Ir. Edson Monteiro
sábado, 31 de março de 2012
FALECIMENTO
quarta-feira, 28 de março de 2012
"Na vida não existem castigos nem recompensas, apenas consequências."
“Toda causa tem seu efeito; todo efeito tem sua causa; todas as coisas acontecem de acordo com a Lei; o acaso é simplesmente um nome dado a uma lei não reconhecida; existem muitos planos de casualidade, mas nada escapa à Lei.” (Caibalion)
O PRINCÍPIO DE CAUSA E EFEITO
Nada acontece por acaso, tudo vem de uma causa pré existente, porém, não reconhecida ou percebida; significa que em tudo há o princípio de causa e efeito, às vezes oculto a ponto de não nos apercebermos. Esse princípio está oculto em todas as idéias científicas, antigas e modernas, foi anunciado há milênios pelos hermetistas, e que apesar de oculto, nada existe sem sua influência, nada é por puro acaso no universo. Não há lugar no universo para uma coisa fora e independente da Lei. Acaso é o que não conseguimos compreender, e é empregado como a queda de pedras num jogo de azar, fato considerado simplesmente casual, o que se analisado analiticamente pela razão, veremos que também não é verdade, nada é por acaso na caída de dados num jogo.
Na verdade, como matéria, nenhuma coisa pode causar ou criar outra, mas o que sucede é que a causa e o efeito são distribuídos como eventualidades. Uma eventualidade é aquilo que acontece ou advém como resultado ou como conseqüência de diversos eventos precedentes. Nenhum evento cria outro evento, mas é um elo precedente na grande cadeia ordenada de eventos procedentes da energia criativa do Todo. Há uma continuidade entre os acontecimentos precedentes, conseqüentes e subseqüentes. Há uma relação entre tudo o que veio antes e tudo o que vem agora. Uma pedra é deslocada de um lugar montanhoso e quebra o teto de uma casa lá embaixo no vale. A principio consideramos isto como um acontecimento casual, mas quando examinamos o assunto encontramos uma grande cadeia de causas. Em primeiro lugar está a chuva que amoleceu a terra que suportava a pedra e que a deixou cair; em segundo lugar atrás desta está a influencia do sol e de outras chuvas que gradualmente desintegraram o pedaço de rocha de um pedaço maior; são consideradas aqui as causas da formação da montanha, a civilização que construiu casas no vale, desmatamento da encosta, e assim até o infinito. Dessa forma poderíamos procurar as causas através da causa das chuvas, da existência do teto da casa, da casa, enfim, logo nos envolveríamos em uma rede de acontecimentos, causas e efeitos, de cujas malhas intrincadas não nos poderíamos desembaraçar.
As coisas são como estão porque houve escolhas no passado que determinaram o hoje, e poderiam ser diferentes se diferentes escolhas tivessem sido feitas. Vive-se sobre a influência do Livre-Arbítrio versus Determinismo, mas que apesar de presentes, nenhum desses dois lados é inteiramente absoluto; ambos os lados são parcialmente verdadeiros, são parte e pólos opostos da Verdade. O homem pode ser livre e ao mesmo tempo limitado, dependendo da Verdade que se aborda. Muitas pessoas se acham livres para agirem e fazerem o que lhes seja conveniente não se importando à verdade da "Causa e Efeito". Deveriam levar mais em consideração os desdobramentos que podem ser gerados por suas atitudes. Pessoas são arrastadas ao abismo como a pedra que cai obediente ao meio, às influencias exteriores e às condições e desejos internos, tudo sem resistência, sem exercício da vontade. Movidas como peões no jogo de xadrez da vida, tomam parte neste como pseudo-protagonistas, mas são abandonadas imediatamente assim que o jogo termina. Deveriam dominar as suas próprias condições, suas qualidades, e em especial a polaridade e o meio em que vivem, se desejam prosperidade, saúde e paz de espírito. Deveriam se lembrar que "Na vida não existem castigos nem recompensas, apenas consequências."
Ir. Edson Monteiro
UMA BANDEIRA INSERIDA EM UMA PROPOSTA DE AÇÃO!
Fonte: http://www.fortalweb.com.br/
É correto lembrar que o afastamento da realidade pode neutralizar a execução das nossas intenções. Enquanto grupo ou indivíduos a parte, deveremos sempre ficar atentos a tal máxima, sob pena de ficarmos caminhando em círculos. É o que vem acontecendo com os diversos governos brasileiros, que se sucedem sucessivamente sem cessar, como diria aquele locutor de rádio, para ser engraçado para a sua grande legião de ouvintes, em sua maioria, pessoas de pouco conhecimento com relação ao enorme problema com que se vem debatendo o estado brasileiro, pela desatualização dos políticos com relação à realidade, sócio, política e econômica mundial submetida à mecatrônica e a on-linedade.
A realidade nos obriga, para que possamos mudá-la em nosso favor e dos outros, a apresentar uma proposta melhor do que a que foi apresentada até agora à sociedade brasileira, que está contemplando apenas: aos governantes incompetentes, aos corruptos, aos corruptores, aos maus políticos, aos maus funcionários, aos assassinos, aos ladrões, aos traficantes e aos que realizam delitos de todo o feitio, que a imprensa coloca dentro das nossas casas, produzindo pela técnica moderna da comunicação, o pavor, devido ao elevado grau de insegurança, a que estamos submetidos atualmente.
A proposta de ordenamento e funcionamento do etado atual não pode ser considerada satisfatória, pela incapacidade de resolução que ela vem mostrando até agora, dos transtornos aludidos, que cada vez mais infelicitam a nação, que não mais acredita no fim da impunidade que permite a sua perpetuidade, mostrando claramente que é preciso mudar para uma estrutura sócio, política, econômica e subjetiva diferente, que trate das causas, dos mesmos, porquanto o enfoque punitivo, após o delito ter sido praticado além de insuficiente é causador de insegurança.
Uma proposta de mudança só teria o apoio necessário da sociedade brasileira atual que clama por segurança se mostrasse, claramente, através de uma bandeira, cujo conteúdo aliviasse a tensão existente pela falta da mesma. Que tal? Pena de morte para corrupto, assassino, ladrão, assaltante, traficante. Julgamento público, com execução em 46 horas. A democracia teria sido concebida para eles? A militância que advogam, não corre em faixa própria? A declaração universal dos direitos humanos endossa o que eles praticam? Da proposta falaremos depois.
Ir. Torres de Melo
segunda-feira, 26 de março de 2012
SER MAÇOM SEM SÊ-LO
Colaboração do Ir. Klebber S Nascimento da ARLS Cavaleiros de São joão nº115
É possível ser maçom sem sê-lo? A pergunta é comum. Para o maçom é motivo de séria reflexão em si mesmo. Como responderia o homem treinado nas coisas da Arte Real? Poderia formular o seguinte raciocínio? - Já viu em algum lugar uma estátua representando uma pessoa vigorosa portando um malho e um cinzel a esculpir-se de dentro de uma pedra? Esta é a representação simbólica da auto-educação da Maçonaria. Não é fácil explicar o funcionamento do processo. Também não constitui segredo. Em resumo a educação maçônica pode apenas ser vivida; é resultado de salutar convivência. Para dar uma idéia superficial do que ocorre na Maçonaria é interessante imaginar o homem em sua origem e de como ele provavelmente construiu sua convivência social.
