quarta-feira, 27 de julho de 2011
sábado, 23 de julho de 2011
EM UM REINO MUITO, MUITO DISTANTE...
ra uma vez em um reino muito, muito distante, um garoto que se chamava Tico, nome dado por sua mãe em razão de ter nascido tão pequenino, delicado e franzino que parecia um esquilinho iqual ao daquelas das histórias infantis que tanto gostava. Tico vivia inconformado com o que julgava falta de sorte na vida, pois era magrinho, feio, falava demais, era discriminado e vivia feito pária porque gostava de fazer chacotas de tudo e de todos, e seu maior defeito residia no fato de costumeiramente falar mal das pessoas pelas costas.
Apesar desse péssimo traço da sua personalidade, como era muito espirituoso, gostava de contar “causos” e piadas, e como todos viviam tristes com as atitudes do rei dessas terras, sua presença contagiava as pessoas, se encantavam, e assim ele foi se insinuando no meio desse povo que estava vulnerável pela tristeza e que precisava de alegria.Tico tornou-se um homenzinho franzino que acalentava o sonho de ser ator de teatro dramático, mas pelo fato de ser pobre não reunia condições de melhor aprender o ofício nos meios acadêmicos daquele reino em razão dos altos custos, e também não seria aceito nas escolas de dramaturgia alguém tido como ele era, sem a devida compostura, desmazelado e gozador, predicados incompatíveis com a respeitabilidade que a profissão de ator dramático exigia.
Tico que se julgava bom ator, trabalhando mesmo com a falta de conhecimento técnico, pois se achava autodidata, resolveu atuar com o que sabia naturalmente, a comédia, fazer graça, e por meio de favores conseguidos criativamente sem que se percebesse, foi descolando caronas em carruagens e carroças, filando jantares gratuitos em casas noturnas espalhadas por todo o reino onde trocava completa hospedaria por números de micagens e mágicas para o deleite da ingênua platéia. Os povos eram ludibriados pela franzina, humilde e astuta figura do homenzinho ator, que se mostrava um engraçado amigo muito querido, mas que na verdade não nutria amor nem consideração alguma por quem quer que fosse, sendo o único objetivo em seus arroubos saltimbancos, o de ser conhecido como do bem e de parecer ser confiável e competente, algo como “Lulinha paz e amor” e “Sasá Mutema, o Salvador da Pátria”!
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"Tiquinho e seus amiguinhos" |
E o homenzinho afável e espirituoso, em contatos rápidos e superficiais que não possibilitava conhecer-se seu real caráter, foi conquistando o coração do povo, e quanto mais distante era o povoado do reino onde Tico atuava, menos poderiam conhecê-lo na intimidade, sua verdadeira face, e assim, mais e mais amigos fazia, que determinou o fim de suas viagens solitárias, juntou-se a alguns adeptos com o que formou a companhia de teatro saltimbanco denominada “Tiquinho e seus amiguinhos” que animava e divertia adultos e crianças onde houvesse festas com “boca livre”. Ficara amigo íntimo do povo que passou a tratá-lo carinhosamente de “Tiquinho”, mesmo nome que adotara na companhia de teatro.
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| O reizinho gordinho |
E assim, o grupo dos saltimbancos “Tiquinho e seus amiguinhos”, famoso e tido como o melhor grupo de atores de picadeiro da redondeza, amealhou muito prestígio, e por viverem num reino triste, governado por um rei muito, muito vaidoso, que vivia criando armadilhas para caçar detratores, que perseguia a todos que esboçassem idéias discordantes do governo, seu real objetivo foi alcançado: tornou-se rei,e seus amigos de micagens sua corte. Mas na verdade tornou-se mesmo é reizinho, porque apesar do belo trono, não lhe fazia jús por suas atitudes de pequenez e má índole; covarde age nas sombras para atingir desafetos.
Tico no poder podia desfrutar de vestes e de víveres de primeira, tem tanta fartura de alimentos que ficara gordo. Reinava num reino “sui generis” onde o rei é posto pelo voto com tempo de mandato determinado, por isso, a aparente bondade do espirituoso amigo querido precisava continuar, mas só nos discursos, da boca prá fora, e de preferência quando houvesse muita gente que são nos momentos em que reunia vários representantes do seu reino, uma espécie de assembléia do povo, onde potencialmente muito voto poderia ser conquistado. Como rei, Tico vivia se achando o máximo, não queria mais ser tratado por "Tiquinho", continuava feio, agora gordo, ainda fala demais, continuava gostando de fazer chacotas de tudo e de todos e de falar mal das pessoas pelas costas; perseguia seus detratores com as armas da manipulação, da coação; criava armadilhas, dava as costas a antigos amigos e apoiadores, pois achava que não precisava de ninguém.
