Felício: Uma é a do próprio efeito estufa, ao mostrar que os efeitos meteorológicos estão ficando severos. Poxa, gente de velha guarda dos Estados Unidos que estuda tornados há décadas mostra que isso não existe. É o processo da desinformação. Colocam um cientista político corrupto por trás, que vai na história que você quer escutar. Eu estudo há anos a Antártida e já estive lá duas vezes. Os anos de 2007 e 2009 foram os mais frios, quebrou-se recorde de 1941. Justamente no ponto em que eles dizem que mais se aquece, que é a península Antártida. O pessoal do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), que trabalhava sério com as informações de meteorologia, nos últimos 15 anos mostrou que a temperatura estava baixando. Só que fecharam a estação deles! Quando a informação não convém, fecha-se.
Felício: Uma é a do próprio efeito estufa, ao mostrar que os efeitos meteorológicos estão ficando severos. Poxa, gente de velha guarda dos Estados Unidos que estuda tornados há décadas mostra que isso não existe. É o processo da desinformação. Colocam um cientista político corrupto por trás, que vai na história que você quer escutar. Eu estudo há anos a Antártida e já estive lá duas vezes. Os anos de 2007 e 2009 foram os mais frios, quebrou-se recorde de 1941. Justamente no ponto em que eles dizem que mais se aquece, que é a península Antártida. O pessoal do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), que trabalhava sério com as informações de meteorologia, nos últimos 15 anos mostrou que a temperatura estava baixando. Só que fecharam a estação deles! Quando a informação não convém, fecha-se.
Terra: Acho que algumas pessoas que lerem essa entrevista vão ter a impressão de que você fala de uma teoria da conspiração.
Felício: Não é teoria da conspiração, é mentira mesmo. São vários os interesses. Você vai me desculpar, mas o discurso da mídia está sempre pautado no medo, na morte e no futuro. As pessoas vão morrer! A gente fica evocando os maiores medos da humanidade.
Felício: Não é teoria da conspiração, é mentira mesmo. São vários os interesses. Você vai me desculpar, mas o discurso da mídia está sempre pautado no medo, na morte e no futuro. As pessoas vão morrer! A gente fica evocando os maiores medos da humanidade.
Terra: Você está dizendo, fazendo um comparativo, que a ideia de aquecimento global é igual a dos armamentos de destruição em massa que o ex-presidente americano George W. Bush usou como justificativa para invadir o Iraque? Ou seja, a teoria do medo?
Felício: Exatamente. É o controle das pessoas. Você justifica qualquer ação governamental com isso. Esses caras estão passando por cima de tudo, estão legitimados porque estão salvando o planeta. Você está abrindo precedentes para se salvar o planeta. Passa por cima de lei, de controle de recursos naturais. O medo legitima a implementação de qualquer coisa, e ainda serve de desculpa que não deu para fazer algo que deveria ser feito. Teve enchente? Poxa, desculpa, quem mandou você usar o seu carro? Mudou o clima do planeta: se você não usar a sua lâmpada de led você vai ter um desastre de enormes proporções. Agora inventaram até essa história de proibir sacolinha plástica (a distribuição em supermercados) para obrigar as pessoas a gastar mais dinheiro.
Felício: Exatamente. É o controle das pessoas. Você justifica qualquer ação governamental com isso. Esses caras estão passando por cima de tudo, estão legitimados porque estão salvando o planeta. Você está abrindo precedentes para se salvar o planeta. Passa por cima de lei, de controle de recursos naturais. O medo legitima a implementação de qualquer coisa, e ainda serve de desculpa que não deu para fazer algo que deveria ser feito. Teve enchente? Poxa, desculpa, quem mandou você usar o seu carro? Mudou o clima do planeta: se você não usar a sua lâmpada de led você vai ter um desastre de enormes proporções. Agora inventaram até essa história de proibir sacolinha plástica (a distribuição em supermercados) para obrigar as pessoas a gastar mais dinheiro.
Terra: Você também é contra isso? Mas o plástico demora mais de 100 anos para se degradar no ambiente.