Na era do homem da caverna, quando o sol se colocava no horizonte, acendiam-se fogueiras para aquecer, assar alimentos e iluminar o ambiente. Ao redor destas fogueiras reunia-se a tribo. Trocavam idéias do cotidiano, da caça, da colheita, dos perigos, e passavam conhecimentos novos de uns para os outros. Nestas reuniões, pelo debate, por conversas, em resultado de atos judicativos, e outras comunicações verbais, cada um desejava sobressair-se ao outro com vistas a estabelecer sua vontade, e principalmente, de obter a aprovação dos demais membros do clã, de identificar-se. Esta necessidade de aprovação do grupo fazia com que o indivíduo se adaptasse ao grupo e aceitasse códigos de ação e conduta que o identificassem. Trocavam segredos, confidências de novas técnicas de caça e truques para os mais diversos fins. Quem traísse tais segredos e os divulgasse a outros de fora do grupo, no mínimo seria expulso do clã, quando não o matavam. Isto foi usado por tanto tempo que acabou gravado indelevelmente nos genes do homem, e assim, passa de geração para geração.
O indivíduo, ao forçar uma modificação em si mesmo, às vezes até contra suas próprias inclinações, praticava o que se faz numa loja maçônica; se auto-educava; é o que significa a alegoria do escultor de si mesmo. O que ocorre dentro da loja é esta força do grupo sobre o indivíduo. Há quem o designe uma força mística. Mágico mesmo é quando se observam pessoas a se modificarem gradativamente para o bem, e isto sem que elas o percebam. O grupo reunido é uma força poderosa para modificar pessoas. - Somos seres sociais por excelência! Sociais porque o grupo exerce uma força incrível sobre cada um de seus membros. Isto é verificável nos grupos de jovens: usar "piercings", cortar cabelo de forma bizarra, tatuagem, e outros sinais de identificação externa, são apenas algumas das modificações forçadas pelos seus iguais. Transfira-se isto para características internas de valores e princípios, espiritualidade, emoções e tem-se o que ocorre dentro de uma loja maçônica. É por isso que não tem como aprender Maçonaria a partir de livros; estes possuem apenas conhecimento, informação; e isto não é educação. Para tal é necessária a convivência.
A escola que só transmite conhecimento sem o aporte de princípios, valores e virtudes, não educa, e às vezes sequer transmite conhecimentos. Transmitir conhecimento não é educação. Informação serve quase que exclusivamente para prover o sustento. E como existe apenas a auto-educação, cada um só muda quando decide e age para estabelecer uma mudança. E quando esta alteração no seu eu (self) tem o apoio do ego (livre arbítrio) tem-se a auto-educação pura e proativa. É sempre orientada para o bem porque a auto-educação exige sempre sacrifício, sair da zona de conforto e partir para a ação contra a tendência natural de aderir a vícios, exige força de vontade hercúlea. Sozinho é difícil, mas não impossível. Em grupo a tarefa é facilitada exatamente pela pressão advinda da reunião de diversas pessoas, da energia do pensamento emitido pela coletividade; é genético. O estímulo vem sempre dos irmãos maçons; membros do mesmo grupo social influenciam seus iguais; é um provocando o outro para o bem. E como se tratam quais irmãos, demonstram profundo amor entre si, o perfeito vínculo de união, é certo que onde se reúnem, manifesta-se aquilo que conhecem pelo conceito de Grande Arquiteto do Universo; espírito que permite reunir numa mesma sala pessoas das mais variadas linhas de pensamentos e religiões para discutirem assuntos da sociedade sem que se matem. É uma grande idéia; a maior herança que a Maçonaria recebeu do Iluminismo Francês.
É possível ser maçom mesmo sem portar avental, o símbolo do trabalho em si mesmo, da auto-educação. O maçom sabe que colocar um avental exige um tácito juramento, formal e sagrado, com trágicas e sérias implicações para consigo mesmo se falhar. O simples fato de ser iniciado na Maçonaria, de portar avental não gera um homem perfeito. Cada loja é a união de homens imperfeitos, livres e de boa vontade, com uma vontade imensa de buscar a perfeição, de se ver aprovado pelos iguais. A virtuosidade aflora quando se entende o benefício da associação e de como empunhar as ferramentas certas na auto-educação. O dia-a-dia do maçom é tomado pelo salutar trabalho em si mesmo; trabalha a pedra. Enquanto uma mão empunha o malho e golpeia com força, a outra mão, conduzida pela razão, empunha firme e delicadamente o cabo do cinzel. A ponta afiada do cinzel elimina gradativamente nódoas e excessos da pedra imperfeita, revelando do interior da rocha disforme o homem aperfeiçoado, exemplar obra de arte do Grande Arquiteto do Universo. Esta é a representação do pedreiro esculpindo-se da rocha, é a representação da sua auto-educação pelo uso da razão equilibrada pela emoção e espiritualidade.
Então é possível tornar-se maçom sem sê-lo? Se faltarem os camaradas de caminhada é difícil, mas possível. Existem muitos homens que nunca viram o piso de um templo maçônico, são maçons sem avental cujo comportamento probo e valioso para a sociedade os faz agirem quais obreiros da pedra, faz deles membros da ordem maçônica sem formalizar sua aderência pela iniciação. Quando identificados, a Maçonaria os convida a fazerem parte da Instituição para reforçarem as colunas de seus templos, de somar força com outros homens de igual disposição mental e espírito servidor da humanidade. É o motivo da entrada na Ordem Maçônica ocorrer sempre em resultado de um convite e não de vontade explicita do pretendente. É este acúmulo de líderes sociais num só lugar a razão de com freqüência ouvir-se que a meta de todo maçom deveria ser o de acabar com a Maçonaria; fechar seus templos. Utopia? Mas, e se todos os homens se tornarem perfeitos, qual será então a utilidade da Ordem Maçônica?
Charles Evaldo Boller
Charles Evaldo Boller é engenheiro eletricista e maçom de nacionalidade brasileira. Nasceu em 4 de dezembro de 1949 em Corupá, Santa Catarina, com 60 anos de idade. Obreiro da Augusta e Respeitável Loja Simbólica Apóstolo da Caridade, nº 21, do oriente de Curitiba, Paraná, jurisdicionada à Muito Respeitável Grande Loja do Paraná.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Chefia e liderança - A Inteligência da "mediocridade"
Artigo de André Soares
" Vivemos numa era de euforia por lideranças, pois todos querem e são líderes. Se você é um deles, boa sorte!
Mas, pense bem, ser o líder é uma estratégia inteligente?
Se você respondeu que sim, errou; pois a resposta certa é depende; porque há certas situações em que ser o líder é, ao contrário, a pior estratégia. É por isso que, na história da humanidade, há líderes e “líderes” porquanto o verdadeiro e autêntico líder sabe exatamente quando não vale à pena exercer a liderança, devendo decliná-la aos medíocres. Veja, como exemplo, a história política contemporânea do nosso próprio país, repleta de “líderes”, os quais são exaltados à toda sociedade pela mídia em geral e ensinados aos nossos jovens nas escolas e universidades, consagrados como grandes “lideranças” da nossa história oficial.