E assim foi correndo a vida em terras num reino muito, muito distante, que não crescia para o mundo, nada fazia de útil à humanidade, ainda sem união, sem harmonia, num governo com discurso populista de zelador pelo tesouro real, mas que era perdulário, não gastava no que devia e gastava mal em obras faraônicas de cunho prático duvidoso a não ser para satisfazer a vaidade desenfreada do reizinho, repetindo a mesma funesta atitude do monarca anterior, reeditando as práticas que num passado recente justificaram a queda do antigo mau rei e mal governante.
“Todo povo que não presta atenção na sua história está condenado a repeti-la...”
Ir. Edson Monteiro
segunda-feira, 11 de julho de 2011
ENTUSIASMO JUSTO E PERFEITO
OTIMISMO X ENTUSIASMO
Embasado no texto enviado por Edjane Millet
Existem duas coisas básicas que mais contaminam o ser humano: uma é o entusiasmo e a outra é a falta dele. Estamos sempre correndo atrás do sucesso, mas nem sempre o conseguimos. Valorizamos demais os nossos problemas e assim conseguimos as desculpas que precisamos para justificar nossa falta de ânimo jogando a culpa nos outros, na crise, na inflação, na família, etc. Encaramos tudo como problema e não como desafios.
Na verdade, o que não sabemos é usar a automotivação, e aí ficamos na dependência dos outros para valorizarem nossas ações, ficamos naquela de "ninguém me ajuda”... Simplesmente desconhecemos que "não é o sucesso que traz o entusiasmo e sim o entusiasmo é que traz o sucesso".
Ao analisarmos as pessoas vitoriosas chegaremos à conclusão de que a razão do sucesso está muito mais no entusiasmo do que nos recursos para realizá-lo, pois o entusiasmo tem a força de transformar as coisas e criar os recursos necessários. Em qualquer profissão as pessoas entusiasmadas são as mais bem sucedidas. São elas que melhor enxergam as oportunidades e contagiam favoravelmente as pessoas e o ambiente.
Na verdade, o que não sabemos é usar a automotivação, e aí ficamos na dependência dos outros para valorizarem nossas ações, ficamos naquela de "ninguém me ajuda”... Simplesmente desconhecemos que "não é o sucesso que traz o entusiasmo e sim o entusiasmo é que traz o sucesso".
Ao analisarmos as pessoas vitoriosas chegaremos à conclusão de que a razão do sucesso está muito mais no entusiasmo do que nos recursos para realizá-lo, pois o entusiasmo tem a força de transformar as coisas e criar os recursos necessários. Em qualquer profissão as pessoas entusiasmadas são as mais bem sucedidas. São elas que melhor enxergam as oportunidades e contagiam favoravelmente as pessoas e o ambiente.
Ocorre que não se pode se sentir vitorioso em nada até que a obra tenha sido concluída, até que os projetos, até que o ciclo da vida esteja cumprido; tenho aprendido que nada se encerra antes que se acabe, e todos estamos vulneráveis às instabilidades que criarmos nas nossas empreitadas. Podemos ingenuamente nos sentir vitoriosos, inatingíveis, mas nada nem ninguém está livre dos altos e baixos da vida.(é a Lei do Ritmo que já comentamos).
A palavra entusiasmo vem do grego que significa "Deus interior" ou "sopro divino" (in Theos). Acreditavam os gregos que quando houvesse uma boa colheita, as pessoas estavam tomadas pelo deus da agricultura e esse raciocínio era aplicado nas artes, na caça, na música e em todas as atividades do homem. Os gregos tinham razão. O entusiasmo é a mais nobre manifestação divina sobre o ser humano, os olhos brilham e os desafios ficam excitantes, mas nós, pobres mortais, nem sempre entendemos isso e preferimos ficar deprimidos aguardando que alguém nos alerte de nossa mesmice como seu deu com Pedro quando o Cristo lhe advertiu:
"Vai, Pedro, avança para as águas mais profundas e lança tuas redes...", ao que ele respondeu: "Mestre, pescamos a noite toda e nada conseguimos, mas confiante na Tua palavra, tentaremos de novo...", e, assim, pegaram tantos peixes que quase afundaram duas canoas...(Lucas 5:4 a 6).