Felício: O planeta é muito mais sofisticado do que a gente acha. Já existem vários mecanismos na espreita aproveitando a oportunidade. Já ouviu falar das leveduras negras? São bactérias que comem até petróleo. Esse papinho que não pode usar plástico é bomba relógio elitista, porque os pobrezinhos não vão poder mais usar. Vai fazer as pessoas gastarem dinheiro para se comprar plástico? É uma sem-vergonhice! Daqui a pouco vão falar que o aquecimento global começou com as sacolinhas. Temos tecnologia para chegar no lixão e eliminar o plástico. Poxa, já temos bactéria que come até petróleo! É a velha máxima: 'Está com dor de cabeça? Corta a cabeça'.
Felício: O planeta é muito mais sofisticado do que a gente acha. Já existem vários mecanismos na espreita aproveitando a oportunidade. Já ouviu falar das leveduras negras? São bactérias que comem até petróleo. Esse papinho que não pode usar plástico é bomba relógio elitista, porque os pobrezinhos não vão poder mais usar. Vai fazer as pessoas gastarem dinheiro para se comprar plástico? É uma sem-vergonhice! Daqui a pouco vão falar que o aquecimento global começou com as sacolinhas. Temos tecnologia para chegar no lixão e eliminar o plástico. Poxa, já temos bactéria que come até petróleo! É a velha máxima: 'Está com dor de cabeça? Corta a cabeça'.
Terra: Por que não usaram essa tal levedura no derramamento de óleo do golfo do México, então?
Felício: É como eu disse: tudo uma questão de interesse. Sempre é assim. Já estou abstraindo dessas coisas. Não dá, cara.
Felício: É como eu disse: tudo uma questão de interesse. Sempre é assim. Já estou abstraindo dessas coisas. Não dá, cara.
Terra: O que você acha da Conferência das Nações Unidas para Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que ocorre agora no próximo mês de junho?
Felício: Minha opinião é a pior possível: a (premiê alemã Angela) Merkel não vem, um monte de gente não vem. O que vamos deixar para os filhos? Rio+50, Rio+infinito? Isso é literalmente manter as colônias daqui sob o domínio europeu. Em 1492 vieram com o espelhinho vender para gente, agora vêm com essa mentira. É a 'mamata', meu velho. A cada 20 dias tem uma reunião num lugar exótico: você não adoraria viajar? Copenhague no Natal? Show! (sobre o último grande encontro climático mundial na capital dinamarquesa, em dezembro de 2009). Nunca vamos resolver esse problema porque é a 'mamata' e não precisa de nenhum cientista para falar isso. O mito tem poder porque as pessoas acreditam. Aí eu quero ver quem é que vai por o nomezinho para se responsabilizar. Em ciência, quem faz afirmação é que tem que provar. Isso é um princípio, o cético não tem que provar, a gente pede a prova. Não tem prova nenhuma, isso que é o pior.
Felício: Minha opinião é a pior possível: a (premiê alemã Angela) Merkel não vem, um monte de gente não vem. O que vamos deixar para os filhos? Rio+50, Rio+infinito? Isso é literalmente manter as colônias daqui sob o domínio europeu. Em 1492 vieram com o espelhinho vender para gente, agora vêm com essa mentira. É a 'mamata', meu velho. A cada 20 dias tem uma reunião num lugar exótico: você não adoraria viajar? Copenhague no Natal? Show! (sobre o último grande encontro climático mundial na capital dinamarquesa, em dezembro de 2009). Nunca vamos resolver esse problema porque é a 'mamata' e não precisa de nenhum cientista para falar isso. O mito tem poder porque as pessoas acreditam. Aí eu quero ver quem é que vai por o nomezinho para se responsabilizar. Em ciência, quem faz afirmação é que tem que provar. Isso é um princípio, o cético não tem que provar, a gente pede a prova. Não tem prova nenhuma, isso que é o pior.
Não tem medo de estar totalmente enganado?