Ledo engano acreditar nisso porque na sua história real o Brasil sofre há décadas pela ausência da verdadeira e autêntica liderança no cenário político nacional, sendo esses “líderes” oficiais, verdadeiramente, pseudo líderes. Não se esqueça que líderes são pessoas inteligentíssimas e sempre estão muito à frente do seu próprio tempo, antevendo a realidade em que vivem. Por isso, dentre outras, uma de suas estratégias fundamentais é a de escolherem seletivamente os seus liderados, nunca aceitando serem escolhidos por eles. Isto porque líderes não compactuam com a mediocridade por saberem que a verdadeira e autêntica liderança não é possível de ser alcançada liderando-se medíocres. Assim, ao não encontrarem as reais condições para exercerem suas lideranças, os verdadeiros e autênticos líderes simplesmente se recolhem, deixam de se manifestar, cuidando para não ficarem em evidência, pois sabem que não é o momento de serem revelados. Sabendo também que o universo da mediocridade vive a realidade do fracasso, retiram-se dando espaço a que os oportunistas de plantão se ocupem de “liderar” esses exércitos de medíocres, conduzindo-os ao infeliz destino que os espera.
Assim, nessas condições, paradoxalmente, os verdadeiros e autênticos líderes acabam por encontrar sua melhor proteção escondendo-se no universo da própria mediocridade que tanto detestam. Todavia, não fazem isso passivamente, pois estão silentemente construindo a verdadeira e autêntica liderança que renascerá repentinamente, ingente e vitoriosa. É assim que nascem as grandes revoluções, a exemplo da Revolução Francesa, comemorada como um dos mais importantes marcos históricos de libertação dos povos, cujo episódio da Tomada da Bastilha representa perfeitamente a Inteligência da “mediocridade”, pois ali é que se revelavam os verdadeiros e autênticos líderes da nova era que nascia.
Portanto, ao olhar a conjuntura atual do Brasil, repleta de “líderes” de ocasião a conduzir nosso país ao infortúnio, a única esperança é desejar que a avassaladora mediocridade que domina nossa sociedade esteja a encobrir a eventual existência de uma inteligência silente que seja a verdadeira e autêntica liderança. Todavia, não se esqueçam que, nessas condições, o nascimento de uma nova era sempre demanda elevado custo, pois a atual exaltação que se faz hoje à Revolução Francesa e à Tomada da Bastilha é a comemoração do que foi, verdadeiramente, uma guerra fratricida, banhada num oceano de sangue que se esvaiu do coração da nação francesa."
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| ACORDA MAÇONARIA!!! |
COMENTÁRIO: O texto pode servir à reflexão sobre a postura e as crenças em relação às eleições municipais que se aproximam, as escolhas que se pretende fazer, e com o mesmo propósito pode servir também nas mais variadas experiências associativas, seja em clubes de serviço, nas entidades sem fins lucrativos de cunho social, nas associações iniciáticas e até nas assembléias de condomínios, em todo canto em que pessoas se juntam, criam e compartilham uma estrutura organizacional. Esse texto de André Soares pode levar à seguinte reflexão: "Será que se convive com líderes medíocres proselitistas de suas próprias causas mas silentes quando devem falar para representar e liderar as crenças de suas comunidades?"
Onde seja essa verdade vivida, há de se questionar se é ainda necessário deixar os medíocres no comando ou se já se aproxima o momento da revira-volta, da revolução!
Onde seja essa verdade vivida, há de se questionar se é ainda necessário deixar os medíocres no comando ou se já se aproxima o momento da revira-volta, da revolução!
Ir Edson Monteiro
domingo, 18 de março de 2012
Falta-nos lideranças que não vivam em função de causas próprias!
Chegou-se ao limite da tolerância! O descaramento dos larápios da política nacional e o descaso dos cidadãos que cada vez mais se acostumam às denúncias divulgadas na mídia tornam os dias de hoje perigosamente insuportáveis, motivando idéias revolucionárias com riscos ao equilíbrio da democracia e da liberdade social. Tem ficado impossível a muitos brasileiros continuarem a ter orgulho de sua nação, e nós da maçonaria, irmãos da fraternidade defensora do ideal moral da sociedade, restam-nos questionar até quando ficaremos inertes, o quanto estamos em paz com nossas consciências, e quanto estamos satisfeitos com o destino que as instituições maçônicas têm dado às questões sociais.
É interessante fazermos reflexão e procurarmos entender de onde viemos, onde estamos e para onde iremos, não focando aqui o sentido místico/esotérico, que é deveras importante, mas com o propósito político/social que é o fulcro de toda conquista da maçonaria na história da humanidade. Será verdade o que se fala que nos últimos tempos tem-se trazido para a maçonaria cidadãos idênticos à medíocre parcela da população que assistem à toda a pândega política sem um ato sequer de indignação? Isso seria mesmo verdade? Se assim é, fica claro que com massa sem ser quadro fica impossível se esperar bons lutadores sociais mesmo que esses se arvorem guardiões da sociedade, construtores sociais, obreiros da arte real. Se trazemos más sementes os frutos colhidos serão dirigentes maçônicos relativos à semeadura.
Faz parecer que vive-se numa maçonaria despreocupada e refratária às iniciativas de mobilização pela moralidade, como se não estivesse inserida na mesma sociedade. Parece que a esbórnia institucionalizada não atinge algumas instituições maçônicas porque talvez vivam noutro mundo, noutra realidade, numa espécie de esquizofrenia coletiva; talvez seja porque nada podem fazer para enfrentamento do que quer que seja já que são fracas, sem quadros de luta, sem massa crítica transformadora. Muitos maçons não se importam com causas político-sociais por acreditarem serem assuntos fora do propósito das “suas maçonarias”, muito distantes das vidinhas medíocres e insossas onde relevantes são apenas rituais, medalhas, homenagens, pompas e vaidades inúteis. Muitos maçons estão preocupados consigo, não se importam com os problemas que não sejam os próprios, não se interessam pelos problemas da sociedade. Também parece que algumas instituições maçônicas se movem no dia a dia como se governos de pequenas cidades medievais cercadas por muralhas que blindam fora a barbárie que vilipendia patrimônios, estupra pátria e dizima território; acreditando protegidos, assumem fingir-se de mortos e que se matem os do lado de fora. Quando acabará essa fantasia? Talvez como no feudalismo, quando os miseráveis explorados se voltaram contra a vassalagem. Será que já não toleramos demasiadamente a exploração de nossa boa fé por egoistas que só se preocupam em manter o “status” de poder sem nada de se envolver com as verdadeiras lutas sociais? Talvez alguns desses que se acham mesmo senhores feudais nada tenham a dizer, por isso se escondem em tronos, sem preparo para comandar um exército de lutadores sociais, omitem-se e conformam-se em chefiar um bando de bajuladores.
Mas a verdade é que temos muito do que falar e muito pelo que lutar! Temos carga tributária numa situação insustentável que está próximo de 40% do PIB, um país com um dos piores índices de qualificação e eficiência de seus serviços públicos, um estado inchado e incompetente como já vimos na falida URSS. Fala-se com vaidade em 6º economia mundial, mas se esquece que ocupamos o 84º lugar do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) entre as nações, o 95º em analfabetismo, o 106º na mortalidade infantil, o 71º na renda per capita, o 52º lugar entre 110 países da América Latina melhor para se viver, e que estamos no primeiro lugar no mundo em corrupção, com mais de R$ 80 bilhões desviados do bolso de todos nós. Falam que nosso país equacionou a dívida externa e que estamos podendo emprestar dinheiro ao FMI e distribuir outro tanto para alguns países latinos vizinhos, os mesmos que nos odeiam por acreditarem que somos hegemônicos em nosso continente. Mas voltamos a construir lenta e progressiva dívida externa, temos apenas 3% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, com uma participação no comércio mundial em torno de 2% e com a dívida interna acima de 1 trilhão e 500 bilhões de reais; fazemos custosos deslocamentos de nossas tropas fora de nosso território e não armamos nossas forças armadas nas nossas fronteiras continentais, nas nossas divisas marítimas, no nosso espaço aéreo. A saúde em nosso país está precária, com índice de insatisfação de 67% da população brasileira, no SUS ou no atendimento suplementar (convênios médicos e seguradoras de saúde), nossos remédios são taxados com 33,9% de impostos, mas, de nossa parte, os maçons, nada de inconformismo, nenhuma atitude. Quando pensamos em “Bolsa Família” e em construção de enormes estádios de futebol, deixando de lado a infra-estrutura das ferrovias, dos portos e do transporte pluvial, dentre outras demandas, sentimos que vivemos uma espécie de reedição do momento político à época da construção do Coliseu e de outros estádios romanos. Será que estão nos dando novamente pão e circo?