Entretanto, é necessário saber separar o entusiasmo inteligente, justo e perfeito, de um otimismo infantil e teimoso que afasta a pessoa da realidade. Aquele que é só otimista torce para dar certo, fica esperando as coisas acontecerem conforme seus sonhos, vive uma loteria; o que é entusiasmado faz as coisas acontecerem com planejamento, com determinação e com conseqüência.
Pode acontecer de otimistas infantis, por caprichos do destino, acabarem trabalhando em importantes instituições administrando orçamentos vultosos, para no fim se acabarem porque desperdiçaram os recursos depejando-os em ações visionárias excêntricas. Diferentemente, quando pessoas maduras administram negócios e projetos, contaminam a todos com seu entusiasmo, se amplia seguidores com boas, eficientes e eficazes idéias que geram iniciativas profícuas. Será muito difícil distinguir-se o otimismo do entusiasmo se a inteligência espiritual ficar congelada no interior das mentes por força do materialismo, da vaidade, da arrogância.
Todo povo livre é soberano nas suas escolhas: se é de maioria otimista, terá lideranças otimistas, mas se já maduro, terá lideres motivados pelo entusiasmo; cada povo tem o que merece, tem o que escolhe.
Edson Monteiro
terça-feira, 5 de julho de 2011
PEÇO PERDÃO PELO GRÃO MESTRE......
Somos o que somos. Somos o que conseguimos somar.
Às vezes olho para trás e vejo o pouco que fiz, e o muito que deixei de fazer quando poderia.
A vida do arrependido é dura, cheia de remorsos, tristezas e amarguras. O pior sentimento não é o de ter errado pela ação mal planejada, intempestiva ou equivocada, porque aí o erro que contempla o passado pode corrigir o futuro e o remorso pode dar novo direcionamento à vida, desde que se esteja imbuído de humildade para reconhecer o erro. Então esse tipo de arrependimento é duro, mas próprio de quem tentou e reconhece que duas vezes o raio não o atingirá no mesmo lugar, porque é provado que raios podem cair mais de uma vez no mesmo lugar.O pior tipo de arrependimento é o que provém da omissão. As incertezas direcionam para um sofrimento atroz: ah, se eu tivesse feito, falado, agido, contestado. Ah, se eu não estivesse tão ocupado!
São as oportunidades que escaparam e das quais jamais poderemos saber se as tivéssemos praticado no que redundariam. O que será que eu estaria fazendo agora?
Às vezes temos que agir pela emoção, pelo impulso, pela intuição que muitas vezes nos impulsiona, mas jamais devemos perder a razão, a lucidez, porque temos noção das conseqüências para cada ato que praticamos.
Faço essa reflexão porque sou cotidianamente questionado e criticado por alguns pela adoção das medidas judiciais que redundaram na posse do atual Grão Mestre Francisco Gomes da Silva em seu primeiro mandato junto da GLESP. Muitos se lembram, principalmente os que me criticam, que num dado momento em que impugnei as eleições internas da GLESP esteve em minhas mãos requerer, ou a anulação das eleições, ou a anulação dos votos conferidos ao candidato que obtivera melhor resultado e que redundaria na vitória do atual Presidente. Optei pela segunda hipótese e, assim, obtivemos a anulação dos votos da chapa vencedora, permitindo que a chapa segunda colocada se sagrasse vitoriosa.
Não se procedeu assim para beneficiar ou prejudicar qualquer um dos candidatos. Ao contrário do que imaginam alguns, a impugnação das eleições pretendeu antes de tudo acabar com um período de trevas que envolveu a GLESP, tudo porque aquele nefasto Grão Mestre em nada contribuía para o engrandecimento da Ordem e de seus valores fundamentais. A continuidade de seus desmandos e das iniqüidades consagradas naquele período tinha seguimento pela representatividade de uma das chapas então por ele apoiada.
Perguntam-me, então, se não me arrependi de ter optado pela consagração de Francisco Gomes da Silva e por qual razão teria optado pela sua posse.
Perguntam-me, então, se não me arrependi de ter optado pela consagração de Francisco Gomes da Silva e por qual razão teria optado pela sua posse.