Felício: Nenhum mesmo. Não dá mais. O planeta vai fazer o que quiser e danem-se vocês seres humanos. Quando eu quiser fazer nevasca, vou fazer, e quando tiver tsunami vocês correm com os rabos no meio das pernas. Veja como é curioso: os cientistas sempre têm uma solução desde que você pague por elas. O cético fala para você não fazer nada, e não pagar nada. Não estou falando para você pagar algum produto meu.
Felício: Nenhum mesmo. Não dá mais. O planeta vai fazer o que quiser e danem-se vocês seres humanos. Quando eu quiser fazer nevasca, vou fazer, e quando tiver tsunami vocês correm com os rabos no meio das pernas. Veja como é curioso: os cientistas sempre têm uma solução desde que você pague por elas. O cético fala para você não fazer nada, e não pagar nada. Não estou falando para você pagar algum produto meu.
Terra: E se daqui a alguns meses você escrever um livro falando sobre tudo isso? Não será também, de certa forma, por interesse?
Felício: A pior coisa para um cientista é ter que fazer isso. Passo o bastão para quem quiser. Queria ficar no meu cantinho, fazendo minha pesquisa, trabalhando sossegado. Mas é muita patifaria. Sou humanista, não um marxista. É o destino da humanidade por outro viés. O planeta vai muito bem, obrigado. Vai continuar por aqui quando nós já tivermos desaparecido. Já tem um monte de livros aí na praça, gente muito melhor do que eu. Procura na internet. São 35 mil oceanógrafos, meteorologistas dos EUA. Muita gente que não aceita essa hipótese. Não tem mais o que falar: tem que encerrar esse assunto. São dois mil anos de assunto, chega! Temos que nos preocupar em resolver os assuntos da humanidade, como os recursos hídricos para resolver a condição das pessoas na seca.
Felício: A pior coisa para um cientista é ter que fazer isso. Passo o bastão para quem quiser. Queria ficar no meu cantinho, fazendo minha pesquisa, trabalhando sossegado. Mas é muita patifaria. Sou humanista, não um marxista. É o destino da humanidade por outro viés. O planeta vai muito bem, obrigado. Vai continuar por aqui quando nós já tivermos desaparecido. Já tem um monte de livros aí na praça, gente muito melhor do que eu. Procura na internet. São 35 mil oceanógrafos, meteorologistas dos EUA. Muita gente que não aceita essa hipótese. Não tem mais o que falar: tem que encerrar esse assunto. São dois mil anos de assunto, chega! Temos que nos preocupar em resolver os assuntos da humanidade, como os recursos hídricos para resolver a condição das pessoas na seca.
quinta-feira, 10 de maio de 2012
O MALHETE MILAGROSO!
NOTA: O falador enfatiza que mediante uma "ofertinha" de R$1000,00 o bem intencionado bispo que está nos bastidores vai "RESISTRAR" o nome do crédulo que vai comprar o martelinho milagroso.
Certamente há centenas de anos temos, pelo menos, 3 desses em todas nossas reuniões; está na hora de começarmos a patentear a utilização de nossas ferramentas! Estão usurpando nossos utensílios! Mas falando seriamente agora, será que vamos continuar a nos calar frente às atitudes dos ladinos como esse sujeito e sua "gang" que estão a explorar a crendiçe e a ingenuidade do povo? É a criatividade da má fé à explorar a boa fé de inocentes desesperados e otários!
Ir. Edson Monteiro
terça-feira, 8 de maio de 2012
O PEQUENO PONTO...