Já cansamos de ver algumas lideranças maçônicas silentes a se preocuparem exclusivamente com seus votos, e no exercício do poder, já vimos muitos acionarem discretamente as garras do desgoverno ocupando o tempo ocioso da incompetência com ações moldadas em perseguições e constrangimentos, cooptando com cargos maçônicos, favorecimentos a uns e coerções a outros; muitos assim se mantiveram seguros dentro das muralhas sem qualquer realização. Isso não é próprio da maçonaria.
Nunca nos faltaram causas, mas lideranças que não vivam em função de causas próprias!
Nunca nos faltaram causas, mas lideranças que não vivam em função de causas próprias!
Ir. Edson Monteiro
sábado, 17 de março de 2012
RECATO E PUDOR!
Doc. Nº 70/2012 do Grupo Guararapes
Quem estuda a história de Roma vai compreendendo as razões que a levaram ao colapso e à sua destruição pelos bárbaros. Um senador romano e governador da Grécia, vai até Roma gozar umas férias. Lá declarou: “Roma está destruída”. As senhoras romanas, esteios da sociedade, não mais eram os pilares que sustentavam o Império Romano. O importante eram as conversas nos banhos públicos e a falta de rigor na condução da família, que começou a se desfazer. A família estava destruida. A mulher não era mais a cautela, a prudência, o resguardo, a modéstia e a simplicidade que mantinha a família como a célula da Pátria Romana. Não se orgulhava mais de ser a mãe dos soldados das Legiões. As escravas faziam o papel da dona de casa e as amantes andavam nas reuniões sociais. A mulher romana não era mais possuidora do sentimento de vergonha, do mal-estar que podia gerar e ferir a decência, a honestidade e passar a valer o luxo e a modéstia ser colocada de lado para que a grandeza do dinheiro se tornasse preponderante. A mulher esqueceu o pejo que representa o acanhamento, a timidez e o sentimento da vergonha.
Roma foi destruída, a Revolução Francesa foi também, ambas produtos da degradação da mulher onde as "Pompadour e Du Barry" foram e são símbolos até hoje de uma sociedade que perdeu o pudor, o recato e o pejo, mantendo-se neste mesma situação.
A crise brasileira agrava-se valorizando a depravação e até se batem palmas para quem fala e diz o que faz na intimidade das alcovas. O modo de sentar, a valorização do busto ou dos quadris são indícios que não representam a grandeza da sociedade brasileira e sim a sua decadência. Não se trata de ser ou não ser revolucionário. Trata-se do futuro da Nação Brasileira. Brasília não é vista como a capital da República, e, sim, desdenhada como a ilha da fantasia ou Roma de Catilina (símbolo do corrupto) e do amor livre na época de César, onde tantas mulheres se projetaram no campo de depravação.
O Grupo Guararapes nada tem contra o que se faça ou se venha a se fazer dentro das alcovas. O que não podemos é ir de ladeira abaixo desagregando a família, tornando banal o aborto, o desquite ou que as Valérias Messalinas da vida sejam as projeções de exemplos e falem o que fazem ou fizeram na depravação das recâmaras. O Grupo Guararapes não é contra nenhuma religião ou muito menos é de fazer a oposição a quem não a professe, agora, aceitar que pequenos grupos possam ditar regras para uma maioria como aconteceu no RS, onde os juízes aceitaram que fosse proibidas a exposição da Cruz de Cristo nas repartições públicas do Poder Judiciário, como se isso fosse um símbolo da “democracia” brasileira. E se o Grupo solicitasse para colocar o retrato Fidel ou Guevara seria aceito?
A vida em sociedade precisa ter regras. Não se pode ou não se deve ir a um casamento em trajes impróprios ou os noivos despidos. Estamos chegando lá, imitando o que assistimos no mundo louco da vida depravada das drogas e dos prostíbulos.
O Grupo Gurarapes deseja que o Brasil viva dentro do que prescreve o preâmbulo da Constituição: “Viver sob a proteção de Deus”.
Ir. Torres de Melo
quarta-feira, 14 de março de 2012
Oscar Niemayer
Durante aniversário de 102 anos, a frase de Niemayer:
"Projetar Brasília para os Políticos que vocês colocaram lá, foi como criar um lindo vaso de flores prá vocês usarem como pinico. Hoje eu vejo, tristemente, que Brasília nunca deveria ter sido projetada em forma de avião, mas sim de "Camburão"
Oscar Niemayer
Crédito: colaboração do Ir. Guerra da ARLS Ordem, Sabedoria e Justiça
Crédito: colaboração do Ir. Guerra da ARLS Ordem, Sabedoria e Justiça
terça-feira, 13 de março de 2012
O NÓ MONETÁRIO QUE AMARROU A ÉTICA E A MORAL
Fonte:www.fortalweb.com.br/grupoguararapes
É desnecessário dizer que A ÉTICA, mais profundamente, E A MORAL externamente a mesma, em relação à constituição íntima da Realidade, presidem todo o resto. É tolice pensar que os fatos que acontecem na periferia do cotidiano, onde impera a mais grosseira competição, não possuem relação com a intimidade aludida. A superfície esférica resulta de um encadeamento que depende do seu centro e de seus raios e com eles guardam parentesco de causa e efeito. Não é possível a contradição, sob pena de ocorrer o desmanche. É isto o que vem acontecendo no nosso país explicando a origem da degradação que atingiu todos os setores da vida nacional. A contradição aludida que tirou DA ÉTICA E DA MORAL o seu papel esclarecedor e norteador da sociedade surgida, por um acordo entre as partes que convivem no ambiente coletivo, se localiza em um “corpo estranho” que reside na economia monetária do Estado Brasileiro e penetra toda a atividade produtiva e de consumo do país.
Na explicação do funcionamento do referido corpo estranho, temos uma arrecadação informatizada instantânea, que varre o país e despeja no subterrâneo do espaço técnico burocrático, somas colossais que são represadas pela burocracia, e para contigenciar o superávit primário. São vasos de grosso calibre conduzindo moeda para o Governo Central e capilares trazendo-a de volta para os municípios, reduzindo drasticamente sua velocidade média, em uma parada monetária gigante, gerando uma pressão inflacionária irresistível, porquanto o valor dos bens de consumo é igual, à quantidade de dinheiro em circulação, dividido pela sua velocidade média de sua circulação. Tal Pressão inflacionária é contida artificialmente, pela redução da base monetária e o engessamento dos salários, que acarreta o suprimento do meio circulante sob a forma de crédito, que implica em juros que tira o dinheiro de circulação, fazendo com que o empreendedor não empreenda com medo de não vender, gerando desemprego, diminuindo a arrecadação, obrigando o Estado ir ao mercado financeiro para fechar as suas contas, ficando submetido à lógica financeira.
