quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

SERÁ QUE DEUS É CULPADO ?

Finalmente a verdade é dita na TV Americana. A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e Jane Clayson perguntou a ela:
'Como é que Deus teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11 de setembro?' Anne Graham deu uma resposta profunda e sábia: 'Eu creio que Deus ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. Por muitos anos temos dito para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas. Sendo um cavalheiro como Deus é, eu creio que Ele calmamente nos deixou.
Como poderemos esperar que Deus nos dê a sua benção e a sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?'
À vista de tantos acontecimentos recentes; ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc... 
Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O'hare (que foi assassinada), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas Americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião. Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas... A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, roubar e devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos. E nós concordamos com esse alguém. Logo depois o Dr.. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto estima (o filho dele se suicidou) e nós dissemos: 'Um perito nesse assunto deve saber o que está falando'. E então concordamos com ele. 
Depois alguém disse que os professores e diretores das escolas não deveriam disciplinar nossos filhos quando se comportassem mal. Então foi decidido que nenhum professor poderia tocar nos alunos...(há diferença entre disciplinar e tocar). Aí, alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem. E nós aceitamos sem ao menos questionar. Então foi dito que deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas, quantas eles quisessem para que eles pudessem se divertir à vontade. E nós dissemos: 'Está bem!' Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia e uma apreciação natural do corpo feminino. 
Depois uma outra pessoa levou isso um passo mais adiante e publicou fotos de Crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição da internet. E nós dissemos: 'Está bem, isto é democracia, e eles tem o direito de ter liberdade de se expressar e fazer isso'. Agora nós estamos nos perguntando porque nossos filhos não têm consciência e porque não sabem distinguir o bem e o mal, o certo e o errado; porque não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios... Provavelmente, se nós analisarmos seriamente, iremos facilmente compreender: nós colhemos só aquilo que semeamos!!! Uma menina escreveu um bilhetinho para Deus: 'Senhor, porque não salvaste aquela criança na escola?'
A resposta dele: 'Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!!!'
É triste como as pessoas simplesmente culpam a Deus e não entendem porque o mundo está indo a passos largos para o inferno. É triste como cremos em tudo que os Jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia, ou do que a sua religião, que você diz que segue ensina. É triste como alguém diz: 'Eu creio em Deus'. Mas ainda assim segue a satanás, que, por sinal, também 'Crê' em Deus. É engraçado como somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados! 
Como podemos enviar centenas de piadas pelo e-mail, e elas se espalham como fogo, mas, quando tentamos enviar algum e-mail falando de Deus, as pessoas têm medo de compartilhar e reenviá-los a outros! É triste ver como o material imoral, obsceno e vulgar corre livremente na internet, mas uma discussão pública a respeito de Deus é suprimida rapidamente na escola e no trabalho. É triste ver como as pessoas ficam inflamadas a respeito de Cristo no sábado, mas depois se transformam em cristãos invisíveis pelo resto da semana. 
Você mesmo pode não querer reenviar esta mensagem a muitos de sua lista de endereços porque você não tem certeza a respeito de como a receberão, ou do que pensarão a seu respeito, por lhes ter enviado. Não é verdade? Gozado que nós nos preocupamos mais com o que as outras pessoas pensam a nosso respeito do que com o que Deus pensa... 'Garanto que Ele que enxerga tudo em nosso coração está torcendo para que você, no seu livre arbítrio, envie estas palavras a outras pessoas'.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

CONJUNTURA DO PAÍS

Experimento interessante ocorrido em 1931
                     
     Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira. Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo'. O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."
      Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas. ' Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...

     Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas.
      Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D". Ninguém gostou. Depois da terceira prova, a média geral foi um "F". As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala.
Portanto, todos os alunos repetiram o ano... Para sua total surpresa.
       O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes.
Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.
"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. 
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."
      "É  impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.
     O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.
    Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

“É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."

                        Adrian Rogers, 1931

Aceitar e ir além...

Aceitar e ir além...
:: Rubia A. Dantés ::
 
 
Quanto mais resistimos às coisas mais elas resistem nas nossas vidas, e reclamar só gasta a energia que poderíamos usar para liberar o que nos prende em ciclos de repetições que parecem não ter fim.

Muitas vezes, por não aceitar a perfeição do Universo, que sempre nos coloca no lugar certo onde vamos ter o aprendizado que precisamos, nos revoltamos e achamos que somos vítimas indefesas das situações, resistimos aos acontecimentos, à nossa situação que parece problemática, seja em que área for, e nesses pontos onde temos dificuldade, acreditamos que não podemos fazer nada para transformar, e reclamamos, queixamos aqui e ali, e nos colocamos como "coitadinhos", resistindo a tudo que não preenche o que idealizamos.

Não aceitamos as coisas porque temos expectativas sobre como elas deveriam ser, expectativas que nos impedem de fluir com o que realmente é o adequado ao nosso crescimento. Julgamos as pessoas e situações por um padrão que acreditamos ser o mais adequado e tudo que foge disso acreditamos que não está certo. Quase nunca nos lembramos que somos colocados nas situações para aprendermos com elas e que os problemas trazem oportunidades de liberação de coisas que nos prendem e limitam.

Aceitação é uma palavra mágica que possibilita a liberação... e enquanto não aceitamos a nossa situação no presente, não podemos mudar nada. Aceitar não é conformar, mas perceber que a nossa realidade é como tem que ser e a partir daí a mudança é possível.

Deepak Chopra nos aconselha a praticar a aceitação, dizendo: "hoje aceitarei pessoas, situações, circunstâncias, todos os fatos como eles se manifestarem". Saber que o momento é como deve ser. Dizer a si mesmo: "minha aceitação será total e completa; verei as coisas como elas são e não como eu gostaria que fossem".

Já vivi situações onde pude perceber claramente que quando aceitei a situação sem nenhuma resistência, ela mudou como por mágica, às vezes tão rapidamente que parecia um milagre... por um momento de profunda aceitação da realidade, ela pode se transformar e nos surpreender...

Muitas vezes nem percebemos que estamos resistindo às coisas porque é tão natural reclamar do que não está bom, que nem notamos que com isso estamos indo contra o fluxo do Universo.

Quando você resiste seria como se tentasse segurar com um esforço enorme o movimento natural da vida, e nem nos damos conta que o que nos parece ser ruim ou negativo pode ser justamente o que estamos precisando para a nossa evolução.

Seja em que área for que se manifeste o problema, aí tem também um potencial enorme de aprendizado, e, muitas vezes, é justamente nesse ponto que está nossa maior força.

Aceitar o que foge ao nosso controle e às nossas expectativas abre as portas para encararmos o novo, para encontrarmos as oportunidades que se encontram escondidas nas aparentes limitações. Aceitar é uma forma de ir além do que é conhecido e de confiar que o presente sempre é perfeito... mesmo que em princípio não pareça.