Seres puntiformes insignificantes metidos a dominadores, que usam do constrangimento e da coação para atingir escusos objetivos, não existem só na política partidária promíscua, ou nalguma forma de governo podre; esses tipos estão em toda a sociedade, inclusive nas entidades públicas de direito privado onde cargos de comando são disputados e conquistados pelo VOTO INCONSCIENTE, como nas ONGs de forma geral. Mas quem de longe imaginaria, antes de adentrar à vida associativa nessas respeitadas instituições sem fins de lucro, que encontraríamos tipos assim, infiltrados em toda a capilaridade organizacional. Deprimente e revoltante deparar com espécimes menores, puntiformes, a ditar normas personalistas para dominação, nos lugares onde o propósito de conduta é o de melhorar a vida associativa e a vida humana em especial. Esses e suas verdadeiras "gangs" intimidadoras que assustadoramente fazem o que querem, gastam o dinheiro dos contribuintes com coisas que não têm interesse efetivo para a comunidade, mais fazem política nas suas gestões do que propriamente administrar as organizações. Essas "gangs" que governam as comunidades, quando eventualmente as saturam, são trocadas nos sufrágios periódicos, mas, infelizmente, voltam como pragas outras novas "gangs" com delírios maiores ainda, sempre com propostas faraônicas e estaparfúdias a justificar alguma ação, posto que esta inexiste em face da incompetência, da arrogância e da prepotência desses tipos. A comunidade em geral numerosa, e eles (da gang) tão poucos a gerar tanto medo de contestações, faz-nos refletir: "Será que esses seres puntiformes e sua "gang", metidos a dominadores com o desgastado discurso da representação de todos, têm argumentos tão persuasivos ou são tão poderosos a ponto de paralisar desiludidas multidões?"
Ir. Edson Monteiro
![]() |
| OMISSÃO É PERMISSÃO! |
Tudo isso não soa estranho? Até quando esses seres puntiformes e suas "gangs", parasitas despresíveis, viverão a manipular as vidas de milhares? Pense nisso e reflita assistindo ao vídeo a seguir!
Ir. Edson Monteiro
quinta-feira, 3 de maio de 2012
A ARTE DA GUERRA
O prêmio Nobel da Paz de 2009 foi concedido a Barack Obama, presidente dos Estados Unidos da América, país que é a maior potência bélica do planeta, com bases militares instaladas em todo o mundo, patrocinador histórico de vários conflitos armados; e protagonista, dentre outras, das guerras no Iraque e no Afeganistão. Muitos analistas consideravam ser essa premiação uma elaborada estratégia política com fins pacifistas, empreendida visando a sensibilizar o homem mais poderoso do mundo e a nação-potência sob seu comando, no sentido de que esse magnânimo reconhecimento internacional conduzisse-os a uma política externa menos agressiva. Entretanto, contrariamente à essa expectativa, o que se viu na cerimônia de entrega dessa distinta homenagem do comitê do Nobel, perante as maiores autoridades mundiais presentes ao evento, foi o presidente americano Barack Obama discursar uma magnífica exaltação à “arte da guerra”.
“O objetivo da guerra é a paz!” Estas foram as palavras de Sun Tzu, há mais de 2000 anos, que o presidente Barack Obama “ressuscitou” ao mundo. Todavia, se a humanidade for evocar a sabedoria e a grandeza daqueles que, a exemplo de Sun Tzu, conseguiram demonstrar que a guerra pode ser justa, ética e nobre, então é no Brasil que encontrarão inigualável exemplo de como se “combate” a “arte da guerra”.
O glorioso Exército Brasileiro tem como patrono Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, pois ninguém melhor que este soldado ensinou aos brasileiros e ao mundo que a “arte da guerra” se faz com - combate e diplomacia. Não por acaso, que da extensa lista de títulos e honrarias com as quais foi agraciado, a que o notabilizou pela excelência e grandiosidade como grande comandante militar foi “O Pacificador”, porque Caxias personificou como ninguém as sábias palavras de Sun Tzu. A guerra não deve ser entendida como uma “maldição dos militares”, pois guerras são deflagradas por políticos e não por soldados; conquanto sejam estes os que pagarão com o sangue e as próprias vidas as conseqüências dessa decisão. Este é o “grito de guerra” que os militares brasileiros da Força Terrestre, entoam em uníssono nos versos da “canção de Exército”, ao clamarem: “A paz, queremos com fervor! A guerra só nos causa dor! Porém, se a Pátria amada for um dia ultrajada, lutaremos sem temor”. Assim, se as guerras são lutas entre nações e não disputas entre exércitos, a “arte da guerra” é inerente à cidadania, e não uma prerrogativa militar. O combate e a diplomacia são os instrumentos da “arte da guerra”, cujo exemplo está na biografia de Caxias, e ambos consistem em vencer pelo emprego da força. O combate é a força da dissuasão; e a diplomacia, a força da persuasão. Porém, a “arte da guerra” quando dissociada de qualquer um deles degenera-se perigosamente. O Combate sem a diplomacia é a luta do holocausto, dos massacres e dos extermínios de vidas humanas, protagonizado por exércitos entregues aos loucos, sádicos e mercenários. A diplomacia sem o combate é a luta da covardia, é entregar-se à derrota.