Aí está o nó que foi dado à economia brasileira, e que impede que a economia que é um produto da cultura para a sobrevivência dos povos possa produzir um IDH compatível com um cotidiano suportável. É este nó que faz o país descambar para a corrupção, a violência, a droga, a destruição das instituições e dos lares, o aumento alarmante das doenças e da morte, porque a ÉTICA E A MORAL não são divorciadas do meio, guardam relação com o contexto, e são impedidas de atuar pelo nó monetário, que infelicita a nação. Experimentem numa gaiola repleta de pintos, acabar com o consumo tirando a comida. Canibalismo é o que resulta. Qualquer semelhança, com um país vivo ou morto da vida real, não é mera coincidência.
"BRASILEIROS E BRASILEIRAS, NO DIA 31 DE MARÇO, NÓS QUE NÃO SUPORTAMOS MAIS OS ANÕES DO ORÇAMENTO, OS MENSALEIROS, OS PIZZAIOLOS, OS DISTRIBUIDORES DE PANETONE E OS PETRALHAS, VAMOS DEPENDURAR EM NOSSAS JANELAS UMA BANDEIRA DO BRASIL E, SE SAIRMOS À RUA, FAÇAMO-LO COM UMA CAMISA VERDE OU AMARELA DE MODO A MOSTRARMOS QUE, SE "ELES VIEREM, POR AQUI NÃO PASSARÂO!!!. EU JÁ COMPREI A MINHA BANDEIRA, NÃO É CARA NO PREÇO, PORÉM, SEU VALOR É TRANSCENDENTAL POR TUDO QUE ELA REPRESENTA PARA NÓS, PARA O POVO DESTA TERRA QUE COLOCA O BRASIL ACIMA DE TUDO!"
Ir. Batista Pinheiro
segunda-feira, 12 de março de 2012
CARTA DA ARLS ESPERANÇA 181 AO GRÃO MESTRE
Sereníssimo Grão mestre da Grande Loja maçônica do Estado de São Paulo
Considerando os preceitos e ideais de liberdade, igualdade e fraternidade, que norteiam a Ordem Maçônica em todo universo;
Considerando a existência de obreiros, nesta Oficina, oficiais pertencentes ao quadro efetivo das Forças Armadas;
Considerando que o verdadeiro maçon, jamais se calará frente às injustiças praticadas pelo mundo, em face da ditadura, da censura ideológica e intelectual, dos preconceitos ou da nefasta vindita, mãe da ignorância, de incontáveis, intermináveis e injustificadas barbáries, praticadas por nações e povos, instituições e pessoas, cujo fruto maléfico viceja nas trevas da ignorância, cristalizando seu amargo e nocivo sabor em todas as mentes esclarecidas;
Considerando a existência de injustiças perpetradas por autoridades do governo federal, com ameaças de punição, culminando com perseguições veladas e, por vezes, ostensivas aos signatários do manifesto “Alerta à Nação - eles que venham, por aqui não passarão”, a despeito do estatuído na Carta Constitucional, sobretudo ao estado de direito, em evidente afronta aos princípios democráticos, notadamente quanto aos atos dos Clubes Militares contra as declarações de Ministros de Estado do governo brasileiro, relativamente à revogação e descumprimento da Lei da Anistia e, sobretudo, pela anuência tácita da Presidente da República sobre a questão, evidenciando, destarte, intentos revanchistas, a serem coroados por procedimentos apuratórios anômalos, eivados de máculas viciosas, com tendências punitivas pré-concebidas e viés unilateral, materializando o açambarcamento da lei, retrocedendo e deformando o arcabouço legal da nação, adotando, assim, as peculiaridades dos poucos Estados totalitários, ainda existentes no mundo,
Os obreiros de ARLS ESPERANÇA - 181, vêm a vossa presença manifestar o seu incondicional apoio aos ilustres e dignos representantes dos Clubes Militares e seus membros, objetivando e assegurando o firme compromisso para a manutenção e consolidação da democracia, rendendo préstimos ao direito da livre manifestação de opiniões e ideias, conforme o previsto na Constituição da República Federativa do Brasil, bem como nos demais dispositivos legais vigentes, haja vista sermos a congregação de homens livres e de bons costumes, incansáveis discípulos da Verdade Real e detentores de inquebrantáveis almas nacionalistas. Nesse sentido conclamamos todos os obreiros, de todas as Lojas jurisdicionadas à GLESP, imbuídos dos mesmos sentimentos, a somarem forças - tal qual o Feixe de Esopo – em auxílio aos irmãos vilipendiados no mais basilar direito do ser inteligente – pensar e expressar livremente seus pensamentos.
Consignam, por derradeiro, a assertiva gravada no estandarte de seus espíritos maçônicos, os ideais de que a Pátria está acima dos interesses mesquinhos de seus governantes.
São Paulo 07, de março de 2012.
JOSÉ PAULO RAMOS PRECIOSO .’. DENIS MAURO .’.
Venerável Mestre Secretário
domingo, 11 de março de 2012
VAMOS AO INFERNO
Fonte: www.fortalweb.com.br/grupoguararapes
Já diziam os romanos: “os nossos deuses foram pervertidos pelo homem e o homem lhes atribuiu o gênio do homem”. E diz logo depois: “Por que o homem tem de acabar degradando até os seus deuses”? ROMA foi destruída pelos Bárbaros, quem sabe, a mandado dos deuses para castigar os homens corruptos que destruíram a sociedade romana, onde a mulher romana, símbolo da força do Império, se degradou nos banhos públicos e as escravas tomavam conta de seus filhos.
O BRASIL passa por iguais momentos onde assistimos um Conselho de Magistratura do Estado de RS, mandar retirar de suas repartições o Símbolo da Cruz a pedido de uma Associação de Lésbicas por lá existente. A CRUZ é o ícone da civilização cristã e nenhum mal faz onde são encontradas. Para quem não sabe a CRUZ se encontra em toda parte do mundo e ELA é símbolo da bondade. O que destrói um País, uma Civilização são os homens que passam a se julgar o próprio Deus, Buda ou Cristo. Nenhuma religião prega a degradação moral, o roubo e a prostituição dos costumes.
A Associação das lésbicas mereceria palmas se lutasse contra os ladrões da coisa pública, o descalabro de uma sociedade venal e onde o dinheiro compra a carne humana pelas medidas das mulheres e não pela grandeza do coração de mãe. A Associação das lésbicas merecia louvores se defendesse a família. Se gritasse ao lado de Leon de Tolstoi “A verdadeira felicidade está na própria casa, entre as alegrias da família”. Ou saísse pregando o que afirmou o grande poeta Victor Hugo: “Toda a doutrina social que visa destruir a família é má, e para mais inaplicável. Quando se decompõe uma sociedade, o que se acha como resíduo final não é o indivíduo, mas sim a família.” A maior desgraça não é a associação solicitar a retirada da cruz e sim os magistrados gaúchos aceitarem o pedido, quando deveriam estar cumprindo o seu papel de juiz, vigilante na defesa da sociedade e não apoiando a decomposição social. É por isso que não mais se acredita na justiça brasileira. Estamos marchando para o inferno social:
“não queremos viver num mundo sem catedrais. Precisamos do brilho de seus vitrais, de sua calma gelada, de seu silêncio imperioso. Precisamos de marés sonoras do órgão e do sagrado ritual das pessoas em oração”. Este belíssimo pensamento consta do livro TREM NOTURNO PARA LISBOA e nestes ourives de palavras o autor quis expressar que a sociedade precisa de amor e não de ódio. A associação das lésbicas do RS e o conselho da magistratura não pregam o amor e sim cultivam a degradação moral da sociedade onde vivem. Marchamos para o inferno!