Mas não é bem assim. O objetivo das demandas era fazer cessar aquele período de nefastidão, e o Francisco Gomes fora o segundo colocado. É lógico que num dado momento ficamos, todos nós que participamos dessa empreitada, entrincheirados pela incerteza quanto aos propósitos de Francisco Gomes, mas levando em conta julgamentos pessoais, agimos pela intuição. Eu, particularmente, insisti que ele deveria tomar posse, porque antes de tudo me parecia um homem bom, dotado de bons princípios, mesmo sem saber de sua formação moral, pois não o conhecia na extensão que um julgamento liminar necessita.
Sempre tive em conta que o homem bom de alma tudo pode e tudo consegue, porque essa perfeição de caráter impulsiona à prática do bem, e quem pratica o bem não erra nunca. É como aquele que só fala a verdade: vai repetir sempre a mesma coisa.
Quando me indagam fico triste, porque me equivoquei em meus juízos de valores. Poucas vezes apostei em pessoas ruins de coração, nenhuma vez as apoiei, e raríssimas vezes minha intuição falhou neste aspecto, porque não gosto de pessoas ruins de alma e quando minha intuição invoca não há argumento que faça me relacionar com estas pessoas.
Então digo às pessoas, não me arrependo pelas ações judiciais, porque a meu ver e a de meus verdadeiros irmãos de ordem, lutava por uma causa justa, mas hoje entendo que fiz a opção pela pessoa errada.
E digo que é a pessoa errada não por atos de administração, porque aí é questão de posicionamento quanto ao que verdadeiramente interessa à Ordem. É questão de aplicação de inteligência, uns têm, outros não, e assim não podemos somente criticar pela inoperância ou pelas opções que a nosso ver sejam erradas. Digo que é a pessoa errada porque vejo o Grão Mestre como uma pessoa ruim de coração. Nunca conseguiu se desprover de seus recalques e de seus antigos rancores. Nutre pelos irmãos que nunca o apoiaram em eleições passadas um desprezo imensurável e engana a todos com suas visitas às Lojas, sempre imbuído de pretensões eleitoreiras, mostrando-se afável e alegre com piadas inoportunas à frente de assuntos sérios. Mostra-se um perseguidor implacável, exercendo com abuso o poder de Grão Mestre, sonegando direitos e humilhando os que deveria proteger e orientar. Não é afeto ao diálogo para não ser contrariado.
Vejam, pois, o que ocorre na sua ante sala na GLESP. Lá posicionou um irmão que se presta a maltratar os que desejam ver o Grão Mestre, deferindo a todos uma rudeza e uma grosseria incompatível com a nossa irmandade.
Além disso, posicionou o referido irmão e o Secretário Interno para desferir grosserias contra os funcionários. Mal sabe o irmão que quando se queixa ao Grão Mestre recebe deste, pelas costas, a adjetivação de “babaca e filho da puta”. É assim que o Grão Mestre se refere a quem reclama junto de si, ou de quem lhe contesta.
Além disso, posicionou o referido irmão e o Secretário Interno para desferir grosserias contra os funcionários. Mal sabe o irmão que quando se queixa ao Grão Mestre recebe deste, pelas costas, a adjetivação de “babaca e filho da puta”. É assim que o Grão Mestre se refere a quem reclama junto de si, ou de quem lhe contesta.
Por tudo isso à pergunta se me arrependo do que fiz, digo que não, mas que errei quando optei por ele, e por isso peço perdão aos irmãos, a todos esses que são perseguidos, desprezados e hostilizados pelo Grão Mestre. Aos demais irmãos digo: erramos todos. Podemos nos corrigir. Façamos isso.
Tudo o que está aqui registrado é parte de meus pensamentos e sensações, e nada tem a ver com o Blog e seu responsável, que democraticamente permite a postagem sem censuras. Assim procedo porque não tenho compromissos com Francisco Gomes da Silva, já que ele mesmo diz que não me deve nada, nem a ninguém, por sua eleição. Tenho compromisso ritualístico com o Grão Mestre da GLESP, desde que ele se disponha a ser um ser maior, melhor e mais compromissado com nossos princípios, e espero, sinceramente, que minha Loja e eu não sejamos perseguidos na Ordem pela expressão de meus sentimentos.Ir. Eduardo José Capua de Alavarenga ("in memoriam")
ARLS Academia dos Esquecidos Millennium 536
Matéria publicada em julho de 2011
domingo, 3 de julho de 2011
HUMILDADE X ORGULHO
Humildade vem de húmus, palavra de origem latina que quer dizer terra fértil, rica em nutrientes e preparada para receber a semente. A pessoa humilde está sempre disposta a aprender e deixar brotar no solo fértil da sua alma, a boa semente. A verdadeira humildade é firme, segura, sóbria, e jamais se associa com a hipocrisia. A humildade é a mais nobre de todas as virtudes pois somente ela predispõe o seu portador, à sabedoria real. O contrário de humildade é orgulho, porque o orgulhoso nega tudo o que a humildade defende. O orgulhoso é soberbo, julga-se superior e esconde-se por trás da falsa humildade; a tola vaidade é a energia marcante do seu comportamento. Quando uma pessoa humilde comete um erro, diz: "eu me equivoquei", pois sua intenção é de aprender, de crescer; quando uma pessoa orgulhosa comete um erro, diz: "não foi minha culpa", porque se acha acima de tudo e de todos. A pessoa orgulhosa se acha perfeita, a pessoa humilde se acha boa, porém não tanto quanto gostaria de ser.