A “arte da guerra” é a arte de viver, e é também o divisor de águas entre vencedores e vencidos, pois assim como demonstrou Caxias – “O Pacificador”, dominá-la é tornar-se invencível. Por isso, a escolha do vencedor do prêmio Nobel da Paz de 2009 foi coerente e justa porque “aquele que não estiver disposto a lutar pela sua paz, não a merece."
quarta-feira, 2 de maio de 2012
O nosso jeitinho frouxo e cretino de ser
ia? Me parece que tudo que temos assistido nos noticiários sobre enriquecimentos ilícitos com nosso dinheiro, e o pouco caso que se dá a tudo isso por parte das autoridades constituídas, tem contaminado o pensar e o agir dos guardiões sociais, os obreiros da arte real. Vive-se em total despreocupação e refratários a qualquer iniciativa de mobilização pela moralidade como se o problema fosse dos outros, não nos dissesse respeito, como se não estivéssemos vivendo na mesma sociedade, no mesmo barco. Está mais do que na hora da reação da maçonaria nacional. Precisamos nos indignar, abrir a boca, agir! Vamos às palavras do Respeitavel Irmão.
Ir. Edson Monteiro
o0o
"A esbórnia está tão institucionalizada que muitos não mais diferenciam o certo do errado, outros, não se importam com assuntos de menor importância, tendo-a só aquilo que lhes dizem respeito diretamente no dia a dia, como se as instituições que movem e regulamentam o país não interferisse nas suas vidas no médio e longo prazo. Estamos nos tornando um bando de deficientes visuais, míopes que rapidamente caminham para a cegueira total. Enquanto isso, todos que antes, fora do poder, questionavam a alta carga tributária do brasileiro, hoje a defendem, numa situação insustentável pois que está próxima de 40% do PIB, num país com um dos piores índices de qualificação e eficiência de seus serviços públicos, um estado inchado e incompetente, aos moldes do se via na falida URSS. Fala-se com vaidade em 6º economia mundial, mas se esquece que ocupamos o 84º lugar do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) entre as nações, o 95º em analfabetismo, o 106º na mortalidade infantil, o 71º na renda per capita, o 52º lugar entre 110 países da América Latina melhor para se viver, e que estamos no primeiro lugar no mundo em corrupção, com mais de R$ 80 bilhões desviados do bolso de todos nós.
Equacionamos nossa dívida externa? Emprestamos dinheiro ao FMI e para alguns países latinos vizinhos? Sim, emprestamos para uns subdesenvolvidos comunistas que nos rodeiam e que nos odeiam por acreditarem que trabalhamos com viés hegemônico no continente sul americano, e voltamos a construir lenta e progressiva dívida externa novamente. Somos um país que tem apenas 3% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, com uma participação no comércio mundial em torno de 2%, e com a dívida interna acima de 1 trilhão e 500 bilhões de reais, e deslocamos tropas fora de nossas território e não armamos nossas forças armadas nas nossas fronteiras continentais, nas nossas divisas marítimas, no nosso espaço aéreo. Quantos países podem taxar os remédios, e o brasileiro é um doente crônico, com 33,9% de impostos, que pagamos sem o menor muxoxo? Sem contar, que patrocinamos uma bolsa-família que paga para cinco filhos, e até os quinze anos de idade. E, conforme a necessidade de cooptação de votos, o atual benemérito desgoverno pode ampliar o leque, pois sabe que alguém sempre pagará a conta.