Ir. Batista Pinheiro
terça-feira, 6 de março de 2012
A FALSA CRISE MILITAR
As TVs chamam cientistas políticos para que analisem o que pode acontecer, no futuro. O Congresso, submisso, aguarda ordens do Executivo para falar ou não. Os advogados estudam a legalidade de punir, ou não, os militares na reserva que se defenderam dos ataques das ministras, no dia de suas posses ou quando procuradas pela Imprensa. Tudo é uma peça de teatro. Estão criando uma cena para mostrar que o governo precisa tomar medidas fortes ou deixará de existir. Assim, fizeram em 1964. Campanha do SIM e do NÃO com o dinheiro da Petrobrás, reforma de base na marra, comícios gigantes para mostrar que o povo estava desejando mudança e os comunistas, por trás de tudo isso, tocando fogo para que o circo permitisse que fosse instalada uma ditadura, tipo CUBA. O tiro saiu pela culatra. O povo foi à rua e colocou para correr os arruaceiros.
Estão repetindo a mesma lição, só que já se sabe o que eles querem. Precisam esconder a verdadeira crise que se encontra em curso e eles não sabem como parar, pois o problema não é político e sim, moral. Trata-se de esconder os grandes roubos que estão explodindo, quase que diariamente, e o governo sem rumo e sem coragem de agir. É preciso desviar as atenções. Vale tudo. O PROBLEMA É A CRISE MILITAR. Mentira. É falso o discurso que foi previamente preparado para que houvesse uma reação. Houve a reação justa e agora quer criar uma crise falsa para esconder a crise verdadeira dos roubos.
Vamos aos fatos. 1- Escolheram a Ministra errada para falar, pois lhe falta recato e fere a boa moral cristã, portanto, sua fala não merece fé; 2 – A crise BB x PREVI é gravíssima e envolve até a honorabilidade do Ministro da Fazenda; 3 – a reportagem da revista Veja – PODER – SEXO – E CORRUPÇÃO é tão podre que a declarante coloca os dedos no nariz para não sentir o mau cheiro da degradação moral dentro do governo; 4 – a substituição de 7 ministros envolvidos em atos não republicanos abalou a credibilidade do governo; 5 – a luta política que se avizinha e o enfraquecimento do Partido do governo que se envolveu em tantas roubalheiras e a publicação pela Revista FORBE, colocando o operário Lula entre os grandes ricos do mundo (U$2.000.000.000,00) quebrou as pernas de nossa Presidente que cada dia fica mais só e sente a lama aproximar-se do Palácio e ela sem culpa sendo envolvida.
Dentro deste emaranhado de corrupção, há necessidade de se criar um fato que esconda esta cloaca e nada melhor do que envolver as Forças Armadas e pensar que, assim, tudo será resolvido. Perderam o bonde da história; a solução foi sensacional: Nomearam para Ministro da pesca um cidadão que NUNCA viu um peixe.
ESTAMOS SALVOS!!!
ESTAMOS SALVOS!!!
Ir. Batista Pinheiro
domingo, 4 de março de 2012
RETIRO DO MAÇOM IDOSO... FICÇÃO OU REALIDADE?
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| PROJETO: RETIRO DO MAÇOM IDOSO |
Parece que esse tipo de comportamento é tradição, não muda, e propostas fora da realidade como essas continuam sendo trazidas às assembléias, e como dantes, fantasiadas com pompa e brilho, trazendo alegorias que tentam mostrar histórias da pertinência de tal e qual projeto, em face de sua necessidade institucional, ou para o crescimento organizacional, ou para a construção de um futuro próspero e assistido para todos, mas sendo tudo na verdade, manobras para convencimento dos crédulos, para quem pouco é necessário à aprovação pelo voto, ou para o deleite dos alienados, a quem todas as afirmações são verdadeiras, e todas as proposições sempre são legítimas, desde que acompanhadas de pão e circo.
Parece duro, parece intolerante, mas trata-se apenas da tradução fria e crua da realidade, leitura da conjuntura atual. Nas assembléias, representantes de Lojas têm se comportado com ingenuidade quando não se inteiram dos assuntos e votam em proposições junto com a maioria, desconhecendo o teor do que aprovam; é triste mas é a constatação de que agem como se marionetes manipuladas, não se dando conta do oportunismo, da vaidade e da intolerância que movem determinadas ações. É preciso sair da vergonhosa ignorância, é preciso sair do isolamento nas lojas, é urgente se inteirar do contexto das realidades, conhecer as entrelinhas do que ocorre para zelar melhor pelo futuro, pelo patrimônio de todas as lojas. Não é mais possível assembléias aprovarem compras de espaços fora de preço e impróprios, com o intuíto de abrigar, por exemplo, idéias estapafúrdias e mal fadadas como a do espúrio "Neo-Supremo Conselho do Grau 33 do Rito Escocês Antigo e Aceito", dentre outros absurdos. Parafraseando uma ator na televisão...
"O povo que não sabe a sua história está fadado a repetí-la!" - "Se você deseja que os próximos anos não sejam o desastre do passado, fique ligado."
"O povo que não sabe a sua história está fadado a repetí-la!" - "Se você deseja que os próximos anos não sejam o desastre do passado, fique ligado."
Assistindo a esse vídeo chega-se a arrepiar: não sei se é obra de ficção ou se acreditam na viabilidade de implantação e manutenção de tudo nessa animação; analisando-se friamente, como acreditar que há condições de garantir a sustentabilidade desse fantástico mega-projeto? Responda-nos, poste seus comentários nesta matéria, mas faça-o depois de detida leitura, atenta e refletida, da matéria publicada neste blog sobre esse mega projeto; analise as implicações de saúde da terceira idade, a mobilização de recursos para a infra-estrutura e para manutenção de pessoal experiente e tecnicamente gabaritado. O artigo sobre esses apontamentos você pode acessar na borda lateral da página deste blog (Projeto: Retiro do Macom Idoso), junto à enquete sobre o mesmo tema, onde, por favor, pedimos novamente a sua opinião, agora pelo seu voto.
Ir. Edson Monteiro
sexta-feira, 2 de março de 2012
VAMOS FALAR DE TOLERÂNCIA
PREZADO IRMÃO
Ontem, após ter acabado de ler a tua última missiva e ido dormir, me apareceu em sonho um anjo chamado "Tolerâncio", dizendo que um prêmio de meio trilhão de dólares estaria me aguardando caso eu fosse bem sucedido em por em prática alguns preceitos de tolerância apregoados por você. Eu bolei um plano no qual você está convidado não só a participar mas também a receber parte deste dinheiro, caso me ajude a coroá-lo de êxito. A julgar pelo conteúdo das pranchas que você me remete, tenho absoluta certeza de que você é o melhor parceiro para tornarmo-nos ambos milionários. Como não sou egoísta, te proponho dividirmos em dois o prêmio, “mezzo-a-mezzo”. Da minha parte, a proposta me parece bastante honesta.
Eu disse ao anjo Tolerâncio que precisaria de uma pequena fração do dinheiro para por o plano em prática e ele concordou em me dar um adiantamento. O plano consiste em adquirir todos os imóveis existentes ao redor da tua casa e trazer povos de outras partes do mundo para habitá-los, de modo que fiquem bem próximos de você e da tua família. Assim você verá mais claramente como as coisas funcionam na vida real e poderá exercitar a prática da tolerância em toda a sua plenitude.