Uma pessoa humilde pensa que deve haver uma maneira melhor para se fazer as coisas, e quer descobrir, já a orgulhosa acredita que o que faz é o melhor e que seu estilo não pode ser melhorado porque não há ninguém melhor do que ela. A pessoa humilde compartilha suas experiências com colegas e amigos, a orgulhosa as guarda para si mesmo, porque teme a concorrência, deseja créditos só para si. A pessoa orgulhosa não aceita críticas, a humilde está sempre disposta a ouvir todas as opiniões e a reter as melhores. Uma pessoa humilde defende as idéias que julga nobres, sem se importar de quem elas venham, mas a orgulhosa defende sempre suas idéias, não porque acredite nelas, mas porque são suas. O humilde cresce sempre, o orgulhoso fica estagnado, iludido na falsa posição de superioridade, fica isolado.
Deve-se cuidar de se espelhar nos verdadeiros humildes ficando-se em alerta contra os orgulhosos que estão por aí, porque se a prepotência deles for inflada por críticas, tornam-se vingativos dissimulados, procurarão se manter com a aparência "de mãos limpas" (de bons meninos), e se puderem, à distância, às sombras, agirão contra os críticos pelas mãos de outros.
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“Você sabe por quê o mar é tão grande? Tão imenso? Tão poderoso? É porque foi humilde o bastante para colocar-se alguns centímetros abaixo de todos os rios. Sabendo receber, tornou-se grande. Se quisesse ser o primeiro, se quisesse ficar acima de todos os rios, não seria mar, seria uma ilha. E certamente estaria isolado.”
Clenilson dos Santos
Ir Edson Monteiro
sábado, 2 de julho de 2011
POSSE NA ARLS ACADEMIA DOS ESQUECIDOS MILLENNIUM N° 536
Não poderia de deixar de registrar essa marcante efeméride da Loja.
Dia 28/06/2011 aconteceu a posse do Ir Eduardo José Cápua de Alvarenga, pela segunda vez, Venerável Mestre da ARLS Academia dos Esquecidos Millennium 536, momento muito festivo e inesquecível porque, sob seu comando, se renova a postura de sempre dessa oficina,
Dia 28/06/2011 aconteceu a posse do Ir Eduardo José Cápua de Alvarenga, pela segunda vez, Venerável Mestre da ARLS Academia dos Esquecidos Millennium 536, momento muito festivo e inesquecível porque, sob seu comando, se renova a postura de sempre dessa oficina,
e mais uma vez se revitaliza a maçonaria com as atitudes emanadas da “Millennium” sob o comando de todos os Veneráveis que por lá passaram, a exemplo do irmão Leonardo Chemilski que deixa o cargo, verdadeiros lutadores da boa causa. Essa Loja está fadada a ter líderes de primeira magnitude, pois já nos seus primeiros estertores viveu a honra histórica de ter o irmão Osvaldo Russomano, da ARLS Quintino Bocaiúva n°10, baluarte da dignidade e constância, com o primeiro malhete em mãos. 
A posse do Irmão Eduardo confere a necessária confiança nos árduos caminhos em defesa da dignidade e da verdade que essa Loja sempre trilha. A "Millennium", com a nova administração, garante a continuidade de sua política sempre limpa e transparente, porque a determinação desse Venerável Mestre nas lutas em defesa do probo e do justo, faz exemplo de seus passos, ombreiam-lhe muitos irmãos com garra e esperança na busca de um futuro diferente na prática da maçonaria atual. Parabéns Ir Eduardo, e conte conosco sempre, nos alegres e nos tempestuosos momentos!Ir Edson Monteiro