Equacionamos nossa dívida externa? Emprestamos dinheiro ao FMI e para alguns países latinos vizinhos? Sim, emprestamos para uns subdesenvolvidos comunistas que nos rodeiam e que nos odeiam por acreditarem que trabalhamos com viés hegemônico no continente sul americano, e voltamos a construir lenta e progressiva dívida externa novamente. Somos um país que tem apenas 3% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, com uma participação no comércio mundial em torno de 2%, e com a dívida interna acima de 1 trilhão e 500 bilhões de reais, e deslocamos tropas fora de nossas território e não armamos nossas forças armadas nas nossas fronteiras continentais, nas nossas divisas marítimas, no nosso espaço aéreo. Quantos países podem taxar os remédios, e o brasileiro é um doente crônico, com 33,9% de impostos, que pagamos sem o menor muxoxo? Sem contar, que patrocinamos uma bolsa-família que paga para cinco filhos, e até os quinze anos de idade. E, conforme a necessidade de cooptação de votos, o atual benemérito desgoverno pode ampliar o leque, pois sabe que alguém sempre pagará a conta.
Devemos apedrejar os que soltam vitupérios contra esta maravilhosa gestão, alegando que no período de janeiro a outubro de 2011, o Governo Federal já gastou R$ 197,7 bilhões de juros da dívida pública. Esse valor astronômico é superior à soma dos orçamentos anuais da saúde e da educação, que somaram R$ 143 bilhões. Não importa que a presidenta no exterior, impossibilitada de negar-se a dar uma entrevista não diga coisa com coisa e, para piorar, tropece nas palavras, que soam com gritante incoerência. No País, atém-se a um texto pobre, elaborado para não colocar em circuito sua imensa teia de neurônios mortos (provavelmente, durante as sessões de tortura). Não importa que nada de grandioso tenha sido construído nos últimos dez anos para sedimentar necessidade futuras, seja na infraestrutura seja na educação, pois acreditamos piamente que Deus é brasileiro, e ele nos proverá. Não temos escolas, nem hospitais, mas teremos imensos e majestosos estádios de futebol, pois nossa sede de circo é imensurável. Quanto ao pão, haverá sempre uma bolsa com uma cesta fornecida por ELES, às suas expensas. Com a inflação subindo, para 2012, modifiquemos os índices dos seus componentes e, ela diminuirá.
Viram como é fácil?
Sim, estamos orgulhosos, pois apesar de tudo, aumentamos o nosso já elevado índice de aceitação, tanto do EX como da atual presidente. Sim, somos calhordas, mas quem não é, somos jeitosos, somos coniventes, malandros, aproveitadores e, sabiamente, mandamos o futuro para o inferno. É isso aí gente, ninguém vive de valores, ninguém está preocupado com honestidade, com princípios, com justiça, abdicamos de pruridos que na prática tolhem espertezas. Por tudo, estamos eufóricos, que se preocupem com o amanhã aqueles que vierem no futuro. A vida atual é boa, não a estraguemos lendo jornais e revistas aos serviços da fajuta oposição. O nosso espelho é a metamorfose ambulante, exemplo de que tudo se pode, e no espelho, refletimos a imagem de nosso mestre, e como a dele, as nossas faces enchem-se de orgulho. Nós somos os caras. De fato, somos honoris em causa própria, em patifarias, em malandrices; o que trocando em miúdos, nos eleva aos píncaros do gênero cafajeste de ser dos vivaldinos."
General Valmir Fonseca Azevedo Pereira
terça-feira, 1 de maio de 2012
ENTREVISTA
Entrevista com a Grã Mestra Adjunta da Grande Maçonaria Mista da Bahia, Eminente Irmã Karinna Carvalho
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| Emin.Ir. Karinna Carvalho |
PELA ORDEM: A GMMB embora nova, já possui tratados de reconhecimento com diversas potências e é muito bem estruturada. Por ser uma potência mista existe algum preconceito? Qual é a relação entre GMMB e as demais obediências maçônicas do estado da Bahia?