Na casa vizinha à tua, do lado direito, eu colocaria uma família de canibais do Congo. E, já aviso, que nem passe pela tua cabeça erguer muros ou instalar sistemas de proteção para evitar que eles ponham teus filhos a assar no espeto, uma vez que você condena os israelenses por estarem erguendo muros para se protegerem de ataques inimigos (Aliás, depois de morto que diferença faz para o defunto virar comida de vermes ou de canibais?). O anjo me permitiu te dar apenas um cão para você proteger tua família e eu acho que um Rottweiler está de bom tamanho.
Seus outros vizinhos da esquerda serão duas famílias de indígenas que eu vou buscar em uma determinada região da América do Sul, cujas mulheres comem mais do que um elefante adulto. É costume delas quando estão "apertadas" porem-se de cócoras no lugar em que estiverem, erguerem suas saias coloridas, e se aliviarem ali mesmo. No dia seguinte você e os teus familiares terão dificuldade para desviar dos enormes tarugos que elas deixaram espalhados na frente da tua porta. E nada de chamar a atenção delas, pois trata-se de um costume milenar que nem os espanhóis conseguiram extinguir. Em nome da sagrada tolerância você deve permanecer calado enquanto recolhe toda a caca que elas fizeram.
Na casa que está do outro lado da rua, bem em frente da tua, vou colocar três famílias de pigmeus africanos, que foram feitos à imagem e semelhança do teu deus. Se, por um lado, Jeová foi injusto com eles por não permitir ultrapassarem um metro de altura, por outro deu-lhes um perú do comprimento de uma mangueira. E o que mais eles adoram fazer é balançar suas ferramentas para as mulheres verem. Alguns chegam ao ponto de deixarem-se picar por formigas de modo que elas fiquem ainda maiores e mais grossas, do porte de um taco de beisebol. Você de maneira alguma está autorizado a condená-los caso resolvam exibir seus dotes penianos a algum membro do sexo feminino da tua família, pois isto seria um condenável ato de intolerância. Instale uma parede de tijolos no lugar das janelas, pois é o máximo que o anjo Tolerâncio te permitirá fazer.
Nos fundos da tua casa vou colocar uma família que eu vou buscar em determinado canto da Ásia. Para você não deve importar o nome do país, já que no seu modo de pensar todos os seres humanos são iguais. Se prepare para dizer adeus às tuas noites de sono, porque é de madrugada que eles carregam e descarregam muamba e também recebem visitas da polícia e de prostitutas. Um cuidado especial que você deve ter é não tirar os olhos do Rottweiller, porque esta gente tem o hábito de comer cães e também animais invertebrados. Se eles resolverem cultivar insetos e ratos no quintal como alimento, como estão acostumados a fazer em seus países de origem, nada de opor-lhes resistência, mesmo que os bichos saltem para dentro da tua casa. Uma dieta baseada em grilos, baratas, roedores, percevejos, muriçocas, e outras criaturas asquerosas é um costume que eles cultivam desde milênios e que precisa ser preservado e respeitado!
Ao lado da casa em que moram os pigmeus eu vou instalar quatro famílias de rastafáris jamaicanos, que consomem cachaça e maconha em nome dos deuses, dia e noite. Eles também escutam uma música degenerada que se chama Reagge, que poderia ser utilizada de modo muito mais eficiente para extrair a confissão de um meliante do que um pau-de-arara. Só haverá um meio que o anjo Tolerâncio deixará você utilizar para se livrar do cheiro da erva maldita que consomem: a instalação de um exaustor industrial virado ao contrário para expulsar a fumaça que vai invadir os teus aposentos por todos os lados. Do barulho você se livra furando os tímpanos com um prego.
Na casa situada à direita dos canibais minha idéia é instalar quatro casais de escandinavos, mas creio que isto causará a destruição do teu lar, pois as mulheres escandinavas são lindíssimas. Elas só usam roupa no inverno e no verão estão acostumadas a ficar totalmente nuas nos jardins e praças públicas, tomando banho de sol. Sexo é algo bastante natural para estes povos e muitas vezes é possível flagrá-los mandando brasa atrás de uma moita, nos bosques, nas margens dos lagos, sem o menor pudor. Tua mulher não vai gostar nada desta idéia, e nem você, caso tenha filhas adolescentes. A solução que eu te dou é cimentar todas as entradas e saídas da tua casa, de modo que aquelas belezuras fiquem fora do campo de visão dos teus familiares.
E, para prestigiar a República Toxicômana Prostitucional da Futebolésia, que tal se eu encher de macumbeiros duas casas contíguas à dos rastafáris? Talvez eles escolham a porta da tua casa como local ideal para estraçalhar galinhas-pretas, beber pinga até vomitar, acender charutos, e praticar outros atos repugnantes. Em nome da tolerância e da "liberdade religiosa" você está de mãos amarradas, só lhe restando a opção de pagar os macumbeiros para irem praticar suas barbáries em outro lugar.
Bem, eu guardei um segredinho para revelar a você antes de terminar de narrar este sonho bizarro. Suba no forro da casa que eu te dei e alcance uma pá que eu deixei lá para você cavar um túnel! Abra um no chão o mais rápido possível, coloque tua família à salvo, e corra para a única padaria que há na região. Eu estarei lá te esperando para uma boa conversa. Contudo, em função do nosso retumbante fracasso, não terei para dividir com você os milhões de dólares que o anjo Tolerâncio prometeu, mas terei o suficiente para pagar quantas cervejas você conseguir tomar, pois apesar de nossas divergências de opinião te considero um irmão do peito que quero um dia conhecer pessoalmente.
UM TFA
Ricardo Vidal
ELEIÇÕES
Podemos dizer que 80% dos e-mails recebidos ou enviados por nós são criticando políticos, seus roubos e erros praticados por eles. A pergunta que podemos fazer é a seguinte: Quem elege o político é o povo e se algum é ladrão ou não sabe cumprir com o seu dever, o erro não é dele e, sim, de quem votou nele. Estamos nos aproximando de uma nova eleição para prefeitos e vereadores e seremos nós que iremos colocá-los no cargo. Nós temos responsabilidades e grandes. Quem passa e-mail ou o recebe, tem alguma cultura que possa orientar grande parte do nosso eleitorado. Não adianta, depois, chorar, em cima do leite derramado. Em 2012 vamos procurar atuar objetivamente sobre os elementos básicos da formação da Nação Brasileira: o homem, a terra e as instituições, como tríades do Poder Nacional, para desenvolver, no povo a auto-estima, com base no sadio patriotismo, no fortalecimento de uma sociedade livre e democrática, em oposição a todos e a quaisquer modelos políticos totalitários, à base de ideologias espúrias.
Como podemos atingir este grande objetivo? É muito simples: conversando com as pessoas mostrando as qualidades dos bons candidatos; participando de reuniões para combater as promessas falsas; tentando aumentar a nossa influência, junto ao sistema de e-mail, para conquistar as consciências para o bem do Brasil; divulgando erros dos falsos políticos e combatê-los com toda energia.
O GRUPO GUARARAPES apela para os bons amigos que chegou a hora da luta. Estamos enviando mais de 150.000 e-mails, por mês, buscando abrir a consciência dos brasileiros. Imagine um dono de uma fábrica, um motorista de ônibus que sejam conscientes da gravidade do País o que poderão fazer na eleição que se aproxima!