Emin. Ir. Karinna: Infelizmente as potências baianas, as masculinas, ainda não aceitam a diversidade e a iniciação das mulheres, embora muitos maçons das referidas potências em um número cada vez mais crescente entendem que a evolução é uma máxima da condição humana, que não acorda nem aceita a opressão do ser humano pelo ser humano, nem mesmo nas questões de gênero em que as sociedades se basearam nos séculos passados. Vivenciando o séc. XXI já conseguem perceber que a tendência modernizadora não perpassa mais pela conservação de tradições consideradas retrógradas e machistas. Ainda assim a Grande Loja do Estado da Bahia vem através do então Grão Mestre Itamar Assis baixando atos de proibição de cessão de espaços físicos até visitas profanas entre irmãos da GLEB e os irmãos da GMMB, que está sempre de portas abertas para receber qualquer irmão ou irmã de qualquer potência.
PELA ORDEM: Muitas das novas potências permitem que o profano manifeste por e-mail seu desejo de ingressar na maçonaria. Alguns maçons mais tradicionais são contrários a esse meio de admissão. Qual a sua opinião sobre o assunto?
Emin. Ir. Karinna: Acredito que a responsabilidade em receber em nossos quadros um profano sem a mínima condição de entrevistas sociais e pessoais é muito grande, embora se prima pela liberdade e pelos bons costumes. Como então saber se recebemos na ordem alguém não maculado por um passado não conhecido? Receber e-mail solicitando não há mal algum, mas não sindicá-los é uma conduta no mínimo permissiva demais para as bases da maçonaria que permite a entrada de pessoas livres de bons costumes e de coração sensível ao bem. Como o saber senão sindicá-lo? A sindicância é um instrumento legal e importantíssimo.
PELA ORDEM: Ir. Karinna, no seu ponto de vista, qual o maior benefício que a internet pode oferecer para a maçonaria? E os malefícios, se existe algum?
Emin. Ir. Karinna: Desmistificação da condição satânica é uma delas, é a técnica mais aberta possível para demonstrar os princípios da tríade e os laços de fraternidade, tolerância, fé, esperança e caridade. Os “malefícios” seriam representados por textos publicados sem uma coerência filosófica que podem mais confundir do que elucidar a nossa questão praticando a virtude e a justiça.
PELA ORDEM: Recentemente surgiu na internet uma lista com aproximadamente 60 nomes de potências. Muitas dessas surgiram devido a cisões nas potências mais tradicionais. Analisando esse cenário podemos concluir que a maçonaria brasileira passa por um momento de enfraquecimento ou de renovação?
Emin. Ir. Karinna: Renovação sem dúvida. A maçonaria é evolucionista, progressista, portanto se renova de tempo em tempo. O “enfraquecimento” que se trata as cisões deve-se a insistência de “velhos” truques para perpetuação no poder, passando por cima dos direitos de qualquer maçom, homem ou mulher, que estuda e evolui na ordem para ter a oportunidade de trabalhar para a edificação da instituição. Ao se manter no poder a “panelinha” sufoca aqueles que não aceitam a perpetuação e se afastam gerando novos núcleos de discussão, entre estas a inserção das mulheres em ordens mistas ou patrocinando a criação de lojas femininas. A renovação é condição "sine qua non" à evolução do ser humano e das instituições livres.
PELA ORDEM: Irmã Karinna, de acordo com seu ponto de vista, por que motivo as potências em geral não agem de forma forte na política (não partidária) para mudarmos o estado de coisas que temos visto no cenário nacional e local?
Emin. Ir. Karinna: O Brasil há muito não prepara seus cidadãos para uma concepção libertária, tão pouco crítica. Criamos desde o estado ditatorial com a alienação do ser humano, para gerar nele um processo consumista e produtor, de produtos e serviços cada vez mais globalizados. Quanto à percepção da atividade política, esse estado de acomodação atingiu todas as instituições, desde a família, berço das primeiras ações críticas até a maçonaria que se fechou às ações ritualísticas e litúrgicas e deixou adormecer a ação filosófica fora dos templos.