Quem já leu a vida de GOLDA MEIR, a grande ministra de Israel, pode aquilatar o que a vontade humana pode realizar. Seu sofrimento na Rússia, onde nasceu, sua ida para os Estados Unidos e a realização de seu sonho de criar a pátria para os judeus, colocam-na como uma das grandes mulheres do mundo. Afirma GOLDA: “Só os que ousam, só os que têm coragem de sonhar podem realizar alguma coisa. As pessoas estão sempre se perguntando se isso é realista, se pode ser feito, se vale a pena tentar, e nada realizam .... O que é realista? Uma pedra? Algo que já existe? Isso não é realismo... é morte”.
Ou nós acreditamos na nossa força de vontade ou teremos a morte. Ela venceu e se tornou grande! Nós vamos ser derrotados na próxima eleição? O que somos? Falamos em democracia e ficamos em casa esperando que outros ajam?
ACREDITE NA DEMOCRACIA!
“O desejo sincero e profundo do coração é sempre realizado.” Gandhi
Ir. Batista Pinheiro
quinta-feira, 1 de março de 2012
A DESTRUIÇÃO DE UM PASSADO!
Mais uma punhalada nas costas das Forças Armadas. O governo, que tanto se gaba, se incensa de democrata, mais uma vez demonstra a que veio. Está aí para implantar uma ditadura de esquerda e marcha, em passo acelerado, nesta direção. É a confirmação de Maritain que diz: "o governo que, devido à concentração e hipertrofia de poderes, se transforma em governo arbitrário, do tipo totalitário estático e inescrupuloso". Vivemos o "eu posso, eu quero, eu sou o Estado" - Luiz XIV. Só temos o Executivo. O resto é o resto.
Em atos públicos assistimos ministros tomando posse, gritando e atacando as Forças Armadas, e a comandante em chefe delas batendo palmas e não defendendo seus subordinados, que é seu dever como Chefe da Nação, como se elas (as forças armadas) fossem compostas de bandidos e assassinos. Parecem vestais falando a um povo amortecido pelo medo e pela mentira. Palmas às carrancas feias dos ministros que entram, substituindo ladrões que saem, como se fossem bustos, emblemas ou florões que se colocavam na proa de navios para fazer medo aos inimigos. Há até, quem diga, que representam verdadeiros leões de chácaras ou outras coisas não mais existentes nos tempos atuais, como os cabarés.
O problema é que a nossa sociedade brasileira, despreparada, não entendeu que estamos na quarta geração de guerra (guerra assimétrica). Os subversivos, terroristas e outros criminosos são estudiosos e compreendem que este tipo de guerra é complexo e que o governo, quando a favor deste tipo de guerra, torna ainda mais difícil a defesa da sociedade democrata, pois defende criminoso como no exemplo de Batistti ou condena inocentes como o Francenildo.
Mao foi mestre neste campo. Não dava muita importância ao tamanho do Exército inimigo. Para ele o importante era ganhar a guerra no campo psicológico de forma subjetiva. Foi aí que ele ganhou a guerra. Aqui no Brasil a sociedade democrata está perdendo a guerra por pensar que as Força Armadas poderão ganhar a guerra sózinha, enquanto o povo é conquistado psicologicamente para o lado da subversão. Eles estão destruindo a verdade do passado e criam a mentira do presente. Estão enchendo as burras de dinheiro para ganhar a eleição de 2012.
Eles, em qualquer parte do mundo, prometem o céu e a após a vitória vem o inferno. Colocar o retrato de Che Guevara em repartição pública pode, mesmo sendo ele um assassino frio e que mandou matar mais de 1.800 cubanos, na palavra do jornalista Luiz Ortega, mas colocar o retrato do General Médici seria um crime por ser ele um homem de bem, mas contra a canalhada esquerdista. Querem destruir tudo para criar o novo para eles.
Destruíram a sociedade brasileira, onde tudo é permissível. Não há mais recato. A alcova é aberta para que os valores morais sejam pisados, esmagados. Tudo é válido no sexo e assim as grandes civilizações foram sendo substituídas. As mensalinas, sinônimo de mulher adúltera promíscua, dada a casos escandalosos, as Pampadour ou as Du Barry destruiram impérios e causaram a desgraça de seu povo. Aqui já estamos vendo isso nas capas das revistas, nas casas das luzes vermelhas e em outras entrevistas que coloca a nu o baixo nível da degenerecência moral. Escândalos envolvendo mulheres bonitas, jovens e cheirosas já se torna comum na capital da República.
Tentam destruir a Igreja Católica, símbolo da Moral e pedestal da defesa da mulher mãe e não da mulher sexo. Ela, Igreja, se juntou aos destruidores do velho para criarem o novo e agora vem o troco com toda a sua força.
Tirar a cruz das repartições públicas e escolas do governo, acabar com o ensino religioso, aceitar o aborto, criar o casamento de pessoas do mesmo sexo. A Igreja e a religião apresentadas como como coisa velha, o antigo, o passado esclerosado e Marx, Rosa de Luzemburgo, Fidel são os novos deuses que mudaram o mundo para melhor. Melhor? Melhor da fome, da falsa igualdade e total ausência de liberdade. Cuba é o país exemplo de defesa dos direitos humanos com as cadeias cheias daqueles que não pensam como eles, e o Brasil atacado por não defende os direitos humanos e suas forças armadas apresentadas como toturadoras. Aqui a comissão da verdade e lá, quando vão tomar a benção ao pai Fidel, choram por não ser ele brasileiro. Hipocrisia.
Querem destruir as Forças Armadas e estão conseguindo. Não é tirando armas e sim, destruindo consciências. Cada discurso oficial ataca aos “torturadores” e se engradecem como símbolo da "liberdade", apresentado-se como lésbica, bisexual e outras coisa mais e os presentes batendo palmas. Tudo é um teatro para dividir ainda quem se matem unido e salvo da desgraça do comunismo. Agora, é preciso entregar o ensino ao Ministério da Defesa, seguindo o ensinamento de Mao, conquistar as mentes.
A reação dos Clubes Militares, baseada na lei Itamar Franco, foi uma ação justa na defesa da dignidade dos que morreram na defesa da democracia e o Grupo Guararapes comunga os mesmos ideais e assinaria embaixo, se fosse possível. Eles, os esquerdistas, fizeram a provocação de propósito. Deve ter sido planejado. Sabiam que veria uma reação. Foi bom que a esquerda ficasse toda eriçada, pois ficou conhecendo que ainda ESTAMOS VIVOS.
O problema é não dar importância a quem não presta. Não dar crédito à pessoas que não sabem ter o mínimo de recato, sentimento de vergonha, que ferem a decência, a honestidade ou a modéstia; pejo, acanhamento, timidez; vergonha, tudo ligado a atos ou coisas que degradam o ser humano. Devemos ter cuidado para não se misturar com a ralé sem moral, pois somos bem melhores do que eles, que só sabem mentir. Devemos, sim, procurar nos engrandecer, nos afastar de terroristas, degenerados, guerrilheiros, ladrões da coisa pública.
Na guerra da quarta geração (guerra assimétrica) ganha quem tem inteligência e dignidade. Isto sobra nas forças armadas e falta no governo podre que vem há mais de oito anos roubando o país, cujo chefe já é possuidor de uma fortuna de dois bilhões de dólares, publicado na revista forbe. Onde está a revolta contra os ladrões e as ladroeiras?
Gen. Ex. Walter Pires de Carvalho e Albuquerque