PELA ORDEM: Por que a maçonaria, que agiu tanto no passado e de forma intensa, como na independência do país, na proclamação e consolidação da República, fica hoje só, de uma forma geral, restrita aos seus templos, a seus rituais, ao esoterismo, ou seja, restrita a uma atividade que por si só parece não transformar a sociedade?
Emin. Ir. Karinna: Exatamente pela acomodação frente ao neoliberalismo imposto pelo modo de produção capitalista globalizado, onde se prima pelo consumismo e não pelo consumo, incluindo-se a este pacote a não prática de pensar, pois segundo o filósofo só é livre aquele que pensa. Sendo assim estamos amarrados e “presos” às concepções, pois nossa liberdade encontra-se na caverna, cujo espinheiro se enrama. É necessário que a maçonaria UNIVERSAL, mista ou não, desperte para esta realidade.
PELA ORDEM: Você acredita que somente melhorar o ser humano, instruir pela iniciação, é suficiente para que haja mudanças sociais já que cada um seria um líder a mudar o seu meio?
Emin. Ir. Karinna: O ser humano é um ser dotado de inteligência, seja social, seja emocional, para mudar o meio em que vive, não é preciso ser iniciado na ordem, seria, pois afirmando isso prender o ser humano a prática maçônica para mudanças sociais, concretas. Muitos políticos, pensadores e pesquisadores sociais mudaram através de sua liderança técnica o meio e o tempo em que viveram e não eram maçons. Mas certamente um maçom terá a sistematização de técnicas e filosofia que o capacitarão para transformar através da eloquência e liderança qualquer meio em que viva, desde que seu coração seja sensível ao bem e que seu desejo seja tornar feliz a humanidade.
PELA ORDEM: Em relação à pergunta anterior, esse não seria um discurso que muitos na maçonaria fazem até para justificar a inoperância na política em nosso país, em todos os níveis de governo?
Emin. Ir. Karinna: Sabe a frase que diz: Quem cala consente? Pois é, nós que calamos diante das injustiças, de certa forma fortalecermos o sistema opressor e dominador e dessa maneira perpetuamos esse modelo que se aplica há mais de 500 anos em todo o mundo e que se reproduz de acordo com a sociedade em que se engendra. Não apenas na política brasileira, mas em nossas colunas.
PELA ORDEM: Será que a politicagem que vemos dentro da maçonaria, ordens muitas vezes se antagonizando, lojas que não se dão, inclusive irmãos de potências diferentes se achando diferentes, se excluindo como se as suas específicas verdades fossem as únicas, não seria isso falta do que fazer, falta de ação política como tradicionalmente a maçonaria fazia, e quando não se ocupam, se auto canibalizam? Não seria a tal história: exército desmotivado é motivo para guerra civil?
Emin. Ir. Karinna: Acredito que tudo o que o irmão me pergunta é nada mais, nada menos, que orgulho e vaidade, paixões que deveriam ser vencidas desde o tempo de neófito.
PELA ORDEM: Pod. Ir. Karinna, agradeço pela confiança em nosso trabalho e abro o espaço para que faça aqui alguma consideração final:
Emin. Ir. Karinna: Agradeço a todos a oportunidade de demonstrar o nosso trabalho, entre tantas coisas que gostaria de deixar como mensagem, escolhi uma: "A maçonaria trava batalhas contra a opressão e tirania desde suas bases operativas, e principalmente na especulativa, não se esqueçam do apoio às bases revolucionárias francesas que levantam bandeiras aos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade, tão emblemáticas na maçonaria universal. A maçonaria apoia a liberdade, o direito, e a Justiça. E o trabalho da maçonaria só acabará, quando o mundo e a humanidade forem manifestados de amor e humildade!"
Quem tiver a possibilidade acesse o blog http://www.grandemmba.blogspot.com/ e nos envie e-mail grandemmba@hotmail.com Esperamos estreitar laços de fraternidade e amor com todos irmãos e com a humanidade. Parabéns pelo trabalho do blog Pela Ordem que acompanho diariamente.
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Entrevista realizada por:
Ir. Rafael Ferreira
ARLS Mestre Fênix n° 04
GLOSMAB






















